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CAIS JOSÉ ESTELITA Diretrizes urbanísticas espacializadas a serem observadas no redesenho do Projeto Novo Recife e entorno 
Recife, 10 de setembro de 2014.
SUMÁRIO: 
1.Percurso metodológico 
2.Sistematização das contribuições recebidas 
3.Plano Diretor 
4.Diretrizes urbanísticas 
I.Princípios urbanísticos 
II.Zoneamento 
III.Requisitos
SUMÁRIO: 
IV.Cartogramas 
A.Gleba original 
B.Parcelamento aprovado 
C.Novo arruamento 
D.Novo arruamento com circulação 
E.Áreas públicas 
F.Referências de gabarito 
G.Gabaritos projeto aprovado 
H.Gabaritos com ajustes 
I.Permanências
1. 
PERCURSO METODOLÓGICO
PERCURSO METODOLÓGICO: 
PROPOSTAS URBANÍSTICAS 
DIAGNÓSTICO E PREMISSAS 
Análise geral da área (morfologia, tipologia, usos, gabaritos, interfaces, mobilidade, vegetação, etc.) 
DIRETRIZES 
Elaboração de diretrizes a partir da escuta da sociedade 
Escala da Ilha 
Elementos essenciais: Conexões e fluxos, densidades, zonas e setores, conceito geral 
Escala da gleba 
Sistema viário, áreas livres, conservação, ocupação, perfis urbanos, predominância de usos, plano de massas, coeficientes e gabaritos 
PROJETO DE EDIFÍCIO 
Desenvolvimento na escala de quadra/ lote
PERCURSO METODOLÓGICO: 
PROPOSTAS URBANÍSTICAS 
DIAGNÓSTICO E PREMISSAS 
Análise geral da área (morfologia, tipologia, usos, gabaritos, interfaces, mobilidade, vegetação, etc.) 
DIRETRIZES 
Elaboração de diretrizes a partir da escuta da sociedade 
Escala da Ilha 
Elementos essenciais: Conexões e fluxos, densidades, zonas e setores, conceito geral 
Escala da gleba 
Sistema viário, áreas livres, conservação, ocupação, perfis urbanos, predominância de usos, plano de massas, coeficientes e gabaritos 
PROJETO DE EDIFÍCIO 
Desenvolvimento na escala de quadra/ lote
2. SISTEMATIZAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES RECEBIDAS
INDICAÇÕES DA AUDIÊNCIA PÚBLICA EM 17/07/2014 Do total das contribuições recebidas: 
10 recolhidas na Audiência Pública, em meio físico 
287 recebidas no período de 17 a 31 de julho, por e-mail 
261 analisadas, desconsideradas aquelas que não tratavam do assunto em questão 
4 categorias de análise - Diretrizes e propostas para a área do Cais José Estelita 177 - Manifestações a favor do Projeto Novo Recife 64 - Pedido de cancelamento do protocolo Novo Recife 11 - Dúvidas e solicitações 3 - outros 6
INDICAÇÕES DA AUDIÊNCIA PÚBLICA EM 17/07/2014 
247 contribuições individuais 
9 contribuições de entidades: - Gruposhowlndia - Rádio Frei Damião - Programa de Pós Graduação em Comunicação/UFPE - Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Urbano/UFPE - Comissão do Bairro do Cabanga - Design RTC - Ameciclo - Pense Recife - Direitos Urbanos 
5 contribuições coletivas
CONTRIBUIÇÕES RECEBIDAS 
Critério de análise: - Análise qualitativa, considerando a convergência das contribuições entre si, e com as premissas indicadas na audiência 
Usos: - Uso público das frentes d’água Áreas livres (parques, praças, ciclovias, espaços para práticas esportivas, inclusive corrida, caminhada, skate, brinquedos diversos, etc. - Equipamentos culturais, turísticos e educacionais (cinemas, museus, bibliotecas, galerias de arte) - Habitações de diferentes tipologias, inclusive de interesse social - Uso misto (habitação, comércio e serviços diversificados)
CONTRIBUIÇÕES RECEBIDAS 
Arruamento: integração e continuidade do sistema viário, principalmente: - Av. Dantas Barreto em linha reta até o cais - Sistema viário de acesso à Ponte Joaquim Cardoso (bairros dos Coelhos e Boa Vista) 
Gabarito: redução de gabaritos e coeficientes, principalmente do lado da ZEPH 10 (Santo Antônio e São José) 
Preservação: permanência de elementos do patrimônio portuário e ferroviário 
Sobre o processo: Tramitação no Conselho das Cidades e atendimento ao Plano Diretor da Cidade do Recife
3. 
PLANO DIRETOR DO RECIFE
1.PLANO DIRETOR DO RECIFE – Lei Municipal nº 17.511/2008 
Art. 147, I, "h”: Define “Plano” como instrumento de planejamento 
Art. 192: Os projetos especiais serão definidos para áreas que podem ser objeto de intervenções, que promovam sua requalificação urbana, sua sustentabilidade, com inclusão socioespacial e dinamização econômica. 
Art. 193: São definidas como áreas com potencialidades paisagísticas, fisicoestruturais, culturais e econômicas para implantação de projetos especiais: XIII – Cais de Santa Rita, Cais José Estelita e Cabanga 
Art. 194: Para as áreas destinadas à implantação de projetos especiais deverão ser elaborados planos específicos.
1.PLANO DIRETOR DO RECIFE – Lei Municipal nº 17.511/2008 
Zoneamento geral (disponível no e-sig)
SOBRE O PROCESSO - Em elaboração Projeto de Lei que institui e regulamenta Plano Específico para o Cais de Santa Rita, Cais José Estelita e Cabanga. - Entrega das orientações para redesenho do projeto Novo Recife - Realização de Audiência Pública do projeto redesenhado - Discussão da minuta do Projeto de Lei - Envio à Câmara de Vereadores do Recife (CVR)
ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO PLANO ESPECÍFICO 
Zoneamento geral do Plano Diretor
ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO PLANO ESPECÍFICO 
Delimitação
PRINCÍPIOS URBANÍSTICOS QUE REGEM O PLANO ESPECÍFICO 
I.Reabilitação de estruturas urbanas existentes, dando-lhes uso sustentável e reforço à sua identidade, de acordo com os conceitos da Conservação Integrada; 
II.Compatibilidade de novas ocupações com a morfologia e o tecido urbano adjacentes, garantindo visadas do bairro de São José, de modo a preservar e valorizar a paisagem; 
III.Continuidade da malha viária da cidade histórica, em especial da Av. Dantas Barreto e ligações com o bairro da Boa Vista, garantindo integração e permeabilidade;
PRINCÍPIOS URBANÍSTICOS QUE REGEM O PLANO ESPECÍFICO 
IV.Escalonamento de gabaritos nas quadras com vistas a composições volumétricas que apresentem dinamismo na paisagem urbana e possibilitem condições adequadas de ventilação, considerando a variedade do perfil urbano da cidade histórica à contemporânea; 
V.Implantação de um sistema de espaços públicos, inclusive parques de borda, conectados à malha urbana preexistente, com garantia do acesso e uso público da frente d’água e assegurada a integração física e visual à Bacia do Pina, com vistas a dinamizar o fluxo de pessoas e a articular os elementos componentes do território;
PRINCÍPIOS URBANÍSTICOS QUE REGEM O PLANO ESPECÍFICO 
VI.Implantação de uso ativo e diversificado na escala do pedestre, com permeabilidade entre os espaços públicos e empreendimentos privados ao longo das quadras/faces de rua, aumentando vitalidade urbana e oportunidades de desenvolvimento de comércio e serviços de escala local; 
VII.Diversidade de usos públicos e privados que assegurem utilização permanente da área nas diferentes horas dos dias, visando a incrementar a segurança urbana, atendendo às demandas das populações atuais e futuras;
PRINCÍPIOS URBANÍSTICOS QUE REGEM O PLANO ESPECÍFICO 
VIII. Promoção das condições de amenização e conforto ambiental, por meio da utilização de soluções volumétricas e técnicas que privilegiem a sustentabilidade das edificações e do espaço urbano como cobertura vegetal, tratamento, manejo ou reuso de águas, inclusive pluviais, embutimento de fiações diversas por meio de galerias técnicas ou soluções análogas, dentre outras.
4. DIRETRIZES URBANÍSTICAS
REQUISITOS 
Usos: - Uso não residencial no pavimento térreo em, no mínimo, 20% do perímetro de cada quadra, predominantemente nas ruas transversais, de modo a estimular a vitalidade urbana. - Usos de comércio e serviços de pequeno porte nos parques, preferencialmente utilizando-se dos vagões de trem e demais bens móveis remanescentes do patrimônio ferroviário.
REQUISITOS 
Usos: - Uso habitacional de diferentes tipologias, de modo a estimular a diversidade social - Uso habitacional de interesse social a ser implantado no entorno imediato do empreendimento, com distância não superior a 300m do empreendimento, e de corredores de transporte público Quantidade mínima de 200 unidades habitacionais a serem financiados pelo empreendimento, no âmbito da adequação das mitigações/ compensações acordadas
REQUISITOS 
Usos: - Usos diversos nos parques de frente d’água, pátio ferroviário e áreas livres sob o Viaduto Capitão Temudo 
Ciclovias 
Espaços para práticas esportivas, corrida, caminhada, skate 
Brinquedos diversos 
Equipamentos turísticos 
Equipamentos educacionais 
Equipamentos culturais e espaços multiuso para exposições 
Biblioteca 
Comércio e serviços de suporte às atividades dos parques (feiras, cafés, restaurantes, bancas de revistas, fiteiros, etc.)
REQUISITOS 
Preservação: permanência de elementos do patrimônio portuário e ferroviário - Restauro/ conservação das três casas para uso comercial/ serviços ligado ao parque
REQUISITOS - Restauro/ conservação dos armazéns “oficina de locomotivas” para implantação de equipamento cultural
REQUISITOS - Intervenção/ adequação ao arruamento dos armazéns “oficina eletrotécnica” para implantação de usos (comercial/ serviços/ culturais) ligados ao parque
REQUISITOS - Intervenção/ relocação dos tanques de melaço para implantação de usos (comercial/ serviços/ culturais) ligado ao parque
REQUISITOS 
Arruamento: demolições de sistema viário - Demolição do Viaduto das Cinco Pontas e alças de acesso - Demolição e reposicionamento da Avenida Engenheiro José Estelita, de acordo com novo plano de arruamento 
Arruamento: registros no sistema viário e áreas verdes circundantes - Manutenção dos trilhos de trem nas novas vias - Marcação em piso diferenciado (paralelo de pedra, p. ex.) da localização original dos tonéis de melaço e dos armazéns de açúcar
REQUISITOS 
Arruamento: continuidade das vias - Rua Bom Sucesso - Travessa do Raposo - Travessa Padre Azevedo - Rua Boa Esperança - Travessa da Bela Vista - Travessa do Gusmão - Av. Dantas Barreto - Rua Floriano Peixoto/ Praça Sérgio Loreto - Rua Cerro Corá 
Binário da Ponte Joaquim Cardoso
REQUISITOS 
Arruamento: - Perfil-tipo A – vias principais (binários Eng. José Estelita e Ponte Joaquim Cardoso) 9,5m para três faixas de rolamento, sendo duas com 3,0m e uma com 3,5m para transporte público 1,5m para ciclovia unidirecional protegida, no sentido do fluxo 5,0m de passeio público com intensa arborização, a serem compatibilizados com o paisagismo das áreas verdes 5,0m de recuo ajardinado para as edificações, a ser compatibilizado com o paisagismo das áreas verdes
REQUISITOS 
Arruamento: 
-Perfil-tipo B – vias transversais ao empreendimento 7,0m com duas faixas de rolamento – 3,5m cada 2,5m para ciclofaixa bidirecional 6,75m para passeio público e recuo ajardinado com intensa arborização, a serem compatibilizado com o paisagismo das áreas verdes
REQUISITOS 
Arruamento: perfil-tipo A – vias principais (binários Eng. José Estelita e Ponte Joaquim Cardoso) 
5,0m 
5,0m 
9,5m 
5,0m 
1,5m 
0,5m 
alinhamento edifício 
parque/ área verde 
(imagem de referência) 
transporte motorizado 
passeio 
ciclovia 
passeio 
parque 
recuo ajardinado
REQUISITOS 
Arruamento: perfil-tipo A – vias principais (binários Eng. José Estelita e Ponte Joaquim Cardoso) 
(imagem de referência)
REQUISITOS 
Arruamento: perfil-tipo B – vias transversais 
6,75m 
2,5m 
7,0m 
6,75m 
23,0m 
alinhamento inicial da edificação 
alinhamento inicial da edificação 
(imagem de referência) 
transporte motorizado 
passeio 
ciclofaixa 
passeio 
recuo 
recuo
REQUISITOS 
Arruamento: perfil-tipo B – vias transversais 
(imagem de referência)
REQUISITOS 
Edificações: características gerais - Limite da edificação na quadra/ lote apenas na projeção da edificação, SEM muros, grades ou outro elemento de vedação - Preferência pelo uso de materiais com bom desempenho térmico em relação à cidade - Integração com as áreas públicas sem fachadas cegas principalmente no nível da rua 
Arruamento/ passeios: características gerais - Preferência por pavimentos com melhor desempenho térmico em todas as vias - Ruas transversais em nível com os passeios públicos - Preferência por pisos drenantes nos passeios públicos
CARTOGRAMA A: Gleba original
CARTOGRAMA B: Parcelamento aprovado 
Cinco quadras resultantes do parcelamento aprovado 
1 
2 
3 
4 
5 
Vias existentes Novas vias
CARTOGRAMA C: Novo arruamento 
Oito quadras resultantes do parcelamento aprovado 
1 
2 
3 
4 
8 
6 
7 
Vias existentes Novas vias Via de Pedestre
CARTOGRAMA D: Novo arruamento com circulação 
Prolongamento da Av. Dantas Barreto em linha reta como grande passeio/ praça pública 
Melhor distribuição da infraestrutura viária com redução de percursos e distâncias de travessia para o pedestre 
Infraestrutura permanente para transporte não motorizado em todas as novas vias 
Vias existentes Novas vias Via de Pedestre Sentido proposto
Maior integração e permeabilidade do território 
Uso ativo/ misto (comércio e serviços) nos lotes, voltados para a rua, predominantemente nas vias transversais 
Uso ativo (comércio, serviços, culturais etc.) nos parques 
Ponte Joaquim Cardoso 
Av. Central 
Dantas Barreto Sistema viário Uso misto nas quadras Parques/ áreas verdes Elementos preservados/ reabilitados 
CARTOGRAMA E: Áreas de uso público
REQUISITOS Gabarito: redução de gabaritos máximos por trecho 
Trecho 
Localização do trecho 
Gabarito máximo 
1 
Viaduto Capitão Temudo à continuidade da Travessa Padre Azevedo 
Sem alteração 
2 
Continuidade da Travessa Padre Azevedo na esquina da face sul da Av. José com a face oeste da continuidade da Avenida Dantas Barreto 
120m 
3 
Continuidade da Avenida Dantas Barreto – face oeste – à continuidade da Rua Cerro Corá 
42m 
4 
Continuidade da Rua Cerro Corá ao fim do terreno 
0m 
Quadras: Aumento do número de quadras resultantes da extensão do sistema viário, de 5 para 8
Maior redução de gabarito 
Av. Dantas Barreto 
Menor redução de gabarito 
CARTOGRAMA F: Referências de gabarito
CARTOGRAMA G 
Gabaritos projeto aprovado 
140m 
78m 
125m 
125m 
128m 
140m 
140m 
116m 
128m 
128m 
86m 
117m
CARTOGRAMA H 
Gabaritos com ajuste 
Chegada do prolongamento da Av. Dantas Barreto 
Chegada do prolongamento da Travessa Padre Azevedo 
Chegada do prolongamento da Travessa do Raposo 
Gabarito máximo: 
120m 
Gabarito máximo: 42m 
Afastamento mínimo: 50m 
Gabarito mantido (máximo 140m) 
TRECHO 2 
TRECHO 3 
TRECHO 4 
TRECHO 1 (binário) 
Trav. do Raposo 
Trav. Pe. Azevedo 
Rua Boa Esperança 
Trav. Bela Vista 
Trav. do Gusmão 
Rua Cerro Corá 
Rua Bom Sucesso 
Praça Sérgio Loreto 
Av. José Estelita (sentido Sul) 
Av. José Estelita (sentido centro)
CARTOGRAMA I 
Permanências 
Galpões “oficina eletrotécnica” no parque 
Três casas no parque 
Cilindros de melaço relocados no parque 
Afastamento mínimo: 50m 
Galpões “oficina de locomotivas” no parque 
TRECHO 2 
TRECHO 3 
TRECHO 4 
TRECHO 1 (binário) 
Trav. do Raposo 
Trav. Pe. Azevedo 
Rua Boa Esperança 
Trav. Bela Vista 
Trav. do Gusmão 
Rua Cerro Corá 
Rua Bom Sucesso 
Praça Sérgio Loreto 
Av. José Estelita (sentido Sul) 
Av. José Estelita (sentido centro)
CAIS JOSÉ ESTELITA Diretrizes urbanísticas espacializadas a serem observadas no redesenho do Projeto Novo Recife e entorno 
Recife, 10 de setembro de 2014.

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Cais jose-estelita-diretrizes-urbanísticas

  • 1. CAIS JOSÉ ESTELITA Diretrizes urbanísticas espacializadas a serem observadas no redesenho do Projeto Novo Recife e entorno Recife, 10 de setembro de 2014.
  • 2. SUMÁRIO: 1.Percurso metodológico 2.Sistematização das contribuições recebidas 3.Plano Diretor 4.Diretrizes urbanísticas I.Princípios urbanísticos II.Zoneamento III.Requisitos
  • 3. SUMÁRIO: IV.Cartogramas A.Gleba original B.Parcelamento aprovado C.Novo arruamento D.Novo arruamento com circulação E.Áreas públicas F.Referências de gabarito G.Gabaritos projeto aprovado H.Gabaritos com ajustes I.Permanências
  • 5. PERCURSO METODOLÓGICO: PROPOSTAS URBANÍSTICAS DIAGNÓSTICO E PREMISSAS Análise geral da área (morfologia, tipologia, usos, gabaritos, interfaces, mobilidade, vegetação, etc.) DIRETRIZES Elaboração de diretrizes a partir da escuta da sociedade Escala da Ilha Elementos essenciais: Conexões e fluxos, densidades, zonas e setores, conceito geral Escala da gleba Sistema viário, áreas livres, conservação, ocupação, perfis urbanos, predominância de usos, plano de massas, coeficientes e gabaritos PROJETO DE EDIFÍCIO Desenvolvimento na escala de quadra/ lote
  • 6. PERCURSO METODOLÓGICO: PROPOSTAS URBANÍSTICAS DIAGNÓSTICO E PREMISSAS Análise geral da área (morfologia, tipologia, usos, gabaritos, interfaces, mobilidade, vegetação, etc.) DIRETRIZES Elaboração de diretrizes a partir da escuta da sociedade Escala da Ilha Elementos essenciais: Conexões e fluxos, densidades, zonas e setores, conceito geral Escala da gleba Sistema viário, áreas livres, conservação, ocupação, perfis urbanos, predominância de usos, plano de massas, coeficientes e gabaritos PROJETO DE EDIFÍCIO Desenvolvimento na escala de quadra/ lote
  • 7. 2. SISTEMATIZAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES RECEBIDAS
  • 8. INDICAÇÕES DA AUDIÊNCIA PÚBLICA EM 17/07/2014 Do total das contribuições recebidas: 10 recolhidas na Audiência Pública, em meio físico 287 recebidas no período de 17 a 31 de julho, por e-mail 261 analisadas, desconsideradas aquelas que não tratavam do assunto em questão 4 categorias de análise - Diretrizes e propostas para a área do Cais José Estelita 177 - Manifestações a favor do Projeto Novo Recife 64 - Pedido de cancelamento do protocolo Novo Recife 11 - Dúvidas e solicitações 3 - outros 6
  • 9. INDICAÇÕES DA AUDIÊNCIA PÚBLICA EM 17/07/2014 247 contribuições individuais 9 contribuições de entidades: - Gruposhowlndia - Rádio Frei Damião - Programa de Pós Graduação em Comunicação/UFPE - Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Urbano/UFPE - Comissão do Bairro do Cabanga - Design RTC - Ameciclo - Pense Recife - Direitos Urbanos 5 contribuições coletivas
  • 10. CONTRIBUIÇÕES RECEBIDAS Critério de análise: - Análise qualitativa, considerando a convergência das contribuições entre si, e com as premissas indicadas na audiência Usos: - Uso público das frentes d’água Áreas livres (parques, praças, ciclovias, espaços para práticas esportivas, inclusive corrida, caminhada, skate, brinquedos diversos, etc. - Equipamentos culturais, turísticos e educacionais (cinemas, museus, bibliotecas, galerias de arte) - Habitações de diferentes tipologias, inclusive de interesse social - Uso misto (habitação, comércio e serviços diversificados)
  • 11. CONTRIBUIÇÕES RECEBIDAS Arruamento: integração e continuidade do sistema viário, principalmente: - Av. Dantas Barreto em linha reta até o cais - Sistema viário de acesso à Ponte Joaquim Cardoso (bairros dos Coelhos e Boa Vista) Gabarito: redução de gabaritos e coeficientes, principalmente do lado da ZEPH 10 (Santo Antônio e São José) Preservação: permanência de elementos do patrimônio portuário e ferroviário Sobre o processo: Tramitação no Conselho das Cidades e atendimento ao Plano Diretor da Cidade do Recife
  • 12. 3. PLANO DIRETOR DO RECIFE
  • 13. 1.PLANO DIRETOR DO RECIFE – Lei Municipal nº 17.511/2008 Art. 147, I, "h”: Define “Plano” como instrumento de planejamento Art. 192: Os projetos especiais serão definidos para áreas que podem ser objeto de intervenções, que promovam sua requalificação urbana, sua sustentabilidade, com inclusão socioespacial e dinamização econômica. Art. 193: São definidas como áreas com potencialidades paisagísticas, fisicoestruturais, culturais e econômicas para implantação de projetos especiais: XIII – Cais de Santa Rita, Cais José Estelita e Cabanga Art. 194: Para as áreas destinadas à implantação de projetos especiais deverão ser elaborados planos específicos.
  • 14. 1.PLANO DIRETOR DO RECIFE – Lei Municipal nº 17.511/2008 Zoneamento geral (disponível no e-sig)
  • 15. SOBRE O PROCESSO - Em elaboração Projeto de Lei que institui e regulamenta Plano Específico para o Cais de Santa Rita, Cais José Estelita e Cabanga. - Entrega das orientações para redesenho do projeto Novo Recife - Realização de Audiência Pública do projeto redesenhado - Discussão da minuta do Projeto de Lei - Envio à Câmara de Vereadores do Recife (CVR)
  • 16. ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO PLANO ESPECÍFICO Zoneamento geral do Plano Diretor
  • 17. ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO PLANO ESPECÍFICO Delimitação
  • 18. PRINCÍPIOS URBANÍSTICOS QUE REGEM O PLANO ESPECÍFICO I.Reabilitação de estruturas urbanas existentes, dando-lhes uso sustentável e reforço à sua identidade, de acordo com os conceitos da Conservação Integrada; II.Compatibilidade de novas ocupações com a morfologia e o tecido urbano adjacentes, garantindo visadas do bairro de São José, de modo a preservar e valorizar a paisagem; III.Continuidade da malha viária da cidade histórica, em especial da Av. Dantas Barreto e ligações com o bairro da Boa Vista, garantindo integração e permeabilidade;
  • 19. PRINCÍPIOS URBANÍSTICOS QUE REGEM O PLANO ESPECÍFICO IV.Escalonamento de gabaritos nas quadras com vistas a composições volumétricas que apresentem dinamismo na paisagem urbana e possibilitem condições adequadas de ventilação, considerando a variedade do perfil urbano da cidade histórica à contemporânea; V.Implantação de um sistema de espaços públicos, inclusive parques de borda, conectados à malha urbana preexistente, com garantia do acesso e uso público da frente d’água e assegurada a integração física e visual à Bacia do Pina, com vistas a dinamizar o fluxo de pessoas e a articular os elementos componentes do território;
  • 20. PRINCÍPIOS URBANÍSTICOS QUE REGEM O PLANO ESPECÍFICO VI.Implantação de uso ativo e diversificado na escala do pedestre, com permeabilidade entre os espaços públicos e empreendimentos privados ao longo das quadras/faces de rua, aumentando vitalidade urbana e oportunidades de desenvolvimento de comércio e serviços de escala local; VII.Diversidade de usos públicos e privados que assegurem utilização permanente da área nas diferentes horas dos dias, visando a incrementar a segurança urbana, atendendo às demandas das populações atuais e futuras;
  • 21. PRINCÍPIOS URBANÍSTICOS QUE REGEM O PLANO ESPECÍFICO VIII. Promoção das condições de amenização e conforto ambiental, por meio da utilização de soluções volumétricas e técnicas que privilegiem a sustentabilidade das edificações e do espaço urbano como cobertura vegetal, tratamento, manejo ou reuso de águas, inclusive pluviais, embutimento de fiações diversas por meio de galerias técnicas ou soluções análogas, dentre outras.
  • 23. REQUISITOS Usos: - Uso não residencial no pavimento térreo em, no mínimo, 20% do perímetro de cada quadra, predominantemente nas ruas transversais, de modo a estimular a vitalidade urbana. - Usos de comércio e serviços de pequeno porte nos parques, preferencialmente utilizando-se dos vagões de trem e demais bens móveis remanescentes do patrimônio ferroviário.
  • 24. REQUISITOS Usos: - Uso habitacional de diferentes tipologias, de modo a estimular a diversidade social - Uso habitacional de interesse social a ser implantado no entorno imediato do empreendimento, com distância não superior a 300m do empreendimento, e de corredores de transporte público Quantidade mínima de 200 unidades habitacionais a serem financiados pelo empreendimento, no âmbito da adequação das mitigações/ compensações acordadas
  • 25. REQUISITOS Usos: - Usos diversos nos parques de frente d’água, pátio ferroviário e áreas livres sob o Viaduto Capitão Temudo Ciclovias Espaços para práticas esportivas, corrida, caminhada, skate Brinquedos diversos Equipamentos turísticos Equipamentos educacionais Equipamentos culturais e espaços multiuso para exposições Biblioteca Comércio e serviços de suporte às atividades dos parques (feiras, cafés, restaurantes, bancas de revistas, fiteiros, etc.)
  • 26. REQUISITOS Preservação: permanência de elementos do patrimônio portuário e ferroviário - Restauro/ conservação das três casas para uso comercial/ serviços ligado ao parque
  • 27. REQUISITOS - Restauro/ conservação dos armazéns “oficina de locomotivas” para implantação de equipamento cultural
  • 28. REQUISITOS - Intervenção/ adequação ao arruamento dos armazéns “oficina eletrotécnica” para implantação de usos (comercial/ serviços/ culturais) ligados ao parque
  • 29. REQUISITOS - Intervenção/ relocação dos tanques de melaço para implantação de usos (comercial/ serviços/ culturais) ligado ao parque
  • 30. REQUISITOS Arruamento: demolições de sistema viário - Demolição do Viaduto das Cinco Pontas e alças de acesso - Demolição e reposicionamento da Avenida Engenheiro José Estelita, de acordo com novo plano de arruamento Arruamento: registros no sistema viário e áreas verdes circundantes - Manutenção dos trilhos de trem nas novas vias - Marcação em piso diferenciado (paralelo de pedra, p. ex.) da localização original dos tonéis de melaço e dos armazéns de açúcar
  • 31. REQUISITOS Arruamento: continuidade das vias - Rua Bom Sucesso - Travessa do Raposo - Travessa Padre Azevedo - Rua Boa Esperança - Travessa da Bela Vista - Travessa do Gusmão - Av. Dantas Barreto - Rua Floriano Peixoto/ Praça Sérgio Loreto - Rua Cerro Corá Binário da Ponte Joaquim Cardoso
  • 32. REQUISITOS Arruamento: - Perfil-tipo A – vias principais (binários Eng. José Estelita e Ponte Joaquim Cardoso) 9,5m para três faixas de rolamento, sendo duas com 3,0m e uma com 3,5m para transporte público 1,5m para ciclovia unidirecional protegida, no sentido do fluxo 5,0m de passeio público com intensa arborização, a serem compatibilizados com o paisagismo das áreas verdes 5,0m de recuo ajardinado para as edificações, a ser compatibilizado com o paisagismo das áreas verdes
  • 33. REQUISITOS Arruamento: -Perfil-tipo B – vias transversais ao empreendimento 7,0m com duas faixas de rolamento – 3,5m cada 2,5m para ciclofaixa bidirecional 6,75m para passeio público e recuo ajardinado com intensa arborização, a serem compatibilizado com o paisagismo das áreas verdes
  • 34. REQUISITOS Arruamento: perfil-tipo A – vias principais (binários Eng. José Estelita e Ponte Joaquim Cardoso) 5,0m 5,0m 9,5m 5,0m 1,5m 0,5m alinhamento edifício parque/ área verde (imagem de referência) transporte motorizado passeio ciclovia passeio parque recuo ajardinado
  • 35. REQUISITOS Arruamento: perfil-tipo A – vias principais (binários Eng. José Estelita e Ponte Joaquim Cardoso) (imagem de referência)
  • 36. REQUISITOS Arruamento: perfil-tipo B – vias transversais 6,75m 2,5m 7,0m 6,75m 23,0m alinhamento inicial da edificação alinhamento inicial da edificação (imagem de referência) transporte motorizado passeio ciclofaixa passeio recuo recuo
  • 37. REQUISITOS Arruamento: perfil-tipo B – vias transversais (imagem de referência)
  • 38. REQUISITOS Edificações: características gerais - Limite da edificação na quadra/ lote apenas na projeção da edificação, SEM muros, grades ou outro elemento de vedação - Preferência pelo uso de materiais com bom desempenho térmico em relação à cidade - Integração com as áreas públicas sem fachadas cegas principalmente no nível da rua Arruamento/ passeios: características gerais - Preferência por pavimentos com melhor desempenho térmico em todas as vias - Ruas transversais em nível com os passeios públicos - Preferência por pisos drenantes nos passeios públicos
  • 40. CARTOGRAMA B: Parcelamento aprovado Cinco quadras resultantes do parcelamento aprovado 1 2 3 4 5 Vias existentes Novas vias
  • 41. CARTOGRAMA C: Novo arruamento Oito quadras resultantes do parcelamento aprovado 1 2 3 4 8 6 7 Vias existentes Novas vias Via de Pedestre
  • 42. CARTOGRAMA D: Novo arruamento com circulação Prolongamento da Av. Dantas Barreto em linha reta como grande passeio/ praça pública Melhor distribuição da infraestrutura viária com redução de percursos e distâncias de travessia para o pedestre Infraestrutura permanente para transporte não motorizado em todas as novas vias Vias existentes Novas vias Via de Pedestre Sentido proposto
  • 43. Maior integração e permeabilidade do território Uso ativo/ misto (comércio e serviços) nos lotes, voltados para a rua, predominantemente nas vias transversais Uso ativo (comércio, serviços, culturais etc.) nos parques Ponte Joaquim Cardoso Av. Central Dantas Barreto Sistema viário Uso misto nas quadras Parques/ áreas verdes Elementos preservados/ reabilitados CARTOGRAMA E: Áreas de uso público
  • 44. REQUISITOS Gabarito: redução de gabaritos máximos por trecho Trecho Localização do trecho Gabarito máximo 1 Viaduto Capitão Temudo à continuidade da Travessa Padre Azevedo Sem alteração 2 Continuidade da Travessa Padre Azevedo na esquina da face sul da Av. José com a face oeste da continuidade da Avenida Dantas Barreto 120m 3 Continuidade da Avenida Dantas Barreto – face oeste – à continuidade da Rua Cerro Corá 42m 4 Continuidade da Rua Cerro Corá ao fim do terreno 0m Quadras: Aumento do número de quadras resultantes da extensão do sistema viário, de 5 para 8
  • 45. Maior redução de gabarito Av. Dantas Barreto Menor redução de gabarito CARTOGRAMA F: Referências de gabarito
  • 46. CARTOGRAMA G Gabaritos projeto aprovado 140m 78m 125m 125m 128m 140m 140m 116m 128m 128m 86m 117m
  • 47. CARTOGRAMA H Gabaritos com ajuste Chegada do prolongamento da Av. Dantas Barreto Chegada do prolongamento da Travessa Padre Azevedo Chegada do prolongamento da Travessa do Raposo Gabarito máximo: 120m Gabarito máximo: 42m Afastamento mínimo: 50m Gabarito mantido (máximo 140m) TRECHO 2 TRECHO 3 TRECHO 4 TRECHO 1 (binário) Trav. do Raposo Trav. Pe. Azevedo Rua Boa Esperança Trav. Bela Vista Trav. do Gusmão Rua Cerro Corá Rua Bom Sucesso Praça Sérgio Loreto Av. José Estelita (sentido Sul) Av. José Estelita (sentido centro)
  • 48. CARTOGRAMA I Permanências Galpões “oficina eletrotécnica” no parque Três casas no parque Cilindros de melaço relocados no parque Afastamento mínimo: 50m Galpões “oficina de locomotivas” no parque TRECHO 2 TRECHO 3 TRECHO 4 TRECHO 1 (binário) Trav. do Raposo Trav. Pe. Azevedo Rua Boa Esperança Trav. Bela Vista Trav. do Gusmão Rua Cerro Corá Rua Bom Sucesso Praça Sérgio Loreto Av. José Estelita (sentido Sul) Av. José Estelita (sentido centro)
  • 49. CAIS JOSÉ ESTELITA Diretrizes urbanísticas espacializadas a serem observadas no redesenho do Projeto Novo Recife e entorno Recife, 10 de setembro de 2014.