Humanismo

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Poesia Palaciana, Crônicas, Teatro de Gil Vicente,

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Humanismo

  1. 1. rafabebum.blogspot.com
  2. 2. Humanismo ou pré Renascimento (1434 – 1527) Poesia Palaciana, Crônicas, Teatro de Gil Vicente rafabebum.blogspot.com
  3. 3. Idade Média Classicismo Período de transição dos fundamentos medievais para os renascentistas rafabebum.blogspot.com Idioma: português
  4. 4. – Poesia sem acompanhamento musical 1. Cancioneiro Geral de Garcia de Resende (1516, poesia palaciana) rafabebum.blogspot.com Paralelismo “refran” Motes Glosas
  5. 5. rafabebum.blogspot.com Comigo me desavim, Sou posto em todo perigo; Não posso viver comigo Nem posso fugir de mim. Com dor, da gente fugia, Antes que esta assim crescesse: Agora já fugiria De mim, se de mim pudesse. Que meio espero ou que fim Do vão trabalho que sigo, Pois que trago a mim comigo Tamanho imigo de mim? Mote Glosa (≈ introdução) (≈ desenvolvimento)
  6. 6. Comigo me desavim, Sou posto em todo perigo; Não posso viver comigo Nem posso fugir de mim. Com dor, da gente fugia, Antes que esta assim crescesse: Agora já fugiria De mim, se de mim pudesse. Que meio espero ou que fim Do vão trabalho que sigo, Pois que trago a mim comigo Tamanho imigo de mim? (Francisco Sá de Miranda) rafabebum.blogspot.com
  7. 7. rafabebum.blogspot.com – Medida velha: versos redondilhos maiores (7 sílabas poéticas) e menores (5 sílabas poéticas) – Temas variados
  8. 8. rafabebum.blogspot.com Co / mi / go / me / de / sa / vim, Sou / pos / to em / to / do / pe / ri / go; Medida velha: verso redondilho maior ou heptassílabo
  9. 9. Senhora, partem tam tristes meus olhos por vós, meu bem, que nunca tam tristes vistes outros nenhuns por ninguém. Tam tristes, tam saüdosos, tam doentes da partida, tam cansados, tam chorosos, da morte mais desejosos cem mil vezes que da vida. Partem tam tristes os tristes, tam fora d'esperar bem, que nunca tam tristes vistes outros nenhuns por ninguém. (João Ruiz de Castelo Branco) rafabebum.blogspot.com
  10. 10. Se/nho/ra, /par/tem /tam /tris/tes meus /o/lhos /por /vós, /meu /bem, que nunca tam tristes vistes outros nenhuns por ninguém. Medida velha: versos redondilhos maiores rafabebum.blogspot.com
  11. 11. 2. As crônicas de Fernão Lopes rafabebum.blogspot.com
  12. 12. rafabebum.blogspot.com – fidelidade aos documentos históricos – presença do povo – influência em Camões
  13. 13. 3. Teatro de Gil Vicente Raízes medievais: autos e farsas rafabebum.blogspot.com
  14. 14. rafabebum.blogspot.com 14 autos: encenações religiosas com alegorias = representações farsas: encenações de crítica social com tipos populares
  15. 15. 2. Teatro de Gil Vicente Raízes medievais: autos e farsas Alegorias, religiosidade, crítica social, tom humorístico Restam 46 peças (em português, castelhano e bilíngues) Peças: rafabebum.blogspot.com
  16. 16. rafabebum.blogspot.com Auto da Barca do Inferno Parvo, Cavaleiros Fidalgo, Frade... O Velho da Horta (farsa: crítica ao amor serôdio) Serôdio: fora de época Velho hortelão e a moça
  17. 17. rafabebum.blogspot.com Tema: “mais quero um asno que me carregue do que um cavalo que me derrube”. Brás da Mata (cavalo) Pero Marques (asno)
  18. 18. 2. Teatro de Gil Vicente Raízes medievais: autos e farsas Alegorias, religiosidade, crítica social, tom humorístico Restam 46 peças (em português, castelhano e bilíngues) Peças: Auto da Barca do Inferno, Farsa de Inês Pereira, O Velho da Horta, Auto da Lusitânia... Medida velha rafabebum.blogspot.com

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