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A hipertensão arterial pode ou não surgir
    em qualquer indivíduo, em qualquer
      época de sua vida, mas algumas
 situações aumentam o risco. Dentro dos
     grupos de pessoas que apresentam
    estas situações, um maior número de
   indivíduos será hipertenso. Como nem
   todos terão hipertensão, mas o risco é
    maior, estas situações são chamadas
    de fatores de risco para hipertensão.
 Idade:  Aumenta o risco com o aumento
  da idade.
 Sexo: Até os cinquenta anos,
  mais homens que mulheres desenvolvem
  hipertensão. Após os cinquenta anos, mais
  mulheres que homens desenvolvem a
  doença.
 Etnia: Mulheres afrodescendentes têm
  risco maior de hipertensão que
  mulheres caucasianas.
 Obesidade:  A presença de obesidade
  aumenta o risco de hipertensão.
 Consumo de álcool: O consumo elevado
  está associado a aumento de risco. O
  consumo moderado e leve tem efeito
  controverso, não homogêneo para todas
  as pessoas.
 Sedentarismo: O baixo nível de atividade
  física aumenta o risco da doença.
 Consumo de sal: Quanto maior o
  consumo de sal (sódio), maior o risco da
  doença.
                Entre outras.
A hipertensão arterial é considerada uma
  doença silenciosa, pois na maioria dos
   casos não são observados quaisquer
   sintomas no paciente. Quando estes
  ocorrem, são vagos e comuns a outras
        doenças, tais como dor de
 cabeça, tonturas, cansaço, enjoos, falta
       de ar e sangramentos nasais.
Esta falta de sintomas pode fazer com que o
       paciente esqueça de tomar o seu
   medicamento ou até mesmo questione a
    sua necessidade, o que leva a grande
           número de complicações.
A prevenção é o processo de evitar o
 surgimento de uma situação. Como a
pressão arterial tende a aumentar com
 a idade com as alterações vasculares
          que acompanham o
envelhecimento, pode-se questionar se
    a hipertensão arterial é previsível.
Mas existem medidas que podem
  postergar este aumento de pressão.
Estas medidas devem ser chamadas de
 medidas preventivas, mesmo que não
 impeçam, mas retardem o surgimento
      da hipertensão arterial. Neste
   contexto, são medidas preventivas:
 Alimentação  saudável.
 Consumo controlado de sódio.
 Consumo controlado
  de alcool, combate ao alcoolismo.
 Aumento do consumo de alimentos
  ricos em potássio.
 Combate ao sedentarismo.
 Combate ao tabagismo.
Doença provocada pela deficiência de
 produção e/ou de ação da insulina, que
leva a sintomas agudos e a complicações
           crônicas características.
  O distúrbio envolve o metabolismo da
   glicose, das gorduras e das proteínas e
 tem graves consequências tanto quando
    surge rapidamente como quando se
    instala lentamente. Nos dias atuais se
  constitui em problema de saúde pública
 pelo número de pessoas que apresentam
     a doença, principalmente no Brasil.
 Diabetes Mellitus tipo I:Ocasionado pela
  destruição da célula beta do pâncreas, em
  geral por decorrência de doença
  autoimune, levando a deficiência absoluta
  de insulina.
 Diabetes Mellitus tipo II:Provocado
  predominantemente por um estado de
  resistência à ação da insulina associado a
  uma relativa deficiência de sua secreção.
 Outras formas de Diabetes Mellitus:quadro
  associado a desordens
  genéticas, infecções, doenças
  pancreáticas, uso de medicamentos, drogas
  ou outras doenças endócrinas.
 Diabetes Gestacional:Circunstância na qual
  a doença é diagnosticada durante a
  gestação, em paciente sem aumento prévio
  da glicose.
Conforme pode ser observado no item acima
 (formas clínicas), são várias as causas do DM.
No DM tipo I, a causa básica é uma doença
     autoimune que lesa irreversivelmente as
  células pancreáticas produtoras de insulina
    (células beta). Assim sendo, nos primeiros
       meses após o início da doença, são
      detectados no sangue dos pacientes,
        diversos anticorpos sendo os mais
       importantes o anticorpo anti-ilhota
 pancreática, o anticorpo contra enzimas das
  células beta (anticorpos antidescarboxilase
 do ácido glutâmico - antiGAD, por exemplo)
            e anticorpos anti-insulina.
No DM tipo II, ocorrem diversos mecanismos de
     resistência a ação da insulina, sendo o
      principal deles a obesidade, que está
       presente na maioria dos pacientes.
Nos pacientes com outras formas de DM, o que
  ocorre em geral é uma lesão anatômica do
  pâncreas, decorrente de diversas agressões
                  tóxicas seja por
        álcool, drogas, medicamentos ou
             infecções, entre outras.
Os sintomas do DM são decorrentes do
  aumento da glicemia e das complicações
  crônicas que se desenvolvem a longo
  prazo.
Os sintomas do aumento da glicemia são:
 sede excessiva
 aumento do volume da urina,
 aumento do número de micções
 surgimento do hábito de urinar à noite
 fadiga, fraqueza, tonturas
 visão borrada
 aumento de apetite
 perda de peso.


       Estes sintomas tendem a se agravar
        progressivamente e podem levar a
                    complicações.
    Os sintomas das complicações envolvem
                        queixas
    visuais, cardíacas, circulatórias, digestivas,
    renais, urinárias, neurológicas, dermatológi
          cas e ortopédicas, entre outras.
 Idade maior ou igual a 45 anos
 História Familiar de DM ( pais, filhos e irmãos)
 Sedentarismo
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 Hipertensão arterial
 Uso de medicamentos que aumentam a
  glicose ( cortisonas, diuréticos tiazídicos e
  betabloqueadores)
A prevenção do DM só pode ser realizada no tipo
    II e nas formas associadas a outras alterações
  pancreáticas. No DM tipo I, na medida em que
   o mesmo se desenvolve a partir de alterações
       auto-imunes, essas podem ser até mesmo
   identificadas antes do estado de aumento do
    açúcar no sangue. Esse diagnóstico precoce
         não pode ser confundido porém com
        prevenção, que ainda não é disponível.
 No DM tipo II, na medida em que uma série de
  fatores de risco são bem conhecidos, pacientes
  que sejam portadores dessas alterações podem
    ser rastreados periodicamente e orientados a
   adotarem comportamentos e medidas que os
                retire do grupo de risco.
 manter peso normal
 praticar atividade física regular
 não fumar
 controlar a pressão arterial
        Essas medidas, sendo adotadas
     precocemente, podem resultar no não
        aparecimento do DM em pessoa
   geneticamente predisposta, ou levar a um
   retardo importante no seu aparecimento e
      na severidade de suas complicações.
A Doença Renal Crônica (DRC) consiste em
lesão renal e geralmente perda progressiva e
irreversível da função dos rins. Atualmente ela
   é definida pela presença de algum tipo de
  lesão renal mantida há pelo menos 3 meses
com ou sem redução da função de filtração.
Ela é classificada em estágios de acordo com
    a evolução conforme o quadro abaixo:


Estágio   Descirção                       Filtração Glomerular (FG)
    0        Risco de doença renal HAS,           > 90 mL/min
              Diabetes, Familiar c/DRC
    1     Lesão renal                     > 90 mL/min
    2     Lesão renal, leve FG            60 - 89 mL/min
    3     Moderada FG                     30 - 59 mL/min
    4     Avançada FG                     15 - 29 mL/min
    5     Falência renal                  < 15 mL/min
                                          diálise ou transplante
É conhecido atualmente que cerca de um em
  cada 10 adultos é portador de doença renal
crônica. A maioria destas pessoas não sabe que
    tem esta doença porque ela não costuma
  ocasionar sintomas, a não ser em fases muito
    avançadas. Em muitos casos o diagnóstico
  precoce e o tratamento da doença nas suas
   fases iniciais podem ajudar a prevenir que a
  doença progrida para fases mais avançadas
  (inclusive com a necessidade de tratamento
     com hemodiálise ou transplante de rim).
Como a doença renal muitas vezes está
  associada com diabetes, pressão alta e
  doenças do coração, o seu tratamento
também ajuda a evitar outras complicações
  como infarto do miocárdio, insuficiência
     cardíaca e derrames. Por isso, é
   importante saber algumas coisas a
respeito da doença renal e saber como
         preveni-la e detectá-la.
Os rins são os principais órgãos responsáveis
          pela eliminação de toxinas e
 substâncias, que não são mais importantes
      para o organismo. Eles também são
   fundamentais para manter os líquidos e
      sais do corpo em níveis adequados.
Alem disso eles ajudam produzindo alguns
   hormônios e participam no controle da
 pressão arterial. Por isso, doenças nos rins e
 a sua perda de função levam a uma série
              de problemas como:
 Pressão alta
 Doenças no coração
 Anemia
 Inchume
 Alterações em ossos e nervos.


As pessoas com maior risco de ter doenças nos
  rins são aquelas que tem:
 Diabetes
 Pressão alta
 Pessoas com doença renal na família
 Fraqueza
 Cansaço
 Inchaço em rosto, pés ou pernas
 Dificuldades para urinar
 Urina com espuma
 Urina com alterações na sua cor (escura ou
  avermelhada)
 Hipertensão (pressão alta)
 Diabetes
 Glomerulonefrites
 Doenças hereditárias como a Doença
  Policística
 Doenças hereditárias como a Doença
  Policística
 Obstruções (pedras nos rins, tumores)
O mais importante a saber é que a doença
      renal e todas estas complicações
 mencionadas acima podem ser facilmente
identificadas e o seu tratamento pode evitá-
                     las.
 Algumas medidas simples são capazes de
  detectar se você tem doença renal ou se
 tem maior risco de ser portador da mesma.
 Basta medir a pressão arterial e pedir ao seu
  médico para fazer um exame de urina, e a
     dosagem no sangue da creatinina.
O exame de urina pode mostrar a presença de
proteína, cuja presença continuada pode indicar
    uma lesão renal em fase inicial. A creatinina é
   uma substância do sangue que é filtrada pelos
   rins, por isso o seu aumento no sangue significa
     que há uma diminuição da função dos seus
 rins. Com a dosagem da creatinina no sangue o
         seu médico pode, através de fórmulas
simples, calcular a filtração glomerular, verificar se
      você tem Doença Renal Crônica e em que
       estágio ela se encontra. Outra lembrança
  importante é que a doença renal em suas fases
          iniciais tem um tratamento simples e
            eficaz, principalmente a base de
  dieta, medicações para tratamento de pressão
alta e diabetes, quando estas doenças estiverem
presentes e remédios para reduzir a eliminação de
                     proteínas pelos rins.
 Larissa Oliveira
 Luís Maurício
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Trabalho sobre hipertenção, diabetes e doenças renais

  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4. A hipertensão arterial pode ou não surgir em qualquer indivíduo, em qualquer época de sua vida, mas algumas situações aumentam o risco. Dentro dos grupos de pessoas que apresentam estas situações, um maior número de indivíduos será hipertenso. Como nem todos terão hipertensão, mas o risco é maior, estas situações são chamadas de fatores de risco para hipertensão.
  • 5.  Idade: Aumenta o risco com o aumento da idade.  Sexo: Até os cinquenta anos, mais homens que mulheres desenvolvem hipertensão. Após os cinquenta anos, mais mulheres que homens desenvolvem a doença.  Etnia: Mulheres afrodescendentes têm risco maior de hipertensão que mulheres caucasianas.
  • 6.  Obesidade: A presença de obesidade aumenta o risco de hipertensão.  Consumo de álcool: O consumo elevado está associado a aumento de risco. O consumo moderado e leve tem efeito controverso, não homogêneo para todas as pessoas.  Sedentarismo: O baixo nível de atividade física aumenta o risco da doença.  Consumo de sal: Quanto maior o consumo de sal (sódio), maior o risco da doença. Entre outras.
  • 7. A hipertensão arterial é considerada uma doença silenciosa, pois na maioria dos casos não são observados quaisquer sintomas no paciente. Quando estes ocorrem, são vagos e comuns a outras doenças, tais como dor de cabeça, tonturas, cansaço, enjoos, falta de ar e sangramentos nasais.
  • 8. Esta falta de sintomas pode fazer com que o paciente esqueça de tomar o seu medicamento ou até mesmo questione a sua necessidade, o que leva a grande número de complicações.
  • 9. A prevenção é o processo de evitar o surgimento de uma situação. Como a pressão arterial tende a aumentar com a idade com as alterações vasculares que acompanham o envelhecimento, pode-se questionar se a hipertensão arterial é previsível.
  • 10. Mas existem medidas que podem postergar este aumento de pressão. Estas medidas devem ser chamadas de medidas preventivas, mesmo que não impeçam, mas retardem o surgimento da hipertensão arterial. Neste contexto, são medidas preventivas:
  • 11.  Alimentação saudável.  Consumo controlado de sódio.  Consumo controlado de alcool, combate ao alcoolismo.  Aumento do consumo de alimentos ricos em potássio.  Combate ao sedentarismo.  Combate ao tabagismo.
  • 12.
  • 13. Doença provocada pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina, que leva a sintomas agudos e a complicações crônicas características. O distúrbio envolve o metabolismo da glicose, das gorduras e das proteínas e tem graves consequências tanto quando surge rapidamente como quando se instala lentamente. Nos dias atuais se constitui em problema de saúde pública pelo número de pessoas que apresentam a doença, principalmente no Brasil.
  • 14.  Diabetes Mellitus tipo I:Ocasionado pela destruição da célula beta do pâncreas, em geral por decorrência de doença autoimune, levando a deficiência absoluta de insulina.  Diabetes Mellitus tipo II:Provocado predominantemente por um estado de resistência à ação da insulina associado a uma relativa deficiência de sua secreção.
  • 15.  Outras formas de Diabetes Mellitus:quadro associado a desordens genéticas, infecções, doenças pancreáticas, uso de medicamentos, drogas ou outras doenças endócrinas.  Diabetes Gestacional:Circunstância na qual a doença é diagnosticada durante a gestação, em paciente sem aumento prévio da glicose.
  • 16. Conforme pode ser observado no item acima (formas clínicas), são várias as causas do DM. No DM tipo I, a causa básica é uma doença autoimune que lesa irreversivelmente as células pancreáticas produtoras de insulina (células beta). Assim sendo, nos primeiros meses após o início da doença, são detectados no sangue dos pacientes, diversos anticorpos sendo os mais importantes o anticorpo anti-ilhota pancreática, o anticorpo contra enzimas das células beta (anticorpos antidescarboxilase do ácido glutâmico - antiGAD, por exemplo) e anticorpos anti-insulina.
  • 17. No DM tipo II, ocorrem diversos mecanismos de resistência a ação da insulina, sendo o principal deles a obesidade, que está presente na maioria dos pacientes. Nos pacientes com outras formas de DM, o que ocorre em geral é uma lesão anatômica do pâncreas, decorrente de diversas agressões tóxicas seja por álcool, drogas, medicamentos ou infecções, entre outras.
  • 18. Os sintomas do DM são decorrentes do aumento da glicemia e das complicações crônicas que se desenvolvem a longo prazo. Os sintomas do aumento da glicemia são:  sede excessiva  aumento do volume da urina,  aumento do número de micções  surgimento do hábito de urinar à noite  fadiga, fraqueza, tonturas
  • 19.  visão borrada  aumento de apetite  perda de peso. Estes sintomas tendem a se agravar progressivamente e podem levar a complicações. Os sintomas das complicações envolvem queixas visuais, cardíacas, circulatórias, digestivas, renais, urinárias, neurológicas, dermatológi cas e ortopédicas, entre outras.
  • 20.  Idade maior ou igual a 45 anos  História Familiar de DM ( pais, filhos e irmãos)  Sedentarismo  HDL-c baixo ou triglicerídeos elevados  Hipertensão arterial  Uso de medicamentos que aumentam a glicose ( cortisonas, diuréticos tiazídicos e betabloqueadores)
  • 21. A prevenção do DM só pode ser realizada no tipo II e nas formas associadas a outras alterações pancreáticas. No DM tipo I, na medida em que o mesmo se desenvolve a partir de alterações auto-imunes, essas podem ser até mesmo identificadas antes do estado de aumento do açúcar no sangue. Esse diagnóstico precoce não pode ser confundido porém com prevenção, que ainda não é disponível. No DM tipo II, na medida em que uma série de fatores de risco são bem conhecidos, pacientes que sejam portadores dessas alterações podem ser rastreados periodicamente e orientados a adotarem comportamentos e medidas que os retire do grupo de risco.
  • 22.  manter peso normal  praticar atividade física regular  não fumar  controlar a pressão arterial Essas medidas, sendo adotadas precocemente, podem resultar no não aparecimento do DM em pessoa geneticamente predisposta, ou levar a um retardo importante no seu aparecimento e na severidade de suas complicações.
  • 23.
  • 24. A Doença Renal Crônica (DRC) consiste em lesão renal e geralmente perda progressiva e irreversível da função dos rins. Atualmente ela é definida pela presença de algum tipo de lesão renal mantida há pelo menos 3 meses com ou sem redução da função de filtração.
  • 25. Ela é classificada em estágios de acordo com a evolução conforme o quadro abaixo: Estágio Descirção Filtração Glomerular (FG) 0 Risco de doença renal HAS, > 90 mL/min Diabetes, Familiar c/DRC 1 Lesão renal > 90 mL/min 2 Lesão renal, leve FG 60 - 89 mL/min 3 Moderada FG 30 - 59 mL/min 4 Avançada FG 15 - 29 mL/min 5 Falência renal < 15 mL/min diálise ou transplante
  • 26. É conhecido atualmente que cerca de um em cada 10 adultos é portador de doença renal crônica. A maioria destas pessoas não sabe que tem esta doença porque ela não costuma ocasionar sintomas, a não ser em fases muito avançadas. Em muitos casos o diagnóstico precoce e o tratamento da doença nas suas fases iniciais podem ajudar a prevenir que a doença progrida para fases mais avançadas (inclusive com a necessidade de tratamento com hemodiálise ou transplante de rim).
  • 27. Como a doença renal muitas vezes está associada com diabetes, pressão alta e doenças do coração, o seu tratamento também ajuda a evitar outras complicações como infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca e derrames. Por isso, é importante saber algumas coisas a respeito da doença renal e saber como preveni-la e detectá-la.
  • 28. Os rins são os principais órgãos responsáveis pela eliminação de toxinas e substâncias, que não são mais importantes para o organismo. Eles também são fundamentais para manter os líquidos e sais do corpo em níveis adequados. Alem disso eles ajudam produzindo alguns hormônios e participam no controle da pressão arterial. Por isso, doenças nos rins e a sua perda de função levam a uma série de problemas como:
  • 29.  Pressão alta  Doenças no coração  Anemia  Inchume  Alterações em ossos e nervos. As pessoas com maior risco de ter doenças nos rins são aquelas que tem:  Diabetes  Pressão alta  Pessoas com doença renal na família
  • 30.  Fraqueza  Cansaço  Inchaço em rosto, pés ou pernas  Dificuldades para urinar  Urina com espuma  Urina com alterações na sua cor (escura ou avermelhada)
  • 31.  Hipertensão (pressão alta)  Diabetes  Glomerulonefrites  Doenças hereditárias como a Doença Policística  Doenças hereditárias como a Doença Policística  Obstruções (pedras nos rins, tumores)
  • 32. O mais importante a saber é que a doença renal e todas estas complicações mencionadas acima podem ser facilmente identificadas e o seu tratamento pode evitá- las. Algumas medidas simples são capazes de detectar se você tem doença renal ou se tem maior risco de ser portador da mesma. Basta medir a pressão arterial e pedir ao seu médico para fazer um exame de urina, e a dosagem no sangue da creatinina.
  • 33. O exame de urina pode mostrar a presença de proteína, cuja presença continuada pode indicar uma lesão renal em fase inicial. A creatinina é uma substância do sangue que é filtrada pelos rins, por isso o seu aumento no sangue significa que há uma diminuição da função dos seus rins. Com a dosagem da creatinina no sangue o seu médico pode, através de fórmulas simples, calcular a filtração glomerular, verificar se você tem Doença Renal Crônica e em que estágio ela se encontra. Outra lembrança importante é que a doença renal em suas fases iniciais tem um tratamento simples e eficaz, principalmente a base de dieta, medicações para tratamento de pressão alta e diabetes, quando estas doenças estiverem presentes e remédios para reduzir a eliminação de proteínas pelos rins.
  • 34.
  • 35.  Larissa Oliveira  Luís Maurício  Rayanne Joyce  Rebecca Cabo