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Atendimento Educacional Especializado
PROPOSTAS PARA 2015
Educação Inclusiva: se refere ao movimento que
busca criar escolas que caminhem ao encontro de
todos os alunos, e que oportunize que eles sejam
educados juntos, em classes comuns compatíveis em
idade e escolas vizinhas. (FERGUSON, 1996)
Inclusão Escolar: se refere especificamente a
escolarização da população alvo da Educação
Especial;
Quem é nosso Público Alvo???
POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA
PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Na perspectiva da Educação Inclusiva, a educação
especial passa a constituir a proposta pedagógica da escola,
definindo como seu público-alvo os alunos com:
 Deficiência,
Transtornos globais de desenvolvimento (autismo, síndromes do
espectro do autismo e psicose infantil) e
Altas habilidades/superdotação.
Nestes casos e outros, que implicam em transtornos
funcionais específicos, a educação especial atua de forma
articulada com o ensino comum, orientando para o
atendimento às necessidades educacionais especiais desses
alunos. (dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia, transtorno de atenção e
hiperatividade, entre outros)
As definições do público alvo devem ser contextualizadas e não se esgotam
na mera categorização e especificações atribuídas a um quadro de deficiência,
transtornos, distúrbios e aptidões. Considera-se que as pessoas se modificam
continuamente transformando o contexto no qual se inserem. Esse dinamismo exige
uma atuação pedagógica voltada para alterar a situação de exclusão, enfatizando a
importância de ambientes heterogêneos que promovam a aprendizagem de todos
os alunos.
Adequação Curricular
Individualizada
 De acordo com Cook & Friend apud Veltrone (2007), o trabalho colaborativo
pode ser compreendido como uma rede de recursos a ser utilizado pelo professor da
educação regular, para o sucesso escolar dos alunos com necessidades especiais. A
proposta de trabalho colaborativo visa proporcionar o desenvolvimento de práticas
pedagógicas inclusivas bem sucedidas, uma vez que propõe uma parceria de trabalho
entre profissionais da educação especial e profissionais da educação comum
 é um modelo de prestação de serviço de educação especial no qual um educador comum e um
educador especial dividem a responsabilidade. Juntos eles definem propostas de alterações
nas metodologias de ensino, adaptações curriculares, modos de avaliação entre outros,
conforme a necessidade individual de cada criança/pessoa e assim proporcionar acesso
igualitário a aprendizagem com sucesso e êxito.
AEE Trabalho Colaborativo
AEE Trabalho Colaborativo
Atendimentos ao Aluno Apoio às UE: Professores
do ER, Pais, Gestores,
funcionários, Cuidadores
EPAEE e Adequação
Curricular
Inclusão Escolar
Situação Atual
 11 Professoras de Educação Especial
Professoras/Dias
da semana
2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira
Marcia C Nicolau Fernandes
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Cecília Alves Guelpa Cecília Alves Guelpa Cecília Alves Guelpa Cecília Alves Guelpa
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Olímpio Cruz Olímpio Cruz Olímpio Cruz Olímpio Cruz (manhã)
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EMEI Walt Disney EMEI Walt Disney EMEI Walt Disney EMEF Edmea
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EMEF Américo Capelozza EMEF Américo Capelozza EMEF Américo Capelozza EMEF Américo Capelozza
Marcia Borba EMEI Monteiro Lobato EMEI Monteiro Lobato EMEI Monteiro Lobato EMEI Monteiro Lobato
PROFESSORES DO PERÍODO DA
MANHÃ
ESCOLA PARA CARGA SUPLEMENTAR
Franciele Rosa Lima Soares EMEF Antônio Moral
Lilian Maria Mangaba EMEI Estelinha Dourada
EMEFEI Roberto Caetano Cimino
Rita de Cássia Vieira Martins EMEF Myrthes Pupo Negreiros
Simone dos Santos Silva EMEF Nicácia Garcia. Gil
Maria Cristina Rodrigues Vieira EMEF Nivando Mariano dos Santos
Valter José Ribeiro Roberto EMEF Paulo Freire
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PROFESSORES DO PERÍODO DA
TARDE
ESCOLA PARA CARGA SUPLEMENTAR
Graziela de Jesus EMEF Antônio Moral
Rosa Maria Alves de Puzza EMEF Antônio Ribeiro
Cristiane Valverde Castilho da
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Fabiana Aguiar de Castro Sena EMEFEI Roberto Caetano Cimino
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Andréia Maria de Oliveira EMEI Criança Feliz
Denise Silva de Oliveira EMEFEI Chico Xavier
Maria Angelica de Souza Martins EMEF Isaltino de Campos
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Solange Mitie Kashiwagui Ohara EMEI Leda Casadei
Giseli Aparecida Britto Ferreira EMEF Mário Covas
Leticia de Freitas Pedrolli EMEF Nelson Gabaldi
Alessandra Matrin EMEF Nivando Mariano dos Santos
Regina Diniz Frachia EMEF Paulo Freire
PROFESSOR ESCOLA PARA CARGA
SUPLEMENTAR
Telma de Oliveira Lima EMEF Nivando Mariano do
Santos
(Interprete de LIBRAS)
Virgínia Aparecida Pigozzi EMEF Nelson Gabaldi
(Interprete de LIBRAS)
Proposta de Trabalho do AEE
 Unidades Escolares com SRM e Unidades Escolares sem SRM
 Uma sala de Estimulação Infantil da Zona Sul;
 11 professoras de Educação Especial;
 19 professores de Carga Suplementar AEE
 02 professoras de Intérprete de LIBRAS/Carga Suplementar
Trabalho Colaborativo
Inclusão Escolar
1. Os professores do AEE devem seguir as mesmas regras e orientações de toda a escola;
2. As diretrizes de Orientação e Acompanhamento do trabalho do AEE são de responsabilidade do
CEMAEE em parceria com a equipe escolar porém a chefia imediata é Direção da escola;
3. Caso ocorra alguma situação de desagrado para a Direção será marcado uma reunião de orientação
4. Os horários de Carga Suplementar deverão ser rigorosamente seguidos não havendo nenhuma
modificação
5. A participação durante os HECs das professoras de Educação Especial ocorrerá a cada 15 dias não
podendo haver dispensa.
6. O AEE não poderá ser visto como algo fora da escola. Ao contrário deverá estar em perfeita sintonia
com a filosofia da unidade escolar para que de fato possa colaborar com a Educação Inclusiva
7. As professoras de Educação Especial já deverão iniciar esta semana com atendimentos
8. Os professores de Carga Suplementar terão esta semana para organização
Propostas e Orientações
1. Elaborar o horário de atendimentos de acordo com a demanda:
- no mínimo 50` de atendimento, podendo se estender conforme a necessidade do auno;
- a frequência dos atendimentos (uma, duas ou três vezes na semana) será pensada de acordo
com a necessidade do aluno;
- priorizar atendimentos em duplas, trios ou quartetos. Evitar atendimentos individuais.
- os atendimentos individuais devem ser muito bem pensados
 A Equipe de Direção e Coordenação da unidade escolar devem estar de acordo com o horário
elaborado para os atendimentos;
 Na elaboração do horário deve-se prever o APOIO em sala ou demais contextos escolares.
 Caso a demanda seja muito grande será necessário prever no horário mensal uma semana para a
COLABORAÇÃO em sala;
Propostas e Orientações
 O APOIO em sala caracteriza-se no sentido de viabilizar e colaborar nas adequações
das atividades desenvolvidas no ensino regular. A proposta é que o professor do AEE
faça a mediação do conteúdo fornecendo os meios de acesso
 Pode-se prever atividades desenvolvidas fora da sala de aula porém não poderá
caracterizar-se como uma constante;
 Quando o aluno atendido faltar o professor do AEE deverá se responsabilizar em ligar
pra família e tentar saber a justificativa das faltas;
 Logo após dirigir-se à alguém da Equipe e colocar-se a disposição para outras
atividades como: acompanhar em sala um aluno com deficiência (mesmo que não
atendido por ele), estender uma atendimento, colaborar na avaliação de uma aluno
com HD, confeccionar um recurso, preencher documentação, organizar a sala do AEE,
orientar cuidadores, família e demais pessoas da Equipe, pesquisar assuntos da
Educação Especial, fazer encaminhamentos...
 A porta da sala do AEE deverá sempre estar aberta
 Entrar em contato com a família e escola de origem, agendando os
horários de atendimentos
 Para cada criança atendida ou no contra turno ou no mesmo turno a família
deverá assinar o TERMO DE CONSENTIMENTO ou TERMO DE
DESISTÊNCIA.
 O primeiro atendimento tem o objetivo de estabelecer o RAPPORT (criar
uma ligação de sintonia e empatia com a outra pessoa). Neste dia o aluno
deverá levar uma lembrancinha de boas-vindas.
 Cada aluno terá sua pasta individualizada
 O professor terá sua pasta para documentação
 Dar aulas de reforço
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 Ficar com o aluno indisciplinado ou mesmo com
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  • 2. Educação Inclusiva: se refere ao movimento que busca criar escolas que caminhem ao encontro de todos os alunos, e que oportunize que eles sejam educados juntos, em classes comuns compatíveis em idade e escolas vizinhas. (FERGUSON, 1996) Inclusão Escolar: se refere especificamente a escolarização da população alvo da Educação Especial;
  • 3. Quem é nosso Público Alvo??? POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Na perspectiva da Educação Inclusiva, a educação especial passa a constituir a proposta pedagógica da escola, definindo como seu público-alvo os alunos com:  Deficiência, Transtornos globais de desenvolvimento (autismo, síndromes do espectro do autismo e psicose infantil) e Altas habilidades/superdotação. Nestes casos e outros, que implicam em transtornos funcionais específicos, a educação especial atua de forma articulada com o ensino comum, orientando para o atendimento às necessidades educacionais especiais desses alunos. (dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia, transtorno de atenção e hiperatividade, entre outros)
  • 4. As definições do público alvo devem ser contextualizadas e não se esgotam na mera categorização e especificações atribuídas a um quadro de deficiência, transtornos, distúrbios e aptidões. Considera-se que as pessoas se modificam continuamente transformando o contexto no qual se inserem. Esse dinamismo exige uma atuação pedagógica voltada para alterar a situação de exclusão, enfatizando a importância de ambientes heterogêneos que promovam a aprendizagem de todos os alunos. Adequação Curricular Individualizada
  • 5.  De acordo com Cook & Friend apud Veltrone (2007), o trabalho colaborativo pode ser compreendido como uma rede de recursos a ser utilizado pelo professor da educação regular, para o sucesso escolar dos alunos com necessidades especiais. A proposta de trabalho colaborativo visa proporcionar o desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas bem sucedidas, uma vez que propõe uma parceria de trabalho entre profissionais da educação especial e profissionais da educação comum  é um modelo de prestação de serviço de educação especial no qual um educador comum e um educador especial dividem a responsabilidade. Juntos eles definem propostas de alterações nas metodologias de ensino, adaptações curriculares, modos de avaliação entre outros, conforme a necessidade individual de cada criança/pessoa e assim proporcionar acesso igualitário a aprendizagem com sucesso e êxito. AEE Trabalho Colaborativo
  • 6. AEE Trabalho Colaborativo Atendimentos ao Aluno Apoio às UE: Professores do ER, Pais, Gestores, funcionários, Cuidadores EPAEE e Adequação Curricular Inclusão Escolar
  • 7. Situação Atual  11 Professoras de Educação Especial Professoras/Dias da semana 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Marcia C Nicolau Fernandes (manhã) EMEF Antonio Ribeiro EMEF Antonio Ribeiro EMEF Antonio Ribeiro Hora de Estudo Especializado (2h) HEC nas escolas (2h) Quinzenalmente EMEF Antonio Ribeiro Aline Cristina de Barros (manhã) EMEI Raio de Sol EMEI Raio de Sol EMEI Raio de Sol EMEF Célio Corradi Laura Landi de Moura (manhã) (tarde) Olímpio Cruz EMEI Príncipe Mikasa Olímpio Cruz EMEI Príncipe Mikasa Olímpio Cruz EMEI Príncipe Mika Olímpio Cruz EMEI Beija Flor(quinta feira) Sandra Regina Altero (manhã) EMEF Gov. Mário Covas EMEF Gov.Mário Covas EMEF Gov.Mário Covas EMEF Gov.Mário Covas Jaquelini Alzira dos Santos (manhã) EMEF Nelson Gabaldi EMEF Nelson Gabaldi EMEF Nelson Chico Xavier EMEF Chico Xavier Maira Vieira da Silva (tarde) EMEF Américo Capelozza EMEF Américo Capelozza EMEF Américo Capelozza EMEF Américo Capelozza Flaviane Cordeiro Reis (tarde) Cecília Alves Guelpa Cecília Alves Guelpa Cecília Alves Guelpa Cecília Alves Guelpa Gisleine Cristina Lista Saito (tarde) Olímpio Cruz Olímpio Cruz Olímpio Cruz Olímpio Cruz (manhã) Marcia de Oliveira Mariucio (tarde) EMEI Walt Disney EMEI Walt Disney EMEI Walt Disney EMEF Edmea Lucines Bonacasata Freire (manhã) EMEF Américo Capelozza EMEF Américo Capelozza EMEF Américo Capelozza EMEF Américo Capelozza Marcia Borba EMEI Monteiro Lobato EMEI Monteiro Lobato EMEI Monteiro Lobato EMEI Monteiro Lobato
  • 8. PROFESSORES DO PERÍODO DA MANHÃ ESCOLA PARA CARGA SUPLEMENTAR Franciele Rosa Lima Soares EMEF Antônio Moral Lilian Maria Mangaba EMEI Estelinha Dourada EMEFEI Roberto Caetano Cimino Rita de Cássia Vieira Martins EMEF Myrthes Pupo Negreiros Simone dos Santos Silva EMEF Nicácia Garcia. Gil Maria Cristina Rodrigues Vieira EMEF Nivando Mariano dos Santos Valter José Ribeiro Roberto EMEF Paulo Freire Maria Cláudia Aguiar Codogno EMEF Reny P. Cordeiro PROFESSORES DO PERÍODO DA TARDE ESCOLA PARA CARGA SUPLEMENTAR Graziela de Jesus EMEF Antônio Moral Rosa Maria Alves de Puzza EMEF Antônio Ribeiro Cristiane Valverde Castilho da Silva EMEI Balão Mágico EMEI Pingo de Gente Fabiana Aguiar de Castro Sena EMEFEI Roberto Caetano Cimino EMEI Ciranda Cirandinha Andréia Maria de Oliveira EMEI Criança Feliz Denise Silva de Oliveira EMEFEI Chico Xavier Maria Angelica de Souza Martins EMEF Isaltino de Campos EMEI Primavera Solange Mitie Kashiwagui Ohara EMEI Leda Casadei Giseli Aparecida Britto Ferreira EMEF Mário Covas Leticia de Freitas Pedrolli EMEF Nelson Gabaldi Alessandra Matrin EMEF Nivando Mariano dos Santos Regina Diniz Frachia EMEF Paulo Freire PROFESSOR ESCOLA PARA CARGA SUPLEMENTAR Telma de Oliveira Lima EMEF Nivando Mariano do Santos (Interprete de LIBRAS) Virgínia Aparecida Pigozzi EMEF Nelson Gabaldi (Interprete de LIBRAS)
  • 9. Proposta de Trabalho do AEE  Unidades Escolares com SRM e Unidades Escolares sem SRM  Uma sala de Estimulação Infantil da Zona Sul;  11 professoras de Educação Especial;  19 professores de Carga Suplementar AEE  02 professoras de Intérprete de LIBRAS/Carga Suplementar Trabalho Colaborativo Inclusão Escolar
  • 10. 1. Os professores do AEE devem seguir as mesmas regras e orientações de toda a escola; 2. As diretrizes de Orientação e Acompanhamento do trabalho do AEE são de responsabilidade do CEMAEE em parceria com a equipe escolar porém a chefia imediata é Direção da escola; 3. Caso ocorra alguma situação de desagrado para a Direção será marcado uma reunião de orientação 4. Os horários de Carga Suplementar deverão ser rigorosamente seguidos não havendo nenhuma modificação 5. A participação durante os HECs das professoras de Educação Especial ocorrerá a cada 15 dias não podendo haver dispensa. 6. O AEE não poderá ser visto como algo fora da escola. Ao contrário deverá estar em perfeita sintonia com a filosofia da unidade escolar para que de fato possa colaborar com a Educação Inclusiva 7. As professoras de Educação Especial já deverão iniciar esta semana com atendimentos 8. Os professores de Carga Suplementar terão esta semana para organização Propostas e Orientações
  • 11. 1. Elaborar o horário de atendimentos de acordo com a demanda: - no mínimo 50` de atendimento, podendo se estender conforme a necessidade do auno; - a frequência dos atendimentos (uma, duas ou três vezes na semana) será pensada de acordo com a necessidade do aluno; - priorizar atendimentos em duplas, trios ou quartetos. Evitar atendimentos individuais. - os atendimentos individuais devem ser muito bem pensados  A Equipe de Direção e Coordenação da unidade escolar devem estar de acordo com o horário elaborado para os atendimentos;  Na elaboração do horário deve-se prever o APOIO em sala ou demais contextos escolares.  Caso a demanda seja muito grande será necessário prever no horário mensal uma semana para a COLABORAÇÃO em sala; Propostas e Orientações
  • 12.  O APOIO em sala caracteriza-se no sentido de viabilizar e colaborar nas adequações das atividades desenvolvidas no ensino regular. A proposta é que o professor do AEE faça a mediação do conteúdo fornecendo os meios de acesso  Pode-se prever atividades desenvolvidas fora da sala de aula porém não poderá caracterizar-se como uma constante;  Quando o aluno atendido faltar o professor do AEE deverá se responsabilizar em ligar pra família e tentar saber a justificativa das faltas;  Logo após dirigir-se à alguém da Equipe e colocar-se a disposição para outras atividades como: acompanhar em sala um aluno com deficiência (mesmo que não atendido por ele), estender uma atendimento, colaborar na avaliação de uma aluno com HD, confeccionar um recurso, preencher documentação, organizar a sala do AEE, orientar cuidadores, família e demais pessoas da Equipe, pesquisar assuntos da Educação Especial, fazer encaminhamentos...  A porta da sala do AEE deverá sempre estar aberta
  • 13.  Entrar em contato com a família e escola de origem, agendando os horários de atendimentos  Para cada criança atendida ou no contra turno ou no mesmo turno a família deverá assinar o TERMO DE CONSENTIMENTO ou TERMO DE DESISTÊNCIA.  O primeiro atendimento tem o objetivo de estabelecer o RAPPORT (criar uma ligação de sintonia e empatia com a outra pessoa). Neste dia o aluno deverá levar uma lembrancinha de boas-vindas.  Cada aluno terá sua pasta individualizada  O professor terá sua pasta para documentação
  • 14.  Dar aulas de reforço  Realizar tarefas de casa no período de atendimento  Ficar com o aluno indisciplinado ou mesmo com deficiência só por que ele está “atrapalhando” a aula  Realizar atividades administrativas ou pedagógicas além das especificadas em suas atribuições.