Seminário sobre psicoterapia

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Seminário sobre psicoterapia

  1. 1. Seminário sobre Psicoterapia Matrizes do pensamento em psicologia Behaviorismo Graduação em Psicologia 3º período noturno Ano 2014
  2. 2. Integrantes :  Karoline Martins  Leidilene dos Reis  Raphael Augusto Morais de Oliveira  Sandra Caroline  Tays Arcanjo
  3. 3. Certos subprodutos do controle , subprodutos emocionais do controle  O controle exercido pelo grupo, pelas agencias governamentais, pelos pais, pelos empregadores dentre outros é praticado com a ideia de restringir o comportamento egoísta que é reforçado primariamente no individuo. Porem onde o controle for excessivo ou inconsistente certos subprodutos não resultarão vantagem para o controlador e serão prejudicais ao individuo e também ao grupo.
  4. 4. Certos subprodutos do controle , subprodutos emocionais do controle Dentre esses subprodutos do controle se destacam:  FUGA: O individuo pode simplesmente fugir do controlador como por exemplo um menino que foge de casa. Ou então, o controlado pode se retirar sem separa-se realmente, como a fuga de um controle religioso que é representada pela descrença e apostasia.  REVOLTA: O individuo pode contra-atacar o agente controlador. O vandalismo é um exemplo claro de conta-agressão. A destruição deliberada da propriedade escolar é outro exemplo. Ela pode ocorrer contra um grupo como um todo ou contar um subgrupo especifico. Na reforma protestante, a revolta religiosa é dirigida contar uma agencia especifica, quando ela é contra o sistema teológico usado no controle como no caso do ateísmo, ela é contar o grupo no seu geral.  RESISTENCIA PASSIVA: quando o individuo extingue seus esforços em fugir ou se revoltar, ele simplesmente não se comporta de conformidade com os procedimentos controladores. Um exemplo direto desse tipo de comportamento é a mula, que não responde à estimulação aversiva o chicote.
  5. 5. Certos subprodutos do controle , subprodutos emocionais do controle A agencia governamental lida com esses produtos intensificando seus procedimentos, capturando os fugitivos e os confinando mais seguramente. A revolta é abafada, o revolucionário é fuzilado, acende-se uma fogueira sobre a mula. Ela pode também enfrentar esse problema classificando a fuga, a revolta, o fazer greve como comportamentos errados, ilegais, pecaminosos e os pune de acordo. Com isso as tendências do individuo de fugir, se revoltar ou fazer greve são diminuídas e isso reforça o comportamento desejado pela agencia. Porém, com o tempo, a intensificação do controle pode multiplicar as dificuldades, isso porque a restrição falha no controle do comportamento encoberto, que é onde o individuo planeja a fuga ou a revolta. Além disso, ela não pode controlar muitos dos tipos de reações emocionais.
  6. 6. Certos subprodutos do controle , subprodutos emocionais do controle  A psicoterapia é uma agencia controladora constituída por subprodutos do controle que incapacitam o individuo ou que a são perigosas seja para o individuo, seja para os outros. Entre as espécies de comportamento com os quais ela lida podemos distinguir certos efeitos primariamente no campo da emoção e outros no comportamento operante.
  7. 7. Subprodutos emocionais do controle MEDO: O procedimento controlador que leva o individuo a fugir também da origem ao medo. “ [...] as respostas reflexas das glândulas e dos músculos lisos são primeiro eliciadas pelos estímulos aversivos usado na punição e depois por quaisquer dos estímulos que tenha ocorrido ao mesmo tempo”. Tais respostas podem ser acompanhadas por profunda mudança no comportamento operante. Aumenta- se a probabilidade de qualquer comportamento que leve o individuo a fugir e ater enfraquecimento em geral.
  8. 8. Subprodutos emocionais do controle  Quando esses estímulos são fornecidos pelo agente punitivo, o individuo sofre de um medo excessivo de seu pai, de um policial, por exemplo. Quando vem de uma ocasião que o comportamento punitivo ocorreu, o individuo temera essas ocasiões. Quando os estímulos são gerados pelo próprio comportamento punido o individuo tem medo de agir. Se essa condição se repete varias vezes, os estímulos são autogerados e o medo pode vir a se tornar crônico.
  9. 9. Subprodutos emocionais do controle  ANSIEDADE: É um acompanhamento comum da evitação. Ela pode variar em intensidade, de um simples aborrecimento ate um terror extremo. A condição inclui tanto respostas das glândulas e músculos lisos quanto mudanças no comportamento operante.  IRA E RAIVA: A revolta é acompanhada por padrões emocionais com resposta das glândulas e músculos lisos e um bem marcado efeito sobre o comportamento operante, dai à disposição para o comportamento agressivo contra o agente controlador, ou para outras pessoas ou coisas em geral.
  10. 10. Subprodutos emocionais do controle DREPRESSÃO: Dependendo dos pormenores do controle, as respostas ocasionais associadas com a resistência passiva são de diversos tipos, sendo assim, a criança teimosa também fica de mau humor, e o adulto pode ficar deprimido , ressentido entre outros. “Padrões produtivos de comportamento ficam distorcidos por fortes predisposições emocionais, e o comportamento operante, que tenha sua probabilidade de emissão aumentada na emoção, pode ter consequências desastrosas.” Esses padrões emocionais não são gerados exclusivamente pelo controle social, como por exemplo um tormenta no mar, ela pode gerar medo, ou ansiedade. Entretanto, a grande maioria dessas circunstâncias incitadoras são devidas ao controle do individuo ou pelo grupo, pelas agencias religiosas ou governamentais.
  11. 11. Alguns efeitos do controle sobre o comportamento operante
  12. 12. Alguns efeitos do controle sobre o comportamento operante Alguns efeitos do controle sobre o comportamento operante O controle através da punição também pode ter efeitos imprevistos sobre o comportamento operante. ○ vício em drogas como forma de fuga. Certas drogas provém de uma fuga temporária da estimulação aversiva condicionada ou incondicionada bem como de respostas emocionantes acompanhantes. O vício a esse ponto é um problema diferente, mas o uso anterior da droga pode geralmente ser explicado por seus efeitos sobre as consequências da punição. O Comportamento excessivamente vigoroso. Algumas vezes, pode-se explicá-lo por uma história anterior de controle. Quando a fuga efetiva é impossível, por exemplo, uma condição aversiva pode evocar um comportamento ineficiente na forma de divagação ou busca sem objetivo. Quando o comportamento excessivo é extensão de uma técnica de autocontrole na qual o meio alterado diminui a probabilidade de gerar comportamento punido, o efeito é a "reação de formação" de Freud.
  13. 13. Alguns efeitos do controle sobre o comportamento operante O Comportamento excessivamente restrito. Na denominada "paralisia histérica", a restrição pode ser completa. A etiologia geralmente é clara quando a paralisia se limita a uma determinada parte da topografia do comportamento. Assim o indivíduo que é excessivamente punido por falar, pode parar de falar inteiramente na "afasia histérica". Nenhum controle aversivo ou qualquer outro, será bem-sucedido no gerar comportamento verbal.
  14. 14. Alguns efeitos do controle sobre o comportamento operante Auto estimulação aversiva. A Auto estimulação ficará explicada quando se puder demonstrar que o indivíduo evita assim consequências ainda mais aversivas. ○se um estímulo aversivo condicionado precede caracteristicamente o incondicionado, de um intervalo de tempo apreciável, efeito total do estímulo incondicionado. O indivíduo pode assim fugir da ansiedade da punição iminente, "resolvendo de uma vez".
  15. 15. Alguns efeitos do controle sobre o comportamento operante Nem sempre é possível encontrar uma história específica de punição que explique uma dada instância de auto- estimulação aversiva. Por que um indivíduo se castiga ou arranja que outros o castiguem "masoquistamente" pode ser de difícil explicação.
  16. 16. Alguns efeitos do controle sobre o comportamento operante Na ausência de uma explicação mais óbvia, pode-se argumentar que esse comportamento reduz um estado duradouro de culpa, vergonha ou pecado. ○Outra explicação possível da auto estimulação masoquista, é que o processo de condicionamento respondente foi eficaz na direção errada.
  17. 17. Psicoterapia como uma agencia controladora
  18. 18. Psicoterapia como uma agencia controladora “O comportamento como inconveniente ou perigoso para o próprio individuo, ou para os outros , muitas vezes requer tratamento” A psicoterapia é de fato uma agencia controladora a partir do fluxo profissional que observa procedimentos padronizados para abordagens , sendo a partir deste principio que se faz a necessidade de explica-la .
  19. 19. Psicoterapia como uma agencia controladora  Diagnostico : é a pratica que se dá a partir da coleção de informações sobre o paciente , procurando estabelecer uma relação de variáveis que formam a demanda do paciente .  Terapia : É fato que a condição do paciente é aversiva, portanto, qualquer promessa de alivio é positivamente reforçadora vindo por parte do terapeuta.  Grande parte da explicação de que o paciente retorne a terapia se da de forma verbal.  O poder inicial do terapeuta não é muito grande, com efeito que ele deve conseguir requer tempo e sua primeira tarefa é assegurar-se que haverá tempo disponível, ou seja, criar laços com o paciente.
  20. 20. Psicoterapia como uma agencia controladora  Assim como um sistema social organizado se desenvolve, o terapeuta se torna uma importante fonte de reforço. Se tem sucesso em fornecer alivio, o comportamento do paciente de voltar a ele em busca de auxilio será reforçado.  A medida que o conhecimento sobre o paciente aumenta, a sugestão de rotina de reforço, privação e saciação que levem ao condicionamento ou extinção de reflexos emocionais é mais eficaz.
  21. 21. Psicoterapia como uma agencia controladora  A audiência não punitiva – Deve a Sigmund Freud a mais comum correntemente das técnicas de terapia, que tem sido caracterizada de muitos modos diferentes mas muitas teorias do comportamento. Onde evitam-se constantemente o uso da punição. Não critica o paciente e não levanta objeção alguma a nenhum de seus comportamentos. Evita qualquer sinal de contra agressão quando o paciente de alguma maneira o critica ou o ofende.  A medida que o terapeuta estabelece uma audiência não punitiva, o comportamento não reprimido começa aparecer no repertorio do paciente.
  22. 22. Psicoterapia versus controle religioso e governamental
  23. 23. Psicoterapia versus controle religioso e governamental  A psicoterapia destina-se a reverter mudanças comportamentais que aconteceram como resultado de punição. Essa punição muitas vezes importas por instituições religiosas ou governamentais.  Por virtude disso algum lideres religiosos acusam os psicólogos de fomentar tendências imorais e funcionários do governo resistem a reformas propostas pelos psicoterapeutas .  O psicólogo está interessado na correção de certos subprodutos do controle. Mesmo que venha a discutir a eficiência de certas técnicas, provavelmente não questionará a necessidade do comportamento que os procedimentos religiosos ou governamentais se destinam a estabelecer.
  24. 24. Psicoterapia versus controle religioso e governamental  As técnicas disponíveis para agencias religiosas e governamentais são extremamente poderosa, e frequentemente são mal empregadas, trazendo desvantagens tanto para o individuo quanto para o grupo.  O psicoterapeuta deve atuar dentro de limites éticos, religiosos e legais o que de certa forma restringe o seu trabalho.  A psicoterapia consiste na remoção de certas causas internas de doenças mentais assim como um cirurgião remove uma apêndice inflamado, ou um tumor canceroso.
  25. 25. Psicoterapia versus controle religioso e governamental  Vimos bastante das cousas internas para intender porque essa doutrina tem dado a psicoterapia uma incumbência impossível. Não é apenas uma causa interna do comportamento, mais o próprio comportamento que deve ser “tirado do corpo”.  Apontamentos de neurose, em teoria Freudiana.
  26. 26. Outras Técnicas Terapêuticas
  27. 27. Outras Técnicas Terapêuticas  Existem muitos modos para que o comportamento que necessita de remédio possa ser corrigido, quando a dificuldade não pode ser atribuída ao uso da punição ou a outras circunstâncias. Na história do individuo devem ser desenvolvidas técnicas terapêuticas diferentes. A terapia consistirá no fornecimento de variáveis controladoras adicionais, e se o indivíduo estiver fora de controle, não será fácil achar técnicas terapêuticas eficientes.  Essas técnicas podem ser necessárias depois que a audiência não-punidora do terapeuta tenha tido seu efeito. Se a condição que está sendo corrigida é o subproduto de circunstâncias controladoras que não mais existem na vida do paciente, o alivio dos efeitos do controle excessivo pode ser suficiente. Um repertório eficaz de técnicas de autocontrole deverá ser construído.
  28. 28. Outras Técnicas Terapêuticas  Hoje a experiência terapêutica tem mostrado que, quando é proposta uma solução a um individuo, ela pode não ser eficiente, mesmo que seja correta. Se o paciente chega sozinho a uma solução, é provável que o terapeuta adote um curso de ação eficiente. A terapia consiste não em levar o paciente a descobrir a solução para seu problema, mas em muda-lo de um modo que seja capaz de descobri-la.
  29. 29. Outras Técnicas Terapêuticas  Explicação da agencia psicoterapêutica Geralmente o terapeuta é reforçado pelo êxito no alivio das condições de seus pacientes. Frequentemente outro tipo importante de reforço para o terapeuta é o sucesso na manipulação do comportamento humano. Pode ter um interesse pessoal, por exemplo, em provar o valor de uma teoria determinada do comportamento neurótico ou de um procedimento terapêutico. Esses efeitos de retorno sobre a agência determinarão em longo prazo a composição da profissão na Psicoterapia e a uniformidade de seus procedimentos.
  30. 30. Referencia

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