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Seus desafios se relacionam a
DISCIPLINA & MELHORIA no
cumprimento de padrões e INOVAÇÃO
A CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS e
uma CULTURA voltada à Gestão de
Riscos estão em sua pauta
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Qual a sua estratégia para atingir seus objetivos ?
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A ATSG atua com Desenvolvimento
Organizacional baseado em Normas e em
Critérios de Prêmios
Atualmente são mais de trinta Normas e Critérios
de Prêmios em nosso escopo de atuação
São soluções EFICAZES e EFICIENTES,
personalizadas para cada Cliente
POR QUE A ATSG ?
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POR QUE A ATSG ?
Foco na excelência do Sistema de Gestão
Competência e Especialização na condução de
Sistemas de Gestão baseados em Normas
Incremento na eficácia e eficiência do Sistema de
Gestão de seus Clientes
Contínua e permanente atualização tecnológica
aplicada aos Sistemas de Gestão,
em função das pesquisas da ATSG
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Nossos serviços visam elevados patamares de
desempenho e a motivação para a melhoria,
inovação e geração de insights, e incluem:
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Larga experiência na prestação de serviços em
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Serviços incluem desde a sensibilização massiva
da força de trabalho, passando pela capacitação
dos diversos níveis da organização, e chegando
ao coaching para altos executivos
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Especializada na Formação de Auditores Líderes de
Sistemas de Gestão, sendo a pioneira no
lançamento do Lead Assessor de Sistemas
Integrados de Gestão no Brasil com o
Reconhecimento da ABENDI RAC (www.rac.org.br)
Pioneira em cursos reconhecidos pela ABENDI RAC
voltados à gestão de riscos (ISO 31000) e gestão da
continuidade dos negócios (ISO 22301)
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Amplo escopo de cursos certificados pelo RABQSA
International (www.rabqsa.com)
Milhares de auditores líderes e internos formados
em diferentes países
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CERTIFICAÇÕES DA ATSG
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Cada vez mais a busca da competitividade passa pela adoção e
aplicação de modelos de sistemas de gestão baseados em
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51 3333-4440
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www.rogeriomeira.com.br
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ALGUNS DE NOSSOS PRINCIPAIS CLIENTES
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Rogério Campos Meira, profissional com mais de 25 anos de atuação, além de
autor, articulista e uma larga vivência internacional, já conduziu centenas de
palestras no Brasil e exterior, aliando consistência e profundidade do
conteúdo com uma singular e bem humorada capacidade de interação com os
participantes, reforçando a mediação do aprendizado.
Engenheiro Mecânico
Mastère em Gerenciamento da Qualidade (ENSAM - Paris / França)
Cursos de especialização nos EUA, FRANÇA, JAPÃO e INGLATERRA
CQA - Certified Quality Auditor, CMQ / OE - Certified Manager of Quality / Organizational Excellence,
CHA - Certified Hazard Analysis and Critical Control Point (HACCP) Auditor e CBA – Certified
Biomedical Auditor - pela ASQ (American Society for Quality)
CBRM - Certified Business Resilience Manager, CRBA - Certified Business Resilience Auditor and MABR
– Masters Achievement in Business Resilience – pelo BRCCI (Business Resilience Certification
Consortium International)
Autor da série "Entendendo a Qualidade" (5 volumes), editada pelo SEBRAE
Examinador do Prêmio Nacional da Qualidade em 1993 e 1995
Examinador Sênior do Prêmio Nacional da Qualidade de 1996 a 1999
Juiz do Prêmio Qualidade RS de 1996 a 2004 e de 2006 a 2010
Juiz nas rodadas preliminares do ITEA – International Team Excellence Award (ASQ – American Society
for Quality) – 2008 / 09 e 2011 / 12
Diretor Executivo da ATSG - Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão
Responsável Técnico
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Exemplos de Cases
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CASE 1
Cliente: Provedor de acesso a internet
Ano: 2007
Projeto: Linha de Frente
Principais objetivos:
Aproximar os funcionários dos clientes residenciais, empresariais, de portal
e de sva’s
Identificar oportunidades de melhorias:
Nas regras de negócio, produtos & serviços
Na redução de custos do contact center
Em processos & sistemas de atendimento
Resumo:
250 funcionários voluntários: São Paulo (100) e Porto Alegre (150)
Cada um atendeu durante 3 horas em uma P.A., Atuando como um agente
do contact center, em contato direto com os clientes
53% dos participantes nunca havia visitado o contact center
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CASE 1
Contexto
2.150 operadores, 970 P.A.’S em 3 diferentes fornecedores de contact center
em 2 localidades: São Paulo e Porto Alegre
Atendimento por telefone, e-mail, chat & voip 2006:13,7 milhões de
contatos com os clientes
Duração total do Projeto: 3 meses, incluindo planejamento, treinamento e
condução dos eventos
Resultados:
Melhora significativa nos índices de satisfação dos clientes
Total de sugestões recebidas 141
2 meses após a realização dos eventos:
Implementadas 25
Em implementação 25
Em análise e priorização 91
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CASE 2
Cliente: Indústria
Ano: 2010
Projeto: Diagnóstico da Gestão e da Cultura da Excelência
Contexto: Indústria tradicional, com importantes desafios relacionados à
qualidade, meio ambiente e saúde e segurança ocupacionais
Principais objetivos:
(1) avaliar o desenho da estrutura organizacional voltada à Qualidade
(2) estimar a percepção / comprometimento das pessoas em relação ao
tema Qualidade
(3) analisar as operações destinadas a assegurar Qualidade, sob uma
perspectiva de processos
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CASE 2
Check-lists propostos por Karl Weick e Kathleen Sutcliffe em Managing the
Unexpected “Avaliando a Capacidade de Assegurar Desempenho”
Atenção e Foco das Pessoas e Líderes
Vulnerabilidade à falta de Atenção e Foco
Atitudes diante de dúvidas
Métodos de trabalho
Preocupação com Falhas
Atitude diante do “simples”
Visão do todo
Aprendizado
Deferência ao “conhecimento”
Resultados: melhor ambiente para implementação de um sistema integrado de
gestão, melhor compreensão da cultura organizacional, permitindo a definição
de ações de melhoria
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Assessing Capabilities for Assured Performance
0,0%
20,0%
40,0%
60,0%
80,0%
100,0%
Firm’s Mindfulness
Vulnerability to Mindlessness
Tendency toward Doubt, Inquiry
and Updating
Work Methods
Preoccupation with FailureReluctance to Simplify
Sensitivity to Operations
Commitment to Resilience
Deference to Expertise
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CASE 3
Cliente: Indústria - Comércio
Ano: desde 2011
Projeto: Avaliação da gestão de rede de concessionárias
Principais objetivos:
Revisar os critérios de avaliação, alinhando-os os Critérios de Excelência do
Prêmio Nacional da Qualidade
Ter concessionárias em condições de se candidatar ao PNQ em um
horizonte de X anos
Resumo:
Revisão e treinamento dos envolvidos com os Critérios de Avaliação
Avaliação terceirizada de rede de mais de 80 concessionárias
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Escopo de Atuação da ATSG
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Escopo de Atuação da ATSG
A série ISO 9000 foi editada originalmente em 1987. A ISO 9001, norma que
apresenta os requisitos para a certificação de Sistemas de Gestão da
Qualidade, está em sua quarta versão, que foi publicada em 2008.
Recentemente foi superada a marca de 1 milhão de certificados ISO 9001
emitidos ao redor do mundo, distribuídos em mais de 175 países. Sem
sombra de dúvida uma das mais populares normas editadas pela ISO e está
focada na capacidade das organizações entender e atender os requisitos do
cliente e os legais, aplicáveis aos seus produtos, bem como na melhoria
contínua.
Na esteira do sucesso da ISO 9001, em meados da década da 90 - mais
precisamente em 1996 - a ISO publicou uma séria de normas voltadas à
gestão ambiental. Trata-se da família ISO 14000, uma das maiores e mais
populares série de normas publicadas pela ISO, que permite a certificação
de sistemas de gestão ambiental. Em um mundo onde a sustentabilidade é
algo cada vez mais discutido, a ISO 14001 desempenha um importante
papel. Dentro da família ISO 14000 existem também importantes normas
sobre ACV - Análise do Ciclo de Vida e análise do desempenho ambiental,
ISO 14031.
ISO
14001
ISO
9001
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OSHAS
18001
Pode-se dizer que a OHSAS 18001 representa um terceiro eixo de normas
genéricas sobre sistemas gestão, além do eixo qualidade (ISO 9001), meio
ambiente (ISO 14001) e responsabilidade social (SA 8000 / NBR 16001). A
OHSAS 18001 mantém a mesma estrutura de requisitos da ISO 14001,
porém com foco na saúde e na segurança ocupacional. A norma requer uma
abordagem pró-ativa, sistemática e sistêmica para o trato das questões que
tenham ou possam ter impacto na saúde e na segurança dos trabalhadores.
A norma foi editada originalmente em 1999 e revisada em 2007.
ISO
22000
A ISO 22000 especifica os requisitos para um sistema de gestão da
segurança de alimentos onde uma organização na cadeia produtiva de
alimentos precisa demonstrar sua habilidade em controlar os perigos a
segurança de alimentos a fim de garantir que o alimento esteja seguro no
momento do consumo humano. A norma é aplicável a todas as
organizações, independente de tamanho, que estejam envolvidas em
qualquer etapa da cadeia de fornecimento. A ISO 22000 também requer a
implementação de mecanismos de APPCC/HACCP.
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ISO
17025
Segundo a máxima de que o lado concreto da qualidade é a metrologia, esta
é uma disciplina vital quando de se discutem sistemas de gestão
certificados, seja da qualidade, meio ambiente ou saúde e segurança
ocupacional. Afinal, todas as medições requeridas por qualquer norma não
terão valor, se não foram confiáveis. A ISO 17025 divide seus requisitos em
duas grandes famílias: os requisitos gerenciais e os técnicos. A ISO 17025 é
aplicável tanto a laboratórios de calibração, quanto de ensaios.
ISO
28000
A ISO 28000 é uma das mais recentes séries de normas publicadas pela
ISO. Observa a mesma estrutura da ISO 14000 (em termos de requisitos),
porém o seu foco é a prevenção de usos indevidos da cadeia logística para
produzir danos. Assim, está focada em análises das vulnerabilidades e dos
riscos que as organizações nas diversas etapas da cadeia logística
possuem. Abordagens pró-ativas, sistemáticas e sistêmicas para se tratar a
questão segurança são os princípios que as organizações devem atender
para se adequar à ISO 28000.
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ISO
22301
A ISO 22301 é uma Norma certificável que apresenta os requisitos para um
sistema de gestão da continuidade dos negócios. Ela fornece uma base
para a compreensão, desenvolvimento e implementação do conceito da
continuidade dos negócios dentro da organização e, portanto, provê
confiança às partes interessadas quanto a sua capacidade de reagir a
fenômenos que possam impactar a as suas operações. Esta norma oferece
às organizações uma estrutura para garantir que elas possam continuar
operando durante as circunstâncias mais difíceis e inesperadas - proteger
seus funcionários, preservando sua reputação e fornecendo a capacidade
de continuar agindo e negociando.
ISO
31000
Esta é uma norma que fornece princípios e diretrizes a fim de auxiliar as
empresas a gerir os riscos de forma eficaz. Recomenda a implementação e
a melhoria contínua do processo de gestão de risco como parte essencial
do sistema de gestão da organização. Entre outras vantagens, a ISO 31000
auxilia as organizações a atingirem seus objetivos, incentivando uma
gestão proativa e a necessidade de identificar e tratar os riscos, diminuindo
as potenciais perdas e melhorando a eficácia operacional e a eficiência de
gestão. A família de normas inclui a ISO 31010, que apresenta diversas
metodologias aplicáveis aos sistemas de gestão de riscos.
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ISO TS
16949
A ISO TS 16949 é um dos primeiros exemplos de normas setoriais
complementares à ISO 9001. Neste tipo de norma a estrutura básica da ISO
9001 é mantida, acrescentando-se requisitos adicionais que representem
necessidades específicas de um determinado setor. A ISO TS 16949 procura
consolidar em um único documento normativo internacional as
necessidades do segmento automotivo, incluindo a aplicação de algumas
ferramentas, como FMEA, APQP, PPAP, CEP e MSA.
ISO TS
29001
A ISO / TS 29001 é uma especificação técnica da ISO que fornece os
requisitos de Sistema de Gestão da Qualidade para fornecedores de
produto e prestadores de serviço para a indústria de petróleo, petroquímica
e gás natural. Ela é baseada na ISO 9001 e inclui requisitos adicionais
específicos do setor. A especificação técnica ISO / TS foi elaborada pelo ISO
/ TC 67 e possui requisitos similares a norma API Q1 - Especificação para
Programas da Qualidade para a Indústria de Gás Natural, Petróleo e
Petroquímica.
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ISO
29990
A Norma 29990 – publicada em 2010 – apresenta os requisitos básicos para
provedores de serviços de aprendizado para educação não-formal e
treinamento. A norma tem duas grandes seções: (a) Serviços de
Aprendizado e (b) Gestão do Provedor de Serviços de Aprendizado. Temas
como determinação das necessidades de aprendizado, projeto dos serviços
de aprendizado e monitoramento dos serviços são tratados na primeira
seção. Já na segunda, são cobertos assuntos como estratégia e gestão do
negócio, ações corretivas e preventivas, análise crítica pela direção e
alocação de recursos. A ISO 29990 é uma norma “certificável” e –
naturalmente – não substitui nenhum requisito compulsoriamente aplicável
a um dado provedor de serviços.
SA 8000/
NBR 16001
Com focos distintos, as normas SA 8000 e NBR 16001 compõem o que se
pode chamar do quarto eixo das normas de sistemas de gestão: as com
foco na responsabilidade social. Essas normas procuram avaliar a
capacidade das organizações de entender e atender a parte interessada
"sociedade", onde a SA 8000 foca mais diretamente as relações de trabalho
na cadeia de fornecimento e a NBR 16001 procura analisar os aspectos e
impactos da organização, sob as três perspectivas preconizadas pelo triple
bottom line: ambiental, econômico e social.
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ISO
10018
Mantendo os elementos-chave da ISO 9001 mas focada em pessoas, a ISO
10018 – publicada em 2012 – é uma norma de suporte que visa contribuir para
o entendimento das questões “humanas” em sistemas de, com isso é uma
significativa contribuição para os processos de melhoria contínua. A ISO
10018 apresenta algumas importantes características: (1) alinhamento aos
oito princípios de gestão da qualidade da ISO 9000; (2) identificação e gestão
dos fatores humanos que podem afetar a qualidade; (3) mecanismos para a
obtenção da participação e da competência das pessoas.
ISO
10015
Oferece diretrizes para o treinamento e aprendizado organizacional e busca
atender as necessidades relacionadas à qualidade do treinamento realizado.
Utiliza para tanto um enfoque baseado em processos e determina que o
treinamento seja baseado em princípios pedagógicos e de aprendizado
organizacional a fim de satisfazer, com eficácia e eficiência, os objetivos da
organização. Na Norma ISO 10015 o treinamento é visto como um recurso
estratégico definido com base em necessidades futuras (e de melhoria) da
organização, além das necessidades (atuais) relacionadas à competência e de
treinamento propriamente dito.
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SAE AS
9100/NBR
15100
Nos anos 90, em função do processo de internacionalização da produção
aeroespacial, identificou-se a necessidade de criar um modelo de gestão da
qualidade para o setor aeroespacial. Em 1999 o IAQG (International
Aerospace Quality Group) publicou uma série de normas publicada
internacionalmente. Nas Américas, é publicada pela SAE e recebeu o
número de AS 9100, norma internacional para Sistemas de Gestão da
Qualidade para o setor aeroespacial. Além dos requisitos da ISO 9001: 2008,
a SAE AS 9100 (no Brasil publicada como NBR 15100) traz requisitos
específicos para o setor, a fim de que se possa garantir segurança,
confiabilidade e qualidade nos produtos e serviços aeroespaciais.
NBR
14789 /
NBR
15789
Internacionalmente, a certificação florestal voluntária vem se
desenvolvendo desde a década de 80, contando com vários sistemas
operando e cooperando entre si. Dentre eles pode-se destacar o FSC -
Forest Stewardship Council. O Brasil desenvolveu o seu próprio conjunto
de normas que permitem a certificação de sistemas de manejo florestal,
cujas principais são: NBR 14789 para florestas plantadas e NBR 15789 para
florestas nativas, além da 14790 que tem foco na chamada cadeia de
custódia. A certificação CERFLOR possui reconhecimento internacional do
PEFC - Programme for the Endorsement of Forest Certification Schmes.
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NBR
15401
Esta Norma – certificável – especifica os requisitos relativos à
sustentabilidade de meios de hospedagem, estabelecendo critérios
mínimos de desempenho em relação à sustentabilidade e permitindo a um
empreendimento formular uma política e objetivos que levem em conta os
requisitos legais e as informações referentes aos impactos ambientais,
socioculturais e econômicos significativos. É aplicável aos aspectos que
podem ser controlados pelo empreendimento ou sobre os quais ele possa
exercer influência.
UNE
66177
A UNE 66177 é uma norma espanhola publicada em junho de 2005 e tem por
objetivo auxiliar as organizações que desejam integrar seus sistemas de
gestão da qualidade (baseados na ISO 9001), ambiental (ISO 14001) e saúde
e segurança ocupacional (OHSAS 18001) . Ela oferece diretrizes para
implementar um processo de integração dos sistemas de gestão afim de
que as organizações possam aumentar sua eficácia e eficiência. Esta é a
primeira norma a abordar a integração de sistemas de gestão e adota a
abordagem por processos de forma ampla para as três disciplina
(qualidade, meio ambiente e saúde e segurança ocupacional).
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BS 8900
Essa norma se destina a apoiar as organizações a implementar uma
abordagem sistêmica para o Desenvolvimento Sustentável alavancando o
aprendizado e o gerenciamento de riscos e oportunidades. Baseia-se na
construção do conhecimento e no processo de tomada de decisão que
promova sucesso contínuo e duradouro, possibilitando que as organizações
busquem a sustentabilidade de seus negócios considerando os impactos
sociais, ambientais e econômicos das suas atividades. Por fim, apresenta
uma interessante Matriz de maturidade do desenvolvimento sustentável.
BS
PAS 99
Desenvolvida pelo BSI – British Standards Institution, a BS PAS 99 é uma
especificação que aborda requisitos comuns às diversas normas de sistemas
de gestão. Estabelece, dessa forma, um modelo para que as organizações
implementem e/ou integrem múltiplos sistemas de gestão baseados em
normas e suas respectivas avaliações de conformidade. Assim, a BS PAS 99
é um documento de apoio que auxilia as empresas a se beneficiarem com a
implementação de um sistema de gestão integrado e com a gestão eficaz
desses requisitos.
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ISO
10002
A ISO 10002 - Satisfação do Cliente e Tratamento de Reclamações, fornece
princípios para uma organização implementar um processo de tratamento de
reclamações de clientes. Esta norma fornece os princípios, critérios e
orientações para o tratamento de reclamações, beneficiando a organização
pelo(a) (1) aumento da confiança que seus clientes passarão a ter, (2) redução
dos custos da não - qualidade e (3) necessidade de comprometimento da alta
direção com o processo de tratamento de reclamações de clientes, e (4)
contribuição para a identificação da(s) causa(s) raiz do(s) incidente(s) que
gerou(aram) a(s) reclamação(ões).
ISO
13485
Esta é uma norma de Sistemas de Gestão da Qualidade aplicada às
organizações que fornecem equipamentos médicos, a fim de garantir o
atendimento aos requisitos regulamentares e dos clientes, de maneira
sistemática e sistêmica. O principal objetivo dessa norma é facilitar o
atendimento às exigências regulamentares harmonizadas em relação aos
requisitos da qualidade aplicáveis a dispositivos médicos. Sua estrutura
guarda semelhança com a ISO 9001, adicionando requisitos específicos,
como análise de riscos e fabricação esterilizada. A ISO 13485 contribui com a
manutenção da conformidade aos requisitos regulamentares e de clientes,
com o gerenciamento de riscos e com a eficácia dos processos associados
ao projeto, fabricação e distribuição de equipamentos médicos.
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ISO
17065
A ISO 17065 substitui o ISO Guia 65:1996 e especifica requisitos a serem
atendidos pelos organismos de certificação de produtos, processos e
serviços. A Norma está organizada em cinco requisitos auditáveis (4)
Requisitos Gerais, (5) Requisitos de Estrutura, (6) Requisitos de Recursos, (7)
Requisitos de Processos e (8) Requisitos do Sistema de Gestão. Visa
assegurar que os organismos de certificação operem de maneira competente,
consistente e imparcial.
ISO
20121
A ISO 20121 contribui com os processos de tomada de decisões das
organizações no que diz respeito à aplicação do conceito de sustentabilidade
em suas atividades relacionadas a eventos. Ela pode ser adotada por
organizações de diferentes portes envolvidas no projeto e execução de
eventos, e acomoda diferentes condições geográficas, culturais e sociais. A
Norma pode ser aplicada por todos os membros da cadeia de fornecimento
envolvidos, incluindo organizadores de eventos, gestores de eventos,
construtores e fornecedores de logística. A ISO 20121 fornece a estrutura
para identificar e gerenciar os impactos sociais, econômicos e ambientais
potencialmente negativos de eventos, visando eliminá-los ou minimizá-los.
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ISO
31010
Esta é uma importante Norma de suporte à ISO 31000 que apresenta boas
práticas para a seleção e utilização das técnicas para o processo de
avaliação de riscos. O processo de avaliação de riscos conduzido de
acordo com os métodos apresentados na ISO 31010 contribui para outras
atividades da gestão de riscos. Os métodos apresentados na Norma são
aqueles que já atingiram um nível satisfatório de consenso profissional.
Adota uma abordagem que provê orientações para diversos setores e
tipos de sistemas, bem como uma apresentação estruturada para cada
técnica.
Modelos
de
Excelência
EFQM
A EFQM – European Foundation for Quality Management, é uma fundação
europeia sem fins lucrativos, fundada em 1988 por um conjunto de 14
empresas daquele continente. Em 1991, foi criado o Modelo de Excelência
desenvolvido pela EFQM e tornou-se um referencial para avaliação da
gestão. é baseado em 9 critérios, sendo 5 avaliando as práticas de gestão
("enablers"): Liderança, Pessoas, Política & Estratégia, Parcerias &
Recursos e Processos, além de 4 que avaliam resultados: Pessoas,
Clientes, Sociedade e Desempenho Chave do Negócio.
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NBR
15419/ISO
IWA 2
Estabelecimentos de ensino interessados em implementar sistemas de
gestão da qualidade contam com uma norma específica. Trata-se da NBR
15419 / ISO IWA 2 - Sistemas de gestão da qualidade - Diretrizes para
aplicação da ISO 9001 para as organizações educacionais. A norma mantém o
conteúdo da ISO 9001, acrescentando como as organizações podem aplicar a
Gestão da Qualidade nas instituições educacionais.
NBR
15635
Esta Norma – certificável – especifica os requisitos de boas práticas e dos
controles operacionais essenciais a serem seguidos por estabelecimentos
que desejam comprovar e documentar que produzem alimentos em
condições higiênico-sanitárias adequadas para o consumo. Aplica-se a todos
os estabelecimentos prestadores de serviços que realizam manipulação,
preparação, fracionamento, armazenamento, distribuição, transporte,
exposição à venda e entrega de alimentos preparados para o consumo.
PBPQ-H
O Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H) é
um conjunto de ações desenvolvidas pelo Ministério das Cidades, através da
Secretaria Nacional de Habitação, que tem como principal objetivo organizar
o setor de construção civil em torno de duas importantes questões: a
melhoria da qualidade do habitat e a modernização produtiva. O SiAC é a
norma do programa destinado à avaliação da conformidade de Empresas
Construtoras e foi baseado na ISO 9001 com caráter evolutivo, estabelecendo
níveis de avaliação da conformidade progressivo (níveis D, C, B, A), segundo
os quais os sistemas de gestão da qualidade das empresas construtoras são
avaliados. Assim, o PBQP-H pode também ser considerado uma norma
setorial complementar à ISO 9001.
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PNQ
O PNQ – Prêmio Nacional da Qualidade teve seu primeiro ciclo de premiação
em 1992. é administrado pela FNQ - Fundação Nacional da Qualidade, que é
uma entidade privada, sem fins lucrativos constituída em 1987 por 39
organizações públicas e privadas. é um reconhecimento a empresas de
Classe Mundial , cujos critérios de avaliação estão divididos em 8, sendo 7
deles voltados às práticas de gestão: Liderança, Estratégias & Planos,
Clientes, Pessoas, Sociedade, Informações & Conhecimento e Processos,
além de um critério focado em Resultados.
Prêmio
Malcom
Baldrige
O Malcolm Baldrige National Quality Award (MBNQA) foi criado nos Estados
Unidos no ano de 1987, como um indutor de mudanças na gestão das
organizações. Os critérios de avaliação do Malcolm Baldrige são 7, sendo 6
focados na gestão: Liderança, Planejamento Estratégico, Foco no Cliente e
no Mercado, Medição, Análise & Gestão do Conhecimento, Foco na Força de
Trabalho e Gestão dos Processo. O sétimo e último critério avalia Resultados.
SASSMAQ
É um Sistema de Avaliação de desempenho nas áreas de Segurança, Saúde,
Meio Ambiente e Qualidade das empresas prestadoras de serviços às
indústrias químicas. Tem como objetivo reduzir os riscos de acidentes e
assegurar qualidade nas atividades de transporte e distribuição de produtos
químicos. Este Sistema de Avaliação foi desenvolvido pela ABIQUIM em 2001
e contempla atividades de transporte, terminais de armazenagem, estações
de limpeza e prestadores de serviços em situações de emergências.
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Apresentação dos Serviços da ATSG - Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão

  • 1. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 Seus desafios se relacionam a DISCIPLINA & MELHORIA no cumprimento de padrões e INOVAÇÃO A CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS e uma CULTURA voltada à Gestão de Riscos estão em sua pauta
  • 2. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 Qual a sua estratégia para atingir seus objetivos ?
  • 3. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 A ATSG atua com Desenvolvimento Organizacional baseado em Normas e em Critérios de Prêmios Atualmente são mais de trinta Normas e Critérios de Prêmios em nosso escopo de atuação São soluções EFICAZES e EFICIENTES, personalizadas para cada Cliente POR QUE A ATSG ?
  • 4. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 POR QUE A ATSG ? Foco na excelência do Sistema de Gestão Competência e Especialização na condução de Sistemas de Gestão baseados em Normas Incremento na eficácia e eficiência do Sistema de Gestão de seus Clientes Contínua e permanente atualização tecnológica aplicada aos Sistemas de Gestão, em função das pesquisas da ATSG
  • 5. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 Nossos serviços visam elevados patamares de desempenho e a motivação para a melhoria, inovação e geração de insights, e incluem: Avaliações & Diagnósticos Educação Corporativa Coaching Técnico Outsourcing Consultoria POR QUE A ATSG ?
  • 6. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 19 anos de atuação no mercado Larga experiência na prestação de serviços em ambientes multi culturais, com atuação em países como Angola, Chile, China, Equador, Eslováquia, Estados Unidos, Itália, Líbia, México, Panamá, Peru, República Dominicana e Venezuela Serviços incluem desde a sensibilização massiva da força de trabalho, passando pela capacitação dos diversos níveis da organização, e chegando ao coaching para altos executivos POR QUE A ATSG ?
  • 7. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 POR QUE A ATSG ? Especializada na Formação de Auditores Líderes de Sistemas de Gestão, sendo a pioneira no lançamento do Lead Assessor de Sistemas Integrados de Gestão no Brasil com o Reconhecimento da ABENDI RAC (www.rac.org.br) Pioneira em cursos reconhecidos pela ABENDI RAC voltados à gestão de riscos (ISO 31000) e gestão da continuidade dos negócios (ISO 22301)
  • 8. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 POR QUE A ATSG ? Amplo escopo de cursos certificados pelo RABQSA International (www.rabqsa.com) Milhares de auditores líderes e internos formados em diferentes países
  • 9. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 CERTIFICAÇÕES DA ATSG POR QUE A ATSG ?
  • 10. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 Cada vez mais a busca da competitividade passa pela adoção e aplicação de modelos de sistemas de gestão baseados em Normas ou Critérios de Prêmios Se esse é o seu desafio, contate-nos ! Rogério Meira (rcmeira@atsg.com.br) 51 9114-9001 51 3333-4440 Porto Alegre – RS – Brasil www.rogeriomeira.com.br www.youtube.com/rogeriocamposmeira skype: rogerio.meira.atsg www.atsg.com.br
  • 11. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 ALGUNS DE NOSSOS PRINCIPAIS CLIENTES
  • 12. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 Rogério Campos Meira, profissional com mais de 25 anos de atuação, além de autor, articulista e uma larga vivência internacional, já conduziu centenas de palestras no Brasil e exterior, aliando consistência e profundidade do conteúdo com uma singular e bem humorada capacidade de interação com os participantes, reforçando a mediação do aprendizado. Engenheiro Mecânico Mastère em Gerenciamento da Qualidade (ENSAM - Paris / França) Cursos de especialização nos EUA, FRANÇA, JAPÃO e INGLATERRA CQA - Certified Quality Auditor, CMQ / OE - Certified Manager of Quality / Organizational Excellence, CHA - Certified Hazard Analysis and Critical Control Point (HACCP) Auditor e CBA – Certified Biomedical Auditor - pela ASQ (American Society for Quality) CBRM - Certified Business Resilience Manager, CRBA - Certified Business Resilience Auditor and MABR – Masters Achievement in Business Resilience – pelo BRCCI (Business Resilience Certification Consortium International) Autor da série "Entendendo a Qualidade" (5 volumes), editada pelo SEBRAE Examinador do Prêmio Nacional da Qualidade em 1993 e 1995 Examinador Sênior do Prêmio Nacional da Qualidade de 1996 a 1999 Juiz do Prêmio Qualidade RS de 1996 a 2004 e de 2006 a 2010 Juiz nas rodadas preliminares do ITEA – International Team Excellence Award (ASQ – American Society for Quality) – 2008 / 09 e 2011 / 12 Diretor Executivo da ATSG - Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão Responsável Técnico
  • 13. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 Exemplos de Cases
  • 14. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 CASE 1 Cliente: Provedor de acesso a internet Ano: 2007 Projeto: Linha de Frente Principais objetivos: Aproximar os funcionários dos clientes residenciais, empresariais, de portal e de sva’s Identificar oportunidades de melhorias: Nas regras de negócio, produtos & serviços Na redução de custos do contact center Em processos & sistemas de atendimento Resumo: 250 funcionários voluntários: São Paulo (100) e Porto Alegre (150) Cada um atendeu durante 3 horas em uma P.A., Atuando como um agente do contact center, em contato direto com os clientes 53% dos participantes nunca havia visitado o contact center
  • 15. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 CASE 1 Contexto 2.150 operadores, 970 P.A.’S em 3 diferentes fornecedores de contact center em 2 localidades: São Paulo e Porto Alegre Atendimento por telefone, e-mail, chat & voip 2006:13,7 milhões de contatos com os clientes Duração total do Projeto: 3 meses, incluindo planejamento, treinamento e condução dos eventos Resultados: Melhora significativa nos índices de satisfação dos clientes Total de sugestões recebidas 141 2 meses após a realização dos eventos: Implementadas 25 Em implementação 25 Em análise e priorização 91
  • 16. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 CASE 2 Cliente: Indústria Ano: 2010 Projeto: Diagnóstico da Gestão e da Cultura da Excelência Contexto: Indústria tradicional, com importantes desafios relacionados à qualidade, meio ambiente e saúde e segurança ocupacionais Principais objetivos: (1) avaliar o desenho da estrutura organizacional voltada à Qualidade (2) estimar a percepção / comprometimento das pessoas em relação ao tema Qualidade (3) analisar as operações destinadas a assegurar Qualidade, sob uma perspectiva de processos
  • 17. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 CASE 2 Check-lists propostos por Karl Weick e Kathleen Sutcliffe em Managing the Unexpected “Avaliando a Capacidade de Assegurar Desempenho” Atenção e Foco das Pessoas e Líderes Vulnerabilidade à falta de Atenção e Foco Atitudes diante de dúvidas Métodos de trabalho Preocupação com Falhas Atitude diante do “simples” Visão do todo Aprendizado Deferência ao “conhecimento” Resultados: melhor ambiente para implementação de um sistema integrado de gestão, melhor compreensão da cultura organizacional, permitindo a definição de ações de melhoria
  • 18. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 Assessing Capabilities for Assured Performance 0,0% 20,0% 40,0% 60,0% 80,0% 100,0% Firm’s Mindfulness Vulnerability to Mindlessness Tendency toward Doubt, Inquiry and Updating Work Methods Preoccupation with FailureReluctance to Simplify Sensitivity to Operations Commitment to Resilience Deference to Expertise
  • 19. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 CASE 3 Cliente: Indústria - Comércio Ano: desde 2011 Projeto: Avaliação da gestão de rede de concessionárias Principais objetivos: Revisar os critérios de avaliação, alinhando-os os Critérios de Excelência do Prêmio Nacional da Qualidade Ter concessionárias em condições de se candidatar ao PNQ em um horizonte de X anos Resumo: Revisão e treinamento dos envolvidos com os Critérios de Avaliação Avaliação terceirizada de rede de mais de 80 concessionárias
  • 20. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 Escopo de Atuação da ATSG
  • 21. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 Escopo de Atuação da ATSG A série ISO 9000 foi editada originalmente em 1987. A ISO 9001, norma que apresenta os requisitos para a certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade, está em sua quarta versão, que foi publicada em 2008. Recentemente foi superada a marca de 1 milhão de certificados ISO 9001 emitidos ao redor do mundo, distribuídos em mais de 175 países. Sem sombra de dúvida uma das mais populares normas editadas pela ISO e está focada na capacidade das organizações entender e atender os requisitos do cliente e os legais, aplicáveis aos seus produtos, bem como na melhoria contínua. Na esteira do sucesso da ISO 9001, em meados da década da 90 - mais precisamente em 1996 - a ISO publicou uma séria de normas voltadas à gestão ambiental. Trata-se da família ISO 14000, uma das maiores e mais populares série de normas publicadas pela ISO, que permite a certificação de sistemas de gestão ambiental. Em um mundo onde a sustentabilidade é algo cada vez mais discutido, a ISO 14001 desempenha um importante papel. Dentro da família ISO 14000 existem também importantes normas sobre ACV - Análise do Ciclo de Vida e análise do desempenho ambiental, ISO 14031. ISO 14001 ISO 9001
  • 22. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 OSHAS 18001 Pode-se dizer que a OHSAS 18001 representa um terceiro eixo de normas genéricas sobre sistemas gestão, além do eixo qualidade (ISO 9001), meio ambiente (ISO 14001) e responsabilidade social (SA 8000 / NBR 16001). A OHSAS 18001 mantém a mesma estrutura de requisitos da ISO 14001, porém com foco na saúde e na segurança ocupacional. A norma requer uma abordagem pró-ativa, sistemática e sistêmica para o trato das questões que tenham ou possam ter impacto na saúde e na segurança dos trabalhadores. A norma foi editada originalmente em 1999 e revisada em 2007. ISO 22000 A ISO 22000 especifica os requisitos para um sistema de gestão da segurança de alimentos onde uma organização na cadeia produtiva de alimentos precisa demonstrar sua habilidade em controlar os perigos a segurança de alimentos a fim de garantir que o alimento esteja seguro no momento do consumo humano. A norma é aplicável a todas as organizações, independente de tamanho, que estejam envolvidas em qualquer etapa da cadeia de fornecimento. A ISO 22000 também requer a implementação de mecanismos de APPCC/HACCP. Escopo de Atuação da ATSG
  • 23. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 ISO 17025 Segundo a máxima de que o lado concreto da qualidade é a metrologia, esta é uma disciplina vital quando de se discutem sistemas de gestão certificados, seja da qualidade, meio ambiente ou saúde e segurança ocupacional. Afinal, todas as medições requeridas por qualquer norma não terão valor, se não foram confiáveis. A ISO 17025 divide seus requisitos em duas grandes famílias: os requisitos gerenciais e os técnicos. A ISO 17025 é aplicável tanto a laboratórios de calibração, quanto de ensaios. ISO 28000 A ISO 28000 é uma das mais recentes séries de normas publicadas pela ISO. Observa a mesma estrutura da ISO 14000 (em termos de requisitos), porém o seu foco é a prevenção de usos indevidos da cadeia logística para produzir danos. Assim, está focada em análises das vulnerabilidades e dos riscos que as organizações nas diversas etapas da cadeia logística possuem. Abordagens pró-ativas, sistemáticas e sistêmicas para se tratar a questão segurança são os princípios que as organizações devem atender para se adequar à ISO 28000. Escopo de Atuação da ATSG
  • 24. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 ISO 22301 A ISO 22301 é uma Norma certificável que apresenta os requisitos para um sistema de gestão da continuidade dos negócios. Ela fornece uma base para a compreensão, desenvolvimento e implementação do conceito da continuidade dos negócios dentro da organização e, portanto, provê confiança às partes interessadas quanto a sua capacidade de reagir a fenômenos que possam impactar a as suas operações. Esta norma oferece às organizações uma estrutura para garantir que elas possam continuar operando durante as circunstâncias mais difíceis e inesperadas - proteger seus funcionários, preservando sua reputação e fornecendo a capacidade de continuar agindo e negociando. ISO 31000 Esta é uma norma que fornece princípios e diretrizes a fim de auxiliar as empresas a gerir os riscos de forma eficaz. Recomenda a implementação e a melhoria contínua do processo de gestão de risco como parte essencial do sistema de gestão da organização. Entre outras vantagens, a ISO 31000 auxilia as organizações a atingirem seus objetivos, incentivando uma gestão proativa e a necessidade de identificar e tratar os riscos, diminuindo as potenciais perdas e melhorando a eficácia operacional e a eficiência de gestão. A família de normas inclui a ISO 31010, que apresenta diversas metodologias aplicáveis aos sistemas de gestão de riscos. Escopo de Atuação da ATSG
  • 25. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 ISO TS 16949 A ISO TS 16949 é um dos primeiros exemplos de normas setoriais complementares à ISO 9001. Neste tipo de norma a estrutura básica da ISO 9001 é mantida, acrescentando-se requisitos adicionais que representem necessidades específicas de um determinado setor. A ISO TS 16949 procura consolidar em um único documento normativo internacional as necessidades do segmento automotivo, incluindo a aplicação de algumas ferramentas, como FMEA, APQP, PPAP, CEP e MSA. ISO TS 29001 A ISO / TS 29001 é uma especificação técnica da ISO que fornece os requisitos de Sistema de Gestão da Qualidade para fornecedores de produto e prestadores de serviço para a indústria de petróleo, petroquímica e gás natural. Ela é baseada na ISO 9001 e inclui requisitos adicionais específicos do setor. A especificação técnica ISO / TS foi elaborada pelo ISO / TC 67 e possui requisitos similares a norma API Q1 - Especificação para Programas da Qualidade para a Indústria de Gás Natural, Petróleo e Petroquímica. Escopo de Atuação da ATSG
  • 26. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 ISO 29990 A Norma 29990 – publicada em 2010 – apresenta os requisitos básicos para provedores de serviços de aprendizado para educação não-formal e treinamento. A norma tem duas grandes seções: (a) Serviços de Aprendizado e (b) Gestão do Provedor de Serviços de Aprendizado. Temas como determinação das necessidades de aprendizado, projeto dos serviços de aprendizado e monitoramento dos serviços são tratados na primeira seção. Já na segunda, são cobertos assuntos como estratégia e gestão do negócio, ações corretivas e preventivas, análise crítica pela direção e alocação de recursos. A ISO 29990 é uma norma “certificável” e – naturalmente – não substitui nenhum requisito compulsoriamente aplicável a um dado provedor de serviços. SA 8000/ NBR 16001 Com focos distintos, as normas SA 8000 e NBR 16001 compõem o que se pode chamar do quarto eixo das normas de sistemas de gestão: as com foco na responsabilidade social. Essas normas procuram avaliar a capacidade das organizações de entender e atender a parte interessada "sociedade", onde a SA 8000 foca mais diretamente as relações de trabalho na cadeia de fornecimento e a NBR 16001 procura analisar os aspectos e impactos da organização, sob as três perspectivas preconizadas pelo triple bottom line: ambiental, econômico e social. Escopo de Atuação da ATSG
  • 27. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 ISO 10018 Mantendo os elementos-chave da ISO 9001 mas focada em pessoas, a ISO 10018 – publicada em 2012 – é uma norma de suporte que visa contribuir para o entendimento das questões “humanas” em sistemas de, com isso é uma significativa contribuição para os processos de melhoria contínua. A ISO 10018 apresenta algumas importantes características: (1) alinhamento aos oito princípios de gestão da qualidade da ISO 9000; (2) identificação e gestão dos fatores humanos que podem afetar a qualidade; (3) mecanismos para a obtenção da participação e da competência das pessoas. ISO 10015 Oferece diretrizes para o treinamento e aprendizado organizacional e busca atender as necessidades relacionadas à qualidade do treinamento realizado. Utiliza para tanto um enfoque baseado em processos e determina que o treinamento seja baseado em princípios pedagógicos e de aprendizado organizacional a fim de satisfazer, com eficácia e eficiência, os objetivos da organização. Na Norma ISO 10015 o treinamento é visto como um recurso estratégico definido com base em necessidades futuras (e de melhoria) da organização, além das necessidades (atuais) relacionadas à competência e de treinamento propriamente dito. Escopo de Atuação da ATSG
  • 28. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 SAE AS 9100/NBR 15100 Nos anos 90, em função do processo de internacionalização da produção aeroespacial, identificou-se a necessidade de criar um modelo de gestão da qualidade para o setor aeroespacial. Em 1999 o IAQG (International Aerospace Quality Group) publicou uma série de normas publicada internacionalmente. Nas Américas, é publicada pela SAE e recebeu o número de AS 9100, norma internacional para Sistemas de Gestão da Qualidade para o setor aeroespacial. Além dos requisitos da ISO 9001: 2008, a SAE AS 9100 (no Brasil publicada como NBR 15100) traz requisitos específicos para o setor, a fim de que se possa garantir segurança, confiabilidade e qualidade nos produtos e serviços aeroespaciais. NBR 14789 / NBR 15789 Internacionalmente, a certificação florestal voluntária vem se desenvolvendo desde a década de 80, contando com vários sistemas operando e cooperando entre si. Dentre eles pode-se destacar o FSC - Forest Stewardship Council. O Brasil desenvolveu o seu próprio conjunto de normas que permitem a certificação de sistemas de manejo florestal, cujas principais são: NBR 14789 para florestas plantadas e NBR 15789 para florestas nativas, além da 14790 que tem foco na chamada cadeia de custódia. A certificação CERFLOR possui reconhecimento internacional do PEFC - Programme for the Endorsement of Forest Certification Schmes. Escopo de Atuação da ATSG
  • 29. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 NBR 15401 Esta Norma – certificável – especifica os requisitos relativos à sustentabilidade de meios de hospedagem, estabelecendo critérios mínimos de desempenho em relação à sustentabilidade e permitindo a um empreendimento formular uma política e objetivos que levem em conta os requisitos legais e as informações referentes aos impactos ambientais, socioculturais e econômicos significativos. É aplicável aos aspectos que podem ser controlados pelo empreendimento ou sobre os quais ele possa exercer influência. UNE 66177 A UNE 66177 é uma norma espanhola publicada em junho de 2005 e tem por objetivo auxiliar as organizações que desejam integrar seus sistemas de gestão da qualidade (baseados na ISO 9001), ambiental (ISO 14001) e saúde e segurança ocupacional (OHSAS 18001) . Ela oferece diretrizes para implementar um processo de integração dos sistemas de gestão afim de que as organizações possam aumentar sua eficácia e eficiência. Esta é a primeira norma a abordar a integração de sistemas de gestão e adota a abordagem por processos de forma ampla para as três disciplina (qualidade, meio ambiente e saúde e segurança ocupacional). Escopo de Atuação da ATSG
  • 30. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 BS 8900 Essa norma se destina a apoiar as organizações a implementar uma abordagem sistêmica para o Desenvolvimento Sustentável alavancando o aprendizado e o gerenciamento de riscos e oportunidades. Baseia-se na construção do conhecimento e no processo de tomada de decisão que promova sucesso contínuo e duradouro, possibilitando que as organizações busquem a sustentabilidade de seus negócios considerando os impactos sociais, ambientais e econômicos das suas atividades. Por fim, apresenta uma interessante Matriz de maturidade do desenvolvimento sustentável. BS PAS 99 Desenvolvida pelo BSI – British Standards Institution, a BS PAS 99 é uma especificação que aborda requisitos comuns às diversas normas de sistemas de gestão. Estabelece, dessa forma, um modelo para que as organizações implementem e/ou integrem múltiplos sistemas de gestão baseados em normas e suas respectivas avaliações de conformidade. Assim, a BS PAS 99 é um documento de apoio que auxilia as empresas a se beneficiarem com a implementação de um sistema de gestão integrado e com a gestão eficaz desses requisitos. Escopo de Atuação da ATSG
  • 31. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 ISO 10002 A ISO 10002 - Satisfação do Cliente e Tratamento de Reclamações, fornece princípios para uma organização implementar um processo de tratamento de reclamações de clientes. Esta norma fornece os princípios, critérios e orientações para o tratamento de reclamações, beneficiando a organização pelo(a) (1) aumento da confiança que seus clientes passarão a ter, (2) redução dos custos da não - qualidade e (3) necessidade de comprometimento da alta direção com o processo de tratamento de reclamações de clientes, e (4) contribuição para a identificação da(s) causa(s) raiz do(s) incidente(s) que gerou(aram) a(s) reclamação(ões). ISO 13485 Esta é uma norma de Sistemas de Gestão da Qualidade aplicada às organizações que fornecem equipamentos médicos, a fim de garantir o atendimento aos requisitos regulamentares e dos clientes, de maneira sistemática e sistêmica. O principal objetivo dessa norma é facilitar o atendimento às exigências regulamentares harmonizadas em relação aos requisitos da qualidade aplicáveis a dispositivos médicos. Sua estrutura guarda semelhança com a ISO 9001, adicionando requisitos específicos, como análise de riscos e fabricação esterilizada. A ISO 13485 contribui com a manutenção da conformidade aos requisitos regulamentares e de clientes, com o gerenciamento de riscos e com a eficácia dos processos associados ao projeto, fabricação e distribuição de equipamentos médicos. Escopo de Atuação da ATSG
  • 32. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 ISO 17065 A ISO 17065 substitui o ISO Guia 65:1996 e especifica requisitos a serem atendidos pelos organismos de certificação de produtos, processos e serviços. A Norma está organizada em cinco requisitos auditáveis (4) Requisitos Gerais, (5) Requisitos de Estrutura, (6) Requisitos de Recursos, (7) Requisitos de Processos e (8) Requisitos do Sistema de Gestão. Visa assegurar que os organismos de certificação operem de maneira competente, consistente e imparcial. ISO 20121 A ISO 20121 contribui com os processos de tomada de decisões das organizações no que diz respeito à aplicação do conceito de sustentabilidade em suas atividades relacionadas a eventos. Ela pode ser adotada por organizações de diferentes portes envolvidas no projeto e execução de eventos, e acomoda diferentes condições geográficas, culturais e sociais. A Norma pode ser aplicada por todos os membros da cadeia de fornecimento envolvidos, incluindo organizadores de eventos, gestores de eventos, construtores e fornecedores de logística. A ISO 20121 fornece a estrutura para identificar e gerenciar os impactos sociais, econômicos e ambientais potencialmente negativos de eventos, visando eliminá-los ou minimizá-los. Escopo de Atuação da ATSG
  • 33. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 ISO 31010 Esta é uma importante Norma de suporte à ISO 31000 que apresenta boas práticas para a seleção e utilização das técnicas para o processo de avaliação de riscos. O processo de avaliação de riscos conduzido de acordo com os métodos apresentados na ISO 31010 contribui para outras atividades da gestão de riscos. Os métodos apresentados na Norma são aqueles que já atingiram um nível satisfatório de consenso profissional. Adota uma abordagem que provê orientações para diversos setores e tipos de sistemas, bem como uma apresentação estruturada para cada técnica. Modelos de Excelência EFQM A EFQM – European Foundation for Quality Management, é uma fundação europeia sem fins lucrativos, fundada em 1988 por um conjunto de 14 empresas daquele continente. Em 1991, foi criado o Modelo de Excelência desenvolvido pela EFQM e tornou-se um referencial para avaliação da gestão. é baseado em 9 critérios, sendo 5 avaliando as práticas de gestão ("enablers"): Liderança, Pessoas, Política & Estratégia, Parcerias & Recursos e Processos, além de 4 que avaliam resultados: Pessoas, Clientes, Sociedade e Desempenho Chave do Negócio. Escopo de Atuação da ATSG
  • 34. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 NBR 15419/ISO IWA 2 Estabelecimentos de ensino interessados em implementar sistemas de gestão da qualidade contam com uma norma específica. Trata-se da NBR 15419 / ISO IWA 2 - Sistemas de gestão da qualidade - Diretrizes para aplicação da ISO 9001 para as organizações educacionais. A norma mantém o conteúdo da ISO 9001, acrescentando como as organizações podem aplicar a Gestão da Qualidade nas instituições educacionais. NBR 15635 Esta Norma – certificável – especifica os requisitos de boas práticas e dos controles operacionais essenciais a serem seguidos por estabelecimentos que desejam comprovar e documentar que produzem alimentos em condições higiênico-sanitárias adequadas para o consumo. Aplica-se a todos os estabelecimentos prestadores de serviços que realizam manipulação, preparação, fracionamento, armazenamento, distribuição, transporte, exposição à venda e entrega de alimentos preparados para o consumo. PBPQ-H O Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H) é um conjunto de ações desenvolvidas pelo Ministério das Cidades, através da Secretaria Nacional de Habitação, que tem como principal objetivo organizar o setor de construção civil em torno de duas importantes questões: a melhoria da qualidade do habitat e a modernização produtiva. O SiAC é a norma do programa destinado à avaliação da conformidade de Empresas Construtoras e foi baseado na ISO 9001 com caráter evolutivo, estabelecendo níveis de avaliação da conformidade progressivo (níveis D, C, B, A), segundo os quais os sistemas de gestão da qualidade das empresas construtoras são avaliados. Assim, o PBQP-H pode também ser considerado uma norma setorial complementar à ISO 9001. Escopo de Atuação da ATSG
  • 35. © ATSG – Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão – 2013 PNQ O PNQ – Prêmio Nacional da Qualidade teve seu primeiro ciclo de premiação em 1992. é administrado pela FNQ - Fundação Nacional da Qualidade, que é uma entidade privada, sem fins lucrativos constituída em 1987 por 39 organizações públicas e privadas. é um reconhecimento a empresas de Classe Mundial , cujos critérios de avaliação estão divididos em 8, sendo 7 deles voltados às práticas de gestão: Liderança, Estratégias & Planos, Clientes, Pessoas, Sociedade, Informações & Conhecimento e Processos, além de um critério focado em Resultados. Prêmio Malcom Baldrige O Malcolm Baldrige National Quality Award (MBNQA) foi criado nos Estados Unidos no ano de 1987, como um indutor de mudanças na gestão das organizações. Os critérios de avaliação do Malcolm Baldrige são 7, sendo 6 focados na gestão: Liderança, Planejamento Estratégico, Foco no Cliente e no Mercado, Medição, Análise & Gestão do Conhecimento, Foco na Força de Trabalho e Gestão dos Processo. O sétimo e último critério avalia Resultados. SASSMAQ É um Sistema de Avaliação de desempenho nas áreas de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade das empresas prestadoras de serviços às indústrias químicas. Tem como objetivo reduzir os riscos de acidentes e assegurar qualidade nas atividades de transporte e distribuição de produtos químicos. Este Sistema de Avaliação foi desenvolvido pela ABIQUIM em 2001 e contempla atividades de transporte, terminais de armazenagem, estações de limpeza e prestadores de serviços em situações de emergências. Escopo de Atuação da ATSG