Brincadeiras do curso primeiro ano - sme 2013

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Curso para primeiro ano - SME - Marília 2013

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Brincadeiras do curso primeiro ano - sme 2013

  1. 1. Brincadeiras abordadas no curso:Ensino de 9 anos:um novo tempo – reflexões e práticas. Boneco Mole:- Formação: em círculo, em pé.- Desenvolvimento: para iniciar a brincadeira é importante queos participantes memorizem a seguinte quadrinha:Eu sou um boneco mole,Mole feito mingau,Se eu faço uma reta. (ou curva)Todo mundo faz igual.Em sentido horário, cada participante terá a oportunidadede fazer o comando gestual (no caso, o traçado de reta/oucurva), enquanto recita os primeiros três versos destacadospela cor verde.Demonstrado o gesto, o restante dos participantes repeteo comando recitando coletivamente o último versinhodestacado pela cor laranja.Segue a brincadeira até que todos tenham participadocomandando um gesto que será repetido pelo grupo.Variação: pode-se adotar qualquer motivador para a realizaçãodo gesto e até mesmo optar pela livre criação do comandante. Ex:Ao recitar esseverso, o comandanterealiza um gestoreto, ou curvo.
  2. 2. Eu sou um boneco mole,Mole feito mingau,Se eu dou uma reboladinha.(ou qualquer das opções que seguem: mexo com os braços,bato em meus ombros,mando um beijinho,dou um tchauzinho,dobro meus joelhos etc)Todo mundo faz igual.Além disso, pode-se preferir realizar a brincadeiraexplorando a manipulação de algum “adereço”, ou material(chicotinhos de metalóide – como fizemos no curso, bola, caixinhaetc). Caracol:- Formação: em círculo, em pé, de mãos dadas.- Desenvolvimento: a brincadeira é simples. Envolve a evolução da“corrente humana” para formar um caracol como os que sãobastante comuns em quadrilhas de festas juninas.Contudo, para “ilustrar” a formação sugerimos que aentrada no caracol seja simultânea à recitação do seguintepoeminha;Bem quietinho, devagarCaracol já vai entrar.Ao recitar esse verso, ocomandante realiza ogesto verbalizado.
  3. 3. Vai entrando, vai entrando,Se enrolando, se enrolandoNa casinha vai ficar.Terminado o versinho, para-se a formação do caracol e éhora de desenrolar. Acompanhando o desfazer do caracol há arecitação da segunda parte do poema:O bichinho quer sair,Olha lá que vai fugir.Acordou e vai saindo.Bem quietinho, devagarDeixa o seu querido lar.Nessa atividade o professor pode iniciar “puxando” acorrente para formar e depois desmanchar o caracol. Pode então,propor a outros alunos que se responsabilizem por “puxar” acorrente.O professor pode ainda explorar o potencial da atividaderealizando trabalhos de arte envolvendo a representação docaracol com diferentes materiais. Nesse sentido, os caracóisrealizados individualmente podem compor um único painel, poisreunidas as formas podem compor uma única figura. Com porexemplo um jardim de caracóis.
  4. 4. Representação gráfica da “entrada” e “saída” do caracol, comtraços em giz de cera. Acerte o cesto:Essa brincadeira é precedida pela confecção de “chicotinhos”feitos com fita metalóide. Esse é um material bastante simplesde se elaborar.Sugerimos que o professor convide seus alunos para aconfecção do mesmo, pois isso proporciona um melhoraproveitamento do potencial da atividade.Contudo, chamamos a atenção do professor para que percebaque é importante que à criança seja apresentado um modelo, ouprotótipo do objeto a ser confeccionado. Assim, ao lançar-se aotrabalho, a criança consegue canalizar sua ação de forma maiseficaz para a obtenção de determinado objeto.Agora, vamos à confecção do material:- dobre várias vezes uma folha de revista até obter umatirinha de papel (com aproximadamente um dedo de espessura);
  5. 5. - em seguida pegue uma fita metalóide (com aproximadamente1m de comprimento) e prenda em uma das pontas da tirinhaenrolando-a (a tirinha) de forma que ao final obtenha umquadradinho de papel enrolado.Dobrando a fita comoum ganchinho, ela ficarámais bem fixada.Fita metalóide.Finalize o “chicotinho” passando fita crepe no quadradinho depapel dobrado para que fique firme.Ficará mais bonito se você der uma volta de fita metalóide noquadradinho de papel dobrado que está preso com fita crepe eprender com um pedaço de durex.Tirinha de revistaVá dobrando atirinha de folhade revista até ofinal.
  6. 6. Pronto o “chicotinho”, é hora de brincar:- Formação: em círculo, em pé ou sentados; sendo que oprofessor posicionará ao centro da formação um cesto, balde, ououtro recipiente similar.-Desenvolvimento: cada criança tem sua chance de acertar ocesto.O professor combina com a turma se os acertos serãocomputados, a sequência de arremessos, ou o arremesso coletivo,uma vez que se pode formar equipes que tenham “chicotinhos” decores diferentes entre si.Esse “chicotinho” pode compor o material permanente daturma, uma vez que é propício para diversas atividades como jogodramático, coreografias e outras brincadeiras que o professorvenha a criar. Massagem coletiva:Para dar início a essa brincadeira é importante dialogar com aturma buscando resgatar suas experiências sobre o que vem aser uma massagem, sua finalidade.Trabalhe também com a turma a importância do contatocorporal respeitoso e o prazer que podemos obter através docontato físico afetivo.Simule com a turma os desejáveis movimentos manuais que sepode realizar em uma massagem (movimento de amassar,movimento circular, compressão com um ou todos os dedos etc).
  7. 7. Trabalhadas essas questões preliminares, vamos à brincadeira:- Formação: em círculo de pé ou sentadas, as crianças dão ¼ devolta à esquerda formando uma espécie de fila indiana comformato circular.- Desenvolvimento: o professor solicita que cada criança toque osombros do colega que está a sua frente e inicie a massagemamassando, depois em movimentos circulares etc.Solicite então, que as crianças passem a massagem para ostrapézios (região entre o ombro e o pescoço) do colega que estáa sua frente, variando o estímulo, a intensidade etc.A brincadeira vai se desenvolvendo até que o professorverifique que há motivação na turma.Para finalizar, o professor solicita que as crianças sesentem (se tiverem iniciado a brincadeira em pé) e se “deitem”sobre o colega de trás, sempre indicando (antes do gesto) anecessária gentileza e delicadeza dos movimentos. Cessa amassagem e por alguns segundos a turma relaxa; uns nos colosdos outros.

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