Conselho Municipal de Meio Ambiente PIRACICABA/SP

Sustentabilidade da arborização urbana –
      Plantio, Manejo e Supres...
Modelo Ideal para Silvicultura Urbana
            Abrindo espaço para a               Construindo a
               florest...
Isso é arborização urbana?
Modelo Ideal para Silvicultura Urbana
            Abrindo espaço para                 Construindo a
             a florest...
Leis de Arborização Urbana
Atribuição municipal;
Gestão da CPFL, Eletropaulo e CESP;
Impacto na qualidade de vida;

Aument...
Novo Cenário para as Leis de
         Arborização
Empresas de eletrificação e telefonia privatizadas;
Novas tecnologias pa...
Proposta de Lei elaborada pelo COMDEMA para
        Arborização de Piracicaba – SP.
Artigo 6o – A densidade arbórea mínima...
Cinturão Florestal Peri-urbano de Piracicaba




                                               Reserva legal !!!
Artigo 22 - Os quintais e áreas ajardinadas que possuírem vegetação
de porte herbáceo, arbustivo e ou arbóreo poderão aver...
Modelo Ideal para Silvicultura Urbana
            Abrindo espaço para a               Construindo a
               florest...
Cidade de Piracicaba
     PMP (2003 - 2007)
B                         N

                          D



                                                              ...
Estabilização
                                             e
                                             melhoria
       ...
Cidade de Tel-Aviv - Israel               Shashua-Bar L, Hoffman ME. Vegetation as a climatic component in the
           ...
Efeito das árvores para a conservação do asfalto.
Quantidade de reparos em 30 anos em área de 406 m2 de
asfalto em área nã...
Radiação elevada = 850 W/m2
                                       Temp = 40 graus


                       Dilatação

   ...
Temp = 20 graus

Com sombreamento
        Radiação total = 300 W/m2

        Menor dilatação e contração
        devido a ...
• PROTEÇÃO




• A cada ano, cerca de 120 mil novos
  casos de câncer de pele não-melanoma
  (CPNM) são diagnosticados no ...
*Organização Mundial de saúde
> 850 mg/dia




                                                                     < 100 mg/dia
                       ...
Efeito benéfico na atenuação da poluição gasosa


                Filtragem               SO2

                Oxigenação ...
Evaporização
Escorrimento superficial



 Infiltração superficial

                            Infiltração profunda



   ...
Evaporização
Escorrimento superficial



Infiltração superficial

                           Infiltração profunda




    ...
(2003)
Escorrimento superficial por tipo de
 Tipos de cobertura
                                                                c...
Modelo Ideal para Silvicultura Urbana
            Abrindo espaço para a               Construindo a
               florest...
Qual o motivo de
não possuirmos
árvores em nossas
ruas


Como reconstruir
Problemas
      Cidade moderna e problemas para
      concretização de Políticas Públicas



  * setor público motivado po...
The tree large argument (McPherson)
Desenho

   Ideal




           30% de cobertura arbórea bem distribuída no tecido urbano
Vida
A presença das redes de distribuição elétrica é um dos maiores
problemas para a arborização das cidades. "Quando existem f...
Quantificação de superfícies urbanas
usando imagens multiespectrais, fotos,
satélites imageadores, etc.

          Sensori...
Exemplo de conforto urbano
         público
         Maringá, PR
Maringá x Piracicaba
Cobertura Arbórea Piracicaba 2009 = 9,80%
Índice de Floresta Urbana = 0,56

Cobertura Arbórea Maringá...
Piracicaba

                     Histograma de classes de DAP                                                             ...
Como plantar – Uma espécie só? Quantas espécies por via pública?

                                                        ...
Modelo Ideal para Silvicultura Urbana
            Abrindo espaço para a               Construindo a
               florest...
Peroba no Bosque de Ribeirão Preto - SP.
Isso é arborização
urbana?




                     O que a árvore diria?
Valoração monetária de indivíduos
arbóreos por meio de inventários em
bancos de dados relacionais e
modelos computacionais.
FÓRMULAS COMPUTACIONAIS
. Índice de importância relativa (Iir)


A determinação do Índice de importância relativa (Iir) é ...
Valor da espécie
Valor de condição
Prejuízo para a sociedade




Fotografia Leandro Passarini
Fotografia Leandro Passarini
Fotografia Leandro Passarini
Fotografia Leandro Passarini
Fotografia Leandro Passarini
Fotografia Leandro Passarini
Avaliação de risco de queda de árvores
   maduras no Museu Goeldi em Belém do Pará

Pau d’Arco (Tabebuia serratifolia) – F...
IRQ
Índice de Risco de Queda


IRQ: ([IM]*(([1ªBF]+[EstG]+[EqCopa]+[EqTronco]+[IJR]*0,9)/5))/[ReaçõesFM]


IM = Índice de ...
IRPD/IRPDN
IRPD: ([IRQ]*1,5)*(([AlvPot1]+[AlvPot2]+[AlvPot3])+0,5)

Onde:
IRPD = Índice de Risco Potencial de Dano;

AlvPo...
30 ÁRVORES COM MENOR IRQ
30 ÁRVORES COM MAIOR IRQ
Ibirapuera
Modelo Ideal para Silvicultura Urbana
            Abrindo espaço para a               Construindo a
               florest...
% árvores



      at
        é




                   0,00%
                           5,00%
                            ...
Estoque desejado
N R + (V/ED)
 =
       S

 Locais Vazios = V                        Ex:

 Remoções no último ano = R     ...
Avaliação da vegetação do parque Ibirapuera


       INDIVÍDUOS ARBÓREOS                                                  ...
Área de Cobertura de Copa e Área Basal


120,0%
                 100,0%           100,0%              100,0%           100...
Localização das espécies:TODAS
Modelo Ideal para Silvicultura Urbana
            Abrindo espaço para a               Construindo a
               florest...
• Como plantar
• Qual desenho?
Realização do Potencial humano
  “A árvore que um dia crescerá já
  está contida em estado de
  dormência na semente. Nós
...
FIM



dfsilva@esalq.usp.br
COMDEMA | Apresentação Arborização Urbana - Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho
COMDEMA | Apresentação Arborização Urbana - Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho
COMDEMA | Apresentação Arborização Urbana - Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho
COMDEMA | Apresentação Arborização Urbana - Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho
COMDEMA | Apresentação Arborização Urbana - Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho
COMDEMA | Apresentação Arborização Urbana - Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho
COMDEMA | Apresentação Arborização Urbana - Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho
COMDEMA | Apresentação Arborização Urbana - Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho
COMDEMA | Apresentação Arborização Urbana - Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho
COMDEMA | Apresentação Arborização Urbana - Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho
COMDEMA | Apresentação Arborização Urbana - Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

COMDEMA | Apresentação Arborização Urbana - Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho

5.448 visualizações

Publicada em

0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
5.448
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
6
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
250
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

COMDEMA | Apresentação Arborização Urbana - Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho

  1. 1. Conselho Municipal de Meio Ambiente PIRACICABA/SP Sustentabilidade da arborização urbana – Plantio, Manejo e Supressão Para: Efeitos da Impermeabilização Impermeabilizaç Demóstenes Ferreira da Silva Filho Demó Conforto humano Departamento de Ciências Florestais Bem estar psicológico psicoló E.S.A. “Luiz de Queiroz” Queiroz” Economia Universidade de São Paulo Gestão Agosto 2010
  2. 2. Modelo Ideal para Silvicultura Urbana Abrindo espaço para a Construindo a floresta urbana Floresta Urbana Por que Florestas Seleção Urbanas? educação de espécies Espaço para Modelo preservação as árvores ? regulador gestão ! proprietário Seleção Melhoria Avaliando do solo do local o sucesso INVENTÁRIO Adaptado de: Georgia Model Urban Forestry, 2001
  3. 3. Isso é arborização urbana?
  4. 4. Modelo Ideal para Silvicultura Urbana Abrindo espaço para Construindo a a floresta urbana Floresta Urbana Por que Florestas Seleção Urbanas? educação de espécies Espaço para Modelo preservação as árvores ? regulador gestão ! proprietário Seleção Melhoria Avaliando do solo do local o sucesso INVENTÁRIO SENSORIAMENTO REMOTO Adaptado de: Georgia Model Urban Forestry, 2001
  5. 5. Leis de Arborização Urbana Atribuição municipal; Gestão da CPFL, Eletropaulo e CESP; Impacto na qualidade de vida; Aumento dos gastos municipais; Conservação de fios; Preservação dos equipamentos urbanos em detrimento das árvores;
  6. 6. Novo Cenário para as Leis de Arborização Empresas de eletrificação e telefonia privatizadas; Novas tecnologias para fiação (cabos protegidos e redes subterrâneas); Aumento da capacidade de arborizar com árvores de médio e grande porte; Custos em declínio e possibilidade de troca gradativa da fiação pela rede compacta; Estímulos para quem possuir árvores em áreas privadas; Ex: Redução de IPTU; descontos em taxas, etc. Leis baseadas em critérios de plantio e conservação técnicos.
  7. 7. Proposta de Lei elaborada pelo COMDEMA para Arborização de Piracicaba – SP. Artigo 6o – A densidade arbórea mínima para arborização de calçadas deve ser de uma espécime arbóreo por lote. Se for constatado pelo órgão responsável da arborização a ausência de espaço para plantio, este deverá ocorrer em outro local, a ser determinado pelo órgão de arborização, às expensas do proprietário do lote. Artigo 15 - Será autorizada a supressão de árvores em áreas públicas e privadas, desde que cumpridos os seguintes critérios e exigências: I - obtenção de autorização escrita do órgão competente da Prefeitura Municipal de Piracicaba, por meio de laudo emitido por um grupo de profissionais habilitados e supervisionados por pelo menos três consultores ad hoc indicados pelo COMDEMA, no prazo de trinta dias; Artigo 21 - Fica estabelecido o perímetro verde constituído de uma faixa de no mínimo 2 km de largura envolvendo todo o perímetro urbano da cidade. Esta área rural é prioritária para estabelecimento das reservas legais das propriedades agrícolas do município de Piracicaba, conforme estabelecido no código florestal, Lei Federal n° 4.771, de 15 de s etembro de 1965, alterada pela Lei n°7.603, de 18 de julho de 1989.
  8. 8. Cinturão Florestal Peri-urbano de Piracicaba Reserva legal !!!
  9. 9. Artigo 22 - Os quintais e áreas ajardinadas que possuírem vegetação de porte herbáceo, arbustivo e ou arbóreo poderão averbar suas respectivas áreas para obtenção de desconto no IPTU ou na tarifa de esgoto cobrada junto com a conta d’água. O percentual de desconto será proporcional a quantidade de área coberta por vegetação em relação à área total do lote. I – multa equivalente ao DAP da árvore em centímetros multiplicado por 0,5 UFPMP e crescente conforme os benefícios propiciados pela mesma. lI - ressarcimento à Prefeitura dos custos totais do replantio, com a devida correção monetária na época do pagamento.
  10. 10. Modelo Ideal para Silvicultura Urbana Abrindo espaço para a Construindo a floresta urbana Floresta Urbana Por que Florestas Seleção Urbanas? educação de espécies Espaço para Modelo preservação as árvores ? regulador gestão ! proprietário Seleção Melhoria Avaliando do solo do local o sucesso INVENTÁRIO Adaptado de: Georgia Model Urban Forestry, 2001
  11. 11. Cidade de Piracicaba PMP (2003 - 2007)
  12. 12. B N D Legenda C 35 a 43 º C 30 a 35 º C 25 a 30 º C A 20 a 25 º C escala A – Chácara Nazaré B – Shopping Piracicaba C – Estacionamento do Carrefour 0 600 m D – Jardim Monumento e Vila Rezende (Ilha de Calor)
  13. 13. Estabilização e melhoria microclimática Extraído do livro Arborização de viária de Miguel Milano e Eduardo Dalcin, 1999.
  14. 14. Cidade de Tel-Aviv - Israel Shashua-Bar L, Hoffman ME. Vegetation as a climatic component in the design of an urban street: an empirical model for predicting the cooling effect of urban green areas with trees. Journal of Energy and Buildings 2000;31:221– 35. 1 e 11 • Áreas arborizadas com diversos 4e5 formatos dentro 2e3 do tecido urbano. • Qual foi o efeito refrescante em cada ponto 7e8 estudado? 6 9
  15. 15. Efeito das árvores para a conservação do asfalto. Quantidade de reparos em 30 anos em área de 406 m2 de asfalto em área não arborizada, com árvore de pequeno porte e com árvore de médio porte e economia pelo uso das árvores**. Cenário Buracos Custo total Economia Economia concertados R$ R$ R$/m2 Sem cobertura arbórea 6 10.787,00 - - Árvore de pequeno porte 5 8.988,14 1799,00 4,43 (Resedá, Falsa-murta) Árvore de médio porte 2,5 4.494,07 6.293,00 15,47 (Pata-de-vaca, Oiti) ** Mcpherson, E.G; Muchnick, J. EFFECTS OF STREET TREE SHADE ON ASPHALT CONCRETE PAVEMENT PERFORMANCE, Journal of Arboriculture 31(6): Novembro, 2005. 58,34% de economia!
  16. 16. Radiação elevada = 850 W/m2 Temp = 40 graus Dilatação Volatilização de compostos e desagregação do material Causando necessidade de manutenção.
  17. 17. Temp = 20 graus Com sombreamento Radiação total = 300 W/m2 Menor dilatação e contração devido a redução da amplitude térmica
  18. 18. • PROTEÇÃO • A cada ano, cerca de 120 mil novos casos de câncer de pele não-melanoma (CPNM) são diagnosticados no país, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). A exposição excessiva aos raios solares, principalmente à radiação ultravioleta, é apontada como fator de risco à saúde humana, provocando danos à pele, aos olhos e ao sistema imunológico. •http://blog.observatorioambiental.com.br/2008/04/25/evento-no-cptecinpe-discute-radiacao-solar-e-efeitos-a-saude/
  19. 19. *Organização Mundial de saúde
  20. 20. > 850 mg/dia < 100 mg/dia de partículas de poluentes Efeito de filtro para partículas sólidas de poluentes Extraído do livro Arborização de viária de Miguel Milano e Eduardo Dalcin, 1999.
  21. 21. Efeito benéfico na atenuação da poluição gasosa Filtragem SO2 Oxigenação O3 Diluição F Oxidação
  22. 22. Evaporização Escorrimento superficial Infiltração superficial Infiltração profunda Como tratar essa ? situação 70 a 100% de superfície pavimentada 30% 55% 10% 5%
  23. 23. Evaporização Escorrimento superficial Infiltração superficial Infiltração profunda 35% 30% 20% 15%
  24. 24. (2003)
  25. 25. Escorrimento superficial por tipo de Tipos de cobertura cobertura do solo urbano Lagos e lagoas Adaptado de Pauleit & Duhme (2000) Bosques Terras cultiváveis Solos improdutivos Cemitérios Estradas de ferro Prados Solo nu Rios Parques Campos esportivos Loteamentos Horticultura Casas unifamiliares Usos diversos Galpões de fábrica Casa geminadas Edifícios especiais Prédios de moradia Estacionamentos Edifícios de fábrica Blocos de muitos pisos Vias Públicas 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 Escorrimento superficial em litros/m2 para uma precipitação de 20 mm/h
  26. 26. Modelo Ideal para Silvicultura Urbana Abrindo espaço para a Construindo a floresta urbana Floresta Urbana Por que Florestas Seleção Urbanas? educação de espécies Espaço para Modelo preservação as árvores ? regulador gestão ! proprietário Seleção Melhoria Avaliando do solo do local o sucesso INVENTÁRIO SENSORIAMENTO REMOTO Adaptado de: Georgia Model Urban Forestry, 2001
  27. 27. Qual o motivo de não possuirmos árvores em nossas ruas Como reconstruir
  28. 28. Problemas Cidade moderna e problemas para concretização de Políticas Públicas * setor público motivado por soluções a curto prazo; * setor privado interessado no benefício financeiro.
  29. 29. The tree large argument (McPherson)
  30. 30. Desenho Ideal 30% de cobertura arbórea bem distribuída no tecido urbano Vida
  31. 31. A presença das redes de distribuição elétrica é um dos maiores problemas para a arborização das cidades. "Quando existem fios e árvores juntos são feitas podas que são prejudiciais às plantas", explica a pesquisadora Giuliana Del Nero Velasco. "A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), por exemplo, gasta cerca de R$ 54 mil para instalar um quilômetro de rede convencional, e R$ 62 mil para a compacta." Contudo, segundo Giuliana, a rede compacta exige menos manutenção e gera gastos, em média, 79,5% menores.
  32. 32. Quantificação de superfícies urbanas usando imagens multiespectrais, fotos, satélites imageadores, etc. Sensoriamento Remoto e SIG Classificação supervisionada Cálculo da estimativa de escorrimento por bairro ou microbacia urbana Política Pública Aplicação do dinheiro público nos locais mais necessários
  33. 33. Exemplo de conforto urbano público Maringá, PR
  34. 34. Maringá x Piracicaba Cobertura Arbórea Piracicaba 2009 = 9,80% Índice de Floresta Urbana = 0,56 Cobertura Arbórea Maringá 2010 = 16,83% Índice de Floresta Urbana = 0,94 IFU ótimo deve ser igual a 1
  35. 35. Piracicaba Histograma de classes de DAP Frequência das espécies 30,00% Nom com e um Falsa-murta Sibipiruna 25,00% Espirradeira Oiti Resedá 20,00% Quaresmeira % árvores Chapéu-de-sol 15,00% Canelinha Ipê-amarelo-do-cerrado Falso-chorão 10,00% Ficus-benjamim Tipuana 5,00% Chapéu-de-napoleão Ipê-rosa-americano Pitangueira 0,00% Alfeneiro Ipê-roxo at 5 15 at 5 35 at 5 at 5 at 5 75 at 1 at ,2 at ,3 at ,4 at ,5 at ,6 at ,7 0 2 4 5 6 0, 0 0 0 0 0 0 0, 0, 0, 0, 0, 0, 0, 0, Hibisco é é é é é é é é é é é é é é é at at at Flamboyant-de-jardim DAP 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 % Figura 4. Histograma com a porcentagem de árvores em classes de DAP e histograma de porcentagem de espécies presentes na arborização viária da cidade de Piracicaba, SP, organizados por ordem de freqüência relativa e nome comum.
  36. 36. Como plantar – Uma espécie só? Quantas espécies por via pública? Fr e q u ê n c ia d a s e s p é c ie s N ome c omum Fa lsa -m u rta S i bi p i ru n a E sp i rra de i ra O i ti R e se dá Q u a re sm e i ra C ha p é u -de -so l C a n e li n ha I p ê -a m a re lo -do -c e rra do Fa lso -c ho rã o Fi c u s-be n ja m i m Ti pu a n a C ha p é u -de -n a p o le ã o I p ê -ro sa -a m e ri c a n o P i ta n g u e i ra A lf e n e i ro I p ê -ro x o H i bi sc o Fla m bo y a n t-de -ja rdi m 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 % 1. No more than 10% of any single tree species. 2. No more than 20% of species in any tree SANTAMOUR JÚNIOR, F.S. Trees for urban genus. planting: diversity uniformity, and common 3. No more than 30% of species in any tree sense. In: METRIA Conference, 7., 1990, family. Lisle. Proceedings... Lisle: 1990. p.57-66.
  37. 37. Modelo Ideal para Silvicultura Urbana Abrindo espaço para a Construindo a floresta urbana Floresta Urbana Por que Florestas Seleção Urbanas? educação de espécies Espaço para Modelo preservação as árvores ? regulador gestão ! proprietário Seleção Melhoria Avaliando do solo do local o sucesso INVENTÁRIO SENSORIAMENTO REMOTO Adaptado de: Georgia Model Urban Forestry, 2001
  38. 38. Peroba no Bosque de Ribeirão Preto - SP.
  39. 39. Isso é arborização urbana? O que a árvore diria?
  40. 40. Valoração monetária de indivíduos arbóreos por meio de inventários em bancos de dados relacionais e modelos computacionais.
  41. 41. FÓRMULAS COMPUTACIONAIS . Índice de importância relativa (Iir) A determinação do Índice de importância relativa (Iir) é baseada em Dalcin (1992b) com modificações, sendo a expressão completa como segue: Iir = (Ve x Vc x Vl x Vbm) / freq (3) onde: Ve = valor da espécie; Vc = valor de condição (estado geral); Vl = valor de localização; Vbm = valor biométrico; freq = freqüência da espécie na arborização
  42. 42. Valor da espécie
  43. 43. Valor de condição
  44. 44. Prejuízo para a sociedade Fotografia Leandro Passarini
  45. 45. Fotografia Leandro Passarini
  46. 46. Fotografia Leandro Passarini
  47. 47. Fotografia Leandro Passarini
  48. 48. Fotografia Leandro Passarini
  49. 49. Fotografia Leandro Passarini
  50. 50. Avaliação de risco de queda de árvores maduras no Museu Goeldi em Belém do Pará Pau d’Arco (Tabebuia serratifolia) – Família Bignoniaceae Placa: 373/20227 Altura: 15 metros Altura da primeira bifurcação: 15 metros, bifurcação em U. Diâmetro de copa: 12 metros CAP: 1,81 metro Risco de queda: baixo Classificação automática supervisionada da imagem tomográfica. Em vermelho: tecido de baixa densidade (6,28%); em amarelo: tecido de média densidade (66,39%); em verde: tecido de alta densidade (27,33%).
  51. 51. IRQ Índice de Risco de Queda IRQ: ([IM]*(([1ªBF]+[EstG]+[EqCopa]+[EqTronco]+[IJR]*0,9)/5))/[ReaçõesFM] IM = Índice de Magnitude - (Diâmetro da copa*) x ([Altura do índivíduo]-[Altura da primeira bifurcação]); 1ª BF = Tipo da primeira bifurcação – “U” = 1, “V” = 2; EstG = Estado geral – “Ótimo” = 1, “Bom” = 2, “Morta” = 3, “Regular” = 4, “Péssimo” = 5; EqCopa = Equilíbrio da copa – “Sim” = 1 e “Não” = 2; EqTronco = Equilíbrio do tronco - “Sim” = 1 e “Não” = 2; IJR = Injúrias – “Ausente” = 1; “Leve” = 2; “Médio” = 3; “Grave” = 4; Reações FM = Reações físico-mecânicas - “Ausente” = 1; “Leve” = 1; “Médio” = 1; “Grave” = 1; **
  52. 52. IRPD/IRPDN IRPD: ([IRQ]*1,5)*(([AlvPot1]+[AlvPot2]+[AlvPot3])+0,5) Onde: IRPD = Índice de Risco Potencial de Dano; AlvPot1 = Alvo Potencial 1 - “Pedestres” = 1, “Carros” = 2, “Construção” = 3, “Ausente” = 0; AlvPot2 = Alvo Potencial 2 - “Pedestres” = 1, “Carros” = 2, “Construção” = 3, “Ausente” = 0; AlvPot3 = Alvo Potencial 3 - “Pedestres” = 1, “Carros” = 2, “Construção” = 3, “Ausente” = 0; IRPDN: Índice de Risco Potencial de Dano Normalizado; 0,1 ≤ IRPD ≤ 100
  53. 53. 30 ÁRVORES COM MENOR IRQ
  54. 54. 30 ÁRVORES COM MAIOR IRQ
  55. 55. Ibirapuera
  56. 56. Modelo Ideal para Silvicultura Urbana Abrindo espaço para a Construindo a floresta urbana Floresta Urbana Por que Florestas Seleção Urbanas? educação de espécies Espaço para Modelo preservação as árvores ? regulador gestão ! proprietário Seleção Melhoria Avaliando do solo do local o sucesso INVENTÁRIO SENSORIAMENTO REMOTO Adaptado de: Georgia Model Urban Forestry, 2001
  57. 57. % árvores at é 0,00% 5,00% 10,00% 15,00% 20,00% 25,00% 30,00% 0, 05 at é 0, at 1 é 0, 15 at é 0, at 2 é 0, 25 at é 0, 3 at é 0, 35 at é 0, at 4 é 0, DAP 45 at é 0, at 5 é Histograma de classes de DAP 0, 55 at é 0, 6 at é 0, 65 at é Distribuição diamétrica 0, at 7 é 0, 75
  58. 58. Estoque desejado N R + (V/ED) = S Locais Vazios = V Ex: Remoções no último ano = R V = 1624 R= 120 Sobrevivência após plantio = S S = 80% ED = 8 Anos de estoque desejado ou Ideal = ED = 120 + (1624/8) 0,80 = 404 árvores MILLER, 1998
  59. 59. Avaliação da vegetação do parque Ibirapuera INDIVÍDUOS ARBÓREOS ESPÉCIES ARBÓREAS 16000 15055 400 356 NÚMERO DE INDIVÍDUOS NÚMERO DE ESPÉCIES 12000 300 8668 8000 168 161 200 5934 4000 100 27 453 0 0 Nativas BR Exóticas BR Outros Total Nativas BR Exóticas BR Outros Total CLASSIFICAÇÃO DE ESPÉCIES CLASSIFICAÇÃO DE ESPÉCIES
  60. 60. Área de Cobertura de Copa e Área Basal 120,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 82,1% 80,0% 71,3% 57,6% 52,8% 47,2% 39,4% 40,0% 28,7% 17,9% 0,0% Cobertura da Área basal Número de Número de copa indivíduos espécies Nativas BR Exóticas Todas
  61. 61. Localização das espécies:TODAS
  62. 62. Modelo Ideal para Silvicultura Urbana Abrindo espaço para a Construindo a floresta urbana Floresta Urbana Por que Florestas Seleção Urbanas? educação de espécies Espaço para Modelo preservação as árvores ? regulador gestão ! proprietário Seleção Melhoria Avaliando do solo do local o sucesso INVENTÁRIO SENSORIAMENTO REMOTO Adaptado de: Georgia Model Urban Forestry, 2001
  63. 63. • Como plantar • Qual desenho?
  64. 64. Realização do Potencial humano “A árvore que um dia crescerá já está contida em estado de dormência na semente. Nós também carregamos em estado germinal, no fundo do inconsciente, aquilo que podemos vir a ser. Elas nos refletem como espelhos, não a aparência exterior, mas o lado desconhecido de nossa alma.” Roberto Gambini
  65. 65. FIM dfsilva@esalq.usp.br

×