Reunião com professores coordenadores e diretores de emef e emefei julho 2013

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Secretaria Municipal da Educação de Marília - SP

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Reunião com professores coordenadores e diretores de emef e emefei julho 2013

  1. 1. REUNIÃO COM PROFESSORES COORDENADORES E DIRETORES DE EMEF E EMEFEI SME JULHO DE 2013
  2. 2. Pauta • Orientações sobre aplicação das provas do SAREM para alunos dos terceiros e quintos anos do ensino fundamental. • Orientações sobre documentação a ser entregue todo final de bimestre. ELABORAÇÃO GRÁFICA ORGANIZAÇÃO INTERNA ORIENTAÇÕES (Diretores e Coordenadores) APLICAÇÃO CORREÇÃO 03 a 14 de junho 24 a 28 de junho ou 01 a 05 de julho 22 a 31 de julho 01 de julho ou 29/07/13 06 de agosto 12 a 16 de agosto
  3. 3. Língua Portuguesa - 3º Ano • O professor lê a questão, indica a linha para o registro da resposta e o aluno responde sem o apoio de qualquer material em que esteja escrito seu nome. • O professor lê a questão, e as palavras. Em seguida dita uma de cada vez, dando tempo para o aluno escrever. • O professor lê a questão, mas não realiza a leitura do texto. • O professor lê a questão e as alternativas apresentadas. • O professor lê a questão, mas não lê as alternativas apresentadas. • O professor lê a questão e as alternativas apresentadas, todas com a mesma entonação. • O professor lê a história inteira para os alunos. Depois, lê novamente. O professor poderá fazer o resgate oral da narrativa antes de solicitar a reescrita. É importante indicar o espaço disponível para a escrita do texto. O professor lê a capa da avaliação, indica os campos a serem preenchidos e em seguida lê as orientações registradas no início da folha seguinte. Realizará, duas vezes, a leitura das questões sempre que se deparar com o símbolo do megafone, salvo a questão em que constar orientação específica.
  4. 4. Matemática - 3º Ano • O professor lê a questão e o item A duas vezes. Em seguida dita um número de cada vez, dando tempo para o aluno escrever. É importante indicar os espaços para a escrita do número. • O professor lê o item B, mas não lê os números da tabela. • O professor lê o item C, mas não lê os números do quadro. • O professor lê a questão, bem como as pistas oferecidas. • O professor lê a questão e a lista de ingredientes. • O professor lê a questão e indica o espaço para a realização dos registros. O professor lê a capa da avaliação, indica os campos a serem preenchidos e em seguida lê as orientações registradas no início da folha seguinte. Realizará, duas vezes, a leitura das questões sempre que se deparar com o símbolo do megafone, salvo a questão em que constar orientação específica.
  5. 5. Correção: • Começaremos a correção pelas turmas de quinto ano • A prioridade é a divulgação desses dados para a rede municipal. Posteriormente iniciaremos a correção das turmas de terceiro ano. • Os horários de correção, período, bem como de almoço serão definidos posteriormente. • Cada escola receberá um representante da SME que passará o dia na escola acompanhando o processo de aplicação das provas. • Reorganizar a escola de forma que as turmas de terceiro e quinto ano fiquem em um espaço próximo uma da outra. • Diretores, professores coordenadores e auxiliares de direção não deverão entrar nas salas de aula após o início do processo de aplicação das provas.
  6. 6. Nome da escola:_______________________ Relação dos alunos do Conselho de Série Nome Completo Ano 1º bimestre 2º bimestre 3º bimestre 4º bimestre ALF NÃO ALF ALF NÃO ALF ALF NÃO ALF ALF NÃO ALF Ex: João... 2º ano A X X Maria ... 2º ano B X Atingiu desempenho adequado José ... 2º ano B X Transferido em _/_/_ Joaquim ... 2º ano C X X Julia ... 3º ano A X X Joana1 .... 3º ano A Pedro2 ... 3º ano B Recebido por transferência em _/_/_ X Paulo 4º ano A Não constava no conselho no bimestre anterior X
  7. 7. Orientações: • Não deixar de colocar as siglas utilizadas: • Os dados irão sendo cumulativos, isto é, ao final do ano teremos nesta tabela todos os alunos que já passaram pelo Conselho de Classe e Série em 2013. Será possível identificar com facilidade: avanços, dificuldades, retrocessos, em quais anos temos maior número de crianças, quais anos avançaram mais ou menos, se há muita transferência, matrículas novas de alunos defasados, quantidade de alunos com NEES (se avançam ou não), etc.
  8. 8. Orientações: • Os dados desta tabela devem estar em consonância com todos os documentos da escola referente à vida escolar do aluno: diário de classe do professor, quadro de conceito bimestral enviado para a secretaria da escola, boletim do aluno, ficha de conselho de série (que os pais tomam ciência na reunião de pais). • Todos os documentos devem estar identificados com o nome da escola, datados e assinados pelos responsáveis pelas informações.
  9. 9. Orientações: • Nos documentos oficiais: diário de classe, planilha de notas bimestrais, etc. as notas dos alunos devem ser “inteiras”, ou seja, arredondadas, para mais ou menos (dependendo do caso, quando forem, por exemplo: 6,5). • Alguns mitos do Conselho de série ainda persistem: “deixar o aluno com nota baixa “preventiva” no primeiro bimestre”?;
  10. 10. Escola 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano Total 1º bimestre 0 A 21 NA 07 A 08 NA 01 A 19 NA 18 A 04 NA 78 Total de alunos 85 86 98 65 334 % 24.7 17.4 20.4 33.8 23.3 2º bimestre 10 A 10 NA 02 A 06 NA 08 A 01 NA 11 A 03 NA 51 Total de alunos 85 86 98 65 334 % 23.5 9.3 9.1 21.5 15.2 Cada escola receberá um quadro como esse exemplo colocado abaixo:
  11. 11. O que é possível verificar? • Se a % de alunos defasados está diminuindo ou não à cada bimestre. • Em que ano se concentra a maior % de defasados. Pensar os motivos. Rever decisões metodológicas pensadas em um primeiro momento. • No futuro, podemos comparar esse quadro com o do ano seguinte e verificarmos se temos diminuído a quantidade de alunos defasados ou não e o porquê.
  12. 12. • Ao final do ano temos uma relação dos alunos que ainda permaneceram “defasados” após todas as tentativas efetuadas e que por isso devem começar o novo ano letivo com “prioridade” no atendimento tanto fora como dentro da sala de aula. • Permite a equipe de direção dividir igualmente dentro do ano em que esses alunos se encontram os “defasados” permitindo assim que as salas fiquem “equilibradas” do ponto de vista pedagógico. Não estigmatiza, rotula, nem cria estereótipos e preconceitos entre professores e alunos.
  13. 13. Para refletir … Simone Iwasso e Fábio Mazzitelli - O Estadão de São Paulo dizem: “O preconceito e a discriminação estão fortemente presentes entre estudantes, pais, professores, diretores e funcionários das escolas brasileiras. As que mais sofrem com esse tipo de manifestação são as pessoas com deficiência, principalmente mental, seguidas de negros e pardos. Além disso, pela primeira vez, foi comprovada uma correlação entre atitudes preconceituosas e o desempenho na Prova Brasil, mostrando que as notas são mais baixas onde há maior hostilidade ao corpo docente da escola”.
  14. 14. • A porcentagem de alunos defasados considerando as 19 EMEF e EMEFEI da rede municipal variou de 26,6% (maior índice alcançado) a 2.7% (menor índice alcançado) no primeiro bimestre. Já no segundo não pudemos realizar a análise porque cinco escolas não entregaram os dados solicitados antes do período de recesso. • Com os dados que temos em mãos, também foi possível analisar que duas escolas aumentaram a % de defasados do primeiro para o segundo bimestre (provavelmente devido a matrículas recebidas) e duas mantiveram a mesma %, ou seja, não evoluíram.
  15. 15. Nome da escola:_______________________ Relação dos Descritores de Matemática abaixo do básico (superior a 33%) Primeiro bimestre Turma Quantidade de alunos da turma Descritor abaixo da média Número de alunos com dificuldade Porcentagem em relação ao total de alunos da turma 3º A 23 D3 D6 D7 08 12 09 35% 52% 39% 3º B 24 D3 D6 D9 10 09 09 42% 38% 38% 4º A 20 D6 D8 D9 10 14 11 50% 70% 55% 4º B 25 D5 D8 D9 15 17 16 60% 68% 64% 5º A 20 D1 D2 D12 15 19 16 75% 95% 80%
  16. 16. Algumas orientações: • Mandar para SME os dados dos terceiros, quartos e quintos anos; (das 19 escolas, apenas 6 mandaram os dados referentes ao primeiro e segundos anos) • A princípio nossa intenção era mesmo de trabalhar com os dados de terceiros a quintos anos, mas revendo os dados coletados e analisando melhor a situação, consideramos importante agregar os segundos anos também com o objetivo de “buscar compreender” e “melhor encaminhar” as dificuldades de aprendizagem encontradas desde a “base” da escolarização. • Só mandar os descritores em que a porcentagem de ERROS foi igual ou maior que 33%, ou seja, um terço da turma apresenta dificuldade com o conceito. Nesse caso consideramos que o conteúdo terá que ser retomado pelo professor com a turma toda. Quando a porcentagem for menor que isso, entendemos que deva ser realizado um trabalho “paralelo” no reforço ou pelo próprio professor da turma com essas crianças.
  17. 17. • Quando o diretor está em efetivo exercício, é ele quem deve assinar os documentos junto com o professor coordenador • Esse documento visa observar o desempenho de cada turma. Não é necessário fazer um consolidado do total de alunos do ano. Porque índices altos de erros de um descritor em uma turma, por exemplo, de 76% e em outra de 61,1% ao ser calculado pelo total geral do ano cai para 22,4% (dados reais extraídos dos documentos recebidos) levando a coordenação a perder o “foco” do problema. Se algum descritor não foi trabalhado no bimestre, informar no próprio documento “descritor não trabalhado”, pois se for avaliado dá a impressão que nenhum aluno conseguiu (o que não corresponde a verdade – 100% de erros)
  18. 18. • Preocupa o fato de alguns descritores atingirem 80,9% de erros, ou grande quantidade com mais de 70%. • O objetivo da coleta destes dados: 1. Que o professor perceba claramente os descritores que sua turma teve maior dificuldade no bimestre e retome o trabalho com o conceito utilizando outras estratégias (antes de prosseguir); 2. Que o coordenador de posse também desses dados possa acompanhar o trabalho deste professor verificando se de fato os conceitos estão sendo retomados, se o professor está utilizando estratégias diversificadas para isso, se houve avanço (pelos relatos do próprio professor na avaliação semanal), oferecer material apropriado, ajuda, e servir como referência para o trabalho que deve ser desenvolvido nos HECs (alguns descritores são “problema” da escola e não só de um professor específico).
  19. 19. • Algumas escolas não seguiram o “modelo” de tabela enviado, deixando de registrar o total de alunos da turma, o total de alunos que “erraram” o descritor e a porcentagem. • A questão do número de alunos por sala de aula em grande parte das Unidades Escolares, está entre 15 a no máximo 25 (salvo raras exceções) e observa-se que justamente nestas classes os percentuais de crianças que não conseguem atingir o nível básico é grande (ultrapassando muitas vezes os 50% do total de alunos da turma)
  20. 20. Quantidade de escolas Porcentagem 09 47% 10 53% 11 58% 12 63% 13 68% 14 74% 15 79% 16 84% 17 89%
  21. 21. Atenção!!! Obs: Uma escola não mandou os dados (estão computadas 18 escolas e não 19 no segundo bimestre). Os critérios de consolidação dos dados foram diferentes do primeiro para o segundo bimestre. No primeiro as escolas mandaram todos os descritores em que a turma teve desempenho insatisfatório. No segundo solicitamos que enviassem os três descritores com mais de 50% de erros. Considerando que o critério passará a ser os descritores com 33% de erros ou mais, é muito provável que a situação no segundo bimestre seja um pouco mais “grave”.
  22. 22. TERCEIRO ANO PRIMEIRO BIMESTRE Descritor D1 D2 D3 D4 D5 D6 D7 D8 D9 D10 Quantidade de escolas 04 05 09 05 15 15 11 06 12 12 SEGUNDO BIMESTRE Descritor D1 D2 D3 D4 D5 D6 D7 D8 D9 D10 Quantidade de escolas 2 7 16 5 14 6 7 09 14 7
  23. 23. TERCEIRO ANO • D3 - Resolver situações-problema envolvendo composição e decomposição de números menores que 500; • D5 - Resolver situações-problema que envolvam a ideia da subtração (tirar) com registro de algoritmo; • D6 - Resolver situações-problema que envolvam a ideia da multiplicação (adição de parcelas iguais), com registro de algoritmo; • D7 – Resolver situações-problema que envolvam a ideia da divisão (repartir), utilizando-se de estratégias diversas: estimativas, dramatização, sucatas, desenhos, cuisenaire, material dourado, sem registro de algoritmo; • D9 – Resolver situações-problema envolvendo medidas de tempo, explorando o calendário (dia do mês, dia da semana, mês e ano); • D10 - Resolver situações-problema a partir da análise de tabelas e/ou gráficos.
  24. 24. QUARTO ANO PRIMEIRO BIMESTRE Descritor D1 D2 D3 D4 D5 D6 D7 D8 D9 D10 Quantidade de escolas 10 09 01 12 13 17 12 13 15 10 SEGUNDO BIMESTRE Descritor D1 D2 D3 D4 D5 D6 D7 D8 D9 D10 Quantidade de escolas 05 09 04 07 11 17 06 12 12 06
  25. 25. QUARTO ANO • D1 – Reconhecer outros sistemas de numeração (romano, maia, egípcio); • D2 – Compor e decompor números maiores que 1000, comparando-os e ordenando-os • D4 – Resolver situações-problema com números naturais, envolvendo as ideias da (subtração (tirar , completar e comparar); • D5 – Resolver situações-problema com números naturais, envolvendo as ideias da multiplicação (parcelas iguais); • D6 – Resolver situações-problema com números naturais, envolvendo as ideias da divisão ( repartir); • D7 – Identificar propriedades comuns e diferenças entre poliedros e corpos redondos, relacionando figuras tridimensionais com suas planificações; • D8 – Resolver situações-problema significativas utilizando unidades padronizadas como: Km/m/cm/mm; • D9 – Resolver situações-problema envolvendo medidas de tempo ( dias da semana e horas); • D10 – Resolver situações-problema através de dados e informações constantes em tabelas e gráficos;
  26. 26. PRIMEIRO BIMESTRE Descritor D1 D2 D3 D4 D5 D6 D7 D8 D9 D10 D11 D12 D13 D14 Quantidade de escolas 09 09 04 04 07 12 10 07 14 13 10 10 07 16 SEGUNDO BIMESTRE Descritor D1 D2 D3 D4 D5 D6 D7 D8 D9 D10 D11 D12 D13 D14 Quantidade de escolas 03 04 08 07 11 09 06 01 07 11 09 09 06 10 QUINTO ANO
  27. 27. QUINTO ANO • D1 – Reconhecer outros sistemas de numeração (romano, maia, egípcio); • D2 – Compor e decompor números maiores que 1000, comparando-os e ordenando- os; • D3 – Resolver situações-problema com números naturais, envolvendo as ideias da adição (juntar / acrescentar) ; • D6 – Resolver situações-problema com números naturais, envolvendo as ideias da divisão (repartir e medir); • D7 – Compreender o conceito de número racional em sua representação: fracionária; • D9 – Resolver situações-problema significativas utilizando unidades de medida padronizadas como Km / m / cm / mm; • D10 – Resolver situações-problema envolvendo o cálculo de perímetro de figuras planas, desenhadas em malhas quadriculadas; • D11 – Estabelecer relações entre unidades de medida de tempo (composição e decomposição); • D12 – Numa situação-problema, estabelecer trocas entre cédulas e moedas do sistema monetário brasileiro, em função de seus valores; • D14 - Resolver situações-problema com mais de uma operação, envolvendo os grandes temas (números e operações, espaço e forma, grandezas e medidas e tratamento da informação).
  28. 28. Apropriação do sistema de escrita primeiro bimestre Nome da escola: EMEF PROF ............................ Apropriação do sistema de escrita – 1º bimestre 2013 Ano Total de alunos Alfabetizados % Não alfabetizados % 2º 87 73 83.9% 14 13.1% 3º 91 88 96.7% 3 3.3% 4º 87 84 96.6% 3 3.4% 5º 72 72 100% 0 0
  29. 29. O que é possível verificar? • Se a % de alunos não alfabetizados está diminuindo ou não a cada bimestre. • Em que ano se concentra a maior % de alunos não alfabetizados. Pensar os motivos. Rever decisões metodológicas pensadas em um primeiro momento. • Se a escola quiser fazer um quadro, como no exemplo a seguir, em que os dados são lançados bimestre a bimestre, fica mais fácil e rápido visualizar os avanços (ou não) de cada ano com relação a apropriação do sistema de escrita alfabética.
  30. 30. Recados administrativos: • Curso de Multiplicadores em Educação Ambiental que acontecerá nos dias 30 e 31 de julho de 2013 – deverá ser oferecido somente para professor coordenador ou auxiliar de direção. Quem participar deverá xerocar o certificado de participação e trazer na SME com a máxima “URGÊNCIA” para elaboração do interno referente ao evento para término do ponto.

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