Reunião com equipe_gestora_emei

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Reunião com equipe_gestora_emei

  1. 1. FEVEREIRO 2015
  2. 2. 1ª PARTE - Assuntos Gerais:  1 - Circular n. 08 /2015 – Orientações para a Semana de Planejamento (Prof. Feijão)   2- ATENÇÃO - Dia 4/3, das 8h30 às 11h30 – Reunião de Diretoras com a Supervisora Luzimábile – pauta: orientações sobre questões administrativas e constituição do Conselho de Escola
  3. 3. Atribuições do professor coordenador - Decreto 11139 de 22/11/2013
  4. 4. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR COORDENADOR – EDUCAÇÃO INFANTIL  Conhecer os recentes referenciais teóricos relativos aos processos de ensino e aprendizagem, para orientar os professores.  Acompanhar e avaliar o ensino e o processo de aprendizagem, bem como os resultados do desempenho dos alunos.  Auxiliar o professor na organização de sua rotina, subsidiando no planejamento das atividades semanais.  Analisar os semanários elaborados pelos docentes, observando se estes seguem o planejamento e orientações propostas pela Secretaria e pela escola.  Intervir oferecendo sugestões, caso perceba que o planejamento das atividades não está de acordo com a proposta e orientações, sempre respeitando a individualidade de cada profissional que elaborou este.  Observar a atuação do professor em sala de aula com a finalidade de recolher subsídios para aprimorar o trabalho docente, com vistas ao avanço da aprendizagem dos alunos.
  5. 5.  Organizar e selecionar materiais adequados às diferentes situações de ensino e de aprendizagem.  Assumir o trabalho de formação continuada, a partir do diagnóstico dos saberes dos professores para garantir situações de estudo e de reflexão sobre a prática pedagógica, estimulando os professores a investirem em seu desenvolvimento profissional.  Planejar e coordenar as Horas de Estudo em Conjunto, semanalmente (EMEF) e Reuniões Pedagógicas (EMEI).  Assegurar participação ativa de todos os professores garantindo a realização de um trabalho produtivo e integrador.  Divulgar práticas inovadoras promovendo a socialização de experiências pedagógicas significativas.  Planejar e organizar juntamente com a Direção da escola as Reuniões Pedagógicas, oportunizando discussões dos problemas reais, planejamento de ações significativas para o alcance de metas e socialização de práticas docentes relevantes.
  6. 6.  Preparar-se para mediar as discussões e reflexões dessas Reuniões Pedagógicas, fundamentando-se em teorias intimamente relacionadas às necessidades docentes.  Estabelecer relações interpessoais saudáveis.  Estabelecer relação autoridade-liberdade junto aos professores.  Acompanhar a execução do Projeto Educativo da Escola.  Assessorar a direção da unidade escolar em relação à integração escola-comunidade.  Colaborar na inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais.  Priorizar ações em relação aos problemas diagnosticados.  Cumprir o cronograma de entrega de documentos da SME.  Participar de encontros e cursos oferecidos pela SME.  Repassar à Direção da escola e aos professores as orientações recebidas em nível de SME.
  7. 7. 5- Encontros Mensais para Estudos e Reflexões sobre a Prática  - Serão remunerados – carga Suplementar em função da Formação Continuada dos Professores;  - Dia- última terça-feira ou quarta-feira do mês? decidir coletivamente. É importante fecharmos um dia único para todas as Emeis para colaborar com a organização da programação da SME (cursos oferecidos, eventos, etc). Após a decisão, as datas de todo o primeiro semestre serão enviadas às escolas por e-mail;  - Horário - das 17h30 às 19h30;  - Início - mês de março;  - Mediante CONVOCAÇÃO feita pelo Diretor - Orientações específicas serão passadas pelo Prof. Feijão em momento oportuno;
  8. 8.  - Necessidade da Direção desenvolver estratégias para garantir a presença e o envolvimento de todo o grupo de professores nas propostas de estudo;  - Direção e Coordenação deverão adequar sua jornada de 8h diárias para participarem do encontro;  - Possibilidade da participação da Equipe Pedagógica de Emei da SME em algumas reuniões;  - Proposta: começaremos com o estudo do livro (que todas as escolas receberam pelo PNBE - 2014) FARIA, V. L. B.; SALLES, F. Currículo na Educação Infantil: diálogo com os demais elementos da Proposta Pedagógica. 2.ed. São Paulo: Ática, 2012, fazendo interlocuções com a prática desenvolvida em cada escola. Esse material também será estudado pelos coordenadores e diretores presentes nas reuniões mensais/quinzenais com a Equipe de Emei, o que oferecerá condições para que as discussões sejam aprofundadas, visando a reflexão sobre o currículo e as escolhas metodológicas à luz dos pressupostos da Teoria Histórico-Cultural que nos embasa. Assuntos administrativos deverão ser evitados no momento da reunião. Sugerimos, diante da necessidade de se atingir toda a equipe com orientações a respeito do cotidiano, com recados importantes e assuntos da SME, que Direção e Coordenação adotem as Circulares Internas distribuídas nominalmente aos professores com ciência do recebimento. Desta forma, somente as dúvidas ou assuntos que demandem decisão conjunta serão brevemente abordados no horário de estudo, dedicando o maior tempo para a real finalidade desses encontros: a formação continuada da equipe docente;
  9. 9. - Vamos escolher juntos um nome significativo para este momento precioso de formação continuada?
  10. 10.  Relatório do encontro, feito pela Coordenação e Direção, entregue à SME até a primeira sexta-feira do mês seguinte ao encontro, contendo os seguintes itens: Estrutura do relatório dos Encontros Mensais para Estudo com os Professores  Objetivos do encontro  Material estudado (anexar cópia do texto – se for diferente do indicado pela Equipe da Emei – ou cópia de outro material utilizado, exemplos: slides, links, fotos, áudio de uma palestra, vídeo de uma situação pedagógica do cotidiano para ser analisada e refletida, etc)  Desenvolvimento do estudo (estratégias utilizadas, principais reflexões feitas pelo grupo, conclusões e propostas – quando houver - apresentadas diante do que foi refletido),  Avaliação do encontro
  11. 11. 6- Necessidade de organização da escola para checar DIARIAMENTE as mensagens no e-mail a fim de dinamizar a comunicação entre a Secretaria e as Escolas.  - Lembrar de acusar o recebimento do e-mail  - Manter atualizados os endereços – uma lista será passada durante a reunião para registro do e-mail da escola e também o do Diretor e do Coordenador (se assim desejarem)  - para assuntos pedagógicos: equipe.emei.se@gmail.com  - para assuntos administrativos: equipe.emei.adm@gmail.com
  12. 12. 7- Divulgação da XII Semana da Mulher – Mulheres, gênero, violência e educação, de 23 a 27 de março de 2015 - Unesp Maiores informações: http://www.inscricoes.fmb.unesp.br/principal.asp  A programação completa será enviada a todas as escolas por e-mail.  Divulgar a todos os funcionários da escola.
  13. 13. 8- Avaliação Inicial (“diagnóstica”)  É imprescindível que seja realizada pelo professor, pois ela apontará as necessidades e peculiaridades da turma e guiará o planejamento de suas atividades e projetos. A avaliação poderá ser anotada no próprio caderno de Planejamento/ Semanário, a fim de ser facilmente consultada pelo professor e também compartilhada com a Profa Coordenadora. Não há a necessidade de enviar à SME.
  14. 14. 9- Cronograma de reuniões e entrega de documentos  Nos meses de março e abril as reuniões com Coordenação e Direção acontecerão em pequenos grupos, uma vez ao mês, a fim de estreitar o contato das escolas com a Equipe Pedagógica, discutir as dificuldades encontradas, dinamizar e aprofundar os estudos e reflexões sobre a prática.  A partir de maio, voltaremos às reuniões quinzenais, com todo o grupo.
  15. 15. CRONOGRAMA - EMEIs, EMEFEIs e CMEIs – 2015 REUNIÕES COM PROFESSORES COORDENADORES MENSAIS DATAS GRUPOS 05/03 Grupo 1 - 1,2, Feijão Com Arroz, Pingo de Gente, Arco-Íris, Beija-Flor, Bem-Me-Quer, Balão Mágico, Branca de Neve, Irmão Maurício, Chapeuzinho Vermelho, Egéa. 12/03 Grupo 2 - Bem-Te-Vi, Fernando Mauro, Ciranda Cirandinha, Copo de Leite, Estrelinha Dourada, Leda Casadei, Monteiro Lobato, Príncipe Mikasa, Favo de Mel 19/03 Grupo 3 - Criança Feliz, Raio de Sol, Roda Pião, Saci-Pererê, Mãe Cristina, Sementinha, Walt Disney, Curumim, Cantinho do Sossego 26/03 Grupo 4 - Sítio do Pica Pau Amarelo, Sambalelê, Primavera, Amor Perfeito, Meu Anjo, Lar da Criança, Restaurante Infantil, Nossa Sra. da Glória, Chico Xavier 02/04 Grupo 1 1,2, Feijão Com Arroz, Pingo de Gente, Arco-Íris, Beija-Flor, Bem-Me-Quer, Balão Mágico, Branca de Neve, Irmão Maurício, Chapeuzinho Vermelho, Egéa 09/04 Grupo 2 Bem-Te-Vi, Fernando Mauro, Ciranda Cirandinha, Copo de Leite, Estrelinha Dourada, Leda Casadei, Monteiro Lobato, Príncipe Mikasa, Favo de Mel 16/04 Grupo 3 - Criança Feliz, Raio de Sol, Roda Pião, Saci-Pererê, Mãe Cristina, Sementinha, Walt Disney, Curumim, Cantinho do Sossego 23/04 Grupo 4 Sítio do Pica Pau Amarelo, Sambalelê, Primavera, Amor Perfeito, Meu Anjo, Lar da Criança, Restaurante Infantil, Nossa Sra. da Glória, Chico Xavier
  16. 16. QUINZENAIS 07/05 21/05 11/06 25/06 02/07 REUNIÃO PEDAGÓGICA OU REUNIÃO COM COORDENADORES ENTREGA DOS RELATÓRIOS REFERENTES ÀS AVALIAÇÕES INDIVIDUAIS DOS ALUNOS (SEMESTRAL) 03/07 ENTREGA DO RELATÓRIO DAS REUNIÕES DE PLANEJAMENTO 13/03 ENTREGA DO ADENDO 29/04 ENTREGA DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 27/05
  17. 17. 2ª PARTE – Avaliação Institucional - 2014 e Adendos do PPP - 2015: Aspectos positivos Aspectos negativos Reunião Pedagógica: Importantes momentos de trocas de experiências e reflexões na busca de se promover a aprendizagem das crianças através da mudança da ação pedagógica. Serão complementadas pelas reuniões mensais para estudo e reflexão Cursos oferecidos pela SME: Foram proveitosos reunindo teoria e prática, sendo muito interessante a interação entre EMEI e EMEF e também a participação de ADEs e cuidadores. Contemplaremos as sugestões levantadas para 2015 Presença da Equipe de EMEI nas Unidades em momentos de estudos fora do horário de trabalho. Continuará acontecendo Disponibilidade de diferentes aportes teóricos: alguns para tratar dificuldades comuns, outros específicos de acordo com a necessidade de cada Unidade Escolar destacada pela Professora Coordenadora.Continuarão sendo oferecidos pela Equipe mediante solicitação específica da Profa. Coordenadora e/ou para socializar temas importantes para o enriquecimento da proposta Pedagógica da Escola Reunião Pedagógica: Pouquíssimas Reuniões Pedagógicas programadas para as EMEIs (foram apenas três no ano). Serão complementadas pelas reuniões mensais para estudo e reflexão Horário de Estudos: É urgente a necessidade de se colocar horário de estudos para o Professor de EMEI. As reuniões mensais para estudo e reflexão representam o início desse caminho que, como todos esperam, poderá se tornar semanal quando for possível (como os HECs nas EMEFs) Devolutivas de alguns aspectos apontados na Avaliação Institucional de 2014: – Formação Continuada
  18. 18. Facilidades Dificuldades Sugestões - Conhecer melhor a criança, suas aprendizagens, seu desenvolvimento. - Possibilitar aos pais acompanhar o desenvolvimento de seu filho valorizando o papel da escola e dos educadores. - Permitir a autoavaliação do trabalho do Professor. - O diário de bordo foi instrumento facilitador para a avaliação descritiva. - A avaliação descritiva individual dos alunos, trouxe inegáveis ganhos para a Educação Infantil, dando visibilidade ao educar, revelando as aprendizagens e o desenvolvimento integral da criança. Este tipo de avaliação tanto no trabalho pedagógico, quanto na devolutiva demonstrada pelos pais foi um grande avanço dentro das especificidades da Educação Infantil. - Desenvolver o hábito do registro e da escrita do Professor. Habilidades que se desenvolvem com o uso sistemático, com estudos que dão suporte e que dirigem o olhar do professor e com a interlocução de parceiros mais experientes (colegas, prof. Coordenador, etc) Avaliações serem realizadas semestralmente. Passarão a ser semestrais. Incentivar a utilização do Diário de Bordo como instrumento particular do professor, cumprindo a função de auxiliar da memória, de suporte às reflexões que vai fazendo a partir das observações das ações das crianças nas atividades propostas e também de meio para o replanejamento dessas atividades (sem a necessidade de ser compartilhado ou vistado pela Coordenação e/ou SME). – Relatórios Avaliativos
  19. 19. Existem muitas Unidades Escolares em reforma e cada uma delas tem suas necessidades que foram descritas na devolutiva individual que consta em anexo. Serão encaminhadas ao setor de Gestão Administrativa – Estrutura Física da Unidade Escolar (ampliação, reformas necessárias, entre outros) Facilidades Dificuldades Sugestões Excelente quantidade e qualidade dos produtos recebidos. As escolas que atendem bebês necessitam de materiais adequados e de qualidade a essa faixa etária. Necessidades encaminhadas ao setor de Gestão Administrativa. Para além dos materiais comprados, há a rica possibilidade de produção de materiais diversos com sucata (ampliaremos essas possibilidades com estudos e reflexões em nossas reuniões). É necessário lançar metas administrativas nos Adendos do PPP visando a aquisição de materiais importantes para a concretização da Proposta Pedagógica da Escola. - Material Pedagógico (permanente e de consumo)
  20. 20. A integração tem acontecido de forma gradual e constante isso devido aos eventos, as reuniões de pais e os projetos realizados pelas Unidades Escolares que possibilitam a inserção da família no ambiente escolar. É imprescindível que cada escola fortaleça e amplie esses momentos de integração entre a escola e as famílias/comunidade, contribuindo com o processo educativo. – Integração Escola e Comunidade (avaliação)
  21. 21. Espaços para a leitura: 74% - precisamos constantemente refletir sobre os usos desses espaços. As crianças têm acesso frequente aos bons livros com ilustrações e textos e ricos? Ou o acesso fica restrito aos livros simples, sem qualidade literária e estética, como os que, na maioria das vezes, são enviados à escola pelas famílias? Podem manipular e escolher esses materiais? Os professores garantem a leitura diária? Objetos diversificados para os bebês: 31% - para além do envio desses materiais pela SME, há o planejamento de momentos para a confecção de materiais com sucata que possam atender à faixa-etária? (tiras coloridas penduradas nos espaços, “cabanas” – espaços circunscritos - com tecidos e toalhas, tampinhas coloridas penduradas por elásticos, móbiles coloridos e outros materiais à altura das crianças, etc?) São elaboradas metas administrativas visando a obtenção de recursos que sejam voltados à aquisição dos materiais mais necessários? Painel na altura das crianças: 66% - são significativos para elas? Representam o registro de projetos e atividades vivenciados pelas crianças? Contêm textos com funções sociais reais (cartazes, comunicados, etc)? Têm a participação efetiva delas? São trocados constantemente? As crianças são estimuladas a explorarem os painéis produzidos por outras turmas? É criada esta necessidade nelas por meio das posturas de curiosidade e valorização desses materiais por parte dos professores e demais funcionários? Elementos da cultura mais elaborada expostos nas paredes: 69% - de quais tipos de elementos dispomos em nossas escolas? Que outros podemos providenciar? Como é feita a exploração desses materiais pelas crianças? Como a atenção delas é chamada para tais materiais? Como se cria nelas essa necessidade humanizadora de observar e explorar esses elementos? – Espaços Educadores
  22. 22.  Adendos do Projeto Político Pedagógico - Reflexão sobre a elaboração coletiva das METAS e dos PROJETOS da escola. (...)Mas o que é uma “Proposta Pedagógica” ou o “Projeto Político Pedagógico”? É a busca de construção da identidade, da organização e da gestão do trabalho de cada instituição educativa. O projeto reconhece e legitima a instituição educativa como histórica e socialmente situada, constituída por sujeitos culturais que se propõem a desenvolver uma ação educativa a partir de uma unidade de propósitos. Assim, são compartilhados desejos, crenças, valores, concepções, que definem os princípios da ação pedagógica e vão delineando, em um processo de avaliação contínua e marcado pela provisoriedade, suas metas, seus objetivos, suas formas de organização e suas ações. A partir da compreensão dessa definição, podemos construir um significado [para o PPP], entendendo-o como a busca da organização do trabalho de cuidar e educar crianças de 0 a 5 anos em creches e pré-escolas, complementando a ação da família e da comunidade. (FARIA, 2012, p. 20)
  23. 23. METAS DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE MARÍLIA - 2014 Total de Metas – 259 Administrativas 34% Pedagógicas 66% 0 10 20 30 40 50 60 70 Administrativas Pedagógicas
  24. 24. Total de Escolas – 38 Estabeleceram mais metas administrativas 40% Estabeleceram mais metas pedagógicas 60% 0 10 20 30 40 50 60 70 Administrativas Pedagógicas
  25. 25. Quantidade de escolas Quantidade de METAS METAS não atingidas ou atingidas parcialmente 17 02 a 05 0 a 4 09 06 a 09 0 a 5 07 10 a 13 1 a 7 02 mais de 14 (chegando a 28) 3 a 4 Avaliação Institucional 2014
  26. 26. Metas:  Metas e objetivos são a mesma coisa?  Objetivo e meta são diferentes entre si. Objetivo é a descrição daquilo que se pretende alcançar. Meta é a definição em termos quantitativos, e com um prazo determinado. A meta responde a duas perguntas: quanto? e até quando?.  Como as metas estão sendo estabelecidas dentro da Unidade Escolar? Quem participa?  Essas metas são revistas no decorrer do ano? Com que periodicidade?
  27. 27. Orientações para definição de metas:  Estado atual: é onde e como você se encontra hoje com relação à meta a ser atingida.  Estado desejado: é a meta que você pretende atingir.  Evidência tangível: evidência que pode ser mensurada.  Evidência não-tangível: evidência que não pode ser mensurada.  Contexto: Onde, quando e com quem participará da meta?
  28. 28. Orientações para definição de metas:  Limitações: O que me impede de já ter atingido minha meta?  Alternativas: De que modo vou atingir minha meta? Quais alternativas tenho?  Lembre-se de que se a meta é muito grande, vale a pena segmentá-la em metas menores.  Recursos: Quais eu possuo? Quais eu necessito?  Critérios: O que é essencial para a escola?  Acompanhamento constante: Um dos fatores pelos quais é importante escrever metas é para termos controle delas e podermos reavaliá-las de tempos em tempos. A cada intervalo de tempo, reveja suas metas e as atualize, de acordo com o desempenho da escola.
  29. 29. Análise de algumas metas  Evidência não-tangível: evidência que não pode ser mensurada. Muitas escolas colocaram metas em que as evidências não podem ser mensuradas e ainda assim quantificaram. Como se chegou ao percentual colocado?  Evidência tangível: evidência que pode ser mensurada. Ocorreu também que muitas escolas mesmo tendo colocado metas tangíveis, não apresentou o índice atingido em 2014. Por que?
  30. 30. Alguns paradigmas  Todas as metas da escola devem atingir 100%  É preciso ter muitas metas  Metas são pensadas só para constar no Projeto Político Pedagógico da escola
  31. 31. Principais problemas:  Colocar metas inatingíveis. Exemplo: “Garantir a frequência de 100% dos pais em reuniões bimestrais”  A maioria das escolas não atingiram ou atingiram parcialmente mais de 50% das metas. Isso passa a impressão de que a escola não retoma as metas no decorrer do ano.
  32. 32.  A escola piora em algumas metas em relação ao ano anterior  Metas que não ficam claras ou são muito amplas.  Há a necessidade de separar metas da equipe gestora (administrativas) e pedagógicas (relacionadas a aprendizagem dos alunos).
  33. 33. Projetos  (...) Para o(a) professor(a), é importante conhecer diferentes maneiras de trabalhar para que possa selecionar aquelas que são mais apropriadas (...) e que provoquem [na criança] a curiosidade e o desejo de agir sobre o mundo.(FARIA, 2012, p.186)  (...) buscamos uma alternativa metodológica que contemple, a um só tempo, a atividade significativa da criança, ou seja, sua ação consciente dos objetivos e motivada por esses objetivos, o papel essencial do educador de ‘fazer com a criança’, a situação do trabalho pedagógico numa zona que se adiante ao que a criança já é capaz de fazer, para garantir que ela se desenvolva, a comunicação da criança com o educador e com os colegas, com o mundo e com o conhecimento de que ela se apropria. (trecho extraído do texto: “Trabalho com projetos na pré-escola: uma alternativa metodológica” - Suely Amaral Mello. Texto elaborado para orientar palestra proferida no Encontro de Professores da SME de Marília, 1997)
  34. 34.  Projetos da Secretaria – não são mais necessários. Porém, com o elevado número de casos de Dengue em nosso município, a SME solicita um projeto com ações significativas durante todo o ano envolvendo tanto o ambiente escolar quanto o ambiente doméstico das crianças e a comunidade em geral.
  35. 35. Projetos da Escola  - Serão pensados na elaboração dos Adendos do PPP/ semana de Planejamento;  – Devem contemplar temas relevantes do contexto de cada escola / emergir de uma necessidade da escola. Um Projeto da Escola pode estar ligado a alguma meta estabelecida em conjunto e/ou proposta no PDE (ex. ampliar o envolvimento e o interesse das famílias pelas atividades da escola); pode ser uma alternativa para a resolução de problemas encontrados no cotidiano (ex. necessidade de conscientização e desenvolvimento de ações de limpeza e organização dos espaços coletivos da escola); pode contemplar práticas humanizadoras que precisam ser mais exploradas (ex. ampliar as experiências de leitura das crianças na escola e em casa); pode envolver a realização de um evento/ projeto empreendimento (ex. organização de uma mostra dos trabalhos do semestre ou organização de uma horta na escola);
  36. 36.  - As ações que são pensadas a priori pela equipe da escola podem/devem, no decorrer do projeto, ser reformuladas/ ampliadas para considerar as propostas/contribuições/ideias/questionamentos das crianças (que, necessariamente, têm que estar envolvidas, conhecendo as razões que levaram a equipe da escola a pensar em tal projeto e compartilhando de tais necessidades);  - Podem envolver todas as turmas ou algumas delas (ex. só as turmas de 4 e 5 anos);  - Não é necessário que as turmas façam projetos (“projetinhos”, “subprojetos”) sobre um Projeto da escola;
  37. 37.  - Vamos refletir, à luz da concepção que temos sobre Ed. Infantil e criança, sobre os projetos que vêm sendo propostos todos os anos sobre Disciplina e Inclusão... Como pensar a disciplina na Educação Infantil, período em que “o mundo está se abrindo para a criança”, em que elas estão conhecendo e se apropriando das formas de organização da sociedade, das relações humanas, das formas de convivência, da cultura? E a Inclusão? Já não está contemplada quando compreendemos cada criança em sua singularidade, quando damos voz e vez a ela, quando conhecemos suas necessidades e as especificidades de educação e cuidado para com ela, quando entendemos a diversidade como condição de nossa existência? Esses projetos têm mesmo sentido?
  38. 38. - Vamos discutir a necessidade de um Projeto da Escola que envolva a leitura, abrangendo também as famílias e a comunidade, a fim de garantir e dinamizar tais práticas no trabalho cotidiano com as crianças.
  39. 39. Projetos da turma  - Devem ser pensados e elaborados com a participação das crianças, depois do período de conhecimento e integração da turma, portanto, não constarão dos adendos do PPP. “A primeira tarefa do(a) professor(a), a cada ano que se inicia, é conhecer o grupo de crianças com as quais irá trabalhar. Nesse sentido, a nossa capacidade de escuta, de observação e de registro é fundamental, pois as crianças, nas conversas entre elas, nas suas brincadeiras, nas relações que vão estabelecendo com os objetos e os seres que a rodeiam, acabam indicando suas necessidades, seus interesses e suas formas de aprender.” (FARIA, 2012, p.214);  - Não há quantidade nem periodicidade “padrão”, o tempo de cada projeto é determinado pelo objetivo proposto, pelo desenrolar das várias etapas programadas e pelo interesse das crianças pelo assunto;
  40. 40.  - Podem surgir da instigação da professora às crianças (a partir da história de um livro, por exemplo), da observação dela sobre uma necessidade, desejo ou interesse próprios do grupo ou da idade, da curiosidade intelectual de uma ou mais crianças (que será partilhada com todo o grupo, podendo tornar-se interesse de todos e motivação para o trabalho coletivo);  - É preciso lembrar que, quanto menor a idade das crianças, maior será a intervenção do professor. As crianças menores não comunicam por meio de palavras seus interesses e questionamentos sobre o mundo, mas mostram seus interesses, necessidades e possibilidades por meio das suas ações e da receptividade que têm ou não perante as propostas apresentadas;
  41. 41.  - Desafio para este ano – ampliar os trabalhos com Projetos investigativos – coordenação motivar e garantir que professores se lancem nessa proposta. Estudos e reflexões já foram feitos...é hora de pôr em prática! Resgatar, com a equipe de professores, o texto “Projetos de investigação: uma excelente estratégia de trabalho”, estudado com a Equipe Pedagógica no ano passado
  42. 42. D - Adendos a serem incorporados 2015: Data de entrega: 29/04 – quarta-feira/malote – em duas vias  Escolas que farão o Projeto Político Pedagógico – PPP – completo em 2015 EMEI Meu Anjo EMEI Bem-me-quer Roteiro completo entregue à parte(pasta) Data de entrega: 27/05 – quarta-feira – em duas vias
  43. 43. 3ª PARTE – Orientações para a Semana de Planejamento  1. PPP – Adendos – Proposição das METAS para 2015 Texto para reflexão e orientação dos trabalhos do dia: - Estratégias para elaborar, implementar e avaliar Propostas Pedagógicas. In: FARIA, V. L. B.; SALLES, F. Currículo na Educação Infantil: diálogo com os demais elementos da Proposta Pedagógica. 2.ed. São Paulo: Ática, 2012, p.47-53 QUARTA-FEIRA, 18/02 – todos os funcionários no período da tarde
  44. 44. Orientações:  - A exploração do texto indicado ajudará o grupo a retomar os princípios norteadores para a elaboração de uma Proposta Pedagógica/PPP e a fazer importantes reflexões, buscando maior conscientização de todos com relação às proposições para o ano corrente;  -Retomar a importância que o documento tem para “sistematizar e organizar uma prática em andamento, constituindo-se material que orientará as ações educativas da instituição e possibilitará constante avaliação e reformulação do trabalho”. O documento precisa ser “um instrumento de trabalho que espelhará a prática cotidiana e os anseios educativos dos diversos parceiros na educação e no cuidado das crianças.” (FARIA, 201, p.24);
  45. 45.  - Salientar a necessidade de ser um documento vivo, real, que seja constantemente consultado para a avaliação contínua das ações distribuídas ao longo do ano a fim de se alcançar as metas traçadas;  - Compreender a necessidade de participação e envolvimento de todos os membros da equipe escolar (professores e funcionários) e das famílias/comunidade, bem como dos alunos na organização do documento. Quais estratégias podem ser lançadas para fazer a interlocução com cada segmento?  - Retomar as metas do ano passado e a avaliação delas para refletir sobre a necessidade de refazê-las para o ano corrente. Caso seja uma meta muito grande, estudar a possibilidade de segmentá-la em metas menores para, passo a passo, chegar onde se deseja.
  46. 46.  - Refletir coletivamente sobre a realidade atual da escola nos aspectos físico, administrativo e pedagógico;  - Proporcionar ao grupo da Unidade Escolar a reflexão realizada na Reunião com a Equipe Pedagógica/SME;  - Propor metas claras, considerando a quantidade e a qualidade delas, as possibilidades reais para atingi-las mediante ações bem planejadas e distribuídas entre os agentes do processo educativo (trabalho em equipe) 2. Espaço para outros assuntos específicos da escola
  47. 47. 1 - PPP – Projetos da Escola – elaboração coletiva e reflexões para os projetos das turmas  Textos para reflexão e orientação dos trabalhos do dia -  - Quais as metodologias mais adequadas para trabalhar na Educação Infantil? In: FARIA, V. L. B.; SALLES, F. Currículo na Educação Infantil: diálogo com os demais elementos da Proposta Pedagógica. 2.ed. São Paulo: Ática, 2012, p.186-196.  - Com crianças menores, seriam utilizadas as mesmas metodologias? In: FARIA, V. L. B.; SALLES, F. Currículo na Educação Infantil: diálogo com os demais elementos da Proposta Pedagógica. 2.ed. São Paulo: Ática, 2012, p.214-224. QUARTA-FEIRA, 18/02 – cada professor em seu período de trabalho; - o professor que dobra na mesma escola, participará da reunião; em apenas um período e, no outro, cuidará de seus afazeres relacionados à escola; -oportunizar, na medida do possível, a presença dos outros funcionários da escola, envolvendo-os nas discussões que sejam pertinentes (os ADEs estarão participando de palestras na SME).
  48. 48.  Orientações:  - Proporcionar ao grupo da Unidade Escolar a reflexão realizada na Reunião com a Equipe Pedagógica/SME;  - Levantar e analisar coletivamente propostas de Projetos da Escola;  - É necessário pensar criticamente sobre a quantidade de Projetos da Escola que será assumida. É melhor um projeto bem delineado, que contemple uma importante necessidade da escola, com ações bem escolhidas, valorizando a contribuição das crianças, com cada turma bem envolvida, vivenciando todo o processo de forma significativa, aprendendo e se desenvolvendo, do que vários projetos que apenas sirvam de “recheio” para o documento (Adendos), sendo “abandonados” no decorrer do ano;  - A exploração dos textos indicados apresentará aos professores interessantes propostas de trabalho com diferentes tipos de projetos e outras metodologias, podendo motivá-los e subsidiá-los para o trabalho com suas turmas. 2. Espaço para outros assuntos específicos da escola
  49. 49. 1. Período de Acolhimento e Inserção dos alunos – reflexão e (re)planejamento das ações Texto para reflexão e orientação dos trabalhos do dia -  - Acolhimento e Inserção da criança na Educação Infantil (entregue aos coordenadores, no fim de 2014, pela Equipe Pedagógica da Emei) SEXTA-FEIRA, 20/02 – idem para as observações registradas na quinta-feira
  50. 50.  Orientações:  - É importante levantar questionamentos a partir dos apontamentos que o texto traz e do que foi vivido nas primeiras semanas com as crianças, podendo, de forma coletiva, replanejar as ações envolvendo toda a equipe escolar (professores, demais funcionários, direção, coordenação), as famílias e as crianças. - Algumas questões que podem ser propostas:  Como está acontecendo o período de inserção em nossa escola?  As atividades estão sendo intencionalmente planejadas, considerando a organização dos tempos, espaços, materiais, levando em consideração as necessidades das crianças e das famílias nesse momento?
  51. 51.  As atividades propostas estão revelando, verdadeiramente, as concepções de educação e de criança que temos?  Estamos atentos ao acolhimento da criança e à integração dela na turma/nas atividades/na rotina, ao mesmo tempo? Ou percebemos adultos cuidando de uma ou duas crianças sem fazer tentativas de aproximação e de envolvimento no grupo e nas atividades?  Quais as principais dificuldades encontradas até o momento?  Vamos compartilhar práticas/ações/atividades que refletem nossas concepções e que estão “dando certo”?
  52. 52.  O que precisa ser melhorado?  Vamos analisar criticamente práticas/ações/atividades que precisam ser revistas pela equipe da nossa escola?  Que aspectos importantes não estão sendo contemplados? Como podemos atingi-los?  O que precisamos providenciar?  Como podemos nos organizar melhor, em todos os setores, para as próximas semanas? 2. Espaço para outros assuntos específicos da escola
  53. 53. Para repartir com todos Thiago de Mello Poema
  54. 54.  PARA REPARTIR COM TODOS   Com este canto te chamo, porque depende de ti. Quero encontrar um diamante, sei que ele existe e onde está. Não me acanho de pedir ajuda: sei que sozinho nunca vou poder achar. Mas desde logo advirto: para repartir com todos. Traz a ternura que escondes machucada no teu peito. Eu levo um resto de infância que meu coração guardou. Vamos precisar de fachos para as veredas da noite que oculta e, às vezes, defende o diamante Vamos juntos. Traz toda a luz que tiveres, não te esqueças do arco-íris que escondeste no porão. Eu ponho a minha poronga, de uso na selva, é uma luz que se aconchega na sombra.  Não vale desanimar nem preferir os atalhos sedutores que nos perdem, para chegar mais depressa. Vamos achar o diamante para repartir com todos. Mesmo com quem não quis vir ajudar, falta de sonho. Com quem preferiu ficar sozinho bordando de ouro o seu umbigo engelhado. Mesmo com quem se fez cego ou se encolheu na vergonha de aparecer procurando. Com quem foi indiferente e zombou das nossas mãos infatigados na busca. Mas também com quem tem medo do diamante e seu poder, e até com quem desconfia que ele exista mesmo. E existe: o diamante se constrói quando o procuramos juntos no meio da nossa vida e cresce, límpido,cresce, na intenção de repartir o que chamamos de amor.   THIAGO DE MELLO In Mormaço na floresta, 1984
  55. 55. É de todos nós o sonho de encontrar o diamante… com muito estudo, coragem, ousadia e fé conseguiremos JUNTOS! Bom trabalho a todos! Equipe Pedagógica de Emei 2015

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