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  1. 1. UUNNIIVVEERRSSIIDDAADDEE FFEEDDEERRAALL DDEE SSÃÃOO CCAARRLLOOSS –– UUFFSSCCAARR CCEENNTTRROO DDEE CCIIÊÊNNCCIIAASS BBIIOOLLÓÓGGIICCAASS EE DDAA SSAAÚÚDDEE -- CCCCBBSS DDEEPPAARRTTAAMMEENNTTOO DDEE MMEEDDIICCIINNAA -- DDMMEEDD ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! !!!"""###$$$%%%&&&'''&&&!!!"""(((%%%)))***!!!""")))!!!+++"""'''""",,,---***%%%###'''""" &&&..."""$$$///'''"""'''+++!!!000&&&'''111...///"""222333&&&%%%###'''444""" 111000$$$---!!!"""000%%%))),,,222%%%)))""" ! EE--MMAAIILL PPAARRAA CCOONNTTAATTOO:: rriissoolliissuuffssccaarr@@ggmmaaiill..ccoomm ! ! ! ! "#$!%&'($"! "#$#!
  2. 2. INTEGRANTES ! • Comissão Organizadora ! )&*+$(&!,-'./!0$1&! %&'()'*+,!-.!/010,2-&'30'! -456789!:6;<=>7?@A5678;BC5! ! 2$#$!&()'/3$!4.$'.! %&'()'*+,!-.!.-(0D0E'! -456789!FGCHIFI@GCJ5678;BC5! ! 4&'.&5&!*-/5$!3&!".(6&!"&5!)/(.%/! %&'()'*+,!-.!.-(0D0E'! -456789!56><K=?HC@A5678;BC5! ! 47'.$!%8"&'!"&5!)/(.%/! %&'()'(,!3-L'!)E0D'.3! -456789!56>7=MB?M6>?M@A5678;BC5! ! '&)&/(!3&!4$99&! %&'()'*+,!-.!.-(0D0E'! -456789!>6:6?8IN65CJJ6@GCJ5678;BC5! ! '&:;&/(!*&99."9.! %&'()'*+,!-.!.-(0D0E'! -456789!>6OG6?8K6JJ7MJ7@GCJ5678;BC5! ! 9&(.9&!9$(/3$!%$"9&! %&'()'*+,!-.!3-('%,%0'! -456789!J687J<HG6MFB@GCJ5678;BC5! ! </(3/'!=&4$5/'! %&'()'*+,!-.!.-(0D0E'! -456789!PQ?88P@GCJ5678;BC5! ! ! HISTÓRICO DO GRUPO O grupo Risólis foi criado em 2007 a partir da iniciativa de duas estudantes do curso de Medicina da Universidade Federal de São Carlos que se interessaram pelo trabalho do clown nos hospitais e outros serviços de saúde e resolveram procurar por mais pessoas interessadas nesse trabalho. Após uma primeira reunião com os interessados, iniciou-se um trabalho semanal com duração aproximada de 1,5h contando com a participação constante de oito pessoas. Nesses primeiros encontros foi pactuado como seriam realizadas as intervenções do grupo. Sempre duas pessoas ficavam responsáveis por conduzir alguma dinâmica ou "brincadeira", seguindo a idéia de o grupo ser responsabilidade de todos. Dessa forma, o grupo arquitetou seu próprio alicerce e cada integrante pôde perceber com o
  3. 3. que mais se identificava dentre as propostas de intervenções feitas nas reuniões. Alguns já haviam participado de grupos de teatro ou de clowns e levaram idéias para o grupo. Decidiu-se por não focar o projeto apenas em crianças hospitalizadas, com base na idéia de que há outras pessoas que também podem se beneficiar desse trabalho. Assim, pensou-se em atuações em asilos, orfanatos e creches, além dos hospitais. A partir do ano de 2008, realizou-se um plano de expansão para o grupo visando a entrada de novos integrantes, inclusive de outras áreas de formação, sendo a média atual de dezessete participantes. Nas primeiras reuniões o trabalho ficou voltado para dinâmicas de conhecimento e integração do grupo, seguidas por atividades de improviso, brincadeiras e estruturação de personagens, montados de acordo com as características de cada um, buscando sempre "valorizar os defeitos e qualidades" a fim de gerar personagens únicos e diversificados. Houve interação musical, alongamentos e relaxamento em alguns encontros. A idéia de estudar o comportamento dos membros do grupo, assim como o das pessoas que os receberam após as visitas nos serviços de saúde, objetiva melhorar continuamente a qualidade do trabalho a cada intervenção e está pautada nos planos de ação do grupo desde o início do projeto. A avaliação do andamento dos trabalhos ocorre em processo, visando superar cada dificuldade a partir da reflexão da postura dos envolvidos. A partir de março de 2009, o grupo passou a atuar no Hospital Escola Municipal “Prof. Dr. Horácio Carlos Panepucci” aos sábados, das 13h30 às 17h, na enfermaria pediátrica e adulta masculina e feminina. Novos integrantes iniciaram a participação das atividades no segundo semestre de 2009 e semestralmente, o grupo abre vagas para novos interessados. O grupo também apresentou um pôster no XXI Congresso de Iniciação Científica da UFSCar (2009) e atualmente aguarda análise para que se torne um Projeto de Extensão Universitária. O grupo conta ainda com o apoio do Prof. Dr. Bruno Fontanella, médico da Área de Saúde Mental do Departamento de Medicina.
  4. 4. JUSTIFICATIVAS E CONHECIMENTOS ATUAIS Ruiz (1987, apud MELLO, 1994) faz uma comparação etiológica das palavras “clown” e “palhaço”. Segundo o autor, “clown” procede de clod, que, em inglês, relaciona-se a camponês, simplórios e astutos trabalhadores da terra. Já o termo “palhaço” provêm de paglia (palha, em italiano) que consistia no revestimento dos colchões, cujo pano era retirado para a confecção de suas roupas. “O palhaço é hoje um tipo que tenta fazer graça e divertir seu público por meio de suas extravagâncias; ao passo que o clown tenta ser sincero e honesto consigo mesmo” (MELLO, 1994). No Brasil, para diferenciar a atuação em ambientes circenses e em outros locais, utiliza-se os termos “palhaço” e “clown”, respectivamente (MASETTI, 2003). “O difícil do clown é ‘não interpretar, mas ser. A máscara do clown é a menor do mundo, a que menos esconde e mais revela’” (BURNIER, 1994). Uma peculiaridade do clown está em não dissimular, pois a graça surge do seu modo espontâneo de lidar com as diversas situações. A capacidade que o palhaço tem de incorporar qualquer fato ao momento favorece a possibilidade de lidar com eventos geradores de tensão. Ele ajuda a lembrar a vulnerabilidade da condição humana, em um ambiente onde se pretende perfeição. Com isso, favorece a abordagem e a eventual solução de conflitos e dificuldades. O palhaço nos leva diretamente ao sentimento, sem análises. Uma das características fundamentais do palhaço é a sua coragem de atuar a partir do improviso. Ao entrar no quarto de um paciente ele não sabe o que vai acontecer. Tudo dependerá da necessidade do outro para que uma interação de qualidade seja realizada (MASETTI, 2003). Jara (2000) defende que o clown ao expor seus defeitos, assumindo-os e valorizando- os, facilita para os demais (pacientes, funcionários e acompanhantes) a aceitação das suas limitações. Assim, os que interagem com o clown podem desenvolver uma visão positiva sobre suas realidades. De acordo com Possolo (1996), o clown representa o que a humanidade e o próprio ator têm de ridículo. Assim como as pessoas em seu desenvolvimento, o clown também não nasce pronto, ele se constrói a cada experiência, ao longo do tempo e nunca está acabado. Essa construção se dá a partir do ridículo de cada ator que pode interpretá-lo de diferentes formas, de acordo com cada ambiente e situação (AQUINO, 2004). Sendo assim, ele só existe a partir das relações interpessoais, reagindo livremente às ações e estímulos recebidos a partir do outro (MASETTI, 2003).
  5. 5. Segundo Mello (1994), existem dois tipos clássicos de clowns, o Branco e o Augusto: “O primeiro é o protótipo do patrão, que tem o rosto branco e sempre pronto para enganar seu parceiro. Já o Augusto é o bobo, o perdedor, o ingênuo de boa fé, o emocional, está sempre sob o domínio do Branco, mas supera-o fazendo triunfar a pureza sobre a malícia.” No ambiente hospitalar o clown nunca realiza suas ações sozinho, atuando em conjunto tanto com pessoas que sejam clowns ou não, pois sempre está criando uma brecha para alguém entrar na sua história. Onde quer que ele esteja, o clown realiza a sua atuação, seja em corredores, elevadores, balcões de prescrição, entre outros. Cada encontro poderá se transformar em espetáculo, e o nariz vermelho representa uma porta que leva a um mundo ”sem sentido” no qual o clown situa-se para realizar o improviso (MASETTI, 2003). Na atuação do grupo denominado Companhia do Riso, desenvolvido na USP de Ribeirão Preto, as crianças sempre são consultadas sobre a possibilidade de entrada em seus quartos e há uma variação de repertório muito grande que possibilita a interação dos clowns não só com as crianças, mas também com seus acompanhantes. Relatam que as crianças ficaram mais alegres, sorridentes, com menos medo da internação (FRANÇANI, 1998). Há relatos de possibilidades de efeitos favoráveis na saúde do paciente: mudança positiva no comportamento, maior colaboração com exames e tratamentos, melhora na comunicação e diminuição de ansiedade com a internação (MASETTI, 2003). Além dos efeitos positivos do riso na qualidade de vida das pessoas, facilmente inferidos pelo senso comum, à medida que tal comportamento em geral se associa a emoções prazerosas, há relatos de que efeitos benéficos do riso incluem a melhora da circulação sanguínea, o relaxamento muscular, a oxigenação dos pulmões, eliminação de toxinas e produção de endorfinas (promovem bem estar geral e fortalecem as defesas orgânicas), contribuindo também para o esquecimento das experiências ruins e confiança em um futuro melhor (JARA, 2000; LANBERT, 2001). Há evidências na literatura de que as tensões têm efeito na fisiologia e elementos como humor, amor, surpresa, curiosidade, paixão, perdão, alegria, entusiasmo, estimulam o sistema imunológico contra infecções, fortalecem as células que combatem o câncer e afetam a forma de como cuidamos de nós mesmos e dos outros (ADAMS, 1999).
  6. 6. Relatos de experiências pessoais e institucionais são úteis para que se vislumbrem possibilidades de inserções do trabalho de clowns em serviços de saúde. Por exemplo, a médica da Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica do Hospital Albert Einsten, Virgínia Altelmi Gomes, em entrevista a Balieiro (1997, p. 10) declarou que: "Os pais também relaxam, e muito... E isso é muito importante para a criança, pois ela acaba sentindo seus pais mais relaxados e confiantes. Os procedimentos médicos são muito invasivos para as crianças, além de provocar dor. Se estão estressados, elas ainda correm o risco de hipertensão, hemorragias ou outras intercorrências. A atividade lúdica trazida pelos Doutores da Alegria humaniza o atendimento e ameniza o ambiente." (AQUINO, 2004) As rotinas e responsabilidades típicas de um hospital, historicamente têm levado os profissionais, principalmente médicos e enfermeiras, a realizarem suas práticas formalmente, de maneira muito tecnicista e sem espaço para aproximações pessoais. Neste contexto, o clown funciona como um facilitador da humanização do ambiente hospitalar, proporcionando a tais profissionais um espaço para que surjam oportunidades de atuações mais acolhedoras (MASETTI, 2003). Atuando como palhaço em hospitais, percebe-se que é possível levar humor até para a situação limite vivenciada em leitos de morte. Para Adams (1999), a melhor alternativa para a humanidade seria trazer humor para os hospitais e para o mundo. Este autor parafraseia Voltaire ao afirmar que o propósito do médico deveria ser divertir o paciente, enquanto a doença segue seu caminho. A motivação para elaboração desse projeto surgiu por acreditar-se na arte do clown como modificadora do ambiente hospitalar e carreadora de um tipo de arte ingênua. O clown pode tocar os corações das pessoas de maneira a fazê-las sentir e não somente ver e acreditar. Por isso, a utilização do humor e do amor no cuidado deve transpor as barreiras do pensamento lógico. REUNIÕES As reuniões são realizadas às segundas-feiras, das 18h às 19h e compreendem dinâmicas de capacitação e aprimoramento do clown, além da avaliação do trabalho e planejamento das atividades. INTERVENÇÕES A presente proposta de atuação compreende atividades lúdicas baseadas no improviso com pacientes, acompanhantes e profissionais do Hospital Escola Municipal
  7. 7. Prof. Dr. Horácio Carlos Panepucci. Almeja-se uma intervenção que englobe desde as salas de espera, corredores, salas de internação e demais dependências, excetuando- se a sala de emergências. Apesar de pautadas no improviso, já é previsto que as dinâmicas utilizarão balões coloridos enchidos com bombas, bolhinhas de sabão, outros instrumentos de interação, como os musicais, respeitando o ambiente, fantoches e “cartões mágicos” (quadrados de papel-cartão colorido que quando uma pessoa recebe um deles ela pode ser o personagem que quiser. Ex.: animais, artistas, personagens de desenhos). Os trabalhos ocorrerão com no mínimo três clowns simultaneamente e quando houver mais participantes, estes serão distribuídos pelas dependências do hospital a fim de evitar aglomerações e otimizar o trabalho. A fim de atender às questões de biossegurança envolvidas nas intervenções do grupo, este será capacitado para evitar prejuízos aos pacientes, contudo ressalta-se a importância de uma reunião com a esfera responsável por este tema no Hospital Escola com o objetivo de adequar o grupo às normas hospitalares. Dias, horários e locais das intervenções e infra-estrutura necessária As intervenções são realizadas às tardes de sábado, por volta das 14h e com duração máxima de três horas. Como o grupo é formado por estudantes que residem em outras cidades, em finais de semana festivos e durante períodos de férias escolares (dezembro a fevereiro e julho) não será possível a realização de nosso trabalho. Outros locais de intervenção O Grupo Risólis realiza, periodicamente, intervenções em asilos públicos e particulares da cidade de São Carlos, além do Albergue Infantil do município. SUPERVISÃO Os estudantes do Grupo Risólis terão suas atividades e experiências pessoais e grupais supervisionadas periodicamente por um docente da UFSCar com experiência na disciplina de psicologia médica. O Prof. Bruno José Barcellos Fontanella, psiquiatra e docente da Área de Saúde Mental do Departamento de Medicina da UFSCar, propõe-se a promover tais supervisões.
  8. 8. AVALIAÇÃO DAS INTERVENÇÕES Periodicamente, as intervenções dos clowns no hospital podem ser avaliadas por uma amostra de pacientes/familiares que presenciaram ou foram alvos dessas intervenções, de maneira a subsidiar a decisão dos gestores hospitalares sobre a continuidade do projeto ao longo do tempo. Com a mesma finalidade, os profissionais do hospital serão convidados a avaliarem as atividades do grupo. As auto-avaliações do grupo serão feitas durante as supervisões. PARTICIPAÇÃO DOS INTEGRANTES Os integrantes do grupo devem frequentar as reuniões semanais, com máximo permitido de 5 ausências no semestre ou 3 faltas consecutivas, e devem agendar-se em pelo menos uma intervenção por mês aos sábados, seja no Hospital Escola ou em outra instituição. Respeitadas estas exigências, o participante terá direito, ao final de um ano de atividade, a um certificado emitido pelo Centro Acadêmico Medicina Sérgio Arouca – CAMSA, em parceria com o Grupo Risólis. REFERÊNCIAS ADAMS, P. Patch Adams: o amor é contagioso. Tradução Fabiana Colasanti. Rio de Janeiro: Sextante, 1999, 158 p. Tradução de: House calls: how we can all heal the World one visit at a time. FRANÇANI, G. M. et al. Prescrição do dia: infusão de alegria. Utilizando a arte na assistência à criança hospitalizada. Rev. latino-am. enfermagem. Ribeirão Preto, v. 6, n. 5, p. 27-33, dezembro 1998. JARA, J. El clown un navegante de las emociones. Sevilla: Proexdra, 2000. (Temas de Educación Artística). LANBERT, E. A terapia do riso: a cura pela alegria. São Paulo: Pensamento, 2001. MELLO, L. O. S. B. P. de. A arte de ator: da técnica à representação. 1994. 340 p. Tese (Doutorado em Comunicação e Semiótica) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 1994. BURNIER, Luís Otávio. A arte de ator: da técnica à representação, elaboração, codificação e sistematização de ações físicas e vocais para o ator. Tese (Doutorado em Cultura e Semiótica) – PUC/SP- 1994 – p.223
  9. 9. AQUINO, R. G. de; BORTOLUCCI, R. Z.; MARTA, I. E. R. Clowns doctors: the child talk... Online Brazilian Journal of Nursing (OBJN – ISSN 1676-4285) v. 3, n. 2, 2004 POSSOLO, H. Teatro da juventude. Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Imprensa oficial do Estado, v.2, n.8, São Paulo, out./1996. MASETTI, M. Boas misturas - a ética da alegria no contexto hospitalar. 2003

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