Bruno Giorgi
ESCULTOR E PROFESSOR BRASILEIRO.
Biografia
Filho de italianos da Toscana, Giorgi nasceu no Brasil, em
mococa 1905, mas logo cedo em 1911, foi para a Itália...
Participa na Guerra Civil Espanhola ao lado dos republicanos,
mas, "no interesse da própria luta", permanece em Paris (193...
Em 1939, de volta a São Paulo, integra-se ao movimento
modernista brasileiro ao lado de Vitor Brecheret e Mário de
Andrade...
Curiosidades
O Estilo de Bruno Giorgi
Foi subdividido em três fases que compreendem sua produção
nas décadas que vão de 19...
Obras
Entre as suas obras, as mais conhecidas são "Os Candangos" e "Meteoro".
• Monumento à Juventude Brasileira, 1947, no...
Os Candangos, de 1959
Meteoro, escultura de
1967/1968
Livro
O livro, uma homenagem às comemorações do
centenário de nascimento do artista, apresenta
esculturas inéditas deste e...
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Bruno Giorgi - Artes

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Bruno Giorgi - Artes

  1. 1. Bruno Giorgi ESCULTOR E PROFESSOR BRASILEIRO.
  2. 2. Biografia Filho de italianos da Toscana, Giorgi nasceu no Brasil, em mococa 1905, mas logo cedo em 1911, foi para a Itália. Em Roma, entrou por engano naquele curso de escultura e envolveu-se na política – era filho de anarquistas. Participa de movimentos antifascistas.
  3. 3. Participa na Guerra Civil Espanhola ao lado dos republicanos, mas, "no interesse da própria luta", permanece em Paris (1937) e frequenta a Académie de la Grande Chaumière e a Ranson, tendo sido, nessa última, aluno de Aristide Maillol, que passa a orientá-lo. Conviveu com Henry Moore, Marino Marini e Charles Despiau.
  4. 4. Em 1939, de volta a São Paulo, integra-se ao movimento modernista brasileiro ao lado de Vitor Brecheret e Mário de Andrade. Trabalhou com os artistas do Grupo Santa Helena e participou da exposição do grupo Família Artística Paulista. Em 1942, a convite do ministro Gustavo Capanema, participou da equipe que decorou o prédio do Ministério da Educação e Saúde (atual Palácio da Cultura), no Rio de Janeiro. Seu trabalho foi feito para o jardim do ministério, planejado pelo paisagista Burle Marx. Na década de 1950, suas obras passaram a valorizar o ritmo, o movimento, os vazios e a harmonizar linhas curvas e formas angulares. Já no fim dessa década, Giorgi passou a usar o bronze, criando figuras delgadas, em que os vazios são parte integrante da escultura, predominando frequentemente sobre as massas. Na década seguinte, duas inovações apareceram em sua obra: a forma geométrica, em lugar das figuras, e o mármore branco, em lugar do bronze. Teorema, mármore, 1987-88
  5. 5. Curiosidades O Estilo de Bruno Giorgi Foi subdividido em três fases que compreendem sua produção nas décadas que vão de 1940 a 1950. • A primeira fase teve bastante influência acadêmica com vários retratos, bustos e corpos femininos, ora gordos e opulentos, ora alongados e líricos. Esta fase é conhecida como figurativa. • Na segunda fase, chamada vegetativa, Bruno Giorgi mantém a utilização de figuras com hastes e preocupa-se com o dinamismo das obras. • Na terceira fase, mais conhecida, chamada tectônica, as esculturas assumem um significado mais abstrato e um caráter mais arquitetônico. Escultura, 1970 (mármore; altura: 309 cm) Bruno Giorgi (1905-1993)
  6. 6. Obras Entre as suas obras, as mais conhecidas são "Os Candangos" e "Meteoro". • Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio da Cultura, no Rio de Janeiro; • Os Guerreiros, conhecida popularmente como Os Candangos, 19594 , na Praça dos Três Poderes, Brasília; • Monumento à Cultura, 1965, na Praça Edson Luís, na Universidade de Brasília; • Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; • Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
  7. 7. Os Candangos, de 1959
  8. 8. Meteoro, escultura de 1967/1968
  9. 9. Livro O livro, uma homenagem às comemorações do centenário de nascimento do artista, apresenta esculturas inéditas deste escultor apaixonado por sua profissão e traça um panorama de sua vida e obra através de uma foto-cronologia e uma impressionante seleção de excertos de críticas e textos publicados ao longo de sua carreira. Com prefácio de Ferreira Gullar, o livro apresenta ainda relação de obras, bibliografia e versão para o inglês.
  10. 10. Colégio São Lucas

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