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O LEVA E TRAZ DA LOGÍSTICA

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DAUER “Na esteira do des...
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Paper - Armazenagem E MovimentaçãO De Materiais

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Paper sobre Armazenagem e movimentação de materiais, objetivos, conceito e equipamentos.

Publicada em: Negócios

Paper - Armazenagem E MovimentaçãO De Materiais

  1. 1. O LEVA E TRAZ DA LOGÍSTICA Raufemann Maier Francisco Prof. Fabiano Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI Tecnologia em Logística (LOD0511) – Armazenagem e Movimentação de Materiais 18/05/2009 RESUMO É relevante que o suply chain e suas segmentações segregadas tenham uma fonte de organização demasiadamente cautelosa, para que a supra eficiência almejada seja um objetivo não platônico da corporação, para isso o administrador torna-se um pilar fortificado da movimentação dos materiais nessas redes e sub-redes, bem como um transportador da subjetividade a qual essas se atrelam, a informação da qual o administrador faz uso para desdobrar as atividades cabíveis à função e vencer as dificuldades que por ventura aparecerão pertinentes à mesma, para isso esse deve estar atento, ciente e consciente de suas funções, responsabilidades e conhecimentos necessários para a concretização de seu trabalho. Palavras-chave: Movimentação; Suply Chain; Materiais. 1 INTRODUÇÃO Eis que o mundo globalizado traçou suas rotas de forma independente do mercado capitalista anterior e aferiu novos horizontes nos dogmas da gestão até então pétreos por natureza filosófica de poucos casos de sucesso, mas como toda a história nos ensina, todo conhecimento irrefutável é plausível de erro, ou revisão, assim os moldes e modelos das linhas de produção bem como a movimentação dos materiais não estariam por fora desta mudança e nos últimos 30 anos é isso que o profissional de logística vem provando aos seus clientes e colaboradores, que todo o engessamento de modelo e seu pré estabelecimento como estratégia de fusão de departamentos pode e deve ser revisado e por muitas vezes passar por extrema mudanças para que fique devidamente adequado ao quadro de requerimentos da empresa, nisso o profissional da área de logística é o indicado para informar, quando, onde e porque essas alterações devem ser executadas ou algumas omitidas do modelo original para que haja sucesso na meta estabelecida. 2 ANÁLISE ORGANIZACIONAL, ESTRUTURAL E FINANCEIRA Seja de qual ramo for, uma empresa tem por objetivo gerar lucro (exceção as ONGs sem fins lucrativos, em teoria), para isso o gestor deve contribuir com a empresa em primeiro lugar coletando dados, sobra sua infra-estrutura física, sua estrutura organizacional (organograma,
  2. 2. 2 fluxograma) e também o recurso de capital disponível para a execução, continuidade ou reciclagem de projetos na empresa. 2.1 ANÁLISE ORGANIZACIONAL O gestor logístico como responsável por uma meta de eficiência deve ater-se a esse fator, afinal, movimentar materiais não é somente levá-los para onde bem entender, mas sim para onde há uma necessidade do mesmo em determinado momento da empresa, por isso o gestor deve ter conhecimento de toda a estrutura da empresa e sua cadeia de suprimento, para que os materiais não fiquem à deriva e este possa usar de algum tipo de ferramenta de sistema de informação que possa dar fluxo adequado e eficiente mas também tangente ao recurso de capital disponibilizado para o mesmo. 2.2 INFRA-ESTRUTURA Uma empresa onde o estoque de materiais é inevitável, a necessidade de uma estrutura física para abrigar e conter materiais é importante, mas mais importante que isso é o dimensionamento da mesma, afinal espaço morto (sem uso recorrente) é capital investido sem gerar lucros, esse dimensionamento é tão importante quanto todas as outras atividades, pois irá acarretar e interferir diretamente nas decisões de logística da empresa, bem como nos números resultantes de produtividade, por isso a análise de infra-estrutura da empresa é importante, para que não se invista mais capital que o requerido para execução das atividades e alcance da meta almejada e com uma análise da cadeia de suprimentos e da organização da empresa não só o dimensionamento, mas também a localidade dessas estruturas serão afetadas, por isso todos os dados resultantes de protocolo e documentação da empresa devem estar a disposição do gestor para que esse tenha uma visão global da empresa não isoladamente mas como corporação e de movimentação de materiais entre seus fornecedores e também seus clientes. 2.3 FINANCEIRA Tão polêmica quanto as anteriores, esta análise é a que por muitas vezes a que assombra o gestor, a disponibilidade de recursos nem sempre é a que este precisaria que fosse para que seu trabalho seja executado formidavelmente como este gostaria, mas em outros casos a paradigma é quebrado (poucos casos diga-se de passagem) e o capital disponível está além do necessário e o profissional de logística tem de aferir quais as possibilidades de reduzir o custo do projeto, seja este
  3. 3. 3 de qual departamento for, administrativo ou chão de fábrica, o gestor tem o conhecimento necessário para gerar essa economia do fator capital na empresa, por isso é interessante que este também possua não de forma totalizada mas pelo menos da questão coberta dos recursos de capital disponíveis. 3 ARMAZENAGEM E MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS Enfim chegados ao foque de toda essa mirabolante teia de teorias que no fundo se resumem à uma questão fundamental, o profissional de logística é sim quem deve aferir os dados da empresa e dimensionar recursos disponíveis, seja da natureza que for, para que esta tenha um custo de produção menor assim gerando um maior lucro em seu produto final sem alteração de valores ao seus clientes, é um profissional da eficiência e da eficácia diária, o profissional das variantes, o profissional que rege as atividades manuais e também leva em conta a subjetividade psicológica de seus colaboradores e tenta traduzir isso em números lucrativos à empresa em que trabalha. Mas para isso as ferramentas são infinitamente existentes e seria de grande ajuda saber algumas destas e modelos pré dispostos das mesmas, onde o profissional de logística, reitero as palavras anteriormente escritas, deve usar da subjetividade e conhecimento aprofundado para estabelecer a correlação necessária e aplicação exata ou alterada desses modelos em sua empresa, cito em seguida ferramentas referentes a movimentação e armazenagem de materiais que sem as quais o processo logístico não seria possível até mesmo por estabelecer patamares teóricos de embasamento para o conhecimento adquirido: 3.1 GESTÃO DE ARMAZENAGEM A gestão do armazenamento hoje não é mais somente guardar onde couber e sim existe um planejamento específico de custo relativo ao benefício, ou seja o armazenamento e movimentação de materiais implicará na rentabilidade e produtividade da empresa em questão, seja por observações de layout e aproveitamento do espaço físico disponível, como também a disposição de materiais na ordem de chegada/saída. O armazém hoje deve manter um equilíbrio limiar entre a escassez e abundância de espaço, mantendo uma variável mínima de ocupação para que haja um investimento correto na estrutura e que esta possa atender àquilo a que está destinada.
  4. 4. 4 O layout também indica a formatação da disposição de materiais específicos, como combustíveis, químicos, corrosivos entre outros que coopera para o rendimento da produtividade da empresa na movimentação desses, outro ponto levado em questão são as áreas de acesso, como rampas, portões, corredores, câmaras e assim por diante, tudo isso é levado em questão e definido de acordo com a necessidade no layout do armazém e movimentação de materiais. 3.2 EQUIPAMENTOS DE MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE CARGAS Agora as ferramentas físicas para consumação da estrutura logística, o profissional de logística já definiu o layout do armazém de acordo com os materiais, agora necessita definir os equipamentos necessários para acondicionamento e movimentação desses materiais, note que já na definição do layout do armazém deve-se levar em conta os equipamentos necessários para a movimentação dos materiais, no entanto a escolha dos equipamentos de acordo com o layout também é válida, ou seja a recíproca é importante e novamente a compreensão do todo para um agrupamento de ferramentas que estejam afinadas na realização do trabalho e que por conseqüência o aumento de rendimento e redução de custo sejam evidentes. 3.2.1 ESTRUTURAS DE ARMAZÉM Essas são estruturas destinadas a arrumação, estocagem e segurança dos materiais, alguns tipos destas são: estantes, armação de estocagem, estrados (palete), porta-estrado (porta-paletes), engradado, caixa de estocagem entre outros que estão sempre aparecendo com as inovações tecnológicas e de engenharia. 3.2.2 SISTEMAS DE MANUSEIO Basicamente existem 3 (três tipos de sistema de manuseio): levantamento, transporte e empilhamento, levantamento consiste no içamento de material, transporte no deslocamento de um determinado local para outro e empilhamento como o próprio já diz consiste na formação de pilhas de volumes por sobreposição de materiais com auxílio mecânico. 3.2.3 EQUIPAMENTOS DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS Por fim, mas não menos importante os equipamentos ou maquinários necessários para movimentação desses materiais, como mencionado anteriormente é de suma importância que a
  5. 5. 5 escolha dos mesmos esteja atrelado ao layout do armazém e vice-versa, a fim de condicionar a movimentação a um rendimento eficiente da produtividade. A escolha do equipamento está alicerçada à dimensão, peso, tipo, distância e método que esses materiais precisam ser movimentados, para isso temos algumas opções como: viaturas automotoras, que são em sua essência empilhadeiras, diferindo em níveis de empilhamento e profundidade de alcance e carga, equipamentos industriais, como pontes rolantes e porta-paletes. Hoje não é incomum armazéns que possuam estruturas de estantes com esteiras, para que o material possa ser movimentado até a extremidade da estrutura, para aí então ser apoiado por algum outro tipo de equipamento, estruturas desse tipo podem ser vistas em armazéns de alta rotatividade de material, mas também deu margem à gênios da engenharia como os que projetaram a torre garagem da Wolkswagen na Alemanha, onde um elevador computadorizado pode tanto retirar como colocar os veículos sem qualquer interferência humana, usando de um sistema de classificação das baias, é interessante, como um pequena idéia como empilhadeiras e esteiras, podem gerar um fruto desse, mas não surpreendente quando paramos para analisar a demanda do mercado, por isso a automação hoje é um futuro tangível e substituíra a mão-de-obra no controle de maquinários, mas ainda será o homem que precisará dar as ordens. 4 CONCLUSÃO Eu poderia me estender ainda mais sobre o assunto, mas como o foco dessa explanação é um trabalho acadêmico não seria interessante de repente divergir demais com curiosidades sobre o assunto, que eu considero relevantes, no entanto ficou bem claro como é extremamente complexo o trabalho do profissional de logística e como existem inúmeras ferramentas físicas ou intangíveis mas de compreensão metódica, que auxiliam e até traçam um rumo para o profissional de logística. A armazenagem e movimentação de materiais é talvez hoje uma das mais importantes responsabilidades do gestor de logística, afinal ela retém a fusão de vários departamentos administrativos ou de produção da empresa e deve-se compreender que essa ambigüidade corporativa não é um inimigo e sim um aliado para que a convergência dos departamentos torne-se um objetivo plausível em todos os níveis, por isso desde a coleta de informações o gestor têm a função de manter essa convergência e esse é o segredo para o rendimento eficiente, quando a logística seja com qual ferramenta for, pode acrescer de forma significativa o conhecimento global
  6. 6. 6 da empresa em todos os setores, talvez não conhecido no ramo mas que eu achei interessante cito DAUER “Na esteira do desenvolvimento e do crescimento industrial, os equipamentos de movimentação de materiais se aperfeiçoam cada vez mais, na busca da eficiência e da qualidade nesta cadeia produtiva.”, fica aqui então evidente a preocupação do gestor, não só a eficiência em um setor, mas em toda a cadeia produtiva, que não se resume somente ao chão de fábrica, mas também ao setor administrativo. 5 REFERÊNCIAS DAUER, Juscelino; Blog do Juscelino. Disponível em: http://jdauer.blogspot.com/2009/03/movimentacao-de-materiais.html. Acesso em 18 de Maio de 2009.

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