Apresentação cariniana rbsp-2014

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Apresentação cariniana rbsp-2014

  1. 1. P R E S E R VA Ç Ã O D I G I TA L D E R E V I S TA S E L E T R Ô N I C A S Cariniana Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital cariniana@ibict.br http://carniana.ibict.br
  2. 2. PRESERVAÇÃO DIGITAL Os conteúdos digitais precisam passar por atividades que garantam a acessibilidade, armazenamento em longo prazo e interpretação de conteúdos, quando necessário. Aplicação de normas para o uso das técnicas digitais e sua prontidão na tarefa da preservação a longo prazo. Mecanismos que permitem o armazenamento em repositórios de dados digitais confiáveis, garantindo a perenidade dos seus conteúdos.
  3. 3. BIBLIOTECAS E ARQUIVOS • Devem contar com serviços de armazenamento de objetos digitais que tenham a capacidade de manter e gerenciar materiais por longos períodos de tempo e prover o seu acesso apropriado. • Adotar a Carta de sobre Preservação Digital (2003), e as Recomendações sobre Software Livre para Repositórios e Sistemas de Preservação (2007) da UNESCO.
  4. 4. CONTEXTO DA PRESERVAÇÃO DIGITAL
  5. 5. PRESERVAÇÃO DIGITAL Principais métodos recomendados: • Atividades estruturais: tratam dos investimentos iniciais por parte das instituições que estão se preparando para implementar algum processo de preservação. • Adoção de padrões • Elaboração de normas • Metadados de preservação digital • Montagem de infraestrutura • Formação de consórcios • Atividades operacionais: são as medidas concretas aplicadas aos objetos digitais. • Conservação de software/ hardware • Migração de suporte • Conversão de formatos • Emulação • Preservação do conteúdo
  6. 6. P R E S E R VA N D O O R E G I S T R O D O C O N H E C I M E N T O PRESERVAÇÃO DE REVISTAS ELETRÔNICAS cariniana@ibict.brhttp://carniana.ibict.br
  7. 7. O QUE OS BIBLIOTECÁRIOS DESEJAM • Acesso pós-cancelamento ao conteúdo já pago • A integridade do registro do conhecimento nas suas coleções • Confrontar algumas ameaças: • Falha ou perda da mídia • Perda do Hardware • Perda do Software • Erros na comunicação • Falhas nos serviços da Internet • Obsolescência da mídia e do hardware • Obsolescência do software e do formato • Erros por parte dos operadores • Desastres naturais • Ataques externos • Ataques internos • Problemas econômicos • Problemas institucionais
  8. 8. O QUE OS EDITORES DESEJAM • Que as ameaças aos objetos digitais não destruam o conteúdo das suas publicações • A maioria das grandes editoras já adotaram alguma solução de preservação. • Os editores de revistas de acesso livre ou não, independentes, já perceberam que a sua sobrevivência depende do valor do seu conteúdo ser reconhecido pelas grandes bases de dados publicadoras.
  9. 9. AGÊNCIAS DE ARQUIVAMENTO DE CONTEÚDO DIGITAL
  10. 10. OPÇÕES PARA AS NOVAS REVISTAS ELETRÔNICAS • As bibliotecas possuírem edições impressas não correndo o risco em caso da versão eletrônica sumir. • Conscientizar aos editores das revistas nascidas digitais da natureza evanecente da Web. • Que seus registros já estejam em algum sistema de preservação digital antes de desaparecer na Web.
  11. 11. M U I TA S C Ó P I A S M A N T Ê M A S C O I S A S S E G U R A S PRESERVAÇÃO DIGITAL DISTRIBUÍDA cariniana@ibict.brhttp://carniana.ibict.br
  12. 12. PRESERVAÇÃO DIGITAL DISTRIBUÍDA Um métodos estrutural recomendado para a preservação dos objetos digitais, que aponta para a necessidade de contar com especialistas conhecedores de sistemas de produção de materiais autênticos e de instituições que validem seus objetos digitais. O modelo propõe: • que várias instituições armazenem, ofereçam acesso e criem cópias digitais atualizadas. • a criação de cópias distribuídas em arquivos digitais em servidores geograficamente dispersos para garantir sua sobrevivência.
  13. 13. REDES DE PRESERVAÇÃO DIGITAL DISTRIBUÍDA Sua sustentabilidade depende: • do reconhecimento, por parte dos gestores, dos benefícios da preservação digital, • de um processo de seleção de material digital criterioso, • de incentivos para que o material preservado seja de interesse público e, • de mecanismo que garantam uma eficaz atribuição de recursos em todas as atividades de preservação digital. BLUE RIBBON TASK FORCE
  14. 14. REDES DE PRESERVAÇÃO DIGITAL DISTRIBUÍDA Iniciativas estruturais e operacionais que adotaram o modelo:
  15. 15. LOCKSS Principal missão: “criar ferramentas e oferecer suporte as bibliotecas, para que possam de alguma forma, fácil e acessível, criar, preservar e arquivar coleções eletrônicas locais” Victoria Reich David Rosenthald
  16. 16. CARACTERÍSTICAS • Lot of Copies Keep Stuff Safe (LOCKSS) • Desenvolvido pela Stanford University • Código aberto • Baixo custo • Arquitetura distribuída • Fácil integração com outros softwares • Segue o modelo OAIS • Verificação da integridade P2P
  17. 17. CARACTERÍSTICAS • Lot of Copies Keep Stuff Safe (LOCKSS) • Desenvolvido pela Stanford University • Código aberto • Baixo custo • Arquitetura distribuída • Fácil integração com outros softwares • Segue o modelo OAIS • Verificação da integridade P2P
  18. 18. ARQUITETURA DISTRIBUÍDA – COMUNICAÇÃO PONTO-A-PONTO
  19. 19. ARQUITETURA DISTRIBUÍDA – COMUNICAÇÃO PONTO-A-PONTO
  20. 20. SISTEMA LOCKSS CódigoAberto Manutenção de baixo custo (contribuições da comunidade) Customizações Interoperabilidade Integração Linguagem Java Modular ExtensãoLOCKSS Plugins Requisitos do Sistema LOCKSS Processamento Intel x86 (ou compatível), 1 GHZ, 1 núcleo Memória 1 GB Espaço em disco 4 TeraByte+ (Cariniana)
  21. 21. INGESTÃO (PERIÓDICOS SEER/OJS) Periódico / Conteúdo Portal Crawler Unidade de Arquivamento (UA) Metadados Outros dados Ciencia da Informação Coleta LOCKSS Plugin
  22. 22. TESTE DE INTEGRIDADE E VALIDAÇÃO MUTUA Ingestão Poll
  23. 23. ACESSO - “MIGRATION ON ACCESS” Leitor Caixa LOCKSS Formato obsoleto (Sem possibilidade de leitura) DAEMON On the fly Formato acessível Conteúdo 2 1 3 4 5 6
  24. 24. ALIANÇA LOCKSS Provê uma infraestrutura coordenada de desenvolvimento de software e gerenciamento de coleções digitais. A Aliança mantém dois tipos de rede: • a Rede Global: encarrega de preservar livros e periódicos de mais de 510 editoras comerciais e, • as Redes Privadas. formado por mais de 12 redes locais, regionais ou temáticas, preserva o conteúdo de repositórios institucionais, documentação oficial do governo, bases de dados, conteúdo de acesso livre, entre outros.
  25. 25. ARQUITETURA DISTRIBUÍDA – CÓPIAS GEOGRAFICAMENTE DISPERSAS
  26. 26. P R E S E RVA Ç Ã O D I G I TA L D I S T R I B U Í D A O INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA cariniana@ibict.brhttp://carniana.ibict.br
  27. 27. O IBICT Sua vocação: Ser um núcleo de competência nos processos de tratamento, acesso e difusão da informação. Ao longo de seus 60 anos, vem promovendo a competitividade e o desenvolvimento de recursos e infraestrutura de informação A preservação digital de longo prazo é uma das área estratégica do Instituto (PDU, 2011-2015)
  28. 28. O IBICT • CCN, ISSN, LATINDEX, COMUT • Biblioteca • BVT, TECEER • BDTD, TEDE • SEER, INSEER, SOAC • DSPACE, RIDI, Repositórios Digitais, Diadorim • OASIS.BR • Diretório Luso- Brasileiro • Portal do Livro Aberto em CTI Acesso a informação • Aprendizagem Informacional • ACV • Canal Ciência • Mapa da Inclusão • Corredor Digital • Rede APL • SBRT Inclusão Social • Redes distribuídas • Ferramentas • Cursos • Grupos de pesquisa • Digitalização colaborativa Preservação Digital
  29. 29. O IBICT O Ibict propus uma política de preservação digital para o gerenciamento dos registros digitais institucionais. Uma política de preservação baseada numa lista de requisitos funcionais para garantir a validade dos registros e a sua permanência, comprovando sua conformidade com o modelo de referência OAIS. Implantou uma solução tecnológica e metodológica de preservação digital de longo prazo. Adotou um dispositivo tecnológico que serve como instrumento para a criação de uma rede colaborativa de serviços de preservação digital entre instituições de ensino, pesquisa, bibliotecas e arquivos. A Rede CARINIANA surgiu baseando-se em uma infraestrutura descentralizada, utilizando recursos de computação distribuída.
  30. 30. C A R I N I A N A REDE BRASILEIRA DE SERVIÇOS DE PRESERVAÇÃO DIGITAL cariniana@ibict.brhttp://carniana.ibict.br
  31. 31. A REDE CARINIANA
  32. 32. A REDE CARINIANA Tem como objetivo salvaguardar os registros da ciência, tecnologia e do patrimônio cultural do Brasil. Ela oferece uma série de alternativas para que as instituições brasileiras possam colecionar, armazenar e promover o acesso ao conteúdo selecionado através de cópias autorizadas.
  33. 33. A REDE CARINIANA 2012  Ibict convidou cinco instituições de ensino superior, três federais e duas estatais, para integrar a rede  As instituições adotaram a tecnologia LOCKSS para o arquivamento e preservação dos seus periódicos eletrônicos editados na plataforma OJS/SEER 2013-2014  O Ibict e a Aliança LOCKSS assinaram um acordo, que conta com o apoio financeiro da Finep.  O suporte técnico do LOCKSS para preservar os livros eletrônicos do Portal do Livro Aberto do Ibict, as teses e dissertações depositadas na ferramenta Dspace e os periódicos brasileiros no OJS/SEER.
  34. 34. DESENVOLVIMENTO DA REDE CARINIANA A Rede conta com o trabalho de profissionais envolvidos com estudos e pesquisas na área. As instituições parceiras colaboram na definição de conteúdos a serem preservados na rede e nas sub-redes temáticas e regionais. As atividades de pesquisa da estabelecem que as soluções tecnológicas ofertadas pela rede devem ser de software livre.
  35. 35. DESENVOLVIMENTO DA REDE CARINIANA Atividades 2013 2014 (até maio) Parcerias Integrais 06 12 Parcerias Integrais via Compartilhamento de Infraestrutura 06 08 Instituições que possuem periódicos preservados 32 111 Preservação Completa de Periódicos (títulos) 92 372 Preservação Completa de volumes de Periódicos 1094 2708 Preservação de volumes de Periódicos em Processamento 3945 9185 Preservação de livros em Processamento 0 242 Participantes da Rede Colaborativa 23 42 Cursos Técnicos 04 07
  36. 36. A REDE CARINIANA 2014
  37. 37. DESENVOLVIMENTO DA REDE CARINIANA
  38. 38. DESENVOLVIMENTO DA REDE CARINIANA
  39. 39. DESENVOLVIMENTO DA REDE CARINIANA
  40. 40. PARTICIPANTES DA REDE PARCEIROS INTEGRAIS: instituições públicas ou privadas, que compartilham infraestrutura de armazenamento digital e que possuem documentos digitais em formatos adequados para preservação digital. INSTITUIÇÕES PARCEIRAS: participam de algum projeto ligado à preservação digital e possuem documentos digitais em formatos adequados para preservação digital. COLABORADORES INDIVIDUAIS: participam de pesquisas ou projetos na área de preservação digital. INSTITUIÇÕES USUÁRIAS: possuem periódicos na plataforma SEER, teses, dissertações e livros em repositórios DSpace, arquivos permanentes em Archivematica e documentos digitais em catálogos de bibliotecas.
  41. 41. CARINIANA.IBICT.BR
  42. 42. P R E S E RVA Ç Ã O D I G I TA L D I S T R I B U Í D A Cariniana Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital cariniana@ibict.br http://carniana.ibict.br Parceiros:
  43. 43. DÚVIDAS?
  44. 44. P R E S E R VA Ç Ã O D I G I TA L D E R E V I S TA S E L E T R Ô N I C A S Cariniana Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital cariniana@ibict.br http://carniana.ibict.br

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