Estruturas e formas do planeta terra 2

647 visualizações

Publicada em

Estrutura do Planeta Terra

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
647
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
69
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
22
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Estruturas e formas do planeta terra 2

  1. 1. ESTRUTURAS E FORMAS DO PLANETA TERRA: OS MOVIMENTOS DA CROSTA TERRESTRE SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2
  2. 2. Competências e habilidades: • Trabalhar a percepção da relatividade dos conhecimentos científicos; • Construir e aplicar habilidades relativas ao domínio da linguagem escrita (leitura), como meio de vislumbrar as dimensões presentes num texto; • Construir e aplicar habilidades relativas ao domínio da linguagem cartográfica, como meio de visualização sintética da relação entre realidades geográficas naturais distintas; • Selecionar, organizar, relacionar e interpretar dados e informações, representado sem tabelas; • Construir e aplicar conceitos trabalhados pela Geografia, que têm origem na Geofísica e na Geologia.
  3. 3. Conteúdos: • O tempo geológico; • A deriva continental; • As placas tectônicas; • Os terremotos; • O vulcanismo;
  4. 4. • Tempo Geológico Escala de tempo geológico representa a linha do tempo desde o presente até a formação da Terra, dividida em éons, eras, períodos, épocas e idades, que se baseiam nos grandes eventos geológicos da história do planeta.
  5. 5. • O primeiro mapa representa a Terra há 225 milhões de anos, no Período Permiano, a época em que se inicia a abertura dos oceanos; • No segundo mapa, Período Triássico, 25 milhões de anos depois, o grande bloco terrestre observado no primeiro mapa já apresenta fragmentos e espaços preenchidos pela água; • No terceiro mapa, Período Jurássico, essas aberturas já são maiores, após a passagem de mais 65 milhões de anos; • No quarto mapa, Período Cretáceo, essas aberturas estão ainda maiores, após mais 70 milhões de anos; • Até o mapa atual, 65 milhões de anos depois, essa abertura só fez aumentar.
  6. 6. • Os blocos continentais que estavam se formando como fragmentos de uma única massa continental (Pangeia) parecem peças de um quebra-cabeça. A América do Sul não parece se ajustar bem à costa ocidental da África. • Esse processo representado nos mapas é o de abertura dos oceanos por entre fragmentos de um único bloco continental, o que representa a formação dos continentes que conhecemos.
  7. 7. • Hutton e Lyell não perceberam essa movimentação e assim, não fizeram estudos a respeito. Essa é a lacuna que será preenchida no conhecimento geológico que Hutton e Lyell legaram para o século XX.
  8. 8. • Afinal, além dos processos lentos bem apreendidos por Hutton, existiam outros movimentos que permaneciam misteriosos. Pesquisas posteriores encontraram nas costas da África e da América do Sul fósseis de vegetais idênticos, em estratos rochosos antigos. Se são idênticos não é porque estavam próximos, se afastando depois, ao longo de 200 milhões de anos. Isso se confirma com a presença, nos dois lados, de estruturas geológicas e rochas também idênticas. Parece não haver dúvida: um dia esses blocos continentais integravam um único continente. Wegener teve de fato uma intuição genial e revolucionária que inaugurou uma nova era nos conhecimentos sobre a Terra.
  9. 9. As placas tectônicas • A crosta terrestre é formada por placas que flutuam sobre um material viscoso chamado magma. Inicialmente admitiu-se a existência de 6 placas; hoje estão identificadas aos menos 15 placas: Placa Eurasiática, Placa das Filipinas, Placa Australiana, Placa da Antártica, Placa da Índia, Placa da Arábia, Placa Africana, Placa Sul-Americana, Placa Nazca, Placa Caribenha, Placa Cocos, Placa Juan de Fuca, Placa Norte-Americana, Placa do Pacífico e Placa de Scotia. • No interior de algumas placas se encontram os blocos continentais, normalmente, nas placas maiores. Por exemplo, na Placa Norte-Americana se encontra os EUA, o Canadá, o México, a Groenlândia e um segmento da Ásia.
  10. 10. • As áreas de encontro das placas são fundamentais para se entender certos eventos geológicos como o vulcanismo e os terremotos. Por exemplo: nota-se que o Japão situa-se no encontro de duas ou três placas (Norte- Americana, Eurasiática e a Placa das Filipinas), e isso tem conseqüências na instabilidade geológica que ali ocorre. A existência dessas placas e o fato de elas se movimentarem trazem para a superfície terrestre conseqüências que já se sabe e que, aliás, foi por onde essa descoberta começou: a deriva continental.
  11. 11. • Vulcanismo é um fenômeno geológico que ocorre do interior da Terra para a superfície, quando há o extravasamento do magma em forma de lava, além de gases e fumaça. O termo vulcanismo é utilizado para designar uma série de fenômenos e elementos vulcânicos.
  12. 12. • O processo de vulcanismo é resultado das características de pressão e temperatura contidas no subsolo. Além disso, os vulcões se estabelecem, em geral, em regiões que limitam placas tectônicas, salvo o vulcanismo ligado ao ponto quente, neste caso esse processo pode ocorrer no interior de uma placa.

×