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Trabalho da Disciplina de Educação à Distância. Texto: EAD: antes e depois da cibercultura – Lucila Pesce. Aluno: Ramofly Bicalho. Pólo: Nova Iguaçu.

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  1. 1. TEXTO 1 EAD : antes e depois da c iber c ultura Lucila Pesce Aluno: Ramofly Bicalho dos Santos Matrícula: 20081208462 / Pólo: Nova Iguaçu
  2. 2. <ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>1.1 – O advento da cibercultura traz vastas possibilidades para se repensar as hegemônicas práticas de Educação a Distância (EAD). </li></ul><ul><li>1.2 – Estudos sobre a história da EAD no Brasil evidenciam que essa modalidade iniciou-se nas proximidades da década de 1940. (BARROS, 1994; GIUSTA, 2002). </li></ul><ul><li>1.3 – Somente com a chegada da Internet é que foi possível começar a se pensar em desenhos didáticos que pudessem contemplar processos interativos entre formandos e formadores, via fóruns e listas de discussão. </li></ul>
  3. 3. 1. Com a segunda geração da Internet, a chamada Web 2.0, é que a cibercultura se consolida.
  4. 4. 1.1 – A EAD E O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO EMANCIPADOR <ul><li>1) EMANCIPAÇÃO PLENA DO CIDADÃO; </li></ul><ul><li>2) RESPEITO ÀS DIFERENÇAS E AS RELAÇÕES DE AFETO; </li></ul><ul><li>3) INCLUSÃO; </li></ul><ul><li>4) COMPROMISSO SOCIAL; </li></ul><ul><li>5) VALORIZAÇÃO DA CULTURA ESCOLAR; </li></ul>
  5. 5. <ul><li>6) Na cibercultura veiculada na Web 2.0, o usuário insere-se como produtor e desenvolvedor de conteúdo e não somente como receptor de mensagem e/ou conteúdo de aprendizagem postado por outrem . </li></ul><ul><li>7) CURRÍCULOS: MOMENTOS DE TROCAS E CONSTRUÇÃO COLETIVA; </li></ul><ul><li>8) PREOCUPAÇÃO COM OS SABERES E IDEAIS EMANCIPADORES DE EDUCADORES E EDUCANDOS; </li></ul><ul><li>9) ESPAÇOS PARA O DIÁLOGO. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>10) Com a EAD é possível que a direção, coordenação pedagógica, professores e a comunidade, tomem a escola em suas mãos. </li></ul><ul><li>11) Pensar em Projetos Político-Pedagógicos emancipadores para a escola, pressupõe que os educadores tenham um espaço onde possam se manifestar e que suas experiências acumuladas sejam valorizadas, inclusive na EAD. </li></ul><ul><li>12) Trabalho coletivo. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>1.2 – I dentidades da EAD: </li></ul><ul><li>1) Vinculação às questões inerentes à sua realidade; </li></ul><ul><li>2) Temporalidade; </li></ul><ul><li>3) Os saberes próprios dos estudantes; </li></ul><ul><li>4) A memória coletiva; </li></ul><ul><li>5) A rede de ciência e tecnologia disponível na sociedade; </li></ul><ul><li>6) Tecnicamente, os dispositivos e interfaces da Cibercultura ampliam a possibilidade de se pensar em cursos mais dialógicos em EAD. </li></ul>
  8. 8. 1.3 – Eixo Norteador. Costa (2008) sinaliza o sentimento de confiança mútua como um dos aspectos basilares da consolidação das redes sociais na cibercultura.
  9. 9. <ul><li>Educação e Cibercultura: as três abordagens na EAD: </li></ul><ul><li>A) A bordagem broadcast, o professor transmite a informação, via aparato tecnológico. Esta abordagem consagra-se pelo apelo econômico, ou seja, pela possibilidade de se promover cursos financeiramente convidativos. </li></ul><ul><li>B) V irtualização da sala de aula presencial: o professor transfere para o espaço virtual a mesma dinâmica da aula presencial. Esta abordagem é muito comum, pela tendência dos formadores a transpor a dinâmica dos cursos presenciais para o contexto digital, sem as devidas readequações. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>C) E star junto virtual: contempla a dinâmica comunicacional, que privilegia a mediação do professor junto ao aluno, por meio da tecnologia, para que se realize o ciclo construcionista “descrição-execução-reflexão-depuração-descrição”. Valente (1999), </li></ul>
  11. 11. <ul><li>4. PRINCÍPIOS NORTEADORES DA EAD E A CIBERCULTURA </li></ul><ul><li>A cibercultura acena outra lógica para a EAD, que não a instrumental, pragmática e prescritiva. </li></ul><ul><li>A cibercultura possibilita a ampliação da perspectiva de alteridade, ao promover vínculos entre sujeitos sociais de distintas culturas, que vivem circunstâncias sócio-históricas semelhantes. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>3) As redes sociais da cibercultura configuram-se como elemento importante para subverter o status quo. </li></ul><ul><li>4) A cibercultura oferece a possibilidade de se trabalhar com diferentes dimensões da linguagem. </li></ul><ul><li>5) O registro das interações no ciberespaço traz uma importante contribuição para a metarreflexão do aluno, do professor e do grupo como um todo. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>a cibercultura traz vastas possibilidades para se repensar as hegemônicas práticas de EAD. </li></ul><ul><li>Além da condição técnica, é preciso vontade política para se imprimir uma racionalidade mais dialógica, capaz de auferir um avanço de fato qualitativo a essa modalidade de educação. </li></ul>
  14. 14. 8. A CONSTRUÇAO COLETIVA DA EAD Para refletir.... Que sujeitos precisamos formar? Quais saberes precisamos discutir? Que sociedade queremos para viver? Que escola queremos construir? Que educação precisamos priorizar? Que avaliação precisamos construir? Que cultura queremos valorizar? Que saberes queremos trabalhar?
  15. 15. Não trago fórmulas, Apenas pensares e fazeres... Feitos interrogações e, talvez, O desafio de uma proposta: tratarmos coletivamente nossos desejos de aprender...
  16. 17. Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora. Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro: Companheiro, você entende de leis? Não, respondeu o barqueiro. E o advogado compadecido: É pena, você perdeu metade da vida. A professora muito social, entra na conversa: Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
  17. 18. Também não, respondeu o barqueiro. Que pena! Condói-se a mestra-Você perdeu metade de sua vida! Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. O barqueiro preocupado, pergunta: Vocês sabem nadar? NÃO! Responderam eles rapidamente. Então é uma pena- Conclui o barqueiro. Vocês perderam toda a vida. Não há saber maior ou saber menor. Há saberes diferentes. PAULO FREIRE
  18. 19. COMPROMISSO, COMPETÊNCIA E ESPERANÇA

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