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  1. 1. 42.5%¡ í, f. . . .I « y , J rir. . 1a, .: y Í m_
  2. 2. rw. .. V, 3.1 A História da África "O banir/ I¡ i'n›1rrrnpnni)1ri› t* rapaz. dr 1'¡- rrr' rm mnbirizrr; rui/ ira IÍUÊ7'EI1ÍFS. JU“1I§'IIS m: rírxrura/ riz/ ¡rnlo da: rrr¡u›! a_qins. xl vida rm ríríndcx . urprrparuarírxs runtrartn rom n dos nónuidrs ¡mxrorrs dr camelos no dama, qm', pm' um vrz. rmmwxm com n vida dos mçndorcs das dcnsnsfhrcstas rm- piraís. O l/ nnzrm r' rapaz. rir virrr longos período. : ¡mfmldn da mm; n bordo dr' ml¡- mnriuus, c em órbita terrestre, no interior di' rripsnlax espada i¡ " 1K. LCJlAW. ()“vl14'v|1'l'. 'l1li›Cl. lÍi'lLlÍ1|'~. ln . l l§i›7,erl'~u ilIr_L'_. llllI, .lxll›rI. ¡listória geral da África. x l dlctrxlolnigia e pre-him um da , Urican São Paulo, Ática É PJHHZ ÚNFSV( ), lVXÍ. , p. 459a Nómadm ~ Qui' mio rfm midéurinjíva. I 'm 'os . mu i'r. cia'cncinfi. x'n. que 1160 prrzrírau¡ n QNHHIÍTHIYI di' . url›. vixr: ü1ri¡t ou cpm/ rs _plantam ivqrrrni¡ n'e- uma. : cido: dr prtuiupía, .vendo. crugcml, ,tumores A coleta de raízes, Folhas e frutos, a caça e a pesca lotam ; as fontes principais de alimentos da especie humana. A grande abundância e diversidade de recursos naturais em alguns 'ambientes tem permitido ao homem river sem muito esforço. isto e, sem ter necessariamente de transfortnar esses recursos para poder usufrui-los. Foi o caso, por exemplo, da attséncia de domesticaçãt) de animais ao sul do Saara. Ali. bois, cabras e ovelhas foram tardiamente introduzidos_ provenientes de outras regiões. especialmente da . África do Norte por seus contatos com a Europa e a Asia. 'Fal fato explica porque um grande número de grupos pOpuIaCitJnais africanos chegaram ate o seculo XD( em condições não muito diferentes daquelas da pré- história, do mesmo modo que algum-as tribos indígenas do Brasil. As tecnicas de caça elos pigmeus mantém-se, até hoje, semelhantes aquelas adotadas ha milhares de anos. Essas condiçoes de vida têm lixado noittros continentes a inadequada imagem de que toda a Africa era ocupada por povos primitivos. Serviu também de pretexto e justificativa para a dominaçàt) e a colonização (que deve ser entendida como um processo de ocupação e exploração dos recursos naturais de um território por um país estrangeiro).
  3. 3. 5%_ e A Ati-tea liii u local da origem dt) aproiteitamento agricola sistematico de ta, rins' cereais importantes_ dentre os quais , se destacam o . irroz e o . HOYgU itamben¡ cha~ müdün1lll1()-7.ll3l| FT()_ uma graminea cujas . sementes constituent um cereal que serve de alimento humano). eultivaelos' em elilerentes regiões e num is iegetais, como o ealei na Etiópia. Os coittaros de iaatureza comercial cas migrações ¡weriuitiratu a Alnca receber variedades de trigo_ Cevada e de outros ve- getais, de que sao exemplo o inhaiue e a banana, que eleterniiiiaram o dCsCl1'()l'l- mento da agricultura voltada para a alimentaçati humana. O homen) eleixou de ser ape~ nas coletor e caçador quando inventou o CAIYJLlUl' e a enxa Lla. A invcnçan Llti pilar) pel'- mitiu o apniveitantenro dos Cereais e outros . lllInCnlOs. Mitis tarde seriam Llescn- volvidcis outros instmiaieit- tos para tizilwalhat' o solo, tecnicas ele cultivo com( )_ dentre outras. as de pre- paraçao e de queimada. . tlóna das tecnicas de con- servação dus . ilimentos. Duas regioes . tll'ie. t~ nas, por suas coitdigijies naturais, se sobressai'- ram no tlL'. kTl'l'()l'l- l', iuentt) ÍCCH( ilógico: ao norte, o vale do rio Nilo e, na Africa Oei» tlental, o vale do rio Niger. Nestes locais. a invenção da ceramica '. .i~| i i' i , a t| ^HI ¡'ili- . H i. i *ai* 'tÍ“ f_ L 3.. l - O_ v : t 5;( l' . _ 'fz . u-/ Á __ iitziii ! il i'll'ill . › i--. iil'ii'. i AI| I lili: liiiiiiii «me» . t. e a numeração com o aproveitameittti do ouro, do cobre e do ferro e( induzirani os p( ›~ vos que ali habitavam a um elevado estagio de C( inheeimeitto e de trato dos instniiueit- tos' ele trabalho c artísticos. Os conheeinien- tos tecnológicos dererminaraita, tambem. a org-aiii/ _aeati politica e social, a lll'l1nl7.agñt). e a transiuissfixi sistematizadi tlessas artes e tecnicas. Este estagio do conhecimento se den ao iuesmo tempo ou até mesmo antes ~ em que estavam , sendo elesenxiolxiielos em outras civilizações. tais como ; is- da . Nlesoyiotfiniia. da (Êréeia e de Roma e lon› ginquas regioes da India_ (Íhina e lapatr Peru e Àlexieo. 'ale ressaltar que a eivilizacao egipcia manteve algumas ll, )l'l'l1as de interc. ii1ilwit› com civilizações . situadas nas iuargens do Mar Nletlitenzineo e no Oriente Nledio_ enquanto no vale do Niger ht iuie um HLIIHI'
  4. 4. isolamento em razão da vizinhança com o deserto do Saara ao norte e leste, da flores- ta tropical ao sul e do Oceano Atlântico a oeste. Fm razão mesmo dos contatos com as civilizações do IvIeditcrr-. inco, a civiliza- ção egípcia foi muito conhecida e diversos . ispectos de suas culturas foram incorpora- dos tanto aos povos do Oriente Médio como aos da Europa. As mais antigas informações disponí- veis sobre o vale do Níger foram transmiti- das . ipós a expansão do islamismo e do de- scnvolviitnento do comercio através do de- serto do Saara. Esse comércio estabeleceu ligações entre o litoral do ! Mediterrâneo e as regiões sul-saariaaias. Também cabe destacar que os interesses de dominação colonial determinaram que não fosse levada em conta a contribuição dos povos -africanos ao desenvolxtimettto da cultura universal. Só nas últimas décadas do seculo XX foi possível a reavaliação, a partir da indepen- dencia das colônias e dos trabalhos de arqueologia (ciencia que estuda as coisas da antiguidade) levados a efeito em varias re- giões do continente . tlricano. 3.2 Os reinos do Vale do Níger Na ciécada de setenta do século XX, arqueólogos americanos iniciaram escavações na região do delta interior do rio Niger. numa grande planície situada hoje no Nlali. que é anualmente inundadai. Tres quilómetros ao sul da atual cidade de lene foi localizada uma . inriga cidade. . .ga , ..r: .__. r». . Í--¡. .._á4,x. t4». ,. --: -.. .__›v-› . , . _ça-u_ , ... .$-_ completamente ; ibandon-adxt, que chegou a ocupar uma area de 33 hectares e era cercada por uma muralha de qllJSC tlois quilómetros de extensão, com mais de tres metros de largura e mais de quatro metros de altura. O material já pesquisado permite estabelecer que ela ja era uma grande cidade tres séculos antes da era cristã, com uma população que trabalhava o ferro e dedicava-se ao ccimercio. lale lembrar que nesse tempo não havia em Portugal, na França ou na ¡Xlem-anh-a nenhum lugar que merecesse o nome de cidade. No período do seu apogeu - entre os anos 750 e 1150 da nossa era - ela chegou a contar com mais de vinte mil habitantes. A produção de alimentos era abundante, especialmente rica em peixes, gado e cereais, com destaque para o arroz. Ligava-se a cidade de Tombuctu (no atual lvlali) através de . ,' _, _. .'- -n-v - i , .~›. .. ... ... .._. ... -,_¡ . ._ __ i z' , -17 l . ç - . g '_ ' l . /'Í a* í l V i i il 'l rf' Ma¡ t1 . g l l '“ l , l l . l V _ l . i ' , ~' l a u- i ' í ás; . _. .;- ' ; l s' , U. ' l i . ; r i v _ _ s ' . é: *l *C . l 'l i l l . ilieça tir HH', rei. estuliuizi em L-t iii lleriii- f - w' : 4%_ . o-: k- / -r= si›~, ... '›_, xv›_ _A>i , ,4=›_ xcu, __4~. a., _ , aa-h_ . an. _,, --, ~»
  5. 5. @rm . Ass. 46s»- -<an= _., .,sa›. .qe-s, .. .un uma rede de 500 tjuiltünietros de vias lluvi- ais navegaveis. A produção de alimentos combinada com o artesanato foi a chave do seu . sucesso. Mais tarde. em torno do ano 1400 d. (f. tjuando a elite da populacao con- verteu~se ao islamismo. a cidade murada foi abandonada. sendo construida uma nova capital em . suas proximidades. A falta de documentos escritos c a perda da memória oral, por conta das migraçoes e das guerras. não nos permite hoje conhecer mais profun- damente a historia da ; intig-a lene. , ' n (Íiluapi xl¡ jx llc-lle Nliljlnl HJLCIII leal li. ij'lii«'ii'i- ll' l ~~IIl~'iI"I ("il '. "r. li, i›í. l Reino de Ilé-Ifé No coraçao da Nigeria existiu o reino de Ile-Ile, cuja historia e pouco conhecida, uma vez que a maior parte das informaçoes foram coletadas por expediçóes coloniais e por missionariiis que tentaram. no seculo m_ , gema Aa. . 4». (A- . .-0. _c_ , Ar-u , Aa 4._ "es. 41a_ , -_ 7-_ -. » V 'I' , Ç . -' " 71 . É ¡ ' _l . › Í 2 o (r . i ' l s ~ l A* v' ~. a', ' | í z l l «J k ; rf . j h. -g-_l- › : f a V' r a? _ lckl. ikléillhl XIX. converter os povos nativos ao crisria~ nismo. 'leve um periodo de esplendor que vai do . seculo XII ao seculo . 'i'l. Os seus fClS-~'.1CL'l°(lO[L'S Isoberanos que exerciam tambem ñlnçÕCS de litleranç~a religiosa l di- ñintlirain o culto dos orixas, espalhand( i-o por uma vasta regiao que inclui hoje a Nigeria, o Benim e Gana e, em tlecorrencia da migracao forçada pelo trafico de escra- vos, veio a se recriar nas Americas (julwa c outras Antilhas; na costa da Venezuela e no Brasile hoje penetra no Llruguai e na Ar~ gentina. Ainda nao foi possivel determinar a extensao territorial do reino de IleJfe. A importante cidade de Ile tomou-se uma ci» tlade . sagrada para os povos i( ›flll7.1l1()s c ou- tros da Alriea Ocidental. Sabusc. poremr que o reino se lragmentou em tliversi ›. s ou- tros reinos menores, os quais mantiveram . seus vínculos religiosos com a antiga cidade sagrada. Entre os reinos decorrentes tlessa divisa¡ ›_ ciestacou-st' o reino de Ou i, cuja la- mília real alimiava tlescendei' do orixa Xango e . seus reis intitulavam-st' . ilalin-de- oio e tom-avam as . suas tlecisoes atribuinda r as ao orixa. As narrativas sobre a história da casa real conliiiitieiii a historia do reino u ›m o conjunto de lendas e mitos de X3031' n. , .or. ._ , a›-. , 4-. . . aum. íñx' . r-~ ' 9%, '
  6. 6. lcrr varrl- v i'm. illlllLP. em llLlTllllL nlli-u-s de esnellim v: rlcunrailrrs l l um¡ Illku. Ill' A-rlli. UÍHJJI' t' rjrrluur do ()l1.i liwvi" Levantamentos arqueologia ›s procedi- dos em lle~lle localizaram esculturas em terracota (especie de ceramica; argila cozi- da em tiarno) e em bronze. Cerca cle 25 ca- beças . icliarii--se recolhidas a tlÍVCTSOS museus e sao hoje consideradas tao importantes na arte universal como as e_sctrlt'iii'-.1s do Renascimento italiano (periodo da historia europeia, que se segue ii Idade Atledia, mar- cado pela renovação das artes e elas letras, com relevo especial para as cidades da Ita- lia. que incentivarxim e patrocinatam o de- senvolvimento dessas atividades. com desta- que para Nliclielangoçlt) e Rafael Sanzio). Reino do Benim Acredita-se que o reino do Beiiim tenha surgido no . seculo XII. mas e sobretudo no seculo XV que ele ; ttinge o seu esplendor. com a capital então denominada de Edo, da qual os primeiros visitantes europeus ~ portugueses e holan« deses. no seculo XV l relatam que se trata- va de uma cidade imensa, cortada por uma avenida extensa sete ou oito vezes mais larga doque as ruas de Amsterdã - da qua] saiam numerosas ruas laterais também lar- gas e compridas. As casas eram de adobe (uma técnica de construção com barro cru, também conhecida como “taip-a-tle-pilãd") com a superficie finamente polida e cober- tas de palha. O palácio do rei era composto por inúmeros prédios nos quais viviam o rei, suas mulheres e filhos e uma porção de nobres com suas famílias, ;agregados e escra- vos. As colunas do palácio eram em madeira e as galerias cobri-am-se de jul-atas de cobre esculpidas em relevo com cenas da corte, festas. ritos, lvaralhas e caçadas que deram lama à arte do Berlim. Plllwd . -. cilrndma. CNJJljWÓA tum figurinhas tluplas . Marfim Os artesãos do Benin¡ trabalhav-ani o cr: ›bre e o latão em forja (que e um conjunto de fomalha e fole trsado nas oficinas de mold-agem de metais) e em retinadas tecnicas de moldagem por fundição (processamento de met-ais com o Liso do logo). A produção de estátuas e joias - de caráter' naturalista ou

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