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A expressão povos bárbaras era
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O Legado dos PensadoresO Legado dos Pensadores
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FeudalismoFeudalismo
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São João Evangelista, no Evangelário do Abade Wedricus
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Tímpano do portal meridional da Catedral de Santiago de Compostela,Espanha.
Exemplo de Arte Gótica – FrançaExemplo de Arte Gótica – França
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Arte Gótica
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Arte como CatecismoArte como Catecismo
A virgem Maria (Cimabue)A virgem Maria (Cimabue)
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Reação da IgrejaReação da Igreja
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Idade Média pelo poder d...
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Gregório VII (1073 – 1085 ) condenou
o casamento de sacerdote...
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IMPÉRIO BIZANTINOIMPÉRIO BIZANTINO
A cidade de Constantinopla foi
fundada em 330 pelo Imperador
Constantino.
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Império BizantinoImpério Bizantino
O auge do Império Bizantino ocorreu
com o imperador Justiniano (527-
565).
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ConstantinoplaConstantinopla
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Império Bizantino
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Graças a sua localização(Constantinopla) a
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IslãIslã
Conjunto dos povos de religião e
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vive na Ásia e na África.
Religião MuçulmanaReligião Muçulmana
Acreditam em um único Deus, a
oração deve ser feita cinco vezes
ao dia, se deve fazer...
Livro SagradoLivro Sagrado
Alcorão - É o livro sagrado dos
muçulmanos. Bíblia e lei dos
muçulmanos.
DeusDeus
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O Deus único que é o mesmo para
muçulmanos, judeus e cristãos.
Quem foi Maomé?Quem foi Maomé?
Fundador do islamismo, nasceu
570, em Meca, na Arábia. Por volta
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O que é sunita?O que é sunita?
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Expansão ÁrabeExpansão Árabe
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Dinamizou as relações comercias
Influência oriental nos costumes
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A guerra começa em 1337 e se
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O fim da guerra é marcado pela batalha
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Império OtomanoImpério Otomano
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““Fim” do Feudalismo EuropeuFim” do Feudalismo Europeu
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Entre os séculos ...
Em 1453 inicia-se oficialmente a
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Bizantino (Império Romano do Oriente
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  1. 1. http://historiaeatualidade.blogspot.com professor.fael@terra.com.br Material Único História e Atualidades Professor Rafael Magno Noronha =]
  2. 2. Invasões BárbarasInvasões Bárbaras E Mundo MedievalE Mundo Medieval
  3. 3. Idade Média - ApresentaçãoIdade Média - Apresentação Oficialmente este período rotulado de Idade Média, começa em 476 (com as invasões bárbaras) e vai até 1453 (com a busca de novas rotas comerciais). De modo errado, esse período foi chamado de Idade das Trevas. 3
  4. 4. O Legado da Idade MédiaO Legado da Idade Média Desenvolvimento Agrícola Criação das Universidades a partir do século XIII Desenvolvimento artístico, como românico e o gótico. Trabalho dos monges na preservação da cultura greco-romana. 4
  5. 5. Valores MedievaisValores Medievais Homem voltado para o céu e para Deus Teocentrismo Espiritualismo Cristianismo Espírito de renúncia Preocupação com a salvação da alma Submissão: à Igreja e ao Senhor Feudal Evangelho como fonte de inspiração Predomínio do sentimento sobre a razão 5
  6. 6. De olho nos Fatos...De olho nos Fatos... Invasões bárbaras e o fim do Império Romano Sistema Feudal (Feudalismo)  Poder da Igreja  FÉ Cruzadas Renascimento Urbano e Comercial  Crise do Feudalismo As Grandes Navegações Descoberta da América Renascimento Cultural Esses eventosEsses eventos transformam atransformam a sociedadesociedade medieval. Omedieval. O Feudalismo nãoFeudalismo não acaba, mas entraacaba, mas entra em decadência.em decadência. Tudo isso leva àTudo isso leva à Idade Moderna.Idade Moderna. 6
  7. 7. 7
  8. 8. Imperador Constantino, romano, 313 oficializou a Religião Católica. Em 330, mudou a capital romana para Constantinopla (Istambul). Teodósio dividiu o Império em duas partes: Ocidente e Oriente Transição para a IdadeTransição para a Idade MédiaMédia 8
  9. 9. 9
  10. 10. Povos BárbarosPovos Bárbaros A expressão povos bárbaras era usada pelos romanos para denominar os que não falavam o grego ou o latim e que tinham usos e costumes diferentes daqueles romanos.
  11. 11. Povos BárbarosPovos Bárbaros Germânicos: visigodos, vândalos, godos, alamanos, suevos, lombardos e francos. Origem Indo-Européia. Eslavos: russos, croatas, tchecos. Origem Indo-Européia. Hunos: de origem mongólica, oriundos dá Ásia.
  12. 12. No início...No início... A migração desses povos foi pacífica e útil para o Império Romano, pois eles eram usados na agricultura e até no exército. Com a crescente crise romana, os povos vizinho do Império invadiram as províncias e estabeleceram reinos.
  13. 13. Invasões até o séc. VInvasões até o séc. V
  14. 14. Destaque para os GermânicosDestaque para os Germânicos A consolidação dos reinos germânicos começou no século VI, com os francos, na Gália; os anglo- saxões, na Ilhas Britânicas; os visigodos, na Península Ibérica; e os lombardos, Península Itálica;
  15. 15. Maior reino germânico. Formou-se no século V. Região da Gália (FRANÇA) Estendeu-se até o século IX. Reino FrancoReino Franco 15
  16. 16. Clóvis foi o primeiro chefe tribal a conseguir unificar todas as tribos, tornando-se o primeiro rei franco (Dinastia Merovíngia – Meroveu, seu avô). A Europa se ruralizava com o Feudalismo. Reino FrancoReino Franco 16
  17. 17. Quando Clóvis morre, o reino é administrado por maus reis, conhecidos como indolentes. O poder ficou na mãos dos prefeitos do palácio, os majordomus. Reino FrancoReino Franco 17
  18. 18. O majordomu Carlos Martel foi bem influente, isso facilitou a vida de seu filho, PEPINO, o Breve. Ele tirou o rei Childerico III do poder e deu início a dinastia Carolíngia. Reino FrancoReino Franco 18
  19. 19. Apogeu com Carlos Magno, que em 800 foi coroado Imperador pelo papa Leão III. Dividiu as terras em condados. Investiu em Cultura e Educação. Império CarolíngioImpério Carolíngio 19
  20. 20. 20
  21. 21. Até que... Carlos Magno Morreu em 814! 834 os seus netos dividiram o império em três partes. Ia tudo bem...Ia tudo bem... 21
  22. 22. Carlos, o Calvo – FRANÇA Luis, o Germânico – “ALEMANHA” Lotário– Parte central Isso deu poder aos nobres e junto com as nova onda de invasões, consolidou o FEUDALISMO. Tratado de VERDUMTratado de VERDUM 22
  23. 23. Basicamente é a sociedade piramidal, formada com as invasões bárbaras entre os séc. V e XI na Europa. Sociedade MedievalSociedade Medieval InvasõesInvasões Divisão Territorial (senhoril) Divisão Territorial (senhoril) Ruralização e novas relações sociais Ruralização e novas relações sociais 23
  24. 24. Os bárbaros conseguem impedir a formação de um novo Estado forte, deixando o poder europeu descentralizado. As Invasões – Séc. V - IXAs Invasões – Séc. V - IX Vândalos –Vândalos – norte danorte da ÁfricaÁfrica Anglo-Anglo- Saxões –Saxões – InglaterraInglaterra LombardosLombardos – Itália– Itália Árabes –Árabes – Comércio doComércio do MediterrâneoMediterrâneo 24
  25. 25. A nova onde de invasões no século IX. As Invasões – Séc. V - IXAs Invasões – Séc. V - IX HúngarosHúngaros Vikings (Normandos)Vikings (Normandos) Novas Invasões na Europa Fim do Império Carolíngio Consolidação do Feudalismo Alta Idade Média – Entre os séculos V e X 25
  26. 26. Invasões bárbaras  necessidade de Proteção  Feudalismo  Nova realidade social: CLEROCLERO (Igreja )(Igreja ) FéFé NOBREZANOBREZA Suserano (Senhor Feudal mais Rico)Suserano (Senhor Feudal mais Rico) Vassalo (Senhor Feudal com menos poder)Vassalo (Senhor Feudal com menos poder) CavaleirosCavaleiros Relação de Fidelidade entre Suserano e o Vassalo:Relação de Fidelidade entre Suserano e o Vassalo: Suserano concede o FeudoSuserano concede o Feudo Vassalo promete fidelidade e servi-lo com Homens e armasVassalo promete fidelidade e servi-lo com Homens e armas POVOPOVO Servos / Camponeses / ArtesãosServos / Camponeses / Artesãos Pagam pesados impostos e têm muitas obrigaçõesPagam pesados impostos e têm muitas obrigações 26
  27. 27. Suserano: senhor feudal mais poderoso Suserano: senhor feudal mais poderoso A Igreja: possui grande poder (“os que rezam)” A Igreja: possui grande poder (“os que rezam)” Nobreza: vassalo  senhor feudal menos poderoso (“os que lutam”) Nobreza: vassalo  senhor feudal menos poderoso (“os que lutam”) Povo: servos / artesãos  pouco ou nenhum direito (“os que trabalham”) Povo: servos / artesãos  pouco ou nenhum direito (“os que trabalham”) 27
  28. 28. Idade MédiaIdade Média Moldada pelo pensamento da Igreja, que coordenava a hierarquia social: Clero Nobreza Povo “Rezam” “Guerreiam” Trabalham SUPER PODER da Fé SUPER PODER da “Grana” SUPER SEM Poder SEM o PODER de ter CIDADANIA 28
  29. 29. Relações FeudaisRelações Feudais
  30. 30. Relação de VassalagemRelação de Vassalagem 30
  31. 31. A Vida no Feudo (A Vida no Feudo (SENHORIOSENHORIO)) Castelo do Senhor Torreão Feudal Reserva Senhorial Moinho Floresta Aldeia Terras Arrendadas Terras Baldias Áreas de Arroteamento Moinho Manso Senhorial Manso Servil Terra Comum 31
  32. 32. ““Meu Mundo é o Feudo”Meu Mundo é o Feudo” “Além do mais, a praça pública muda de estatuto. Nada mais de fórum! Não temos mais o lugar central em que os cidadãos se encontram, na ausência de instituição urbana comum: apaga-se este hábito de discutir em conjunto os negócios da cidade ou os negócios privados. Quando há encontros de discussões, isso se dá com mais frequência nas igrejas (...)” Jacques Le Goff. 32
  33. 33. Termos Medievais ALODIAL – propriedade absoluta da terra. MANSUS – propriedade territorial SENHORIO- feudo  terra ou bens. CORVEIA – trabalho gratuito BANALIDADES- Pagamento pelo uso de instrumentos ou bens. TALHA – porcentagem da produção dada ao senhor. VILÕES – habitantes das vilas, trabalhadores livres, ligados a um senhor. 33
  34. 34. Nobres viviam em castelo, enquanto os servos se espremiam numa vila para até 60 famílias http://mundoestranho.abril.com.br/ historia/pergunta_287058.shtml FAZENDÃO MEDIEVALFAZENDÃO MEDIEVAL 34
  35. 35. CaracterísticasCaracterísticas Ruralização da sociedade Fragmentação do poder central Defesa particular Clericalização da sociedade Mudança de mentalidade Relação de dependência pessoal
  36. 36. O Universo do TrabalhoO Universo do Trabalho Produção artesanal: destaque para a área de construção, têxtil e a fabricação de armas. Século XII: inicio das corporações de artesãos Participação feminina 36
  37. 37. Santo Agostinho (354-430) O Legado dos PensadoresO Legado dos Pensadores ““Cidade de Deus”Cidade de Deus”  Visão TeológicaVisão Teológica O mal é ausência do bemO mal é ausência do bem BEMBEM  DEUSDEUS Pecado OriginalPecado Original 37
  38. 38. Tomás de Aquino (1225-1274) O Legado dos PensadoresO Legado dos Pensadores Fé e RazãoFé e Razão  UnidasUnidas para se alcançar Deuspara se alcançar Deus "A verdade é definida como a conformidade da coisa com a inteligência”. 38
  39. 39. FeudalismoFeudalismo Movimentos Sociais: Resistência aos impostos; Fome; Miséria; Melhoria de vida; Defesa dos bens; Liberdade de Casamento; Contra a divisão social; 39
  40. 40. Poder da IgrejaPoder da Igreja FÉ A Igreja faz uso da Arte  Catecismo Visual Mentalidade Dualista: Bem / Mal Estilo Românico Estilo Gótico 40
  41. 41. Exemplo de Arte Românica – ItáliaExemplo de Arte Românica – Itália 41
  42. 42. São João Evangelista, no Evangelário do Abade Wedricus
  43. 43. São João Evangelista, no Evangelário do Abade Wedricus
  44. 44. Tímpano do portal meridional da Catedral de Santiago de Compostela,Espanha.
  45. 45. Exemplo de Arte Gótica – FrançaExemplo de Arte Gótica – França 49
  46. 46. 50
  47. 47. Arte Gótica No começo do século XII, a arquitetura predominante ainda é a românica, mas já começaram a aparecer as primeiras mudanças que conduziram a uma revolução profunda na arte de projetar e construir grandes edifícios.
  48. 48. Arte como CatecismoArte como Catecismo A virgem Maria (Cimabue)A virgem Maria (Cimabue) 52
  49. 49. Castelo Medieval – Símbolo de Poder da Nobreza ArquiteturaArquitetura 60
  50. 50. A Igreja Católica na IdadeA Igreja Católica na Idade MédiaMédia Organização: Paróquia Diocese Aquidiocese
  51. 51. Mais sobre a Igreja CatólicaMais sobre a Igreja Católica na Idade Médiana Idade Média A existência humana devia ser voltada para o mundo divino.  O comércio era local e os comerciantes (mercadores) eram considerados inferiores. 62
  52. 52. Igreja Contra a BurguesiaIgreja Contra a Burguesia Os mercadores representavam o tempo humano, com interesses não sagrados.  Além disso, podemos pensar: será que a Igreja não tinha medo de perder poder para esses mercadores, afinal eles começavam a ter dinheiro? 63
  53. 53. Igreja Católica na IdadeIgreja Católica na Idade MédiaMédia Essa nova classe social (os comerciantes ou mercadores ou burgueses) passaram a ter destaque na sociedade  O Renascimento Comercial é um ponto que ajuda a diminuir o poder da Igreja. 64
  54. 54. Heresias MedievaisHeresias Medievais Significava uma doutrina contrária aos princípios da fé católica. Heresia anticatólica - cátaros Heresia anticlerical - valdenses
  55. 55. Reação da IgrejaReação da Igreja Entre 1184 e 1252 a Igreja Católica criou a Inquisição para investigar, punir, torturar e até matar quem agisse contra a instituição.
  56. 56. Igreja Católica na IdadeIgreja Católica na Idade MédiaMédia A Igreja estava ameaçada no final da Idade Média pelo poder dos mercadores e pela ciência que começava a escapar dos controles dela. 67
  57. 57. InquisiçãoInquisição
  58. 58. InquisiçãoInquisição
  59. 59. Reação da IgrejaReação da Igreja Reforma Gregoriana – o papa Gregório VII (1073 – 1085 ) condenou o casamento de sacerdotes, a venda de bens da Igreja (simonia) e se empenhou para aumentar o poder do papa dentro da Igreja e perante os governantes. Querela das Investiduras
  60. 60. Excluídos MedievaisExcluídos Medievais Mulheres Prostitutas Homossexuais Judeus Leprosos
  61. 61. 72
  62. 62. IMPÉRIO BIZANTINOIMPÉRIO BIZANTINO A cidade de Constantinopla foi fundada em 330 pelo Imperador Constantino. A sua localização facilitava as atividades comerciais e políticas
  63. 63. Império BizantinoImpério Bizantino O auge do Império Bizantino ocorreu com o imperador Justiniano (527- 565). Direito Civil: Corpos Juris Civilis – legado para atualidade
  64. 64. ConstantinoplaConstantinopla
  65. 65. 76
  66. 66. Império Bizantino Arte Graças a sua localização(Constantinopla) a arte bizantina sofreu influências de Roma, Grécia e do Oriente. A união de alguns elementos dessa cultura formou um estilo novo, rico tanto na técnica como na cor. 77
  67. 67. 78
  68. 68. Os árabes e o islãOs árabes e o islã A Arábia é uma região árida, cercada por montanhas que margeiam o Oceano Índico e o Mar Vermelho. O religião muçulmano (islâmica) foi fundada por Maomé.
  69. 69. IslãIslã Conjunto dos povos de religião e civilização muçulmanas. A maioria vive na Ásia e na África.
  70. 70. Religião MuçulmanaReligião Muçulmana Acreditam em um único Deus, a oração deve ser feita cinco vezes ao dia, se deve fazer jejum no mês do Ramadã (novembro), doar uma vez por ano para o governo para posterior redistribuição (zakat) e realizar uma vez na vida, pelo menos, a peregrinação à Meca (hajj).
  71. 71. Livro SagradoLivro Sagrado Alcorão - É o livro sagrado dos muçulmanos. Bíblia e lei dos muçulmanos.
  72. 72. DeusDeus  ALÁ - É a palavra árabe para Deus. O Deus único que é o mesmo para muçulmanos, judeus e cristãos.
  73. 73. Quem foi Maomé?Quem foi Maomé? Fundador do islamismo, nasceu 570, em Meca, na Arábia. Por volta de 612, começou a ter visões do arcanjo Gabriel, que anunciava que ele era enviado.
  74. 74. O que é sunita?O que é sunita?  (Palavra e ação do profeta) – quando Maomé morreu, em 632, houve uma grande disputa pelo poder. Os sunitas foram os que aceitaram a sucessão como ocorreu, preservando-se menos radicais.
  75. 75. O que é Xiita?O que é Xiita?  (partido, seita) – grupo mais radical do islamismo que vê o líder político como um enviado de Deus. Política e Religião andam juntas.
  76. 76. Expansão ÁrabeExpansão Árabe Com a morte de Maomé começa o movimento expansionista para conquista de terras, possibilidade de acumulação de riquezas, domínio de rotas comercias e propagação do islamismo.
  77. 77. Expansão ÁrabeExpansão Árabe Permitiu: Domínio de rotas comerciais Difundiram novas técnicas agrícolas Destaque na metalurgia, fabricação de tecidos, tapeçaria e perfumaria.
  78. 78. CruzadasCruzadas Foram expedições militares e políticos religiosas empreendidas pelos cristãos do Ocidente, entre os séculos XI e XIII, sob orientação do papa. Seu objetivo central era retomar o controle do território da Palestina, que estava sob domínio muçulmano.
  79. 79. CruzadasCruzadas Causa religiosa: expansão muçulmana. Causas sociais e econômicas: aumento da população e excedente de produção.
  80. 80. Cruzada Data Resultados Primeira Cruzada (Cruzada dos Nobres) 1096- 1099 Conquista Jerusalém Segunda Cruzada 1147- 1149 Derrota dos Cruzados Terceira Cruzada (Cruzada dos Reis) 1189- 1192 Jerusalém continua sob domínio muçulmano em troca da abertura da Terra Santa aos peregrinos cristãos Quarta Cruzada (Cruzada Comercial) 1202- 1204 Constantinopla é tomada pelos Cruzados, abrindo ligação comercial entre o Mar Morto e o Mar Mediterrâneo
  81. 81. Cruzada Data Resultados Quinta Cruzada 1217- 1221 Cruzados sãos derrotados no Egito. Sexta Cruzada 1228- 1244 Os cristãos mantêm a soberania no território, mas são derrotados pelos turcos em 1244 Sétima Cruzada 1248- 1250 Os cristãos são novamente derrotados no Egito Oitava Cruzada 1270 Luís IX, rei da França, fracassa e morre de peste.
  82. 82. Cruzadas – ConsequênciasCruzadas – Consequências Dinamizou as relações comercias Influência oriental nos costumes europeus Fortalecimento comercial Mudança de mentalidade Renascimento Urbano e Comercial: nova realidade
  83. 83. Crise FeudalCrise Feudal Epidemias e fome Rebeliões Camponesas Guerra dos Cem Anos Renascimentos Monarquia Absolutista
  84. 84. Guerra dos Cem AnosGuerra dos Cem Anos A guerra começa em 1337 e se encerra em 1453, portanto a Guerra dos Cem Anos durou 116 anos e não foi um conflito sem interrupções.
  85. 85. Guerra dos Cem AnosGuerra dos Cem Anos Os problemas se originaram bem antes de 1337, pois no ano de 1066 o duque Guilherme, da Normandia (região da França) conquistou a Inglaterra, tornando-se rei. A partir disso tanto Guilherme quanto seus sucessores passaram a serem donos do trono inglês e súditos dos reis franceses. Em 1328, o rei da França, Carlos IV morreu sem deixar um herdeiro, por conta disso, o rei inglês, Eduardo III considerou-se pretende ao trono por ser seu sobrinho e súdito. Claro que os nobres franceses não aceitaram isso e escolheram o conde francês, Felipe, para rei. Insatisfeito com a frustração de seu golpe político, Eduardo III preparou-se para guerrear contra os franceses.
  86. 86. Guerra dos Cem AnosGuerra dos Cem Anos O fim da guerra é marcado pela batalha de Castillon, em 1453, quando foi capturada a cidade de Bordeaux, o último reduto inglês. Isto significou, efetivamente, o fim da guerra com a derrota inglesa. Sua importância histórica está no fato de fortalecer as monarquias nacionais nestes dois países, em especial na França.
  87. 87. Das Monarquias Feudais àsDas Monarquias Feudais às NacionaisNacionais Renascimento Comercial Aliança do rei com a burguesia Confisco dos feudos Exército / Território – Nação Guerra de Reconquista (Península Ibérica) = Século VIII até 1492
  88. 88. Império OtomanoImpério Otomano Outro Império importante que foi decisivo na História, que dominou o islã e em 1453 dominou a cidade de Constantinopla.
  89. 89. ““Fim” do Feudalismo EuropeuFim” do Feudalismo Europeu  Feudalismo teve seu auge entre os século V e X Entre os séculos XI e XV, o Feudalismo entra em decadência e grandes mudanças aconteceram na Europa com:  CruzadasCruzadas  Doenças no século XIVDoenças no século XIV  NavegaçõesNavegações  Descobrimento da AméricaDescobrimento da América  Renascimento da Cultura Greco-RomanaRenascimento da Cultura Greco-Romana Ou seja, a Europa deixa de ser um mundinho fechado do feudo... 103
  90. 90. Em 1453 inicia-se oficialmente a Idade Moderna quando o Império Bizantino (Império Romano do Oriente é invadido pelos turcos) Isso obriga à Europa Ocidental a buscar novas rotas comerciais. Vale Lembrar...Vale Lembrar... 104

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