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  1. 1. UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA  UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA  Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo  PATOLOGIA E MANUTENÇÃO DAS CONSTRUÇÕES  PLANO DE CURSO Falta  de manutenção leva ao desenvolvimento  de árvore na  ponte dos remédios ­ SP; corrosão das armaduras em laje de edifício; acidente ocasionado por queda de revestimento cerâmico de fachada.  Profª Chenia Figueiredo – chenia@unb.br  Créditos 2 – Semestre 01/2010  Terça­feira 14:00 às 15:45
  2. 2. UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA 1. INTRODUÇÃO A durabilidade e a consequente previsão da vida útil das estruturas de concreto armado estão sendo objeto de muitas  pesquisas  em diversas instituições, tanto no Brasil como no exterior. Estudos  indicam  que  os  problemas  patológicos  ocorrem,  em  aproximadamente  50%  dos casos, por falhas de projeto e planejamento das edificações. Assim,  para  que  seja  garantida  a  qualidade  das  estruturas,  entre  outros  aspectos,  deve­se melhorar a concepção e a representação gráfica dos projetos e estabelecer um programa de inspeção  periódica.  Um  programa  eficiente  de  inspeção/manutenção  periódica  garante  a durabilidade das edificações e permite estabelecer prioridades para as ações necessárias ao cumprimento da vida útil prevista. Brasília contou em sua construção com homens inovadores da arquitetura e da engenharia no Brasil e produziu fatos eloqüentes no terreno da urbanização e do urbanismo, onde o uso do concreto foi bastante explorado. Impulsionado pelo modernismo, pela mobilidade e facilidade de uso, o concreto é o material mais utilizado nas obras locais. Entretanto, mesmo sendo uma cidade  relativamente  nova,  constatam­se  inúmeros  casos  de  problemas  patológicos  nas edificações  existentes,  decorrentes  da  interação  do  concreto  com  o  meio  ambiente. Recentemente  foi  realizado  um  levantamento  das  principais  manifestações  patológicas existentes  nas  edificações  locais,  onde  se  constatou  que  a  maioria  das  patologias  são decorrentes da execução, seguida de planejamento/projeto e que a corrosão das armaduras é a manifestação patológica que se torna notória em 30% dos casos. Dentro  desse  contexto,  a  presente  disciplina  tem  como  objetivo  abordar  as  patologias  das construções,  englobando  os  conceitos  para  avaliação  das  edificações,  o  conhecimento  das causas  de  deterioração  e  os  procedimentos  de  manutenção  e  reparo  das  mesmas.  Será apresentado os  principais conceitos relacionados à patologia de revestimentos cerâmicos em fachadas, estruturas, pinturas e alvenarias, visando o seu conhecimento e a sua ligação com o projeto de arquitetura e as especificações de materiais a serem empregados nas construções, buscando maior durabilidade e vida útil.
  3. 3. UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA 2. CONTEÚDO 2.1  Patologia das fachadas  ­  Emprego dos revestimentos de fachadas e suas patologias  ­  Descolamento de revestimentos de granito e cerâmica  ­  Juntas de construção  ­  Assentamento de revestimentos cerâmicos  ­  Dilatação térmica de revestimento  ­  Recomendação na escolha dos produtos  ­  Aavaliação in loco de um edifício residencial em Brasília com patologia de fachada  ­  Uso de revestimento cerâmico em fachada em São Paulo  ­  Patologia de selantes em fachadas  ­  Tipos de selantes  ­  Formas da seção para calafetação  ­  Cálculo da dimensão da junta  ­  Durabilidade e desempenho 2.2  Patologia das estruturas  ­  Durabilidade e Vida útil  ­  Reparo de estruturas  ­  Segurança estrutural  ­  Aspectos rotineiros do projeto/ execução  ­  Mecanismos de deterioração  ­  Corrosão das armaduras  ­  Estudo de caso 2.2.1  Métodos de avaliação do concreto  ­  Razões para a avaliação estrutural  ­  Principais métodos de avaliação do concreto  ­  Inspeção de estruturas 2.2.2  Reparo e programa de manutenção de estruturas  ­  Avaliação quantitativa do desempenho estrutural  ­  Grau de deterioração e dano da estrutura 2.3  Patologia das alvenarias  ­  Movimento das fundações  ­  Alterações químicas dos materiais  ­  Movimentação térmica  ­  Atuação de sobrecargas  ­  Variações de umidade 2.4  Patologia das pinturas  ­  Diagnóstico  ­  Durabilidade  ­  Causas do problema  ­  Ações preventivas e corretivas  ­  Problemas comuns em pinturas
  4. 4. UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA 3. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Temas dos trabalhos:  ­  Emprego do programa de manutenção em uma edificação  ­  Avaliar  o  processo  construtivo  empregado  como  revestimento  de  fachadas  em  edifícios em Brasília  ­  Seminário  sobre  um  dos  temas  abordados  na  disciplina  com  tradução  de  texto  e/ou  sobre um artigo de periódico. Média final = (Trabalho 1 x 5,0 + Trabalho 2 x 2,5 + Seminário 1 x 2,5)/ 10 4. BIBLIOGRAFIA ANDRADE, C. Manual para Diagnóstico de Obras Deterioradas por Corrosão de Armaduras.  São Paulo, PINI, 1992. 103p. CASTRO, E. K. Desenvolvimento de Metodologia para Manutenção de Estruturas de Concreto  Armado. Dissertação de Mestrado, Brasília, UnB, 1994. 185p. CUNHA, A. J. P.; LIMA, N. A.; SOUZA, V. C. M. Acidentes Estruturais na Construção Civil. São  Paulo, PINI, 1998. FIGUEIREDO, C. R. Estudo da Carbonatação em Estruturas de Concreto Armado em Brasília  – Avaliação de Pilares. Tese de Doutorado, Brasília, UnB, 2004. FIORITO,  A.  J. S.  I.  Manual  de  Argamassas  e  Revestimentos:  Estudos  e  Procedimentos de  Execução. São Paulo, PINI, 1994. GRANATO,  J.  E.  Patologia  das  Fachadas  de  Cerâmica  e  Granito.  VIII  Congreso  Latinoamericano de Patolgia de la Construccion, Assunção, 2005. Anais. GRANATO,  J.  E.  Técnicas  de  Impermeabilização  e  Isolação  Térmica.  VIII  Congreso  Latinoamericano de Patolgia de la Construccion, Assunção, 2005. Anais. HELENE,  P.  R.  L.  Manual  Prático  para  Reparo  e  Reforço  de  Estruturas  de  Concreto.  São  Paulo, PINI, 1992. HELENE, P. R. L. Contribuição ao Estudo da Corrosão em Armaduras de Concreto Armado.  Tese de Livre Docência, EPUSP, São Paulo, 1993. MEHTA,  P.  K. e  MONTEIRO,  P.  J.  M.  Concreto  –  Estrutura,  Propriedades  e  Materiais.  São  Paulo, PINI, 1994. NINCE, A. A. Levantamento de Dados sobre a Deterioração de Estruturas na Região Centro­  Oeste. Dissertação de Mestrado, Brasília, UnB, 1996. SOUZA, V. C. M. e RIPPER, T. Patologia, Recuperação e Reforço de Estruturas de Concreto.  São Paulo, PINI, 1999. SOUZA,  R.  e  MEKBEKIAN,  G.  Qualidade  na  Aquisição  de  Materiais  e  Execução  de  Obras.  São Paulo, Pini, 1999. SOUZA, R. et al. Sistema de Gestão da Qualidade para Empresas Construtoras. São Paulo,  Pini, 1998. THOMAZ,  E.  Trincas  em  Edifícios  –  Causas,  Prevenção  e  Recuperação.  São  Paulo,  PINI,  1989. Notas de aula da disciplina. Sites. Anais de Congressos.

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