Educação à distânciam

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Educação à Distância.

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Educação à distânciam

  1. 1. Educação à Distância Pólo Paracambi Aluna: Maria dos Remédios Matrícula: 20081208998
  2. 2. <ul><li>Questão 1a </li></ul><ul><li>Talvez a pior conseqüência para o estudante em se manter conectado por muito tempo em redes sociais seja a falta de um contato mais próximo com pessoas que pensem diferente, que tenham outras ideias e que, principalmente compartilhe sentimentos que só são possíveis através de uma relação mais pessoal. O jovem de hoje se comunica basicamente com pessoas de sua faixa etária, deixando muitas vezes de lado um diálogo com pais, avós que são pessoas que podem acrescentar muito na sua formação. Vivemos uma época de isolamento familiar e isso se reflete na escola, onde a participação dos pais se faz cada vez mais necessária uma vez que este jovem, diante de tanta informação que recebe, se considera auto-suficiente para responder pelos seus próprios problemas. Costumo dizer que eles recebem informações vazias, pois não sabem o que fazer com elas. O reflexo na aprendizagem é o que se vê hoje nas escolas, o total desinteresse pelos conteúdos apresentados pelos professores, como se estes fossem algo ultrapassado e desnecessário a sua formação como cidadão. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Questão 1b </li></ul><ul><li>A alienação que leva ao isolamento familiar, a ansiedade que leva o homem a uma constante busca pelo novo e as doenças físicas como as cardiovasculares que hoje são detectadas devido ao alto grau de stress a que somos submetidos. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>1c </li></ul><ul><li>UNIDADE DE SAÚDE / LOCALIDADE </li></ul><ul><li>PROFISSIONAL DE SAÚDE </li></ul><ul><li>DOENÇA: INCIDÊNCIA / INFORMAÇÕES </li></ul><ul><li>Posto de saúde de Piranema (antigo hospital rural). Localizado no bairro de mesmo nome e mantido com recursos do governo federal pela Prefeitura de Seropédica. </li></ul><ul><li>Katy Kapato – assistente social </li></ul><ul><li>A profissional revela que os casos mais freqüentes são os cardiovasculares, que são conseqüência do stress e da vida agitada a que o homem se submete. Segundo ela, os casos de pressão alta são freqüentes e há uma incidência maior entre pessoas de 20 a 35 anos ,principalmente as que já estão no mercado de trabalho.Isso é o que se observa no setor médico-hospitalar.Porém, na sua área ela destaca o isolamento familiar como um fator importante na problemática da saúde , pois observa-se cada vez mais jovens perdidos, sem apoio dos pais e um a sociedade preocupada apenas com seus próprios interesses. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  5. 5. <ul><li>1d </li></ul><ul><li>Valorizar mais a convivência com a família; </li></ul><ul><li>Ter o trabalho como fonte de prazer e não apenas como fonte de lucro para sustentar a cultura do auto-consumo; </li></ul><ul><li>Dialogar mais com as pessoas, num contato direto , sem a interferência da tecnologia; </li></ul><ul><li>Respeitar os nossos próprios limites. Entender que somos humanos e não podemos jamais competir com a máquina. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Questão 2 </li></ul><ul><li>Casos de dengue aumentam 857% no município do Rio </li></ul><ul><li>Da Redação com Agências </li></ul><ul><li>Os casos de dengue no município do Rio de Janeiro aumentaram 857% neste início de ano em comparação com o ano passado. Foram mais de 5 mil casos notificados até esta semana, enquanto no mesmo período de 2010, esse número chegou a 529 pessoas. E na região metropolitana do Rio, o aumento também foi assustador, cerca de 1000% nos primeiros dois meses do ano em comparação com o mesmo período do ano passado. </li></ul><ul><li>O aumento expressivo dos casos da doença é atribuído à volta do sorotipo 1, que não circulava desde 1986. Ele deixou a população mais jovem suscetível à dengue. Mais da metade dos casos notificados é de pessoas com menos de 15 anos. </li></ul><ul><li>Segundo o coordenador de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do Rio, Marcos Ferreira, nove bairros apresentam alta taxa de incidência da doença, com mais de 300 casos por 100 mil habitantes. Essa incidência já é considerada um surto. Pedra de Guaratiba, na zona oeste do Rio, é a campeã de vítimas do Aedes aegypti, com 941,2 casos para cada 100 mil habitantes. </li></ul><ul><li>“ Estamos em estado de alerta na cidade toda, mas este quadro já era esperado por causa do vírus tipo 1, que voltou e deixou vulneráveis as pessoas com menos de 25 anos. A boa notícia é que taxa de letalidade da doença diminuiu, embora o ideal é que ela fosse zero”, disse Ferreira. </li></ul><ul><li>Apesar dos altos números, apenas Bom Jesus de Itabapoana, no noroeste do estado, apresenta quadro epidêmico. Com 33.655 habitantes, foram registrados mais de 1.100 casos até o momento. O coordenador informou que o número de registros no município do Rio é de pouco mais de 80 casos por cem mil. </li></ul><ul><li>Para Ferreira, a redução do número de óbitos por dengue se deve principalmente à identificação rápida dos sintomas nos serviços de saúde do município, como o Saúde da Família e os postos. </li></ul><ul><li>Com informações da Agência Brasil. </li></ul>
  7. 7. Continuação... <ul><li>SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DO RIO DIZ QUE ITAGUAÍ TEM O MAIOR FOCO DE DENGUE DO ESTADO! </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Publicado em 13/01/2011 por Beto da Reta </li></ul><ul><li>Poxa é uma pena saber que nosso município tem o maior índice de dengue do nosso estado, sabia que era alto, mas assim é demais, ta faltando fiscalização e maior informação ao nosso povo. </li></ul><ul><li>Comentário </li></ul><ul><li>Infelizmente os casos de dengue no Estado do Rio de Janeiro, como mostra a pesquisa, só vem aumentando a cada ano . Isso se deve principalmente ao descaso com a saúde pública, a falta de saneamento básico e a falta de uma estrutura hospitalar física e pessoal que possa atender as necessidades da população . Este é um trabalho que deveria incluir também as escolas, as comunidades, as associações de moradores no sentido de todos numa luta pelo bem comum. </li></ul><ul><li>A cidade de Itaguaí possui ainda vários bairros com características rurais, embora nos últimos três anos a população tenha aumentado bastante. O que é contraditório nisso é o fato de não ter sido feito nenhuma obra de infra-estrutura que venha beneficiar esta população. Onde eu moro, por exemplo, temos valas a céu aberto, muito mato em locais que deveriam ser praças e uma outra infinidade de problemas que poderiam ser resolvidos com uma simples vontade política. Ano passado tivemos casos seríssimos de dengue por aqui , inclusive com óbitos, mas foram “camuflados” pelos meios de comunicação porque afinal , trata-se de um bairro em expansão, com muitos investimentos industriais, portos etc. Esquecem que tem uma população que agoniza cada vez que se aproxima o verão pois sabemos que com ele vem os velhos problemas. </li></ul>

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