Patrocínio, Marca e Reputação - Aula IV Julho/2014 Cemec

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06 Julho de 2014
AULA 4 | Políticas e programas. Editais. Processos. Discussão de estratégias de patrocínio cultural para uma empresa real ou fictícia, com foco na consolidação ou reposicionamento de sua marca.

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Patrocínio, Marca e Reputação - Aula IV Julho/2014 Cemec

  1. 1. CEMEC – 5 e 6 de julho/14 – Eliane Costa - elianecosta.cult@gmail.com Parte 2 Cultura e Cibercultura
  2. 2. cibercultura
  3. 3. um novo espaço-tempo
  4. 4. um novo espaço-tempo
  5. 5. redes e redes de redes mmaia.tumblr.com
  6. 6. de muitos para muitos
  7. 7. sem edição sem intermediários
  8. 8. O Globo Amanhã 09/07/13 novas práticas e valores
  9. 9. 1970. 6 milhões de exemplares vendidos até hoje. Futurismo: o ritmo acelerado da mudança tecnológica e social sobrecarrega as pessoas, é difícil acompanhar a transformação da sociedade.
  10. 10. Presentismo “escravos do presente” “as midias digitais aboliram a ideia de amanhã: o tempo deixou de ser um conceito linear e se trasformou em um “instante prolongado”
  11. 11. novos horizontes ao exercício da cidadania
  12. 12. Manifestantes em passeata no Rio de Janeiro (Foto: Christophe Simon)
  13. 13. novas representações
  14. 14. novas representações
  15. 15. novas visualizações Gigapixel wall-size displays Lev Manovich (USD)
  16. 16. Estudos Culturais do Software Lev Manovich (USD)
  17. 17. outras formas de fazer laboratórios de inovação aberta – impressoras 3D
  18. 18. soluções colaborativas e multidisplinares...
  19. 19. O Globo, 19/08/13 ... para os desafios urbanos
  20. 20. novos circuitos
  21. 21. novos paradigmas
  22. 22. Inovação de paradigmas Longa-metragem RESSACA: ficção, editada ao vivo em todas as sessões pelo próprio diretor, Bruno Vianna, usando uma interface desenvolvida especialmente para o projeto.
  23. 23. Links interessantes: Tulse Luper Suitcases - Peter Greenaway http://en.wikipedia.org/wiki/The_Tulse_Luper_Suitcases Clip Bob Dylan http://video.bobdylan.com/desktop.html Fharrell Williams 24 horas http://24hoursofhappy.com/ Stop motion - http://www.youtube.com/watch?v=Q-WM-x__BOk
  24. 24. novos protagonistas
  25. 25. upload !
  26. 26. Vídeo nas aldeias
  27. 27. Rede Mocambos
  28. 28. direitos culturais diversidade
  29. 29. "A cibercultura abriga pequenas totalidades, mas sem nenhuma pretensão ao universal. Podemos dizer que seu fundamento é a própria diversidade. Uma diversidade em contínua construcão.[...]̧ Quanto maior a inclusão digital da sociedade, maiores serão as possibilidades da diversidade cultural. Quanto maior a liberdade para as práticas colaborativas na rede, wikis, softwares livres, acões P2P, blogs,̧ espectro aberto, mais extensa será sua inteligencia coletiva criativa”̂ GILBERTO GIL, em seminário no SESC, 2006
  30. 30. novas linguagens “Arte na Periferia – Transformação Social em Debate” CMA Hip Hop (abril/2008)
  31. 31. consumidor = produtor
  32. 32. “onipresença” da rede
  33. 33. http://www.internetworldstats.com/stats.htm  Cerca de 40,4% da população mundial se conecta à internet (em 1995, esse número era inferior a 1%).  Isso corresponde a 2,9 bilhões de pessoas (com previsão de chegada aos 3 bilhões no final de 2014).  Quando se considera todos os internautas do mundo, 75% deles estão em 20 países (o Brasil está em quinto lugar nesse ranking).  Os 25% restantes estão distribuídos entre 178 países, cada um representando menos de 1% do número total de internautas no mundo.  Estados Unidos, Alemanha, França, Reino Unido e Canadá tem, todos eles, mais de 80% de suas populações conectadas
  34. 34. http://www.internetlivestats.com/internet-users/#byregion (em 24/06/14)
  35. 35. Por intermédio da tecnologia, redes de capital, de trabalho, de informação e de mercados conectaram funções, pessoas e locais valiosos ao redor do mundo, ao mesmo tempo em que desconectaram as populações e territórios desprovidos de valor e interesse para a dinâmica do capitalismo global. Seguiram-se exclusão social e nâo-pertinência econômica de segmentos de sociedades, de áreas urbanas, de regiões e de países inteiros, constituindo o que eu chamo de “o quarto mundo”. Manuel Castells
  36. 36. 8 June 2012 42M. Farah - Measuring DAC
  37. 37. http://tweetping.net/ mapa de posts do Twitter em tempo real, em todo o mundo
  38. 38. O Globo, 28/11/2012 consumidor = produtor
  39. 39. local / global
  40. 40. “Na virada do século XX para o XXI, a nova cultura da periferia se impõe como um dos movimentos culturais de ponta no país, com feição própria, uma indisfarçável dicção proativa e, claro, projeto de transformação social” Heloisa Buarque de Hollanda Cultura da periferia
  41. 41. Tecnobrega do Pará
  42. 42. Cinema nigeriano
  43. 43. Nigeria: população muito pobre a maioria das famílias tem mais aparelhos de DVDs do que refrigeradores. Nollywood: levar os filmes para os mais de 170 milhões de habitantes. não produz apenas em inglês, mas em línguas locais como yoruba, igbo e hausa. as pessoas que compõem a equipe trabalham em várias áreas: “todos precisam ter uma noção do todo porque essa é a nossa fórmula de sucesso. Nós filmamos em 10 dias, em um mês. Quanto mais rápido você fizer, mais retorno terá” atingem mais de 100 mil espectadores no páis a preços acessíveis (cerca de US$2 dólares), os filmes são vendidos nas ruas e em locadoras produção custa aproximadamente US$15 mil dólares e gera grandes hits. 200 filmes/mês Living in Bondage (lançado em 1992) é considerado o primeiro blockbuster de Nolywood exibido em vídeo e estrela do Prêmio da Academia Africana de Cinema. A obra dirigida por Chris Obi Rapu é um misto de religiosidade e crenças que ajudou a construir a estética de Nollywood.
  44. 44. 2014
  45. 45. 3 leis fundamentais da Cibercultura: (i) a liberação do polo de emissão; (ii) o princípio da conexão em rede; (iii) a reconfiguração de formatos midiáticos e de práticas sociais. (André Lemos) Novas oportunidades para a criação, produção, difusão, circulação, consumo e fruição cultural.
  46. 46. remix ! http://www.youtube.com/watch?v=A6PEboTpcfI Feliciano https://vimeo.com/63408576 Obama / Get lucky Cala a boca, Galvão http://www.visoesperifericas.org.br/2010/filme/cala_a_boca_galvao__save_galvao_birds-31.html
  47. 47. “Se as gravadoras não levam meu trabalho para as rádios, se ele não toca em nenhum lugar, para que eu faço música? Não tive e nem vou ter nenhum retorno financeiro com minha obra, mas meu prazer, minha alegria, continua sendo tocar. Por isso, as minhas músicas eu quero mais é que sejam pirateadas. Quero mais é que as pessoas toquem, ouçam, a conheçam. E pra mim, quem reclama da pirataria é quem faz música apenas para vender. Meu valor não são as notas de dinheiro. São as notas musicais” (Hermeto Pascoal)
  48. 48. colaboração compartilhamento uma nova Cultura, uma nova Economia
  49. 49. Jornal O Globo, 30/5/13 Práticas colaborativas
  50. 50. co-working
  51. 51. Antiga Fábrica Bhering (Rio)
  52. 52. financiamento coletivo crowdfunding
  53. 53.  captação tradicional com empresas + financiamento coletivo  projetos culturais pequenos e médios crossfunding
  54. 54. e-topias A vida urbana, mas não como a conhecemos. William Mitchell (2002)
  55. 55. “longe de ser uma subcultura dos fanáticos pela rede, a cibercultura expressa uma mutação fundamental da própria essência da cultura”. (Pierre Lévy, 1999)
  56. 56. Cibercultura é a forma sociocultural que emerge da relação simbiótica entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias de base microeletrônica que surgiram com a convergência das telecomunicações com a informática. (André Lemos)
  57. 57. A cibercultura não é somente a cultura que decorre do ciberespaço, mas uma dimensão da cultura contemporânea que encontrou no ciberespaço um espaço privilegiado. (Rovilson Britto, em “A cibercultura sob o olhar dos Estudos Culturais”, 2009).
  58. 58. Cibercultura é o conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem a partir do crescimento do ciberespaço. Ciberespaço é o novo meio de comunicação que surge da interconexão mundial dos computadores. (além da infraestrutura material da comunicação digital, o autor inclui no conceito de ciberespaço “o universo de informações que ele abriga, assim como os seres humanos, que navegam e alimentam esse universo”) (Pierre Lévy, 1999)
  59. 59. “a revolução tecnológica contemporânea é apenas uma das dimensões de uma mutação antropológica de grande amplitude”. (Pierre Lévy, 1999)
  60. 60. cibercultura
  61. 61. apropriação cultural do cenário das redes
  62. 62. lan houses
  63. 63. o Passinho
  64. 64. UOL, 19/03/13
  65. 65. E também... “os ferinha de Exu”, terra do Rei do Baião... https://www.youtube.com/watch?v=b--DTwl_IWk
  66. 66. Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu
  67. 67. novos protagonistas http://www.youtube.com/watch?v=88KZe6xIuUI 1962
  68. 68. “5 X pacificação”
  69. 69. (desde 1986)
  70. 70. http://www.youtube.com/watch?v=JJbH5Lu6sN8 ESPOCC – Escola Popular de Comunicação Crítica (Observatório das Favelas)
  71. 71. inteligência coletiva
  72. 72. “A geração de riquezas, o exercício do poder e a criação de códigos culturais passaram a depender da capacidade tecnológica das sociedades e dos indivíduos, sendo a tecnologia da informação o elemento principal dessa capacidade. A tecnologia da informação tornou-se ferramenta indispensável para a implantação efetiva dos processos de reestruturação econômica. De especial importância foi o seu papel ao possibilitar a formação de redes como modo dinâmico e auto-expansível de organização da atividade humana. Essa lógica de redes transforma todos os domínios da vida social e econômica” Manuel Castells, 1999 “A capacidade de criar redes se afirma como a principal forma de manifestação do poder na sociedade informacional” (Castells, 2009)
  73. 73. capitalismo cognitivo
  74. 74. políticas públicas
  75. 75. políticas públicas
  76. 76. http://www.brasildefato.com.br/node/28159

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