Proteção contra cárie e doença periodontal

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Apresentação de slide sobre proteção contra a cárie e doença periodontal... apresentação realizada para turma de curso técnico em saúde bucal.

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  • O Levantamento Epidemiológico realizado pelo Ministério da Saúde em nível
    nacional, o SB Brasil, finalizado em 2003, demonstrou a importância desses agravos e
    reforçou a necessidade de que os serviços de saúde estejam organizados para intervir e
    controlá-los. É de fundamental importância a responsabilização da equipe de saúde do
    nível local pela interferência positiva no quadro sanitário da saúde bucal brasileira.
  • No Brasil, quase 27% das crianças de 18 a 36 meses e 60% das crianças de 5 anos de idade apresentam pelo menos um dente decíduo com experiência de cárie. Na dentição permanente, quase 70% das crianças de 12 anos e cerca de 90% dos adolescentes de 15 a 19 anos apresentam pelo menos um dente permanente com experiência de cárie.
    Entre adultos e idosos a situação é ainda mais grave: a média de dentes atacados pela cárie entre os adultos (35 a 44 anos) é de 20,1 dentes e 27,8 dentes na faixa etária de 65 a 74 anos. A análise destes dados aponta também para perdas dentárias progressivas e precoces: mais de 28% dos adultos e 75% dos idosos não possuem nenhum dente funcional em pelo menos uma arcada.
  • No Brasil, quase 27% das crianças de 18 a 36 meses e 60% das crianças de 5 anos de idade apresentam pelo menos um dente decíduo com experiência de cárie. Na dentição permanente, quase 70% das crianças de 12 anos e cerca de 90% dos adolescentes de 15 a 19 anos apresentam pelo menos um dente permanente com experiência de cárie.
    Entre adultos e idosos a situação é ainda mais grave: a média de dentes atacados pela cárie entre os adultos (35 a 44 anos) é de 20,1 dentes e 27,8 dentes na faixa etária de 65 a 74 anos. A análise destes dados aponta também para perdas dentárias progressivas e precoces: mais de 28% dos adultos e 75% dos idosos não possuem nenhum dente funcional em pelo menos uma arcada.
  • No Brasil, quase 27% das crianças de 18 a 36 meses e 60% das crianças de 5 anos de idade apresentam pelo menos um dente decíduo com experiência de cárie. Na dentição permanente, quase 70% das crianças de 12 anos e cerca de 90% dos adolescentes de 15 a 19 anos apresentam pelo menos um dente permanente com experiência de cárie.
    Entre adultos e idosos a situação é ainda mais grave: a média de dentes atacados pela cárie entre os adultos (35 a 44 anos) é de 20,1 dentes e 27,8 dentes na faixa etária de 65 a 74 anos. A análise destes dados aponta também para perdas dentárias progressivas e precoces: mais de 28% dos adultos e 75% dos idosos não possuem nenhum dente funcional em pelo menos uma arcada.
  • No Brasil, quase 27% das crianças de 18 a 36 meses e 60% das crianças de 5 anos de idade apresentam pelo menos um dente decíduo com experiência de cárie. Na dentição permanente, quase 70% das crianças de 12 anos e cerca de 90% dos adolescentes de 15 a 19 anos apresentam pelo menos um dente permanente com experiência de cárie.
    Entre adultos e idosos a situação é ainda mais grave: a média de dentes atacados pela cárie entre os adultos (35 a 44 anos) é de 20,1 dentes e 27,8 dentes na faixa etária de 65 a 74 anos. A análise destes dados aponta também para perdas dentárias progressivas e precoces: mais de 28% dos adultos e 75% dos idosos não possuem nenhum dente funcional em pelo menos uma arcada.
  • 4a- lesão de mancha branca ativa em esmalte (caracterizada por um esmalte opaco, rugoso e poroso);
    4b* lesão de mancha branca inativa em esmalte (caracterizada por um esmalte brilhante branco ou escurecido, liso e polido);
    4c- lesão cavitada em dentina ativa (presença de tecido amolecido com cor amarelada ou castanho claro, aspecto úmido e opacidade no esmalte adjacente), gerando sensibilidade dolorosa;
    4d- lesão cavitada em dentina inativa (presença de tecido endurecido no fundo da lesão com cor marrom escura ou negra, aspecto seco e brilhante, e opacidade no esmalte adjacente com aspecto inativo);
    4e- lesão cavitada ativa que atingiu o órgão pulpar, gerando grande sensibilidade dolorosa.
  • 4a- lesão de mancha branca ativa em esmalte (caracterizada por um esmalte opaco, rugoso e poroso);
    4b* lesão de mancha branca inativa em esmalte (caracterizada por um esmalte brilhante branco ou escurecido, liso e polido);
    4c- lesão cavitada em dentina ativa (presença de tecido amolecido com cor amarelada ou castanho claro, aspecto úmido e opacidade no esmalte adjacente), gerando sensibilidade dolorosa;
    4d- lesão cavitada em dentina inativa (presença de tecido endurecido no fundo da lesão com cor marrom escura ou negra, aspecto seco e brilhante, e opacidade no esmalte adjacente com aspecto inativo);
    4e- lesão cavitada ativa que atingiu o órgão pulpar, gerando grande sensibilidade dolorosa.
  • - Nunca adoce a mamadeira, água, chá ou sucos;
    - Ao iniciar a alimentação sólida, acostume seu filho com sabores naturais, não adocicados;
    - Evite produtos industrializados. A maioria contém açúcar em sua composição porque é um excelente conservante;
    - Não adoce a chupeta. Ela corta o choro, mas pode significar muitas cáries no futuro. O bebê não conhece o açúcar e não sentirá falta dele.
  • - Nunca adoce a mamadeira, água, chá ou sucos;
    - Ao iniciar a alimentação sólida, acostume seu filho com sabores naturais, não adocicados;
    - Evite produtos industrializados. A maioria contém açúcar em sua composição porque é um excelente conservante;
    - Não adoce a chupeta. Ela corta o choro, mas pode significar muitas cáries no futuro. O bebê não conhece o açúcar e não sentirá falta dele.
  • Proteção contra cárie e doença periodontal

    1. 1. pry.freittas@gmail.com Prof. PRISCILA FREITAS Graduada em odontologia Especializando em Ortodontia
    2. 2. Agravos em Saúde bucal
    3. 3. Agravos em Saúde bucal
    4. 4. Agravos em Saúde bucal “ É necessário que a equipe de saúde bucal conheça esses agravos e esteja organizada para intervir e controlá-los.” Ministério do Saúde, 2003
    5. 5. Definição “ Doença infecciosa multifatorial que destrói os tecidos dentários ocasionando lesão.” Furlan, 2000
    6. 6. Aspecto Epidemiológico No Brasil, quase 27% das crianças de 18 a 36 meses e 60% das crianças de 5 anos de idade apresentam pelo menos um dente decíduo com experiência de cárie. Ministério do Saúde, 2003
    7. 7. Aspecto Epidemiológico Na dentição permanente, quase 70% das crianças de 12 anos e cerca de 90% dos adolescentes de 15 a 19 anos apresentam pelo menos um dente permanente com experiência de cárie Entre adultos e idosos a situação é ainda mais grave: a média de dentes atacados pela cárie entre os adultos (35 a 44 anos) é de 20,1 dentes e 27,8 dentes na faixa etária de 65 a 74 anos. Ministério do Saúde, 2003
    8. 8. Aspecto Epidemiológico Média de CPO-D por região no Brasil para idade de 12 anos Levantamento de saúde bucal , 2003
    9. 9. Aspecto Epidemiológico Comparação do CPO-D de 2003 com 2010 em crianças de 12 anos Levantamento de saúde bucal , 2010
    10. 10. Agentes Patogênico - Bactérias - Estreptococos - Estreptococos mutans - Estreptococos sobrinus - Lactobacillus - Actinomyces
    11. 11. Desenvolvimento da cárie Desmineralização
    12. 12. Desenvolvimento da cárie BRAGA, 2008
    13. 13. Desenvolvimento da cárie
    14. 14. Fatores de risco - Fatores culturais e socioeconômicos - Falta de acesso ao flúor - Deficiente higiene oral - Consumo excessivo e frequente de açúcar - Xerostomia
    15. 15. Multifatores envolvidos Flúor
    16. 16. Intervenção “Considera-se, hoje, que os estágios anteriores da doença antes da cavidade podem ser paralisados por ações de promoção à saúde e prevenção. Portanto, somente o tratamento restaurador da cavidade de cárie não garante o controle do processo da doença, sendo necessário intervir também sobre os seus determinantes para evitar novas cavidades e recidivas nas restaurações.” Ministério da saúde, 2003
    17. 17. Proteção
    18. 18. Abordagem coletiva Trata das ações voltadas para grupos ou associações de pessoas. Por exemplo: atividades em escolas, departamentos públicos, fluoretação de águas.
    19. 19. Abordagem coletiva Para controle e prevenção da cárie na população destacam-se medidas de saúde pública intersetoriais e educativas, que possibilitem acesso à alguma forma de flúor, redução do consumo do açúcar, disponibilidade de informação sobre os fatores de risco e autocuidado e acesso à posse de instrumentos de higiene.
    20. 20. Abordagem coletiva - Ações de promoção de saúde - Ações educativas e preventivas - Universalização do acesso a escova e ao dentifrício
    21. 21. Abordagem coletiva Ações de Promoção de saúde Fluoretação das águas - Regulamentada pela lei 6050/1974 que dispõe sobre a fluoretação da agua em sistemas de abastecimento quando existir estação de tratamento
    22. 22. Abordagem coletiva Ações de Promoção de saúde Fluoretação das águas “A fluoretação das águas de abastecimento público consiste na adição controlada de um composto de flúor à água de abastecimento público e representa uma das principais e mais importantes medidas de saúde pública no controle da cárie dentária.” RAMIRES, 2007
    23. 23. Abordagem coletiva Ações de Promoção de saúde Fluoretação das águas “ A concentração de flúor na água de abastecimento considerado ótimo depende de algumas variáveis. Uma delas é o clima, Para países de clima tropical como o Brasil, a concentração de flúor deve ser mais baixa, algo variando entre 0,7 a 1,0ppm (partes por milhão) de flúor.” RAMIRES, 2007
    24. 24. Abordagem coletiva Flúor ( Íon Fluoreto)
    25. 25. Abordagem coletiva Fluoretação das águas Há significativas diferenças entre os índices de CPO-D em crianças e jovens de municípios com e sem água fluoretada. O índice médio obtido entre crianças com 12 anos e jovens com idade de 15 a 19 anos, que tinham acesso à água com flúor, foi de 2,27 e 5,69, respectivamente, Nos municípios sem água fluoretada, o CPO-D foi de 3,38 (12 anos) e 6,56 (15 a 19), registrando aumento de 32,8% e de 13,2%. Ministério da saúde, 2004
    26. 26. Abordagem coletiva Fluoretação das águas “ A fluoretação da água de abastecimento público representa uma das principais e mais importantes medidas de saúde pública, podendo see considerada como método de controle da cárie dentária mais efetivo, quando considerada a abrangência coletiva.” KOZLOWSKI, PEREIRA, 2003
    27. 27. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas São realizadas com grupos de pessoas e, por isso, usam os espaços sociais (creches, escolas, locais de trabalho, comunidade) e espaços da unidade de saúde. As crianças em idade pré-escolar e escolar podem ser alvo dessas ações, pelo impacto de medidas educativas e preventivas nessa faixa etária e pela importância da atuação na fase de formação de hábitos.
    28. 28. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas As ações coletivas devem ser executadas, preferencialmente, pelo pessoal auxiliar, de forma a potencializar o trabalho do dentista em relação às atividades clínicas.
    29. 29. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas - Exame epidemiológico - Educação em saúde bucal - Escovação dental supervisionada - Aplicação tópica de flúor
    30. 30. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas - Programa saúde na escola - Busca ativa de cárie - Registro em ficha - Dados sobre a prevalência de cárie na região
    31. 31. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas - Palestras sobre saúde bucal - Nutrição e dieta - Cárie - Outros agravos
    32. 32. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas Escovação dental com ou sem evidenciação de placa, realizada com grupos populacionais sob orientação e supervisão de um ou mais profissionais de saúde.
    33. 33. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas
    34. 34. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas A prática de escovar os dentes é bastante antiga e seu início não tem registro histórico. Nos primeiros anos do século 20, com a popularização do plástico, a comercialização de escovas dentais se defundiu pelo ocidente.
    35. 35. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas - Técnica de Fones - Técnica de Bass - Técnica de Stillman - Técnica de Charter
    36. 36. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas - Escova de dente tradicional - Escovas de dente elétricas - Escovas de dente Unitufo - Escovas de dente Interdental
    37. 37. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas
    38. 38. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas
    39. 39. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas - Componentes: Lauril Sulfato de Sódio, Carbonato de cálcio, Bicarbonato de sódio, Fluoreto de sódio, Sorbitol, Flavorizantes, Água e Glicerina
    40. 40. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas - Concentração de Fluoreto - Adultos: 1000-1500 ppm - Infantis: 0- 500 ppm
    41. 41. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas Outro meio de uso de fluoreto de abrangência coletiva é a solução fluoretada para bochecho semanal usada em programas preventivos em escolas, como a solução de NaF a 0,2% (900 ppm).
    42. 42. Abordagem coletiva Ações educativas e preventivas
    43. 43. Abordagem coletiva Acesso a escova e ao dentifrício - Programa saúde na escola - Kits: pasta, escova e fio dental - Ação não abrange toda a população
    44. 44. Abordagem Individual - Instrução de higiene oral em consultório - Remoção profissional de placa - Adequação de meio oral - Aconselhamento dietético - Aplicação de flúor - Consultas de rotinas
    45. 45. Abordagem Individual Instrução de higiene oral - Escovação - Fio dental
    46. 46. Abordagem Individual Remoção profissional de placa - Profilaxia - Escova de Robson - Pasta profilática e pedra pomes - Procedimento clínico que pode ser realizado por técnicos em saúde bucal
    47. 47. Abordagem Individual Remoção profissional de placa
    48. 48. Abordagem Individual Aconselhamento dietético
    49. 49. Abordagem Individual Adequação do meio - Indivíduos com lesões cariosas estão mais susceptíveis a terem outras lesões cariosas - Adequação do meio se refere a escariação e selamento de cavidades existentes com materiais que liberam flúor
    50. 50. Abordagem Individual Adequação do meio O selante é um tipo de revestimento (resina fluida) aplicado na superfície dos dentes, principalmente nas fóssulas e fissuras, protegendo estas regiões das cáries. É um tipo de blindagem contra o acúmulo de placa bacteriana. São aplicados mais comumente nos molares permanentes das crianças, que são os dentes mais propensos à cárie.
    51. 51. Abordagem Individual Aplicação de flúor em consultório - Realizados com moldeiras - Indicações para uso caseiro - Semanalmente: NaF 0,2% (900ppm) - Diariamente: NaF 0,05% (225 ppm) - Verniz de flúor: Crianças com lesões ativas de cárie
    52. 52. Abordagem Individual Aplicação de flúor em consultório - Indicado para crianças - Adere a superfície dental - Livre no meio oral aos poucos - Evitando deglutição - Não substitui a restauração - Equilibrar o meio oral
    53. 53. Abordagem Individual Aplicação de flúor
    54. 54. Abordagem Individual Consultas de rotina “O retorno para manutenção deve ser instituído como rotina, ter frequência definida pela avaliação da atividade de doença e fatores de risco individuais e ser agendado de acordo com cada situação. Nas consultas de manutenção, as ações educativo-preventivas devem estimular a autonomia no cuidado à saúde.” Ministério da saúde, 2003
    55. 55. Abordagem Individual Consultas de rotina - Exame clínico - Profilaxia - Reabilitação/restauração - Aplicação de flúor - Tempo de acordo com a susceptibilidade do paciente à cárie
    56. 56. Proteção contra cárie Abordagem individual Ações de promoção de saúde Ações educativas e preventivas Universalização do acesso a escova e ao dentifrício Instrução de higiene Remoção profissional de placa Adequação de meio oral Aconselhamento dietético Aplicação de flúor Consultas de rotinas Abordagem coletiva
    57. 57. Prof. PRISCILA FREITAS Graduada em odontologia Especializando em Ortodontia pry.freittas@gmail.com
    58. 58. A cárie é a doença crônica infantil mais comum e por isso é muito importante ensinar às crianças desde cedo a manter uma boa saúde bucal. As crianças passam por diferentes fases durante a infância, cada qual com necessidades específicas no que se refere à saúde bucal, e os pais devem incentivar os bons hábitos desde que os filhos são pequenos.
    59. 59. Primeira infância - A primeira infância (0-6 anos) é o período ideal para introduzir bons hábitos - Participação ativa dos pais é importante
    60. 60. Primeira infância - Gaze estéril, fralda limpa ou dedeiras - Água limpa - Limpar uma vez ao dia - Retirando a placa da língua Higiene oral do bebê
    61. 61. Primeira infância Higiene oral do bebê - Escolher escova pequena, com borda arredondada e cerdas macias - Não usar dentifrício ou utilizá-lo sem flúor - Realizar movimentos circulares - Escovar de 2 a 3 vezes ao dia
    62. 62. Primeira infância Higiene oral do bebê - Até a criança adquirir coordenação motora a higiene é de responsabilidade dos pais - O dentifrício com flúor só deve ser inserido a partir dos 2 anos - A criança vai adquirindo o hábito
    63. 63. Bons hábitos - Evitar inserir alimentos adocicados precocemente na dieta da criança - Não molhar a chupeta em mel ou açúcar - Não beijar a criança na boca, lembre-se que a cárie é causada por bactérias e estas são transmissíveis
    64. 64. Cárie de mamadeira É um tipo de cárie que acomete dentes de leites de crianças que costumam tomar líquidos que contém açúcar na mamadeira, principalmente à noite, e que não têm uma correta higiene dental após a ingestão desses líquidos.
    65. 65. Cárie de mamadeira Mamadeira Antes de dormir Açúcar
    66. 66. Cárie de mamadeira - Ataca os dentes superiores anteriores - Os inferiores posteriores - Se não tratada progride para o restante dos dentes
    67. 67. Cárie de mamadeira - Nunca adoce a mamadeira, água, chá ou sucos - Ao iniciar a alimentação sólida, acostume seu filho com sabores naturais, não adocicados - Evite produtos industrializados. A maioria contém açúcar em sua composição porque é um excelente conservante - Não adoce a chupeta. Ela corta o choro, mas pode significar muitas cáries no futuro. O bebê não conhece o açúcar e não sentirá falta dele
    68. 68. pry.freittas@gmail.com

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