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  1. 1. Nr ¡ml n, e* H . r-lrr: r. 'wq'. ,ir_›'1'li r ruim-r rr› w r »em rm», _rvprziar . r-r *srrialêrimeria w wa¡ . r ñ t~"› rn (WM rr_› r- «n UHF. ) . . u r-r vlPrWl¡ r , Wnrlrll rrr 'rrr vr^'. ¡~rr! 'rr)vi“i ¡vl- 7 A cnse do feudallsmo r. , rr r. . r rm OFWWYP m- lrrruu r H 'r- m3" n Na Enivlgrvr a rw' ur, Luilrius. tem ri rrrr rrrrrru 'r rr r r rw u a LWtr-: lza- , VPN . ¡ _H w_ W _wmv_ › rca-se . ax Wlop: irmzewuls : um u (muitu, lazer» rau pulrílu e urululuvd del» rr- v n l-: mlcrro do __ _m_ w MM_ K_ ur, prulJw-'r . r '›~_. l|blw. ) rinlmrra: Hullvr mn m, :prum aan-rule* «r» r. ur, r 'M n-qm». url Um nrur» rr . r, ~ rr r u: lurrr, , MM orwururrgrr, u; "msn" d' ""'°id“'"' Twiqà' ' M' m_ V_ 'ANAL “WMA Em_ dm_ um M” v m_ h h __ e t _Pnamnzryy_ (1 rm Hr' r. e < atirou: pelo norcecle na ÉMDV Ao rrw» 'Fri-m : at: .w m' . a anexada ! rar M, J pa, pula: r rr, rsrr a. . rrrrr . r ra» u, uma. A» . , rrrIIl Wu¡ r: 'rrvrrurll . r .4 r . LrrurrrJnlJ mrr . - ' : idade: v_ rnvà : a: rrrrr ¡ormrdu mas, entre agricola_ ! Lia 'vwrll r mr , Lruüdafl r arms, :o AS CRUZADAS na m. '. .a mm vmnur -z fm a rrq lwlnzoalíra, nvr›rr'r. || r wnrrlu_ rum r r urrrnvr qrP «o rtoirrl N_ Ã_ m___, ___ m_ _ _pmhw _ _whmra WCS_ _H _ 'j _U [h , JIM Imã” 1 (um ubjelrvu ru rr L-Hrlwrlv' rlrr »muda u Gulcrr-Iind am e LLrrl publiw¡ dou. . rJç , lulu v-JJ r» ~rr. _r, .r "em _¡“___ _ VL _ _ - dos produtor. . rrrorrrerrrrr, nasceu a : nas e : :marina m, ... r »WH r» . r« _rw , rr. rrrrr~. ›.. rrr rrjrrrrrxrr Il : er EWVE 1:» pr: -_rr_r, .Ju u [lr . r lr- r'<rl', r rr, urlzeditlarv ezlvülrwr . ~ r= 1,61 rr rr rrrrrrr . r r-r-r rrrrsrarrr rglfrlli'l* ATIVIDADES Vrvrr -› . Ml VWHÍHH” r» rrv-_nrrru i4 run r : ›-I rarr-«rr ~ rrr-'rrr n rim . . r~rrrr »Art-r rw" llrliií” III' Tv rir «, ,rr. r lr¡ u] ; v , - ; rw 1,24 ur. . , _r . r.- , ri arm . . «r As pwnr- ›, ›_ r, ,r. r¡a1.r› r «rrr r. ,rr. .r, .r r' rrr ririlrlrr , . r rr w 2 . wma. rr. . r. . «lr rzrmr r r' _r r» m. . r -rcr ' 4 r r rw rr . rrrrrr r-'rrurra . r ~r . la lr. r. . . . 1› . r r › -. r e H › . *". . . <1-rll'4lrvr›r*r'u' . rrr-r. ~.›rrgrlr› u: : rr H' r' › rrvrr_rr ' rn r r r, lgrurJ -n rrr r- . av m; r: irl' um. . v' r «rt - m» _ , _ _ _ ___ , rr. . 'uu [Ur mr. r--› r. -r. r rm r , r rr~›r. r ›--r« r . r-r . , r nl ' ' . _ 'rhJrl ' . _ , " - , *w r r rr r*'4 Jrrsrr--arm ¡Ir urrr» . r-r _rr<, -› 1m rrrr»r~. › rrur -. «w * , _ _ - _ a li-vsgr rr«. ,›r. ~r 1 . rr-Frl-: r - ' g, . _' ›_ r r r. ,_, . r, .r. .r. . lr-r r¡ _ v _ , _ . . - _. r _ . :r rr - r› s vreilvrr m* vw' ra _r r» líullv- r›rr -r. › M r. r. . , . , ,. . . r H . - r, .-r r r r. HHÍ** 4 r rglvdrp: v o «rr r- Llnrw a F_ r» r- m! r “Jrr ilul u› _- grrdo : r~rr_. H ›r, ›r_. r_r . .r r r; _r r. r r : o rrwr| r('. <r'ir'rr rw mmwl « . rr. .rr --r r *il rrrrwl , r il , rr_ rr. , m a An - WLiuJVl rivHJJÚrJ' , r rrrrrrprr_ ; uni r. r-r¡r, .rrr ¡›. ;. _.r, u. , r. . lrrrrvjwt u. -rnzarrrr érr 'I<mirlH r ryfaylg- r H , rrr r, 'vv rrr a Jr. ' 1 “ *s* sur. .. ,.. r.. ,.r, rr rr, rr: .r ›1~< rw r u» 1 'r u. ,rr-›'Il1r'*lr^ir r , rr. H u , rr-r. ›_~ › 'H n w rr_ lHJVP-, r . ' """"' ¡rJ1r1.la'r'u'; v' r , ._, r m. r . . 'fr _mu_ _ . nunes r vumdàs e* ¡u-ozlav <rv'rl. 'r'<: - r» . A ~ ~ r» -~ rr rr. 'lrrr r- r n 'rs › Wir-vlrrr jrrlprhrllr . r ru. ; Luv , _rr r, rrrr. r._ m, nr roner- w* “www -r-r rw-*r- «no L'ul'Lu< xi ftpupulJri-'rrrsrr *llrrrr r. . rr. r rrrraurr urHJ vpuv r r r A', _M3455 , _ ~ v rrrr Pl u; a; rnprr mr rr r ri rir r- «lv , a r «rrrrre-r lreçemomcos 'ro rc- -Wn WIN rlr rvuLmrre-VW' [r-. r r'. r 'ir' r rl *lv 'wraww Viu rmv- uva r. .r jlLuu ucfll' 1M I rrr~ . ,_. a ¡rrrw 66 45
  2. 2. feriado final das cmnd s, estava ocorrendo ' « um serie de inova nes tecnicas importar» - permitiram grande aumento íla produção, _ por eaernpio, a substituído do ando de ma- ndo de ferro. ' lnrrvaçõu tecnoldgfcas possibilitaram um au› ›'~ da producao com menor uso de mão-de-obra. _ der sobreviver. ("versos camponeses começa- dasbravar terras incultas do leudn. como os no¡ e as normas. Esse deshravamenro e co- m como arrotearnemn. senhores Íeuiais. ao perceberem que os arro~ ç_ u podiam fazer crescer suas rendas. lncvntl~ a¡ trabalhadores. Eomeçaram a arrendar para 'H uses as áreas de reserva do laudo. 'fumo os instrumentos de trabalho eram de melhor __ dade, os camponeses conseguiram produzir 79s senhores feudals e os servos passaram a ven- a progggncedenge nos mercados locais. A po- ~ o e o consumo auorentavam gradativamente, ' cando as trocas. (um isso, multas pessoas ›- mn a viver do comercio r. - do artesanato. em ›- - a moeda voltava a ter importancia. Aos pou- v ' as estradas tomaram-se movimentadas e novos w os surgiram em torno delas. (los pontos de cruzamento das rotas de comercio. ;Iargens dos rios ou peru: de lorulezas, comeca- 'a arrglr mercados tamporãrios: as Mm nadie- 'flas reuniam os mercadores de dilerenta¡ pon- Europa, nue realltavam o comércio de seus e operações financeiras. senhores feudals lncentlvavam a reallzaçlo nrernados aan mas terras, interessados na ren- r_ poderlarn obter com os impostos que cobra- _dos mercadores. Oferedam pmleçlo e : atuavam 'mm de entraria no local. para armar as par; , le saida, eu. . reclamaram . .segunda ullriawssntrh ! La . 'i e moeda. Contrariamente à ímposiçao da _, me Eíhirava u lucro e a usura, nuse¡ mer- : áes eram pratkados. Surgiu a figura do mu; Íque trocava o dinheiro do comertlante pela 'oficial da feira_ , e realizava cmprestlrnos. lle- ', ícridiro os camponesas, os proprietários r an two ma colheita e os mercadores que . r lapandir seus negocios Pol a necessidade w- me deu origem ls casas bancárias. 47 ,1@! Leram. .leaf a As cidades medievais. cercados de muratlras de aÍDÍrEoÍRÉETRVÍÍa maioria dos comerciantes e artesãos. que faziam ou vendiam as mercadorias. como muitas cidades siluavam~so dentro das ter- rn do¡ morei. tinham de pagar tributos. 0 lucro tambem era obtido pela supervalorlncão do produto. que os burgueses (ompravam por preços médicas do artuín e aumentaram o seu valor na hora da venda. h aquí tda¡ nuneràrrustnrmjsgtbdüã em, @Mt-ski dggfgh. A (orporaçào congregava profissionais de uma mesma atividade. controlava a uuantidada. a qualidade e o preço do produto. ¡Lnumad na. nulo mãe ! Aria era n name-artesão. o dono da matéria-puma e dos instrumentos de traoalho. D mestn ora ajudado pelos oficiais, filhos ou parentes. que recebiam re- numeração por jornada da trabalho. D añcial ara um trabalhador especializado que poderia ahrlr seu pro- prio empreendimento. caso a (orporoçao o autorizan- se. lambem existia o aquele que estava aprendendo um oficio. l No seculo XIII, a situado dos anula: se modifi- cou. pois o¡ mestres mmeçaram a concentrar em suas mlos poder e capital. lmpedindo a ascenslo dos olídais e aprendia; 0 : idas pelas artesaos. neces- sitavam de moeda. Assim, começaram a aumentar a : ohranca dos tributos aos camponeses e exigiram o pagamento em dinheiro. o í¡ b í Agdmgudnúmagw um 6m! ? do 993g- no¡ a Assembleia de Magma _. Os cidadão! esco- lÍíaln os seus governantes e os seus conselhos, cujas lunções eram executiva e legislativa. Somente os ricos¡ portantggbgugsisiinham direlWlTEàEnÊ ! Tnñcleo (curral que mandava na cidarterahmãdo pela burguesia (grandes powerd- arrtes e artesãos). A arrecadação de tributos estava prevista municipal e o¡ recursos destinam-se a u a Mesa militar e a construçao de predlu": 0 conselho municipal também (on gem de moedas 1. Explique o rotação entre o deeenvolvlmenln Iaaroloorco ocomdo na Europe, a punir ATIVIDADES do seculo ! X e o aumento da populaçao ' . rv_r- 2. Copie do texto o paróquia que eo refere ao desenvolvrmemo do comercio local. a. Coloque V. se lar verdadeira e F. aa ror larsa ol bl c( di 4. Belina o Burpnsr b Cambistat c Feiras: r Os senhoras rondar¡ moram contra u comercio l Os senhores feudars lnoarnivaram a raelrzocõo de mercados em sua: terras para Iucar com a cobrança de taxas I Surg-ram mercados temporal-me nos pontos do crunrnento das raras de comendo. r Nos feiras mudava! ! matava-se o usar¡ e o lu lauda¡ ndo Igreja. malvado om suas renas, sro. apesar do seram pror- o. Covooraoio de oilcio: l. Graal e suo oplnio sobra a Organizacao das corporlçôos de oilcro? ' Ç. Cite o: (mms que exphcom a mudanca de relação entre os arruma ~ a . .í 1._ Descreva a administração da : :dade medieval 4B 'a
  3. 3. B MDNMHUMS MEIHEVAIS Entre os séculos Xi v. - iv_ c-s rnrrrraur' - rewuer ram lutas : um u au rn r', Inrrg r N rn r rw-rifr-IPF us opositores iriiernuir mui. M. rr. r Jr: (CVVIS é OS ÊYÊFYH ” - 1x60'. rm rrrma- ção. Forarr- r'rrrri'l'rr'. mu». w, ,rru- . r lrrrnmtà r rim. irurrtorrar e do cerrr ~ me m; A cezierrlrn r; -, .r , irr . o rizr ¡rr-rr -irr Ierrdal bltnmm. : r: . u rar. .. une , o corrwrtml e uTbBÚU. ppt! , . r hu rrr n [r 13W mm' rrT ¡rrnpr [mlk rica cenlranulu c iu-t w 'tsuiwLsil' « . ui-mr dades em» o ram 3 ur: de e unrrrrasse a rn-z r dl. a srslurrra rlr' b"" rias v' Us ! MMM 3 na s* frrnlsava-'r' da nrria »r nana-rm r ri rr . arrrrl rm; irrrrtirl Pvr-'Fii-'rã submete' a rrr breu_ irn' r 'r a ; fio 1.2143' . r r- iuru ¡ggar . UFTM" nnrisr Fios tmñn' rn ri V" TYIYHF- ma a restriucr rlrrrrirrtr rr 'lpiurr 3:0; Lnrrr a bur- . guesia e Lrpera' rr : oder : ulltrtn da nubrezn rural. A duñliíñ t-rrrgwcu Vhi| |l| lrzuã ! r . .n mor pre~ nondaranta a -tuntralizaça do pomar r- a consequente- ¡crrrrruàrr dus kum'. na¡ nnarr. m. : um. : UDVGÍP -irlrui ud m 5 Im u: da carros. rzvrr-annu_ rrrrrtarrtr- a (unsbrvüdtj-rn nrvtrrr-Lr ilrirli França Na França. 'clipe rw apoio da brrrur rnraeqrrr. .r : nzal-dn ar" J-: r ; r - r I í r der rua! fim rztr-r hr: rr rm r› . nr irnnça os ]udeu: e u'. unrauurrus trr. r.rr~. r . urrhstarrcu sua'. - lux rurral E omonadaries ; mw -wun 'rrn lançrr rvh rns sobre as evai (in Igwrs, tlrwrr, ^ ri pr-rrrm nn-rrirr 'raw l' rrdt* como EslarJr r iirrimr | r ru s n». ¡Prprrilr-r r . er. mada; srclar: nobreza_ (IL v' mr. rr~r pru-upar: ram (um xzv . ,- xr' . m. ; Irqr . NdunrlrJi r. . cesa rm : rrnar-irím r~r~r . a lrrrwra rir. ›.' rr Arm que nñmircr 'eduzru 34. : rwrrrr rI-- r» : mim ¡Í! "m7 dos senhnres 'nudars na Vrrrrrmuura National r Ingitsa. deitam. . ur rr wi João Serv 'erra (Hmh l216), (u3o rrandatr ^ -nnrLadn p. disputas turma o ru ; ir França. fino» Augusto, :: intra rr napa Inocência Ill e mn a rts nutrir-s di irrglnrwra, iai i derrotada no' todos r 2a. .: Aaversarios ndo ohrb gado a assrvrrr, ral ill* r Mqnr Faris PN »sw 69 deturlrentu, o monarca se comprometia a: respeitar : rs direitas dns nobres e da Igreja, evitar os abusos da administração e da Justiça e não estabelecer impos- ! us sem o previu consentrmcnta dos seus vassalus. Seu sucessor, Henrique [Il (1216-1272), preten- rim, guvtilla' a inglaterra de modo absoluto e, por ma, wcrlnu algumas disposições da Magna Carta. Essa violação gerou uma nova revolta por parte dos nobres, que, após vencblu, ubrigarammo a assinar os Estatutos de Oxford, pelos quais se corrrprorrretia a govrlrlar da ¡Lordo com o Conselho dos Baldes. Du- rarte u reinado de Nenrique ui houve. pela primeira vez, a : orrvoração on Parlamento inglés, rom a part| ~ cipaçño dos harñes. cu clero e da nascente burguesia. Espanha Na peninsul¡ Ibérica. a Guerra da Reconquista le- vou a iorrnaçào de reinos cristãos. que, no final do século Xl, eram: Lean, Castela Aragão e Navarra. No Final da serviu X11, os reinos cristãos ; a haviam ocu- pado mars da metade do terrrkono península. D reina de Castela. a partir do século XIV, e o de Aragao. a partir do século XV. passaram a ser gover- rTarics our uma mesma dinastia: a Dinastia insti- mra. n. Fernando, o último rei dessa dinastia em Aragau. casuurse (om Duna isabel. rainha de Castela 9 leão. Em N79. com a coroação de D. Femandn Ltrhn 'r de Aragão lave inicia a uniao das (graus hisoãnrcas, Portugal Um nobre francês, o : onde Henrique de Borgo- nha, Luiaburuu corn o reI de Leão. Afonso Vl. na luta contra : rs mouros e este, em reconhecimento, ofere- rr-rr-Iir» «rn rasanrento sua Hina, Duna Tereza, e a passo drr Condado Fortucalerrse. regiao entre os rios Minho e Douro. 0 (onde Henriuue de Borgonha expandiu o seu dominio até n sui du Douro. Seu frliru e sucessor. D. A-rrr-so Henriques. continuou a lula pela posse de novas terras e. em n39, declarou a independbrrcil do (andado. Nascia, assim, o reino de Portugal. A dinastia ue Borgonha governou de 1139 até 1385, pena-iu que se taracterimu por uma ecunnmra ligada às atividades agrárias: pela importação e ex- uertaçiu de produtos agrícolas: pelos : hogues : uns (antes entre o rei e a nnbren, e pela extrema miséria da populaçao que trabalhava nas terras dos nobres. Houve a expansão du temtàno português em direção an rrrl, nhrrçvrdr) a atuar configuração geográfica. Drum-ln! musulnmu Teia. .. o 'naun da esquerda. a racnrraçan mu 'einoi armas de irmrra. Aragao u. não c (estala. no sul o. pe r» a os mouros ainda aamrrrmrm um «uma rerrrrrrria rr mui: pararam r. 'nbvrn [a v rinirnr¡ o mp. a. d-relu rmnru n tulçlo ua tem rn moura, nu la xx JL¡ nastanle rzmxrdn. nrninmnre rrrrrrtada A regiao de Granada. Mruval nesse sauna. ra WSEJVE prlhumllii! a : anna-nado ma¡ Lnr meados rio setulu XXV. uma grande tragédia abalou a Europa. a Peste_ IiegraiLMBJ. rrratandr: mais do um terço de sua população. A alia tax¡ de mortalidade provomu uma escassez de rrráu-étnobur e issu levuu o -er D. Alonso IV. em 1349, a obrigar u povo a trabalhar rn 's pêlos rnrsrnns ganhos anteriores à Peste Negra. Essa atitude da rei gerou insatisfação sat-al, N. : rir-tada dr 1370, ocorre-ram várias conflitos armados entre o reina de Portugal e o de Castela, Essas iams desgastar/ am tada vez mais cs monarus e. em 1385, a Revolução de Am r-uruguruu outro rno-rrr-r-to rrr monarquia portuguesa, mais centralizada e vinrula« da s nasrerrre burguesia rnmerrial. ATlViDADES r_ uma. ; . .r V r. -- r. ~›- . r r. , a F sr: rm 'giga r' A : rrrriV : lo 54v» r_ -. r rtorv n desanvolvrmenm do coméroo e ass cruacas r_ [radar da «c ~ -a Jmrêrritu L. r r' irgr , r ç . nr 'HH lÍVír rí-rrgim e DJrguf-, sra m-rF Qiêíriãvã _ r-. rnregesse seus nsgaous 'ia irma-Naiara da classe ntarcanlri_ monarca: medrevm: ulardnr para r a rrplrrzzlu e a ngm_ rrrrnrrc , r 'w rlwwr -. r liJlrihLu _ciuu à . rmi rsram ira. ; moeda_ srsrenrr- msu teu na : urrlraírzauão do uouur com YUI o
  4. 4. A chamada Guerra dos (em Anos foi a mais longa guerras medievais (1117 até 145k), (UjD nalcir l França. lui/ mig. ) pela Inglaterra. leve Lonw la~ vim? a dísputaíífríessaíííuas monarquia; rggldeflandres, situada ou ncrtr da França. s¡ região, um leudo lranrês, possuia uma ; rqiiifiça- produção de tecido¡ de la, sendo por rssu cobi- a pela Inglaterra. que era a maior fornecedora oe par¡ a região. Desse choque de interesses, resul- l guerra. lim problema de sucessão an trono rmrirss tam- Ileloii os dois paises. (uma us descendentes do Felipe IV. o Belo, morreram sem deixar descen- masculinos. o rei da Inglaterra, Eduardo Il. do Felipe ! V pelo lado materno, reclamou seus reltos ao nono francês. D¡ franceses não ateimram situação e alegaram um'. pela Lei Sallra, o uo- _ francês não poderia ser ocupado por mulheres ou seus desrzendentes. Em 1337. a França declarou guerra a Inglaterra. inicio. os ingleses obtiveram vílorlas. A destroi bla dos plantações e os altos tributos tornaram a dos camponeses da França muito dificil. Es› urnram relçltas nm- s. as _rocquerrin l rain oornlnatlas e lideres. presos. No inicio oo seculo . ria fase decisiva da . apareceu Joana , que se dizia en- oor Deus para ll» a França. Ela zon~ lu reunir um txeulto : uma: run u¡ r- . a. Assocre o. Felipe iv o Belo iizaíaguri i l assinou a Magna com em 1215 o. Jnào Sc-m 'em iriam 'J rei r i nfULÍlm n ror ue Lubo na luto contra os mouros. : amu-se corn a rilhu desse rar a recebeu e posse do Condado Poiiucalrrnaa c Honnquo ¡Ir H2 ! ü 1272.* l > assinou os Esrniutos de Oxford. DO! pressao dos MÍUÍGS n Nenriquo os Borgonha 4 ) necrarmi a indeonndencia U0 Condado Portu- igaiunsa, nascendo assim o reino de Portugal o Dam nlonsc Henriques i ) convocou para primaria vez o Parlamento troncos ! uma nos ou¡ Ma¡ e venceu os ingleses em Orleans. Fez tornar, em Reims. o rei (nrlos VII. Ines. em seguida. foi presa por nobres franceses e vendida par¡ os ingleses. Julgado pela inqulsiçio, Joana dir( foi acusada de hlulilll e condenada à morte na lngiielra, em maio de 1431. Nesse periodo, dois acontecimentos destaca- fim-âEí n a Peste Neçg: lor um surto de peste hubñnlu. ocorrliiíríz seculo XIV. que dizimou grande parte do população européia. Calculo-se que mais de 25 milhões de pessoas tenham morrido oevido à oeste. Ela causou uma grave escassez de mamae-obra, e dessa modo os servos tomo- iam~se mais exigentes de sua liberdade: n a Jorouerie: ao contrário do que se poderia es- ñramoísgrandn senhores feudais passaram a opriiriir ainda mais os servos, em busco de maior iontahllloade. Dessa opressão resultou uma grande revolta dos camponeses, (heñada por (slévao Marcel. Sem organizada. a Joc- querie ! oi derrotada e seu lider assassinado. Em n53, a guerra terminou com a vitoria france- sa. cujos resultados foram: ir (rise na agricultura; r. lorulximento do poder real. com a dizlinaçâo de ima porte da nobreza Íeudal: o reforço do exercito nacional em detrimento das milícias louis: r¡ lorrnaçio do sentimento nacional. o que flvo~ rereu na conslílulçln dos Estados Nacionais fmntês e inglês. Convém lembrar que, em 1653. os turcos tentaram tonsuntinopla, arrasando com o Império llinrrtino. l hm¡ lu B: í Apos o ténnino da Guerra dos tem anos, a situ» ção economlra da lnçlatom era muito diflciL A per- da das áreas na França e a parollsaçlo do comercio com Flandres enfraqueceram ainda mais a nobrezo. l Ao mesmo tempo, ocorreu a disouu I¡ sucessão Í ao grogiringilei entre as familiar Lancaster Ilríãílo feudallsirio), que tinha como simbolo um¡ ! ou ca, e Yorít (ligado aos interesses mercantis). cujo simbolo ero uma rosa vermelha. Em 1h85, Henrique Tudor, :ascendente dos Lan- caster. mas casaco com uma mulher da familia Yuri, nos lim l guerra. tomando-se rel da inglaterra com o titulo de Henrique VII. amena 1. Crrs docs latoros responsaveis pelo Guorra ou: Ceni erros. lavado entre Inglaterra a França (133744531 a) z. Assinale n Questao correta ' a r r A Guerra aos Cem unos desnertcu o sentimento da racionalidade na Ingla- terra e França. _ l'l l r A Guerra nos Corri no¡ contribuiu para a daaoêncu oo reuuoêrsrno c l i A Guerra nos Cem : nos favoreceu o mnlralizacao oo under mai. o ( l A Guerra dos Cem anos lançou o Europa numa 61158 agricola e provocou a redução di¡ população a l l todos as questoes estao corretas. t. Escrava um pequeno texto. oanon sua ooinilo sobre a historia os Joana D'Arc 4. Aasmaia a questao correta Esto dinastia tor a i I Bourbon, na França h ( i Stuart, no Inglaterra c. l i Mouros. em Florença o I i Tudors. na Inglaterra S? A Guerra ser¡ Duas Rosas contribuiu para o lortorncimanio da uma dinastia riscrunial
  5. 5. - de um mundo modorno. que se opuussc v : firmou-so inicialmente no Ronan# v 'liqrrifinndo um campo novo. corn novos o idéias. A expressão Rlnaxirnanto surgiu XVI. epoc¡ em que se rnenorpruou o pe~ mdieui a se aprovaitou o conhecimento o os “dos clássicas pura adequã-ios a um novo " v mercantil o urbano. Nosso mesmo rrromorrto. _ -se o Estado Hodomu, do ngime politico v uito. os séculos XV o M, firmaram-so as Mour- Nodcrrras e nacionais. ou: cungngovom os par- rid-dos em nome do nacional. Nasci¡ o Estado- - rnodemo. _ _Esse processo historico revelou que o pode rui Ilrpunh¡ de lorrna global. HICIDVIIL superando ui , v um locais e o poder supranaciorral do Igreja C¡- _ v . ou¡ u enmquedl, pois o Estado como nação a entidade tntoL ' ç nocao, «quam grupo de pessoas. mov¡ uni- peios costuma. tradições, historia comum. partir! ' v l lingua exprimir o sentimento e o pensarem _v tiomL “A criação d¡ prensa do tipos moveis. por . Inrrrr v bem, por volto do 1450, facilitou a difusão d¡ e jornais c contribuiu pm o trunsmisslo do¡ racionais. ¡N! auntuavzm o : aumento n¡- As primeiros rnonlfesuçoes d¡ irrrprerru escri- rrronurn ao seculo XVI. Iorrno, corrsmrlu-se a identidade nacionoL - vivi¡ num espaço determinado, o territorio noi, onde repousa¡ z comunidad! rrndonaL _mor-rua sa tornava sua «pressão máxima. Par¡ - r o seu papel. o monarca naninlizou o poder 'v v e os principuis meios iurorn: pacto social o politico, ou¡ glmu 1 unilo orr~ tr¡ o monarquia e a burguesia nacional. - __ a ¡rroudoçlo oe tributos o o orrrlsslo do moe- da única. substituindo os nroedns dos nobms í *o ! armação d: arértitos permanent». o sor-viço 1o poder rnL que suplzntavarrr os milícia lo» folk ho nobres: s: vil! Estado Modomo e o Renascimento I lomnrlodrndumlniosdorvtqueernnome dr¡ noch Ixpnndio seus dominios, gucrrundo com outras nações ou absorvendo áreas colu- nllis; I u orgsninçio opinion-admnistrativo e judici- ¡ria nntrllitodo. pel¡ qual o monarca impús su¡ dominado ; obra amplos espaços wciols o qoogríñoos. Ma! N¡ França. o processo historico de consuuçlp do Estudo ! baiano mrrorrta oo seculo X. quando Felipe 11 (1180-1123) sublu Io poder. lutando contra os granitos senhorio hudais. Em rei orgonirou urn con» sou-o par¡ Isscssort-lo e nomeou mnrionirios. Irri- dou a formam da um exército nacional funcls, que superou as milícia louis. Todavia, nus século nv e XV. a Monarquia Nniorul Fnnceso foi consolidada corn a Guerra dos (om Anos. qu: reduziu senslvci- monte o poder politico e econômica dos senhores feudais. XII N¡ Ingllllífl. o processo de ! armação do Estado Modorno (ou Inicio rro slculo XII, unindo o rei Henrique II (1154-1159) estabdltnu um poder poil~ tico vigoroso. Fm : lunar sou objetivo. lutou com u¡ I nobres¡ Ieudal. destruindo seus costelas. Alem disso. nonnou Juizes mais, que tinham autoridade Judiciario sem todos us portas do reino. Iodavíz, Il somem¡ : om Henrique VII. no 54min XV. ou: ocor- reu a consolidado 6o poda ml. 'í id No península Ibérica. surgiu o primeiro Estado ti~ piconnnoe moderno: PortugnL Apos a Revolução da Avis. em 1385. quando ll. João l inaugurou um¡ inn- rrorquil : orrtnlinda o vinculada à naum burgu- si¡ comum. .u o processo de formado do [sudo apanho( tem seu momento decisivo a partir do ns¡- monlo dos reis (publicos Fernando o Isabel. mirando I união das coroas irimlnins. R. . i r › ATIVIDADE! I. Assinale a quesito incorreta O munno madame quo sa open avo medieval ! oc muudo nor: a' l i auormrrrrrr dinamica a monetária b. l I ! armação do Estado Moderno Nacional c i I pacto Bocal e pollrvco, que gerou a run-Ao enrra rnonarquvu o burguesa nocrorrol d l ) ionaincrmsnro ao poder da iqrora Caroimn, . Copia o parágrafo da página ontormr que define o Estado Madame . Dalmo noção. copiando do loxro os uartgraios cuvresrmndenros ou : oncorto de “Nação” . Coloquo V. so for vmdodorr¡ o F, se im inlsa Na irnal do periodo medieval. a i i Surgiram de forma mais : :autuado os drvrsoos naninnms t¡ i I A roouiomonuçec locais lorem subsuluidoa pola regulamentação nacional. n, l I A comodo do¡ camorcunlus ss alrou o nobreza. que exigiu do rar o iorrrroçio do um oxorcrrn nacional lorte que pvruragesse a converta. d I I A burguesia so oilou ao foi, opocondoo par¡ oblm o uni-dano do moeda. lingua, exército, leis o impostos a I ) A criaçao da owns¡ do tino: movals por Guremberg_ iacriitou a drfusõcr do irriormaçao o comum-u para o transmissao do valores nacionais . Guns os colunas comuns : muito: pela¡ rara que Iulsram pela unitrcaçio da seu país? 56
  6. 6. x4 r um. . um". .. nn num. n dr . sun M. .., m¡ lünramr. Irllll' um (KW/ Mila u¡ munifvvs . qm. .n . .o Aixam/ mpi. : U mirim ¡Ilrlliw mi mr' . xl-rm . .um . r 4o Cruqáru r/ .w ram. a riwrrilrl D Ronascírnonto io¡ um movimento artistico-cultural. ou¡ ocnrrzu na Europa. nos sécu- lo¡ XV e Xvl, em decorrência do desenvolvimento ocnnõpriro. Iniciou-sc na Italia e cspa» [Mu-se por alguns paises. Era um movimento leigo e burguês, de renovação cultural. que hnnsfonnav¡ o homem no centro dos acontocimentos. Esse movimento era protegido c 'impulsionado pel¡ burguesia c pela reilora, os quais possuíam recursos suñcientes par¡ patrocinar as : tir/ idades ortistlcos. Os burgueses mandar/ oiii construir grandes palácios. !honrados por pintores e esculturas que. em suas obras, inteipretavam as aspirações d¡ classe burguesa. CIIACTERISYICÀS DO IENÀSCIMENTB &onlsnc Movimento lntelnctuol e lltcrlrio, ocorrido zrrtre os üculns XIV e Kill. que buscava I valorinçio do iro- , o partir da recuperação da antiga tradição clis~ « -r grecmrornana. Os principais fundamentos eram: o inspiração na tradição da lntigiiidadc clássico graca-romana: adoção de tuto; e dos prínci- píos artistico: clássicos como modolo das pio- duções: ir valorizado do hoiriem: adotou-sc a deicsa do homem. protagonista d¡ sua própria historia, com uso do llvro-orultrío: o uso da Razão front! à Revelação: uso do racio- cinio lógico. do método d¡ experimentação, po atingir o conhecimento pleno. ir criticísmo: defesa da liberdade do homem ex- pmso pela leitura CIÍIItI d¡ nulidade social. _ historic¡ e cultural. *Elim os humarrims destacaram-se: o Pomru: escreveu o poem¡ épico D( África, que verso sobre a Segunda Guerra Pânico. i locuccio: nscrltur d¡ oliva Brumado. onde são descritos os costumes e os tipos populares da periodo renascentista. Dante Àilghilri: escreveu a Divino tomédra, um¡ viagem através do Inferno. do Purgntdrio. lt! Atingir o Poralso. Erasmo de Rotnrdi: o autnr do Elogio da loucu- ro, uma critica aos uczssus da sociodade. como as superstições, o fanatismo e os abusos do rloro. Procurou conciliar o raciunllismo renascentista com o cristianismo e, para isso, propôs a reiorrna da Igreja Catolica, Dcfendia a liberdade do pensamento e a tolerância. lnonus Menus: autor da Utorno, que imaginou uma organização sociopulirica ideal. íhonus Component: em sua obra A (idade do Sol IIIECDIVÍZUU o método expenmental. Nicolau Maquiavel: autor de 0 Princípe, oliu que fa¡ exposlçio e analise dos fundamentos do Estado moderno. Na obra. a personagem central. o principe, tlnno permissão de usar qualquer artiñcio para obter os resultados que desejava para o seu ístado. por isso, adotou a mhlmo: "Ds Fins justificam os meios”. ou soja. ele poderia usar de todos os meios de que dis- punha para impor a sua autondadg. Alnpoooimiono Oposição ao teocenrrisrno medieval, deslocando Deus do (entra du universo, colocan- do o homem ein seu lugar. 0 homem passava a ser a medida dc todas as coisas. Eioaloiuo Era a valorização da lingua. literatura e arte clássicas (grego e latim), todos san-indo de inspirado aos artistas c pensadores renascentistas. noturno-o Os artistas rcnoscentistas procuraram estudar. conhecer e representar a natureza. nev gundo as misrificoções medievais. 1. Coloque V. se a ouastào ior verdadeira e F se r”›: -r fais; - a i i O Renascimento 'ol a expressar; nas arlsi u nas cxénc as : la rms "rnva conceoçao de Prumic n l r O Renascimento rol uma ronovaçan Cultural na qua¡ os valores Ulslàns 'orem sirlisntundos por vii-ovos pagãos c. l i O Hanson-mento lol : l volta a -Zuliura rlassrra hlimíilrlzxlu uuu . alocar/ a a le Acima do razao d I I 0 Renascimento im . mi movimento oi-xircierl-: nl ooo combana a YISÕH iaacénmca no mundo o i l O Renascimento deu ohgom a rim/ as lamas na narszn, um e sora-r 4 l I O Renascimento ro: um Vllnvvlrvlerllü srrlsrrcn-nxalnral que UCL-rien na Eurcna nm séculos XV e ¡V! om ueuurrenuxa ur: ne-aanml. rrxenrr; BL. x'l'| Ôi'1ll.1i 2. O quo im o Humanismo? 3. Assinale as quostoes correias O Nomorusmo leva como caracierxstrcas a. i 'r valorização oo homem e da narinas: o i l oposição ao autoritarismo da igmjñ c l I doiasa oo iIVYP-ãlhililü o da suuununuaue 'Ja 'a sobre d, I l valorização na vazar, negando Illicglx] meme a : o e l i deiese do ! mordomo do Irwin-m_ protagonista na rirnnr a l-rsmuxa rom uso do nore-amitno 56
  7. 7. t , wwe tendbnua artística A arte ; wma r de (amem r ›. u LiÍl/ ,ldJ-Ji: num , L í P? V1 _U 1' _Gruta transformar em num: qmwrtriurruynres v, pa! una-s . nxrxasas. Ahnaí, ' " ' " ' ” urqvn que ao rmrulrusxu a uutancade n pode! e a gloria da vma dr I b üuc u - r Umas pipadu r Lnnyüeqdu u poder ummm¡ indetrh um. Dessa [LUNA, r _u_ : Dame Âhghieri . r Deçsmergo Igreja se vansinrmava *mv metem» da me r-'na Ei ma. . _l mw_ “É alma: _ _ gw” Fgmms Leonardo d¡ Vlnd 'irem iu, .embem 'o' p” a Rama ? Hrlrru ~ ' ' " ' ' cutmr, enqenherrn_ amarro. flu-soft», poem, prcucupowse run" nuas . ,' t' “Wiâã "WWE ' 5P "W455 tecnicas uimruax rm : NW rutrnlaea: na ianra (vir: e na Grn: rn, hr. a “3- 2 s L-n iuur: J um Maaur-, wul uevence no seu Hvro o Prmcupa. Obñervardn a r» . e_ m7"" “S” _ _ ' _m_ Once Wxê percebe a Himno¡ d¡ sua; 094557 Outra rrvazau LrmLr-*w : É drrrpram para Rama. Mrchelangelo. (am _ , _ bém ilurenuno, im pm r, excuirar, arquiteto. engenheiro e uocu : im ~ __ Í; ã , 10|. à hurrsnrnade mv Ivgann uruwianlu de escuituras : uma: Mane¡ Piero a Dri-un N. : u wma_ rmanaWzou-se (om a demviçàz¡ 'u rcln de Capela san-a ma »nun-pru 'um n_ iii-uniu. . . um ; nun nrnhdr wi. - U Kmlmi¡ ñ dam" ›'« q »uma when L. vzurauiu-: ycas da c wirzaçéa rsnascennstz 10mm › 'r rrcwiduai 57170, ramonaírsmo_ ÉGOCÉMHSMP. i -nrum-. srvn unlrovocunlrzsmo. rraluvaírsma _ . - › v i . . -' ' * ' , i : usa-arame teocentrrsmc, rndlvlduahsmo ' '-'^ e ' -r . › c , . r . n ~. , PNR». - . .r »mania 1 1 enrralnraçâo noirhca oalerv amo racrorru is a o progresso iecr-uLc, cr L 'um ¡Lñüimuf : :f v”, w¡ 7;? IJ Reñzscimenta se esoalhuu [RIOS nurses curopcus, destacando-se: ~ Na Alarrunh Jan Van Lyck aumr u¡ tela ü tam¡ Amnifvwr, obra-prum que canseguru o nsmscmmm) rmugno efeitos notlvels ra simetria, nas (mas e nos detaihes e encontrou um¡ fuma de reprodw No iinai do século XXV, n movimento renascen- *mu atingia apenas a literatum, No começo du sécu- . a seguinte atingiu as arleí, reuninau Mumanêsmo, Anunputmtnsmu, Ciassítrsrrro e Nalurallsmn. N¡ pmlula. destauramw Giotto e (imabue. arn- bns subsdmirsm o simbolismo mnnâstíto por temas da Natureza. N¡ escultura. deslacowse Nkcoio insano. N¡ nidnic de Fumaça, no principio do século XV. arquitetos rumo Filippu Irunelleschi e un latim Mberti. defenderam que a primeira qualidane da M» ! mem é a intelíqentia. I Alem de lruultelo, Irurrcllnedri lrabllhnu como lacuna. e, _xuntn rom Donatellb, foi a Rum¡ estudar 57 us monumentos antigos. Pmpluu a tupuln da BMH teria de Sent¡ Mari¡ dei Frorv. M' írurcnca. '-00 mam Allan! ! recuperou os principrus de provar. ção ru arquitetura. A obra de Donaxeilo (eswitov rzauano¡ se “Dl-Jin lízou pelo munumenuhsrnu. Indtviauammn e expres- san psicologia. D pintar ! ainda denarouwe nei¡ reprI-Sfnlúçio da anatomia do (mp0 humano, flortnga encerrou a sua ! Stoll victoria : em Sandro lattkelll e su¡ gio~ rias¡ versão da Nascimenla de Vênus. No sécnia XVI. artistas de Florença levaram o ev pírirn renasterrxísta A Roma. inaugurando uma nova ção rir: rea¡ de -naneua Ímpleásionlhlê. v N. : França. n denaque coube an¡ escritores Rabzlnru, mr¡ aargànrun, e Montaigne. com Ensaios. que adquiriram ! um d: : tileralura nacinnil. › Na Inglaterra, u duliuue hcou m» : nnta u» valium Srmkea-. care, u 'znlável dramaturgn que imonalizou obras rnrwr Romru z* lulretu, Namle! , . amem Drew e Rírurdu III, › Na Espinha, Ilguns nnnrer. hmmm desse periodo são; Mrgucl 3'» (urvmtes Saivedra. o autor de Dam Quunre ne Ja Manda: o'. puderes vem; ez_ ¡ulur da abr¡ A: Me. N13'. e (i Gram pintor de U intaum da (onde de Drgor, [m Portugal, o ccntsúdo renascenrkt¡ foi seguido pur Luis Vaz d! (anões, que emeveu u poema da ! porém ponuguasa, Os Lusiadm. e pela dramarurm Grl Vianna, n errado¡ do teatro : o uirs, :um nbr: : com: : Aun: ria Alma : r a ! rílugrn ; nunca Barra do inferno, 58
  8. 8. ATIVIDADES r r - - r _ ¡As Reformas relrgrosas 1. Ass-amv '_ , remar. 3 r r gVn su. , ama aerenae que "os 'Win1514' : am 435 No sécula XVI. a (nstandade Ocidental passuu Dor ' ' r Õârrígtdngjd ma-n aWeracór-ã HWrÍqHÚJÍ. .v. Quais geraram : mas igreras _r_ H H, “MH ~ r Na obra A Crdada dv Sol. ovucomzou o memm uma; Au duutic morrlcrllu, a Iqrera (aroma era ' , ' * '*' *S ' uxnerrrhnnta' hegemàmca, porem, a ; unir daí¡ me a sua sunrema- , w r¡ ? dasrnravêl ¡screwh D Oyama da , a Manga r tia abalada e a : :m nrqanlzoçlo alterada. A essa rup- " rura d. . wulddr Iuhgrosa deurse n «uma de Refurma ou Ren-mn¡ Prmanante_ rnrdaca m¡ Alemanha pur Mamma Imera. name-u na : :uma com a rum: |I. Ar,1rr'r ' 05 PRECURSORES DA REFORMA hm'- Alqnns tatnlrrnr. ¡. delencram a rerurma catúirn. , hu seculo XIV. o Inglês Jorn'. Wyclíf, professor na Unwersidade de üxfard, defendeu a diminuição de Impcnânna do nero e pronurrha a sívrrullfrcaçãu da r-nssa e a secolarruçào dos bens da Igreja. _ rm seculn xv, Jan Huss, prnremr da (Imvvrardndc . * ¡ : e Fraga, tr . .iva os exorasas de CJÍU e a 'mera' . . wa u. ; Igreja, lunrbevr 'Jerendia que na Euíms devp- 5- e ngm 5g! faltas n¡ Imgua kual_ par. ; que o; na; pu L "3 ¡ t "mas mgmu dessem enrenue-lns e deles pamrrpar, , _ . *Jp V_ , r Na sua aura L/ ropra ! Ma de uma sacra-zen? -aeal 1 lãírardp : ,- 'JHuI ANTECEDENTES DAS REFORMAS ~ ~ A Refonna io¡ um rnuvtnrenlu de caráter rehglom, pohrrrrr r- ! Jlírvrrr uu. Put. :nr-diçoes qur narauenuram a epoca moderna. vegarrns u', ¡rmr *Tera halo q-_m 'Mu m a esse r-. ruvrrvrenta. 7' ' I anlraquecrmento da auxondaue paaal. provocado pm ronílVrri arrrre papa; w rrsr radares; I luxu exagerado em que vwIam papa e trapos; n desprepam de r-rurrus (lerigos, que Manim rnN-; qlndn rr-rrr. LBHJI; du rrmIrurJ rr z _ guiar; 3_ r . v. w- ¡ (JBVH q. ” sgudrrngs amam; I- descumpnmenru do vurc de camdadr pu! parte de wanna sazerdnres, ~ venda de (argos da Igreja. de reuquras reíiqmxas falsas e de wúLrlrgrnLrau rjrrzdulr E! 'Jlüuu e gema m o perdão. em pane ou na mrariande_ riu nnhg lwnmvaí dn parana lnrcralmente, esse perdão era conseguruu através se ações randrraas. puxe; : mação nas 'runs par. : combater ns infiéis. Ma; a Iqvern prelenuurrdn argar nlrelro. passau a vende-Ia por enormes quantas). Além desses fatores, tambem Ie promo ccrnsrdernr o (naipe ame rr açnzhrrljr- u u wmísmo. Sanm Aguslínnu (354 630) dura que o destino du rrrurrr-rrr estava [demente Cel var". Shazascua-u , T í "amcms 'í 7 nas mâm de Deus. See concerto de salvação, baseado "a Urc/ rshnaçãn *m aceno pnr Vemuw¡ 7 todos os refnrmadares da sétulo XVI, Em cnmraposiçao, Santo Íumàs de Aquino afirmava une Deus dotar. : u nurrrr-vr» 1 r Var tm _í _ vre-ar ra_ (um o under de ! stalker n tmn n . armar (r . m. . ru'~l'4d~~ para graça Tvtm. 0 lomisnra havia sida incorporado à teologia ohcml da lqIEJa (aralrca. a pamr du sucuau KML A Igreja, :arrumando a usura e a lucro crecmedrdr; e nrugundu u ; uxtu : re dava pruiundameme a hurguesía. deaaqrm 59 5°
  9. 9. um¡ também o dosejo de muito¡ princíoes o rtls do se : possam das ! um e rique- us da Igreja e o rrmntirnento contra os tributos impostos pelo papa. A Monção do Estado moderno e o aprofundamento do espirito de nado contribuiu par¡ que muito: governantes nlo admitiram mais a irmerhrlmzi¡ papai nos negocios do imdo. | . Elpllrxue a relacao anrro Fiaruscrmenlo a Raiorma: a. Coloque V se a questao ior «criadora o F. so ior his¡ Os motas nua -niluencurm o mov-menta reiorrnnaro do uouio XVl tavam. a ( i Corrñrro da poder entro rsrs o n Iorep. i: l ) Vanda ou ursos odosrasucos. de rallqurns religioso¡ falsos a do rndurgbno H5 c r i impresso ou burguesia n: : terras d¡ ignora, ru Alemanha o I i Dasnrep-ro do clero e dascurnprrmonro do voro ou column 3. Assmaie a quesito correm John 'Nycirl o Jan I-iuss são os prenuraoros de Raiorrna e aaiondiarrr a r i o srrnplrircaçào da missa e o hierarquia d¡ Igreia Cardim h I I o traduçao cotolra. com nus dogma: o ucraniano». o o lermmo da meu» our¡ eciasiástru. r: . I r o secuiarincdo dos bons do Iorala e o uso do lingua loool nos cultos. d I I o uso da iinqua loool nos mimo a a supressão da vendo oo rndulqoncms, . IIÍBAH 14min XVI. 1 Alemnir¡ não er¡ um Estudo do. tnmpunira-se de principados. ducndos. :idades livros. e outros territórios. dentro M miar reino da Europa cristã. o sarro hnono-ürmãnko. cujo imperador er¡ elei- Voro¡ : también formado pela alta nobreza. Dieu. Êhgrnnhçio politica colaborou par¡ quo o CHM¡ ! tosse muilo grande. A autoridade o¡- 61 nal. por ser unlvorslL prontamente uniñtav¡ todo¡ os alemães. N¡ maior pane do Sono império daunvolvh-sc a agricultura, :indu : om uramrístirzs feudais. and¡ a lgrejn detinha l propriedade de um torço dos IMI. A atividade comercial ountanlnvn-so apena oo ral norte e no would. › N¡ Alemanha. o lider do movimento o monge ¡gostirriano Martinho lutam. r. ' odednvñuenberg. ouvnrwolkou : nun d: induiolntins. autorizada pela popa Lulu x. our 1517, l fim de mu fundos par¡ terminar a tormruçáodanvvnlasiliudeslohdro. morum- irounasporurdacaudnidoüiimmhcrgnlsh- los. un qu¡ uouniu a su¡ doutrina, mas não ev¡- dendav¡ um rompimento deñnitiva : um l Iqroil. As principais mu¡ ou¡ Louro Mundi¡ um: n a ulvoçh pel¡ M: somente n ! é em Bens asse gurav¡ I graça divina: o ruconbecíroento de apenas dois ucranianos: o batismo e l orxnristíl: o nlihliuniniuhnudafêetodususzris- aos deveriam comorundl-il o inhfINÍl-IJ; o as priticu roligiosu : ironias e nom devoção: o rapido d¡ hierarquia udesiàitio¡ e o oeifhotu do cimo. A doutrina lutaram «nenhum com baum: r¡- oldet por todo a Alcunha. Muito¡ príncipes e no- bres, internados nas terras d¡ ! quim Kuririn¡ ao lutar-mismo. iniciando um¡ grand¡ nvolu. oonRs- ando n sun domino. ?naum os ampolas tur- nnnm-se iriamos o s¡ monitoram. Em 152o. o papa Leão X arvcomungou lutam( queimou a bula da excomunnh em onça _ Para ou¡ ele a ranma. a impondo: ürius V VDCW n Dim do mms. na luuro numero-u rue na m¡ posição, sendo rundonndo. 0 lutomrisrrru continuava avançando. Eu poi¡ Dim de Spin. Rmu definida a tolerância _ nova religião, porém : ontem: nos Esudos quai¡ Il¡ nham-n¡ Irlanda. Dust¡ forno. ficava yroihida a sua propondo. Em ditklu provocou protesto¡ dos omidlrios do unem, razão pel¡ quai possuam n ser anuncios de protuunus Em lsinbñiioe ¡Ioioncilton roúlqlu um¡ oroihsh delédanolrirradlüofiulodluphm. anders- nnm o¡ principios do doutrina intaum. um : no depois, os principe¡ lutounus uniranmo contra o inovador Carlos V. formando a Lig¡ do Smlhdo. Eua oorriliu : corante foi resolvido enr 1555, quando foi assinada a fu de Municip. Ei¡ : comentou o triunfo da nova corram¡ religiosa. uni¡ sl emociona qu¡ ud¡ principe determinada a roii- giu n sugerir. l. Copia do ramo o : room: que i'll¡ sobre I organizado rh Alornarrhu. na seculo XVI l. Poroutopodorduiqnioorathqrondommmmm? S. Carmina. Ntmaior portada Socmlrrroorin dosonvoiviuea ond¡ a iam¡ dilirrhl l villas 4. hoinlolqrnuuocorreu. . ainda com caracte- do um torço dos i. O rnrmvo irradia da Ruiormo do Lutero lol: I. i i unido da induntncius. doutorado pelo Para¡ Lolo x por¡ rsrmrrur o consrruçou d¡ Emile¡ do Slo Pedro. b. l i ommoemn u ooootnvlnmo e rorrrismo. m( irsvoludosumpormuoomronloroin, d. i i a ! Cumulo do ! outro ahukeapnuriorm na Alemania : mando irlhllas e ormumas.
  10. 10. ATWIBADES 1 wíww. um. ,www ntunwnwñ mu. : n: rulormadcvas Lutero, Zwmgluo e : wma 5 ' mu. , 7 , 2_ o aegumte. anahse as propcswçàes 4 Il e nu a 355mm; a opçao gmgra 7 A rwnureza_ a massa camponesa. os DHWCwDv$ alamaes, aconuevsm : :um lentwdáo a; qua; ruvuvmsus da Mamnho Luiern w'. Pa: wm Augsbulno ouncudwa aus um apos o dwrawxo de escnlher sua re¡ g›àn. cavar. : ser seguada nelas sudnns 5 F. . ww, u w A DM; co So-ra : ocanhecw o Iuzeramsmu. apesar ne prcubur a sua nropauíwa w w, www- Yu wi', Lap. ” ww ww a w w se lorem veldaderrag as pumogçges ¡ n ¡ww w w se «mem verdadeiras somente a; prwoswçoes I e n w w 'ea lnwn vwüddunvas sameme w woaaswçóes I a HI w~ w: w w 55 lorem vraraadewraa snmenre as rvonoswçbas H c - J , _. w w www asswnale as questões conexas z¡ w ñ aruwrmrrwn 1m a n) L-nuvsáu do Iulomrwwsnur na Suwça pur _larw Huss l, w mmmsmc praga a salvação pewa prBdVHIHIdÇàQ w w w f: »zwlurwtacau do lldbulâm, da nua vegrada e do orogressc mevenax caoennw da nelo carvmxsmo conmhuam para a adesão da bulguuma à duumna de REFORMA CALVINISTA ' *'~“"" As ídé-. as : e Luma íníÉuerwc-ararw uulrus wnow- w aceitação da BMI. : (amo wrvíra ! ante da ven 1 O ralvwnwsmo ara a uouwww adequada . so LEG lah-amu uma vez une slêrr : ts tnm reiorrmras. Na Surça, ulrwm lwmghn deu dade: va unzaw o trabalho ¡usunuva a um” ici: : n um 'Vlw mçmmevwz. . Zmnqw¡ nueva êxito w exrlusãa do culto aos santos e às vmagens; . . . 4. Compiem lama na parte nurlr: daquele pal; Conm us (embate . m rehhatu ctemal e a : mandada nlbrs do n¡ uermarecessem camímas. sL--uuwurse nanaL a wa : van cs calmmitas 10mm cnanmaos de _ , _ , tn¡ guerra rcngiosa, As principais caracteriza: a. : w manutznção dos sacramento: da hatumn e da w¡ úoutnna reliqrusa eram: cuullslil: :w Ivwmstas eram os x Jusuñucáo ps1¡ là: w jushficação da uaura. w. rzjerçAn ao Lchtal n' w-IcaL. Na mamada. ' beram o nome de . combate à vrnemçàc w e ¡vnagcru e nuguáo do A doutrina Lalvínisla teve grande imitação entre «ator nas reltquas e 1a ; wcder dr. Paga¡ os burgueses_ preetupadbs (um n vuluvzaçàu do m- wI Os Cdhrmãn! duunlavalv» a , como uma) ram. - da nvua A obra d¡ zwmglwu t. , gnzínuada nm um francês. balho e da riqueza, (anqurszada por melo do trab» m: iu (numa. que pmpagou su¡ daulnvm mr Guwr- (ho, desejava; por Deus. A d / . , r w v n, na Sutç¡ Entre seus pretensa reuqwasua. desta- A Reforma Calvnnsu leva acertado em vmos °”"'"'* "E “m” 'em 9mm” “M0790 60"# o! m-se: paases da Eumvaw preocupados com a valonzaçáu c: : e m, n A salvação não depunum da lc uu das umas, pm; o homem já nasce predeslinadu à salvação nu a condcnoçào: 63 N. : Fmnç¡ n nas Países Baixas. as calvinims eram chamados de hugueneln; nn Inglaterra, de pariu- nos, e »a Esróda de presbiteriana. 5.*
  11. 11. !fama nwu lhgla( , nenue et x1¡ Ínlluéncva das minas m» w ww n* 'iwr p I nationalw-. rwa wrw_ nação de Rum _ nisàn de nz-w nw¡ plo: lngi _ *i netthvdnuu no: twvrzrm -II Inlménnw- J: Fu *w wwrw Iw-liza' w: 3- M Ilhtlw qu: - promrm. .l ÍMÍLMII. ) Aliqikiññ fm n to entre w; n: wrult: : 'Isvwngue m1 » w. um xr vu o mciwuvu nr U' wimiñi _ru Lasar (om (dlarivm ri: agia Devurl. ; w Luxa-ng; dp g, u rw muwwu m : rmwal nunrguut: de nitpm que apwomu a enlllñgan . in wrwatrwmúrwno ma¡ levou a cxturrwunhau) : Jr: Iiuvmquê w/ m, n rc| 1534_ te: mm qm» n ímrimrerwto en . m. : n Ato Supremacia. L-cio : mui ele era wemwwr wwju ramo o rrnzfr d. ) 1m e rwav. zemlôlnn; Hlggqses O nnqiutarn-. wrwo : Jnsnildnxrar- llljmvtivamrnvr- rh¡ te a -ewraan as rwwnmo 1 qLnnrn @m1 ír-z n _« Lwmir ow: : ("ih . mr. wwngm. P3 dr w wr w na: mw , iühjdnflhw w c o www-w. . m¡ ww. w hm) wpw w w nw , w '.41 rum¡ u* www gwwngpgwwww, ,w wí. ar. =w. w w u. ; Aurgac r w w rw . .w 11H19; ; raiww mn -1<- v 1-. , ilJWjl Vick-twin w- w. ww. uma; wmurwwwa . an. nu cAtoucA 0 êxito das posições vamu/ ms. ' ! latin da Igreja (nrnlim. 0 movimento ce wemu ao pmleszarvlv-. wwww r m: ' da Iqwqa t: ;owtrendn rnmn (onlrl Rato¡- _ou Reforma¡ Católica, ;wqma . ia ! eum-au do¡ bis- ' no Contlhtn -Jp Irsrwzu. . _eu snqenw a 65 . lwêmaüñ wla HU L' 'uccPhecw-: ín : '.wIr v¡ un un _4 u-vvitwiviwigall um nuanw wmnww. r ¡nizwm vrwYii ¡nvlw 4 ; um , . , .w www¡- Pa-Lanmwtn prunntlgav a nv do', 39 Amqns (1552), .m transformaram a reiwguu nngnasa numa tumhma- (JU rlo. Ivtua". Iaroilu» (um a doutrina taivinxsu. U monarca irwqleu passou a reunir 0-. duis pade- u». n rrwazmía. r' u uspmtual, n que permitiu e ¡u- rnennw dr¡ under real. Baasadn nona mwwnade, «Ip (u nunnauni: n ; upwrrnu u paqnmenlo de : nnrrílnuuçñes ao 'ZZDàÚD' g delermwnnw¡ a extinção dm nnnstcuos: n nomeou busnos. vendeu os btus do dem requ- Lu . ms nnbvrs e romcrmwutzs, p vuntcve apenas dum sauamerroi: u batismo e a eucarrsna; u mnmrvou a liturgia da mim (wllolua. porém com a »upwmàn do sacrwrmw n HÚOÍÚU a lingua ínglesà uma o uma. » »MMA- uue wmtnlr as sagradas Esüllutas mam ? uma da M; a nar-nm a mlvaçãn pel¡ fe. (Inu um pm ae predmiwwnwao. ATIVIIIIDE F ; ; ! nr mlawr wwrwu-»www- g íc- nacionahãmr¡ muié: - uma a ; nu a-; ao nr- se. : ctw-, wrrnen-. c ÍCWW v com os rww «r @ve u uñgnvwgn n: _na hrwrwn- w, qwjwi/ ETVW : :e Fwnwtn-Ur n_ nu iragtaw. . As nun-eua; experiências eietwas utoru-ram na Lspanha. Ds reis (MOHCDS. Fernando r! babel_ impul- sionaram a vdnrma do clero, ¡ntotmlual e moralmen- n». n um- hu possível porque a Içrz): na Espanhi m oepuwuerwte do Estado (less. : rua-rena, as inlcmlvu ; vdmum aa (proa. v' v1 im 1545, n ; um Malu Ill Lnnwutou u (onulln wdl Inrrto para pusrcvurar-se ante a; :umas pro- testantes. Os trapos Pmvrram reunido'. m: 1545 a 1547, de 15 . 31552 F. [101 tim de 15h¡ a 1501 0 (carmo Dutou : :um ravwoumwzcntu da usyllixua lidade¡ par. : I$SUC . - rondpnnn a douvrwwua protestante da JMSKÍÍÍIJ' um prlr fe › n prnmru a inteweuçàn dos pnnapes nas assunr ms arteswaçrwror p a ñrumulação m: benrhrwns. pms wimfirmaua que o papa e os nxsoos det» nham _- poderes outuvgudos par Jzsus Lnstn a Sãe Pedra e aos apóstolos; . t uam. . n parmn cnriqiurai: » rnalvtcvi: us ; ele aacran-entus. o (elibato clenr (al e a Indusuiubduíade do mammñnio, n (uk m an( santas r rom nrnriísíw'. e mms r e a'. reliauran; n dtsciplinuu a 'armação e veqrou a vida dos pa- dres. nor mnín dos semmarins; n confirmou qnt o dogma está fundado nas Sa grama; buvluras, «zabendn somente a Igreja (atraiu u pode! de vnlevpreiárlu, p m¡ ! rar dirão: REFORMA CATOIJCA E ARTE BARROCA Eniln artistico a likzràrinw que se seguiu ao nascimento e nmlongou-se, n¡ Europa e Am(- dn, »dos séculos XVII e XVIII. eslvelumznte vinculado l Reforma Católica. A religiosidade é mn (no: predominante desse eltíln. A vlntur¡ barroca : aucterizou-u pelo euge- rc nl upando dos scntimentns. N¡ cnrutruçãu à¡ igreja, yrmurrrinnu a sobriedade externa. a rima¡ dos muito; internos. na lulu_ a mui» à Cha Lorenzo Bcrnin¡ s: destacou ao pmje ! lvl praça de São Pedro, no Vaticano. A-hàüw¡ fo¡ mirtada pela movimentação htñfús, ;ela nalismo, porém n oestaqut es- íin uruguaio do : moções violentas. imprL «hà &MHHI nas Imagens. An Inn. A círpumtixr . u (nm-w ¡rinlum n: formaram 66 w tuniwrrrwñu . x nussa : uma n rentm da mlhqw- nu mamwwtn da eurarvshm, a ¡uesença real a' (nato. ãülêvmlwuu J pubnraglu ur, - um resumo d¡ douluna truta r ; r (uteczmu Nem dessas detisõeí. houve a alahnraçào GQ. Tum-x. caraioç. .. win-r www. wuwmbmox . aus Ldlvhloi e o , e., ¡_, w_w¡. ¡w. www. w¡. w-cu riu; Irwuurwars da santa lnuursiçio, adotando n ñnme de Tribunal do Sawlu Ohnow (uja ñ- nalimn# r-'a vepnmiw . v. nur-nina, port-n. _ , bau se tomando um urgac de wepwussau mn- cumbatcu a lihen dada ¡vrdwvdual e mstrtum a term. A5 pessoas acusa- da'. Eram : uieivas à xnrtura para rnnm-, aw m: - Lulpi. Pala o «rula da Rvfurvrm (atom. : Íui dr: grande m» punància e partwcipaçàu da tcmpanma ne Jesus, fun~ dam-w srww 153a, 10mm ¡Pronhorrda aumente em 1540. Essa nwwieruv se rmwwnlwou wir-ws-. rarwwn-nrc wm ¡eur- gwmuJLfn¡ ¡L- ¡gu-w. . Laloivts, apudwcu s? da tam¡ de : mutação de Importante; setores da SDCIEÚGÚE e por mmrw nela mmh a: n ¡iwnrnstnrwnawwuiu reaiinnanao ur dua us Juquww ldÍUULUSw Uutvu twmuwu Importante de tampannia ce Jesus im u de : onwerl o an (ato- Hrísmn op amada nem» dns naun; Inmq u p ahvmw um nn mnrírrewnw» çwmevwwnwwo_ *ex-mw slescwrnvvlo

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