Jornada de Projetos Culturais 
Rede CEMEC / SEBRAE, MG 2014 
Apresentação: 
 Daniele Torres 
Museóloga, quase 20 anos de ...
Planejamento e Elaboração de 
Projetos Culturais
Projeto cultural 
Do PLANEJAMENTO à EXECUÇÃO 
Roteiro ou trajetória de um projeto: 
•Planejamento 
•Elaboração de projeto ...
PLANEJAMENTO do PROJETO 
Antes de começar, verifique a VIABILIDADE do projeto: se faça PERGUNTAS! 
Perguntas essenciais pa...
PLANEJAMENTO de PROJETOS 
Ferramentas de gestão que devem ser aplicadas durante a fase de 
PLANEJAMENTO dos projetos cultu...
PROJETO 
1. Defina a estratégia de ação (passo a passo para o desenvolvimento do 
seu projeto); 
2. Pense como vai ser a c...
PROJETO 
PRÁTICA 
Passo a passo elaboração de projetos: 
- apresentação (resumo) 
- objetivos 
descritivo: público alvo, l...
Gestão
Gestão de Projetos Culturais 
GESTÃO 
É a administração do projeto cultural como um todo: compreende seu 
desenvolvimento ...
GESTÃO: EXECUÇÃO 
 Abrangência e Integração – envolver toda a organização; 
Temporalidade; 
Processo – sucessão de fase...
GESTÃO: EXECUÇÃO 
FERRAMENTAS de GESTÃO aplicadas aos projetos culturais no seu dia-a-dia: 
Diagrama* >> estratégia de açã...
GESTÃO: EXECUÇÃO 
FERRAMENTAS de GESTÃO aplicadas aos projetos culturais no seu dia-a-dia: 
CRM: Customer Relationship Man...
GESTÃO 
O que é um projeto bem sucedido? 
É um projeto concluído... 
• ...dentro de um período estimado 
• ...dentro de um...
GESTÃO 
FATORES de SUCESSO para um PROJETO CULTURAL: 
• Comunicação eficaz 
• Ter espaço para feedback e ter integração co...
GESTÃO 
Efetivo: é o que produz efeito. Um projeto é efetivo quando estrutura 
objetivos pertinentes e constrói soluções i...
GESTÃO
GESTÃO 
“O processo de controle é contínuo e exige o estabelecimento de parâmetros 
e instrumentos para a sua aplicação. E...
MONITORAMENTO e AVALIAÇÃO 
Como garantir que seu planejamento está dando resultados? Como 
verificar se os resultados pret...
MONITORAMENTO e AVALIAÇÃO 
INDICADORES DE RESULTADOS 
•Estabeleça quais os indicadores qualitativos e quantitativos de res...
GESTÃO SUSTENTÁVEL 
SUSTENTABILIDADE 
Qual a possibilidade de continuidade, qual a perenidade do seu projeto? 
Ele deixa u...
PALAVRAS - CHAVE 
ATITUDES - CHAVE >> Diferenciais para o sucesso de projetos 
culturais 
 Sustentabilidade 
 Processos ...
DICAS BÁSICAS 
 Voltar sempre ao PLANEJAMENTO e ao que foi escrito e consequentemente 
comprometido no PROJETO; 
 Pense ...
Bibliografia e Referências: 
LIVROS: 
•Andrade, Arnaldo Rosa de – Planejamento Estratégico: Formulação, 
Implementação, Co...
Bibliografia e Referências: 
• Machado Neto, Manoel Marcondes – Marketing Cultural – das práticas à 
teoria / Ed. Ciência ...
Bibliografia e Referências sobre 
Leis de Incentivos Fiscais: 
•www.cultura.gov.br 
•Sites governamentais e de Prefeituras...
Bibliografia e Referências: 
Outras fontes virtuais: 
Slide Share de cursos nestas áreas (Rede CEMEC, Diálogo Social, etc....
daniele@companhiadacultura.com.br 
Tel.: (11) 9 7286 5227 Dani pessoal 
(11) 9 9830 8461 IBGC/IBL 
(21) 7890 3904 Cia da C...
PLANO de AÇÃO 
Objetivo Estratégia Ações Prazos Responsável Investimento Retorno Meta 
VOLTAR
Brainstorm: 
ESTUDO de VIABILIDADE 
Roteiro para um estudo de viabilidade de projetos culturais 
“Checklist prévio” 
• Qua...
Brainstorm: ESTUDO de VIABILIDADE 
• Qual o PERFIL de público do projeto? Qual o quantitativo de público pretendido? 
• Ex...
Jornada Projetos Culturais - (Elaboração de Projetos & Gestão de Projetos) Daniele Torres - Setembro de 2014 Rede Cemec
Jornada Projetos Culturais - (Elaboração de Projetos & Gestão de Projetos) Daniele Torres - Setembro de 2014 Rede Cemec
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Jornada Projetos Culturais - (Elaboração de Projetos & Gestão de Projetos) Daniele Torres - Setembro de 2014 Rede Cemec

787 visualizações

Publicada em

O projeto cultural ocupa um lugar central na produção cultural brasileira. As leis de incentivo, o patrocínio e até mesmo os empreendimentos criativos funcionam dentro dessa lógica. Jornada Projetos Culturais traz os elementos mais sensíveis para quem desenvolve, gere e comercializa projetos. Com presença de alguns dos mais renomados nomes da produção cultural brasileira, a Jornada pretende introduzir ferramentas e conhecimentos aplicados ao mercado de projetos, ampliando a performance de produtores e gestores que atuam com projetos.

Publicada em: Economia e finanças
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
787
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
46
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Jornada Projetos Culturais - (Elaboração de Projetos & Gestão de Projetos) Daniele Torres - Setembro de 2014 Rede Cemec

  1. 1. Jornada de Projetos Culturais Rede CEMEC / SEBRAE, MG 2014 Apresentação:  Daniele Torres Museóloga, quase 20 anos de atuação profissional em projetos culturais com leis de incentivo, captação de recursos e gestão de projetos em diferentes áreas (patrimônio, artes visuais, música, gestão de espaços culturais, entre outros). Integração entre cultura e projetos sociais. Pós graduada em: - gestão cultural (Estácio – RJ), - história da arte e arquitetura no Brasil (PUC-RJ) e - gestão da comunicação empresarial (PUC-MG). Foi coordenadora de projetos da Fundação CSN e gestora de patrocínios da VALE. Trabalhou em ONGs como Instituto Rio e Instituto Agires.  Sócia da Companhia da Cultura desde 2001.  Desde agosto de 2013 é Gerente de Mercado do IBGC – Instituto Brasileiro de Gestão Cultural – e do Instituto Brasil Leitor, o IBL.
  2. 2. Planejamento e Elaboração de Projetos Culturais
  3. 3. Projeto cultural Do PLANEJAMENTO à EXECUÇÃO Roteiro ou trajetória de um projeto: •Planejamento •Elaboração de projeto •Estratégias de Marketing Cultural Certificação em leis de incentivo Definição das linhas de prospecção •Captação de recursos •Negociação •Contrato •Execução / Realização •Pós-produção: avaliação de resultados / prestação de contas /clipping
  4. 4. PLANEJAMENTO do PROJETO Antes de começar, verifique a VIABILIDADE do projeto: se faça PERGUNTAS! Perguntas essenciais para redigir um projeto cultural (roteiro mínimo): O quê? Por quê? Onde? Para quem? PÚBLICO Quando? Quanto? Como avaliar? Pensar em indicadores QUALI e QUANTI •Qual o incentivo? •Quem financiará ou comprará? >> pensar as contrapartidas Ter estas questões claramente respondidas em seu projeto facilitará sua viabilização (captação) e gestão. Um projeto bem planejado é mais fácil de: Vender, porque tem conceitos sólidos, que facilitam a identificação de parceiros; Ser administrado, porque terá metas claras, bem definidas, o que permite uma gestão sem atropelos.
  5. 5. PLANEJAMENTO de PROJETOS Ferramentas de gestão que devem ser aplicadas durante a fase de PLANEJAMENTO dos projetos culturais: Definição de cada ferramenta, como e porquê utilizá-las. Análise SWOT (“FOFA”) >> Diagnóstico >> Marco zero Estratégias >> Plano de ação: Objetivo Estratégia Ações Prazos Responsável Investimento Retorno Meta Metas Check list Cronograma
  6. 6. PROJETO 1. Defina a estratégia de ação (passo a passo para o desenvolvimento do seu projeto); 2. Pense como vai ser a comunicação do seu projeto: a) como vai alcançar e atrair o público esperado; b) como vai difundir as marcas patrocinadoras? c) como vai gerar impacto para a realização de edições futuras? 3. Pense na equipe técnica que precisará >> defina os profissionais e consulte-os sobre disponibilidade, agenda, interesse – reúna currículos e cartas de anuência; 4. Orce os custos da ação (a partir da estratégia de ação elaborada, liste todos os itens necessários à realização do projeto ou evento); 5. Determine quais serão as contrapartidas para os patrocinadores; 6. Qual o diferencial do seu projeto no mercado cultural? CONCEITO! Depois de orçar, revise o projeto e a estratégia e verifique se ele e orçamento estão coerentes ou se precisam de revisão.
  7. 7. PROJETO PRÁTICA Passo a passo elaboração de projetos: - apresentação (resumo) - objetivos descritivo: público alvo, local, data, etc. - justificativa / conceito - identidade com a empresa xpto - estrutura do projeto – memorial descritivo Necessidades / infra-estrutura / orçamento - cronograma - plano de divulgação - equipe e apoios institucionais - plano de cotas e contrapartidas - benefícios do patrocinador - contatos  Exemplos: modelos de projetos impressos (em sala)  Diferenças COM leis de incentivo e SEM
  8. 8. Gestão
  9. 9. Gestão de Projetos Culturais GESTÃO É a administração do projeto cultural como um todo: compreende seu desenvolvimento e execução. Sendo assim, abrange desde o seu planejamento até a sua pós-produção, desmontagem ou renovação. Falar em gestão é pensar uma administração sistematizada, organizada e com foco em resultados.
  10. 10. GESTÃO: EXECUÇÃO  Abrangência e Integração – envolver toda a organização; Temporalidade; Processo – sucessão de fases interconectadas e contínuas; Flexibilidade;  Filosofia – estar de acordo com os princípios (da organização).
  11. 11. GESTÃO: EXECUÇÃO FERRAMENTAS de GESTÃO aplicadas aos projetos culturais no seu dia-a-dia: Diagrama* >> estratégia de ação: sequência lógica, com cronograma, para o desenvolvimento do projeto. Aplicável no planejamento e na execução do projeto. Matriz de Responsabilidade (RACI) >> quando há uma instituição hierarquizada, grande, com diferentes níveis de decisão. Menos aplicável ou necessário para empreendedores e projetos independentes. 5W2H >> antigo, mas funciona. O quê, quando, quem, onde, porquê, como e com que recursos. É um plano de ação. Cronogramas. * Diagrama e Microsoft Project: ver Claudia Taddei em “Gestão Cultural: Práxis” no Slide Share da Rede CEMEC
  12. 12. GESTÃO: EXECUÇÃO FERRAMENTAS de GESTÃO aplicadas aos projetos culturais no seu dia-a-dia: CRM: Customer Relationship Management. >> Use a tecnologia a seu favor! Existem sistemas gratuitos disponíveis na internet (oferece algum risco de perda de dados) e opções que requerem pouco investimento para gerenciar as informações, emitir relatórios, visualizar a evolução dos processos. O foco não é só comercial, mas de planejamento (melhoria de fluxos e processos), marketing relacional, automatização de ações rotineiras, monitoramento com elaboração de estatísticas e detecção de oportunidades de negócios (comercial). Exemplo: http://www.siteexpress.com.br/s-mark?gclid=CMXa7MWZ-LsCFTJo7AodE2YA-g
  13. 13. GESTÃO O que é um projeto bem sucedido? É um projeto concluído... • ...dentro de um período estimado • ...dentro de um orçamento estimado • ...que cumpre os indicadores propostos (qualitativos e quantitativos) • ...com aceitação final das partes interessadas • ...que valoriza o vínculo dos parceiros e apoiadores • ...com pouca variação de escopo
  14. 14. GESTÃO FATORES de SUCESSO para um PROJETO CULTURAL: • Comunicação eficaz • Ter espaço para feedback e ter integração com as partes interessadas, com o público beneficiado • Habilidade e flexibilidade para lidar com imprevistos e riscos • Respeito a normas e leis • Utilizar ferramentas de elaboração e gestão de projetos. • Ter um objetivo claro e executável com as etapas propostas • Ter partes simples e etapas claras, com monitoramento eficiente • Na incerteza, buscar uma opção piloto • Liderança, comprometimento e perseverança • PLANEJAMENTO Fonte: Adriana Deróbio, Avaliação sob a perspectiva da gestão de projetos.
  15. 15. GESTÃO Efetivo: é o que produz efeito. Um projeto é efetivo quando estrutura objetivos pertinentes e constrói soluções inovadoras. Eficiência: é a capacidade de produzir efeitos. Implica no emprego adequado de recursos, melhor relação custo-benefício. Eixo: ambiente interno, processos. Eficácia: relaciona-se com a relevância dos efeitos produzidos. Um projeto eficaz transforma a realidade. Eixo: ambiente externo, produto. Efeito: impacto causado pelos projetos, produtos ou instituições.
  16. 16. GESTÃO
  17. 17. GESTÃO “O processo de controle é contínuo e exige o estabelecimento de parâmetros e instrumentos para a sua aplicação. Esses parâmetros são indicadores que permitem a medição e o julgamento das ações em face aos objetivos estipulados. E instrumentos são cronogramas, check-lists, fluxogramas, quadros de controle e outros meios selecionados. As ações decorrentes do controle podem ser reativas, visando corrigir os desvios detectados, e proativas, buscando evitar que desvios ocorram.” Kunsch, Margarida
  18. 18. MONITORAMENTO e AVALIAÇÃO Como garantir que seu planejamento está dando resultados? Como verificar se os resultados pretendidos foram alcançados? GESTÃO! O monitoramento deve ser constante, ao longo do processo, para avaliar se as atividades e produtos propostos estão de acordo com os objetivos pretendidos. Monitoramento tem caráter corretivo. Ao final do processo de execução do projeto, a avaliação deve ser realizada para verificação do cumprimento de metas, bem como para projeção de continuidade, se for o caso. Avaliação tem caráter de medição de qualidade.
  19. 19. MONITORAMENTO e AVALIAÇÃO INDICADORES DE RESULTADOS •Estabeleça quais os indicadores qualitativos e quantitativos de resultados do projeto: QUALI >> muitas vezes dependem de um diagnóstico prévio e do marco zero Exemplos: •Pesquisa de opinião •Cartas, e-mails, viralização na internet, sugestões e elogios formalmente recebidos, etc. QUANTI >> exemplos: •Público esperado X conquistado (presente ou impactado pela ação) •Tempo (ex: número de produtos vendidos x prazo normal de venda deste tipo de produto) •Número de acessos ao site ou redes sociais do projeto •Financeiro: valor investido per capta X retorno de mídia espontânea
  20. 20. GESTÃO SUSTENTÁVEL SUSTENTABILIDADE Qual a possibilidade de continuidade, qual a perenidade do seu projeto? Ele deixa um LEGADO para a sociedade? Pensar do ponto de vista da: sustentabilidade financeira do produtor cultural, da ação cultural ou produto e sua importância para a sociedade ou segmento em que impacta, ambiental (de impactos que o projeto gera e como podem ser minimizados ou eliminados). Ignacy Sachs define CINCO dimensões da Sustentabilidade: Social, Econômica, Ecológica, Espacial e Cultural. “A Sustentabilidade Cultural refere-se ao respeito que deve ser dado às diferenças culturais e as suas contribuições para a construção de modelos de desenvolvimento apropriados às especificidades de cada ecossistema, cada cultura e cada local, visando o desenvolvimento e a promoção da qualidade de vida dos indivíduos e o bem estar social.” FONTE: CABRAL, Antonio; COELHO, Leonardo (Org.). Mundo em transformação: caminhos para o desenvolvimento sustentável. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2006.
  21. 21. PALAVRAS - CHAVE ATITUDES - CHAVE >> Diferenciais para o sucesso de projetos culturais  Sustentabilidade  Processos colaborativos  Inovação  Transparência  Empreendedorismo  Continuidade
  22. 22. DICAS BÁSICAS  Voltar sempre ao PLANEJAMENTO e ao que foi escrito e consequentemente comprometido no PROJETO;  Pense na continuidade da ação cultural / perenidade do projeto;  Tente se colocar no outro lado – de quem vai avaliar a proposta, seja um espaço cultural, uma empresa ou um órgão governamental – faça perguntas nesta posição e veja se consegue responder e defender todas em seu projeto, quer seja na etapa de apresentação ou na de renovação ou avaliação final da execução;  Atenção com direitos autorais, herdeiros, autorizações de uso de imagem, segurança;  Invista em sistemas de gestão da informação.  Nem sempre a pessoa que planeja é o melhor gestor... Avaliar!
  23. 23. Bibliografia e Referências: LIVROS: •Andrade, Arnaldo Rosa de – Planejamento Estratégico: Formulação, Implementação, Controle / Ed. Atlas •Angeloni, Maria Therezinha e Mussi, Clarissa Carneiro (org.) – Estratégias: Formulação, Implementação e Avaliação – O desafio das organizações contemporâneas / Ed. Saraiva •Brant, Leonardo – Mercado Cultural / Ed. Escrituras •Estraviz, Marcelo – Um dia de captador / Zepelini Editorial •Hoyle Jr., Leonard H. – Marketing de Eventos – Como Promover com Sucesso Eventos, Festivais, Convenções e Exposições / Ed. Atlas •Kunsch, Margarida – Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integgrada / Ed. Summus Editorial •Matias, Marlene (org.) – Planejamento, organização e sustentabilidade em eventos culturais, sociais e esportivos / Ed. Manole •Minayo, Maria Cecília; Assis, Simone G. e Souza, Edinilsa Ramos de (org) – Avaliação por Triangulação de Métodos – Abordagem de Programas Sociais / Ed. Fiocruz
  24. 24. Bibliografia e Referências: • Machado Neto, Manoel Marcondes – Marketing Cultural – das práticas à teoria / Ed. Ciência Moderna • Natale, Edson – Guia Brasileiro de Produção Cultural / Sesc SP • Salim, Cesar; Hochman, Nelson; Ramal, Andrea e Ramal, Silvina - Construindo Planos de Negócios - Todos os Passos Necessários para Planejar e Desenvolver Negócios de Sucesso / Ed. Campus • Zepelini, Marcio & Colegas – Comunicação: Visibilidade e Captação de Recursos para Projetos Sociais / SEBRAE e Zepelini Editorial ONLINE:  Claudia Taddei em “Gestão Cultural: Práxis” no Slide Share da Rede CEMEC  Adriana Deróbio em Avaliação sob a perspectiva da gestão de projetos, no site do IDIS.  Grupo de Estudos do Terceiro Setor – Captação de Recursos, da Teoria à Prática – disponível na internet (SP, 2002)  http://pt.slideshare.net/fullscreen/moschetta/gesto-da-criatividade-e-inovao/41
  25. 25. Bibliografia e Referências sobre Leis de Incentivos Fiscais: •www.cultura.gov.br •Sites governamentais e de Prefeituras (para as leis de cada Estado / Município >> sites e blogs das secretarias de Cultura) •www.ancine.gov.br •www.culturaemercado.com.br •www.revistamarketingcultural.com.br LIVROS: •Cesnik, Fabio de Sá – Guia do Incentivo à Cultura / Ed. Manole •Brant, Leonardo – Mercado Cultural / Ed. Escrituras •Apostila do curso Financiamento à Cultura – CEMEC Outras fontes: ABCR, sites de cursos nestas áreas (Rede CEMEC, etc.), blogs, Seminário #ProCultura.
  26. 26. Bibliografia e Referências: Outras fontes virtuais: Slide Share de cursos nestas áreas (Rede CEMEC, Diálogo Social, etc.), Blogs (Cultura e Mercado, Revista Marketing Cultural, etc.) Sites governamentais e de Prefeituras – MINC e secretarias de Cultura ABCR >> Associação Brasileira de Captadores de Recursos Instituto Filantropia ETHOS GIFE
  27. 27. daniele@companhiadacultura.com.br Tel.: (11) 9 7286 5227 Dani pessoal (11) 9 9830 8461 IBGC/IBL (21) 7890 3904 Cia da Cultura Rádio Id. 14*5327
  28. 28. PLANO de AÇÃO Objetivo Estratégia Ações Prazos Responsável Investimento Retorno Meta VOLTAR
  29. 29. Brainstorm: ESTUDO de VIABILIDADE Roteiro para um estudo de viabilidade de projetos culturais “Checklist prévio” • Qual o PRODUTO cultural a ser desenvolvido? Livro, CD, DVD, show, site, filme (curta/média/longa), exposição, seminário, evento de lançamento... • Qual o tema do produto a ser desenvolvido? • Existem projetos similares? Pesquisar se existem produtos iguais (mesmo tema de exposição, por exemplo). • Qual o local de realização do projeto? Pesquisar iniciativas parecidas na região. Verificar se há possibilidade de realização no local pretendido (autorização de uso, licenças, horários de funcionamento, obras, local adequado para instalação/utilização do produto cultural, disponibilidade de agenda, deslocamento do público, estacionamento, etc.) • Qual o período de realização do projeto (horas, 1 dia, um final de semana, um mês? Projeto permanente? Mensal, semestral, anual, bienal?) • Existem profissionais capacitados para desenvolver o produto (exemplo: se é livro, quem vai escrever o texto? Se é exposição, qual o curador apropriado? Se show/apresentação de um determinado músico, qual vai ser a banda a acompanhar?) • Estes profissionais estarão disponíveis na época do evento? São acessíveis? São facilmente substituíveis? Quando não há possibilidade de substituição, ainda assim há como garantir a realização do projeto? • Verificar que tipos de seguros o projeto precisa; • Verificar se existem questões de direitos autorais envolvidas ou concessão de licenças que possam inviabilizar o projeto. (exemplo: se o projeto trata de homenagem a uma pessoa, será necessária autorização da mesma ou dos herdeiros; etc). Atenção às questões legais de contratações internacionais; • Definir nome do projeto – buscar ineditismo em caso de iniciativa original ou reforçar marca existente em caso de projeto com histórico bem sucedido. Avaliar mudança de nome em caso de projeto associado a uma marca que deixará de ser patrocinadora ou projeto com algum tipo de associação negativa (problemas de execução anteriores) • Existem patrocinadores no Brasil para o tipo de projeto a ser desenvolvido? CONTINUA...
  30. 30. Brainstorm: ESTUDO de VIABILIDADE • Qual o PERFIL de público do projeto? Qual o quantitativo de público pretendido? • Existem empresas patrocinadoras para o perfil de público pretendido? • Trata-se de projeto com arrecadação financeira (gerador de renda)? • O projeto dependerá da venda de ingressos/produtos para ser viabilizado? • O projeto pode ser enquadrado em leis de incentivos fiscais? • Quem seria o proponente? • Precisa de parceiros em outras localidades? (analisar para pré-produção e produção) • Existe perspectiva de sustentabilidade para o projeto? O projeto pode ser repetido em outros anos (possibilitando criação de um fundo mínimo extraído do lucro da renda gerada de um ano para a viabilização da pré-produção do ano seguinte), o projeto pode gerar uma coleção (temas afins, conteúdos diferenciados a cada edição) ou série? Etc. • É possível pensar em outras formas de captação de recursos que não sejam pelo ISP? Financiadores internacionais, editais públicos (governamentais), ONGs e OSCIPS nacionais e internacionais, fundações de pesquisa e incentivo; etc. • Quais as estratégias de divulgação mais indicadas para o projeto: o produto cultural é gerador de repercussão? O produto cultural permite diferentes formas de divulgação? Analisar sob a perspectiva de divulgação da marca da empresa e obtenção do público esperado. • Qual a estimativa de investimento inicial para a viabilização do projeto (pré-produção): fazer estimativas cronológica e financeira. • Em caso de projetos encomendados, assegurar que o proponente/cliente está ciente do tempo e dos valores a serem investidos na pré-produção. VOLTAR (continuação)

×