Faq exames

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  1. 1. FAQ dos exames nacionais Exames nacionais P: O que é um aluno interno? R: É um aluno matriculado num curso científico-humanístico, excluindo os do ensino recorrente, que frequentem até ao final do ano letivo a disciplina sujeita a exame final nacional, em estabelecimento de ensino público ou do ensino particular e cooperativo dotado de autonomia ou de paralelismo pedagógico. P: O que é um aluno autoproposto? R: É um candidato que se encontre em qualquer das seguintes situações: a) pretenda validar os resultados obtidos na frequência de estabelecimentos do ensino particular e cooperativo não dotados de autonomia ou de paralelismo pedagógico, de seminário não abrangido pelo disposto no decreto-lei n.º 293-C/86, de 12 de setembro, ou de ensino individual e doméstico; b) tenha estado matriculado no ano terminal da disciplina a que respeita o exame ou prova até final do ano letivo, mas não tenha obtido aprovação na mesma ou tenha anulado a matrícula até ao final da penúltima semana do 3.º período; c) pretenda obter aprovação em disciplinas do mesmo curso ou de curso diferente do frequentado e nas quais nunca tenha estado matriculado, desde que esteja ou tenha estado matriculado no ano curricular em que essas disciplinas são terminais; d) Não tendo estado matriculado no ensino público ou no ensino particular e cooperativo ou, tendo estado matriculado, tenha anulado a matrícula em todas as disciplinas até final da penúltima semana do 3.º período letivo e possua o 3.º ciclo do ensino básico ou outra habilitação equivalente; e) O aluno dos cursos científico-humanísticos do ensino recorrente que tenha estado matriculado no ano terminal da disciplina a que respeita o exame ou prova e anulado a matrícula nessa disciplina até ao 5.º dia de aulas após o último dia do mês de abril inclusive; f) O aluno dos cursos científico-humanísticos do ensino recorrente que pretenda obter aprovação em disciplina do mesmo curso ou de curso diferente do frequentado e na qual nunca tenha estado matriculado, desde que esteja ou tenha estado matriculado no ano curricular em que a disciplina é terminal; g) Estejam matriculados em cursos de nível secundário cuja certificação não esteja dependente da realização dos exames finais nacionais. P: Se ficar excluído por faltas posso realizar os exames nacionais? R: Não. De acordo com o n.º 9 do artigo 22.º do Estatuto do Aluno do Ensino Básico e Secundário, aprovado pela Lei n.º 30/2002, de 20 de dezembro, com as alterações introduzidas pelas Leis n.os 3/2008, de 18 de janeiro, e 39/2010, de 2 de setembro, o aluno fica excluído a essa(s) disciplina(s) e não pode realizar exames nesse ano letivo.
  2. 2. P: Posso mudar a minha opção nas disciplinas bienais após a inscrição nos exames? R: Não. A opção pelas duas disciplinas bienais é feita no ato de inscrição nos exames finais nacionais. Esta opção é vinculativa até ao final do ano letivo. O aluno só pode alterar a opção tomada no ano ou anos letivos seguintes, desde que não tenha concluído nenhuma das disciplinas relativamente às quais pretende alterar a decisão de realização de exame final nacional. P: Se frequentar um curso científico-humanístico e não obtiver aprovação à disciplina de Filosofia posso fazer uma prova de equivalência à frequência? R: Sim. No entanto, contrariamente às outras disciplinas em que não há um exame nacional e em que o aluno realiza uma prova de equivalência à frequência elaborada pela Escola, na disciplina de Filosofia a equivalência à frequência é obtida através da realização do exame nacional correspondente. P: Se não obtiver aprovação numa disciplina posso realizar exames na 1ª fase? R: Sim. Deve dirigir-se aos serviços administrativos, após a afixação das pautas de avaliação do 3º período, e alterar o boletim de inscrição caso já tenha feito a inscrição para esse exame enquanto aluno interno, ou inscrever-se nesse exame como autoproposto. P: Sou obrigado a realizar os exames na 1ª fase? R: Sim, os exames na 1ª fase têm caráter obrigatório. P: Se faltar à 1ª fase fico admitido para a 2ª fase? R: Se faltar à 1ª fase fica impossibilitado de realizar os exames da 2ª fase, com exceção dos casos graves devidamente justificados e após análise do presidente do Júri Nacional de Exames. P: Pretendo realizar um exame nacional como autoproposto que é coincidente com um exame nacional que tenho que realizar como aluno interno. O que devo fazer? R: Excecionalmente, no ano letivo de 2011 -2012, um aluno de qualquer curso pode inscrever -se na 2.ª fase, como autoproposto, para a realização de exames finais nacionais de disciplinas que não pertençam ao seu plano de estudos, desde que tenha realizado na 1.ª fase outro exame calendarizado para o mesmo dia e hora. P: Se não ficar aprovado num exame realizado na 1ª fase, tenho que me inscrever para a 2ª fase? R: Não. P: Se pretender fazer melhoria de um exame realizado na 1ª fase tenho que me inscrever para a 2ª fase? R: Sim, de acordo com o calendário definido.
  3. 3. P: Como se calcula a classificação de uma disciplina sujeita a exame nacional? R: Para os alunos internos a classificação final das disciplinas sujeitas a exame final nacional é o resultado da média ponderada, com arredondamento às unidades, da classificação obtida na avaliação interna final da disciplina e da classificação obtida em exame final nacional, de acordo com a seguinte fórmula: CFD = 7CIF + 3CE 10 em que: CFD — classificação final da disciplina; CIF — classificação interna final, obtida pela média aritmética simples, com arredondamento às unidades, das classificações obtidas na frequência dos anos em que a disciplina foi ministrada; CE — classificação de exame. P: Não obtive aprovação numa disciplina e vou realizar o exame nacional como autoproposto, com que classificação fica a disciplina aprovada? R: No caso dos candidatos autopropostos, considera-se aprovado em qualquer disciplina o aluno que no respetivo exame tenha obtido classificação igual ou superior a 10 valores, calculada por arredondamento às unidades, sendo a classificação final da disciplina expressa. P: Quando posso realizar uma melhoria de classificação através de exame nacional? R: Na 2ª fase do ano letivo em que concluiu a disciplina, e nas duas fases do ano letivo seguinte. P: Vou realizar um exame nacional exclusivamente para acesso ao ensino superior. Posso utilizar esse exame como uma melhoria? R: Os exames prestados exclusivamente como provas de ingresso ao ensino superior só contam para a melhoria da classificação do curso secundário válida para acesso ao ensino superior se tiverem o mesmo programa e plano de estudos que a disciplina em que o aluno obteve a primeira aprovação e, se as disciplinas pertencerem ao sistema de ensino frequentado pelo aluno. P: Se realizar dois exames nacionais que pertencem à mesma prova de de acesso ao ensino superior, posso optar por utilizar a que tem melhor classificação? R: Não. A segunda prova, em termos de realização de acordo com o calendário dos exames nacionais será considerada melhoria do primeiro exame.
  4. 4. Provas de equivalência à frequência P: Se ficar excluído por faltas posso realizar os exames de equivalência à frequência? R: Não. De acordo com o n.º 9 do artigo 22.º do Estatuto do Aluno do Ensino Básico e Secundário, aprovado pela Lei n.º 30/2002, de 20 de dezembro, com as alterações introduzidas pelas Leis n.os 3/2008, de 18 de janeiro, e 39/2010, de 2 de setembro, o aluno fica excluído a essa(s) disciplina(s) e não pode realizar exames nesse ano letivo. P: Se frequentar um curso tecnológico e não obtiver aprovação numa disciplina realizo um exame nacional ou uma prova de equivalência à frequência? R: Para a aprovação na disciplina realiza uma prova de equivalência à frequência elaborada pela Escola. P: As provas de equivalência à frequência são obrigatoriamente realizados na 1ª fase dos exames? R: Sim, as provas de equivalência à frequência da 1ª fase têm caráter obrigatório. P: Se faltar à 1ª fase fico admitido para a 2ª fase? R: Se faltar à 1ª fase fica impossibilitado de realizar os exames da 2ª fase. Excetuando casos graves, devidamente justificados, e após análise do presidente do Júri Nacional de Exames. P: Se não ficar aprovado numa prova de equivalência à frequência realizada na 1ª fase, tenho que me inscrever para a 2ª fase? R: Não. P: Se pretender fazer melhoria de um exame realizado na 1ª fase tenho que me inscrever para a 2ª fase? R: Sim, de acordo com o calendário definido. P: Com que classificação se considera a disciplina aprovada? R: Considera-se aprovado o aluno que na prova de equivalência à frequência obtenha a classificação igual ou superior a 10 valores. P: Como se calcula a classificação final de uma disciplina sujeita a uma prova de equivalência à frequência com duas componentes: R: Nas provas com componente escrita e oral, a componente escrita vale 70% e a componente oral 30%. Nas provas escritas com componente prática, o peso a atribuir a casa uma das componentes traduz a relevância de cada componente do currículo, conforme o quadro IV do regulamento dos exames nacionais. P: Quando posso realizar uma melhoria de classificação através de uma prova de equivalência à frequência? R: Na 2ª fase do ano letivo em que concluiu a disciplina.
  5. 5. Consulta de provas e reapreciação P: Como posso consultar a prova de exame nacional ou de equivalência à frequência realizada? R: Através de um requerimento dirigido à diretora da escola, entregue nos serviços administrativos, nos dois dias úteis imediatamente a seguir à publicação das pautas de classificação. P: O que devo fazer para solicitar a reapreciação de uma prova? R: Se após a consulta o aluno pretender a reapreciação, deve entregar nos serviços administrativos, nos dois dias úteis seguintes à data em que a cópia da prova lhe foi entregue, um requerimento com a alegação justificativa do pedido de reapreciação.

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