Ebd bos

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ESCOLA DOMINICAL 3°TRIMESTRE 2010

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Ebd bos

  1. 1. Jesus O cumprimento profético do Antigo Pacto TEXTO ÁUREO “E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, e nos Profetas, e nos Salmos” (Lc 24.44). VERDADE PRÁTICA O Senhor Jesus é o centro das Escrituras Sagradas e está presente em seu conteúdo, história e instituições, de maneira direta e indireta. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Atos 3.18-26. --------------------- OBJETIVOS Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: * Identificar as figuras proféticas que apontavam para Cristo. * Explicar as profecias diretas sobre o nascimento de Jesus. * Reconhecer que as obras de Jesus foram e são proféticas.
  2. 2. I. FIGURAS PROFÉTICAS 1. As prefigurações. A paixão de Cristo foi prefigurada na instituição da páscoa, no Egito (Êx 12.3-13). O cordeiro sacrificado diariamente apontava para Cristo que padeceu durante a comemoração dessa grande festa judaica (Lc 22.15), pois “Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós” (1 Co 5.7). Os sofrimentos de Davi, descritos no Salmo 22, prefiguram os vitupérios e flagelos de Jesus: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Sl 22.1; Mt 27.46; Mc 15.34). 2. A linguagem profética. Ao retornar do Egito, a sagrada família foi habitar em Nazaré: “E chegou e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que se cumprisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno” (Mt 2.23). O profeta Jeremias, por exemplo, predisse que Jesus seria traído conforme lemos em Mateus 27.9. Leia também o que escreveu Zacarias (Zc 11.12,13). Os profetas, segundo podemos observar, eram harmônicos entre si, pois todos eram inspirados por um único Espírito — o Espírito Santo de Deus. II. INSTITUIÇÕES PROFÉTICAS 1. Israel. Quando José, Maria e o menino Jesus retornaram do Egito, depois da morte de Herodes, o Grande, Mateus registrou esse fato como o cumprimento de uma profecia: “Do Egito chamei o meu Filho” (Mt 2.15). Essa passagem está em Oséias 11.1: “Quando Israel era menino, eu o amei; do Egito chamei a meu filho”. Qualquer hebreu do mundo pré-cristão, ao ler essa passagem, logo concluiria tratar-se da saída dos filhos de Israel do Egito, e não estaria errado, pois o profeta está, de fato, referindo-se ao evento da libertação do Egito. No entanto, vemos aqui também uma profecia messiânica. 2. O tabernáculo. Representava a presença de Deus no meio do povo. Deus mandou Moisés construir o tabernáculo, porque almejava habitar no meio dos filhos de Israel: “E me farão um santuário, e habitarei no meio deles” (Êx 25.8). No tabernáculo (Êxodo caps. 25-40) está a figura de Cristo: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1.14). Não somente isso, mas cada peça e utensílio do tabernáculo apontam igualmente para Cristo e sua obra salvífica (Hb 9.8-10). 3. O sacerdócio. A ordem de Arão, também conhecida como sacerdócio levítico, foi instituída por Moisés como o sistema sacerdotal dos hebreus. Era o exercício do santo ministério no Antigo Testamento. A consagração de Arão e o seu ministério prefiguram a obra de Cristo; isso está muito claro na epístola aos Hebreus (Hb 5.4,5). Já no Antigo Testamento, a palavra profética anunciava a mudança no sistema sacerdotal (Jr 31.31-34; Hb 8.8-12) e a substituição do sacerdócio arônico pela ordem sacerdotal de Melquisedeque (Sl 110.4; Hb 7.11,17). III. PROFECIAS DIRETAS ACERCA DO NASCIMENTO DE JESUS 1. A origem humana de Jesus. Imediatamente à Queda do homem, no Éden, Deus prometeu o Redentor, no entanto, o seu perfil foi sendo revelado por Ele, nas Escrituras, ao longo do tempo. O Antigo Testamento anunciou de antemão a divindade absoluta do Messias (Is 9.6; ler também Hb 1.8; Rm 9.5). Quanto à origem humana de Jesus, Ele é chamado de semente da mulher (Gn 3.15), ou seja, seria um ser humano nascido de mulher (Gl 4.4), mas sem pecado (Mt 1.20; Hb 4.15). 2. O descendente dos patriarcas de Israel. Deus prometeu a Abraão, Isaque e Jacó, ancestrais do povo hebreu, que por meio deles seriam abençoadas todas as famílias da
  3. 3. terra, uma promessa messiânica (Gn 12.3; 17.19; 24.14), que, se cumpriu em o Novo Testamento (Lc 3.33,34). A palavra profética foi tornando-se cada vez mais clara e específica, e revelou que Ele viria da descendência de Judá (Gn 49.10), o que se cumpriu (Hb 7.14). Os profetas disseram que o Salvador seria um descendente de Davi (Jr 23.5,6) e essa palavra também se cumpriu (Mt 22.42; Lc 1.32; Jo 7.42; Rm 1.3; Ap 22.16). 3. Nascido de uma virgem. A palavra profética fala da concepção virginal de Cristo (Is 7.14). Deus interveio sobrenaturalmente, a fim de que a virgem concebesse sem haver tido qualquer contato com um homem. No entanto, havia uma dificuldade natural para que a profecia se cumprisse. Como poderia uma donzela aparecer grávida numa sociedade crente em Deus e conservadora como a judaica? Mas Deus tudo providenciou para que a sua palavra se cumprisse. Maria já estava casada; todavia, ainda não havia coabitado com José, seu marido (Mt 1.18; Lc 1.34,35). 4. O local de nascimento de Jesus. Quando o anjo Gabriel anunciou a Maria o nascimento de Jesus, ela vivia em Nazaré (Lc 1.26,27). A palavra profética, porém, indica a cidade de Belém de Judá como o local do nascimento do Messias (Mq 5.2). Para isso, Deus mobilizou o próprio imperador romano, César Augusto, para que baixasse um decreto, obrigando cada pessoa em Israel a alistar-se na cidade de seu nascimento. Sendo José belemita, foi com Maria para Belém, ocasião em que ela deu à luz o Salvador (Lc 2.9-11). 5. O massacre das crianças de Belém. O brutal assassinato das crianças da região de Belém por ordem de Herodes, o Grande (Mt 2.16), foi o cumprimento de uma profecia de Jeremias (Jr 31.15). IV. PROFECIAS SOBRE AS OBRAS DE JESUS 1. A visão messiânica em Moisés (vv.22,23). O Novo Testamento revela que o povo judeu aguardava a vinda do Messias, conforme escrevera Moisés: “havemos achado aquele de quem Moisés escreveu na Lei” (Jo 1.45). O apóstolo Paulo explicou: “dando testemunho, tanto a pequenos como a grandes, não dizendo nada mais do que os profetas e Moisés disseram que devia acontecer” (At 26.22). O apóstolo Pedro, na sua pregação na área externa do Templo, afirma que Moisés anunciou a vinda do Messias, e que a missão deste seria semelhante à do legislador dos hebreus — fazer a mediação entre o povo e Deus (1 Tm 2.5). 2. Sua vida e ministério. O profeta Isaías anunciou que o Messias haveria de habitar em Naftali, nos confins de Zebulom (Is 9.1-4); o Novo Testamento o confirma (Mt 4.13). O profeta Zacarias predisse a sua entrada triunfal em Jerusalém, montado num jumento (Zc 9.9); os Evangelhos registram o referido acontecimento (Mt 21.1-11). A palavra profética anuncia também a sua traição; seria traído por um amigo (Sl 41.9), ou seja, por Judas Iscariotes (Mt 26.14-16; Jo 13.2; 17.12). 3. Seu sofrimento, morte e ressurreição (vv.18,26). O Antigo Testamento anunciou com abundância de detalhes a paixão de Cristo, principalmente o capítulo 53 de Isaías (ver Lição 5). Todavia, Deus prometeu ressuscitá-lo da morte (Sl 16.10); os Evangelhos narram esse sublime acontecimento (Mt 28.1-5). O apóstolo Pedro ressalta esse fato e o seu cumprimento (At 2.25-32), o qual tornou-se o tema principal da mensagem apostólica (1 Co 15.4-20). Seu retorno ao céu também estava na mensagem dos profetas (Sl 24) e cumpriu-se 40 dias depois de sua ressurreição (At 1.9-11).

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