Apresentação cariniana jbb-2014

267 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
267
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
40
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
6
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Estrutura Distribuída : Cada caixa lockss é capaz de comunicar-se com as outras caixas através do protocolo P2P
  • Estrutura Distribuída : Cada caixa lockss é capaz de comunicar-se com as outras caixas através do protocolo P2P
  • Por questões de segurança (Perda de dados por motivos de catástrofes naturais, incêndios, erros humanos, etc), as cópias podem ser alocadas em locais dispersos, não limitando-se a regiões nacionais. Worldwide stuff.
  • A partir das informações integradas ao plugin lockss, as caixas são capazes de rastrear os dados do Portal que possui periódicos, e encontrar os dados pertinentes à preservação: Unidade de arquivamento (objeto), metadados e manifesto lockss (permissão para coleta).
  • Após comparar os identificadores hash, o(s) mais destoante(s) do grupo irão proceder com o processo de ingestão novamente. (caso o dado original não esteja disponível, poderá buscar das outras caixas com índices maiores de acordo)
  • Estudos indicam que no futuro, alguns formatos poderão não ser mais acessados, gerando dificuldades para acessar dados preservados. LOCKSS poderá migrar um arquivo com formato obsoleto para um formato acessível em tempo de execução.
  • Apresentação cariniana jbb-2014

    1. 1. P R E S E R VA Ç Ã O D I G I TA L D E C O L E Ç Õ E S D O J B B Cariniana Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital cariniana@ibict.br http://carniana.ibict.br Mesa redonda: Projeto Saberes do Cerrado
    2. 2. P R E S E RVA Ç Ã O D I G I TA L D I S T R I B U Í D A ACESSO À INFORMAÇÃO ATRAVÉS DO TEMPO cariniana@ibict.brhttp://carniana.ibict.br
    3. 3. PRESERVAÇÃO DIGITAL Os conteúdos digitais precisam passar por atividades que garantam a acessibilidade, armazenamento em longo prazo e interpretação de conteúdos, quando necessário. As normas para o uso das técnicas digitais e sua prontidão na tarefa da preservação a longo prazo. Os mecanismos que permitem o armazenamento em repositórios de dados digitais confiáveis, garantindo a perenidade dos seus conteúdos.
    4. 4. BIBLIOTECAS, ARQUIVOS E REPOSITÓRIOS DIGITAIS • Serviços de armazenamento de objetos digitais que têm a capacidade de manter e gerenciar materiais por longos períodos de tempo e prover o seu acesso apropriado. • A Carta de sobre Preservação Digital (2003), e As Recomendações sobre Software Livre para Repositórios e Sistemas de Preservação (2007) da UNESCO.
    5. 5. CONTEXTO DA PRESERVAÇÃO DIGITAL
    6. 6. PRESERVAÇÃO DIGITAL Principais métodos recomendados para a preservação dos objetos digitais: • Atividades estruturais: tratam dos investimentos iniciais por parte das instituições que estão se preparando para implementar algum processo de preservação. • Adoção de padrões • Elaboração de normas • Metadados de preservação digital • Montagem de infraestrutura • Formação de consórcios • Atividades operacionais: são as medidas concretas aplicadas aos objetos digitais. • Conservação de software/ hardware • Migração de suporte • Conversão de formatos • Emulação • Preservação do conteúdo
    7. 7. PRESERVAÇÃO DIGITAL DISTRIBUÍDA Um métodos estrutural recomendado para a preservação dos objetos digitais, que aponta para a necessidade de contar com especialistas conhecedores de sistemas de produção de materiais autênticos e de instituições que validem seus objetos digitais. O modelo propõe: • que várias instituições armazenem, ofereçam acesso e criem cópias digitais atualizadas. • a criação de cópias distribuídas em arquivos digitais em servidores geograficamente dispersos para garantir sua sobrevivência.
    8. 8. REDES DE PRESERVAÇÃO DIGITAL DISTRIBUÍDA Principal missão: “criar ferramentas e oferecer suporte as bibliotecas, para que possam de alguma forma, fácil e acessível, criar, preservar e arquivar coleções eletrônicas locais” Victoria Reich
    9. 9. REDES DE PRESERVAÇÃO DIGITAL DISTRIBUÍDA Sua sustentabilidade depende: • do reconhecimento, por parte dos gestores, dos benefícios da preservação digital, • de um processo de seleção de material digital criterioso, • de incentivos para que o material preservado seja de interesse público e, • de mecanismo que garantam uma eficaz atribuição de recursos em todas as atividades de preservação digital. BLUE RIBBON TASK FORCE
    10. 10. REDES DE PRESERVAÇÃO DIGITAL DISTRIBUÍDA Iniciativas estruturais e operacionais que adotaram o modelo:
    11. 11. ALIANÇA LOCKSS Provê uma infraestrutura coordenada de desenvolvimento de software e gerenciamento de coleções digitais. A Aliança mantém dois tipos de rede: • a Rede Global: encarrega de preservar livros e periódicos de mais de 510 editoras comerciais e, • as Redes Privadas. formado por mais de 12 redes locais, regionais ou temáticas, preserva o conteúdo de repositórios institucionais, documentação oficial do governo, bases de dados, conteúdo de acesso livre, entre outros.
    12. 12. P R E S E RVA Ç Ã O D I G I TA L D I S T R I B U Í D A LOCKSS cariniana@ibict.brhttp://carniana.ibict.br
    13. 13. CARACTERÍSTICAS • Lot of Copies Keep Stuff Safe (LOCKSS) • Desenvolvido pela Stanford University • Código aberto • Baixo custo • Arquitetura distribuída • Fácil integração com outros softwares • Segue o modelo OAIS • Verificação da integridade P2P
    14. 14. CARACTERÍSTICAS • Lot of Copies Keep Stuff Safe (LOCKSS) • Desenvolvido pela Stanford University • Código aberto • Baixo custo • Arquitetura distribuída • Fácil integração com outros softwares • Segue o modelo OAIS • Verificação da integridade P2P
    15. 15. SISTEMA LOCKSS CódigoAberto Manutenção de baixo custo (contribuições da comunidade) Customizações Interoperabilidade Integração Linguagem Java Modular ExtensãoLOCKSS Plugins Requisitos do Sistema LOCKSS Processamento Intel x86 (ou compatível), 1 GHZ, 1 núcleo Memória 1 GB Espaço em disco 4 TeraByte+ (Cariniana)
    16. 16. ARQUITETURA DISTRIBUÍDA – COMUNICAÇÃO PONTO-A-PONTO
    17. 17. ARQUITETURA DISTRIBUÍDA – COMUNICAÇÃO PONTO-A-PONTO
    18. 18. ARQUITETURA DISTRIBUÍDA – CÓPIAS GEOGRAFICAMENTE DISPERSAS
    19. 19. INGESTÃO (PERIÓDICOS SEER/OJS) Periódico / Conteúdo Portal Crawler Unidade de Arquivamento (UA) Metadados Outros dados Ciencia da Informação Coleta LOCKSS Plugin
    20. 20. PRESERVAÇÃO – TESTE DE INTEGRIDADE Ingestão Poll
    21. 21. ACESSO “Migration on access” Formato obsoleto (Sem possibilidade de leitura) DAEMON Leitor Conteúdo Caixa LOCKSS On the fly Formato acessível
    22. 22. P R E S E RVA Ç Ã O D I G I TA L D I S T R I B U Í D A O INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA cariniana@ibict.brhttp://carniana.ibict.br
    23. 23. O IBICT Sua vocação: Ser um núcleo de competência nos processos de tratamento, acesso e difusão da informação. Ao longo de seus 60 anos, vem promovendo a competitividade e o desenvolvimento de recursos e infraestrutura de informação A preservação digital de longo prazo é uma das área estratégica do Instituto (PDU, 2011-2015)
    24. 24. O IBICT • CCN, ISSN, LATINDEX, COMUT • Biblioteca • BVT, TECEER • BDTD, TEDE • SEER, INSEER, SOAC • DSPACE, RIDI, Repositórios Digitais, Diadorim • OASIS.BR • Diretório Luso- Brasileiro • Portal do Livro Aberto em CTI Acesso a informação • Aprendizagem Informacional • ACV • Canal Ciência • Mapa da Inclusão • Corredor Digital • Rede APL • SBRT Inclusão Social • Redes distribuídas • Ferramentas • Cursos • Grupos de pesquisa • Digitalização colaborativa Preservação Digital
    25. 25. O IBICT O Ibict propus uma política de preservação digital para o gerenciamento dos registros digitais institucionais. Uma política de preservação baseada numa lista de requisitos funcionais para garantir a validade dos registros e a sua permanência, comprovando sua conformidade com o modelo de referência OAIS. Implantou uma solução tecnológica e metodológica de preservação digital de longo prazo. Adotou um dispositivo tecnológico que serve como instrumento para a criação de uma rede colaborativa de serviços de preservação digital entre instituições de ensino, pesquisa, bibliotecas e arquivos. A Rede CARINIANA surgiu baseando-se em uma infraestrutura descentralizada, utilizando recursos de computação distribuída.
    26. 26. A REDE CARINIANA
    27. 27. A REDE CARINIANA Tem como objetivo salvaguardar os registros da ciência, tecnologia e do patrimônio cultural do Brasil. Ela oferece uma série de alternativas para que as instituições brasileiras possam colecionar, armazenar e promover o acesso ao conteúdo selecionado através de cópias autorizadas.
    28. 28. A REDE CARINIANA 2012  Ibict convidou cinco instituições de ensino superior, três federais e duas estatais, para integrar a rede  As instituições adotaram a tecnologia LOCKSS para o arquivamento e preservação dos seus periódicos eletrônicos editados na plataforma OJS/SEER 2013  O Ibict e a Aliança LOCKSS assinaram um acordo, que conta com o apoio financeiro da Finep.  O suporte técnico do LOCKSS é para preservar os livros eletrônicos do Portal do Livro Aberto do Ibict, as teses e dissertações depositadas na ferramenta DSpace
    29. 29. DESENVOLVIMENTO DA REDE CARINIANA A Rede conta com o trabalho de profissionais envolvidos com estudos e pesquisas na área. As instituições parceiras colaboram na definição de conteúdos a serem preservados na rede e nas sub-redes temáticas e regionais. As atividades de pesquisa da estabelecem que as soluções tecnológicas ofertadas pela rede devem ser de software livre.
    30. 30. DESENVOLVIMENTO DA REDE CARINIANA Atividades 2013 2014 (até maio) Parcerias Integrais 06 12 Parcerias Integrais via Compartilhamento de Infraestrutura 06 08 Instituições que possuem periódicos preservados 32 111 Preservação Completa de Periódicos (títulos) 92 372 Preservação Completa de volumes de Periódicos 1094 2708 Preservação de volumes de Periódicos em Processamento 3945 9185 Preservação de livros em Processamento 0 242 Configuração de Rede Colaborativa 01 01 Construção do Portal da Rede 0 01 Equipe Ibict 05 05
    31. 31. A REDE CARINIANA 2014
    32. 32. DESENVOLVIMENTO DA REDE CARINIANA
    33. 33. DESENVOLVIMENTO DA REDE CARINIANA
    34. 34. PARTICIPANTES DA REDE PARCEIROS INTEGRAIS: instituições públicas ou privadas, que compartilham infraestrutura de armazenamento digital e que possuem documentos digitais em formatos adequados para preservação digital. INSTITUIÇÕES PARCEIRAS: participam de algum projeto ligado à preservação digital e possuem documentos digitais em formatos adequados para preservação digital. COLABORADORES INDIVIDUAIS: participam de pesquisas ou projetos na área de preservação digital. INSTITUIÇÕES USUÁRIAS: possuem periódicos na plataforma SEER e /ou teses, dissertações e livros em repositórios Dspace, Archivemática e bases de dados.
    35. 35. CARINIANA.IBICT.BR
    36. 36. P R E S E RVA Ç Ã O D I G I TA L D I S T R I B U Í D A Cariniana Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital cariniana@ibict.br http://carniana.ibict.br Parceiros:
    37. 37. DÚVIDAS?

    ×