São Paulo GEEP T8 - Berrini - Project Office e nível de maturidade - ML2R

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Trabalho para a disciplina de PMO.
Turma GEEP 08 Berrini.
Consultoria ML2R
Integrantes:
- Luisa Lodi
- Marco Lucchesi
- Raphael Veloso
- Rogério Guinutzman
- Leonardo do Carmo

Publicada em: Educação
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  • Introdução: ok;
    Objetivo do trabalho: ok;
    Identificação: ok;
    Categorização: ok;
    Avaliação: não foi identificado claramente os pesos dos critérios selecionados;
    Seleção: a seleção está colocada no slide junto com a categorização, sugere-se separar as etapas para fins didáticos;
    Priorização: a priorização está nomeada como seleção;
    Balanceamento: sugere-se que o gráfico de bolhas contemple todos os projetos selecionados e priorizados e não as categorias/áreas;
    Rebalanceamento: item não contemplado claramente no trabalho;
    Benefícios do PMO: ok;
    Foco de implementação: ok;
    Função do PMO: ok;
    Modelo de PMO: ok;
    Nível hierárquico: ok;
    Profissionais: ok;
    Etapas de implementação: ok;
    Métricas: ok;
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São Paulo GEEP T8 - Berrini - Project Office e nível de maturidade - ML2R

  1. 1. PROJECT OFFICE E NÍVEL DE MATURIDADE SÃO PAULOGESTÃO ESTRATÉGICA E ECONÔMICA DE PROJETOS T8
  2. 2. A ML2r é uma empresa de Consultoria e Gestão Empresarial,voltada para a implementação de boas práticas emGerenciamento de Projetos e Portifólios, trazendo ordenaçãoao ambiente organizacional.
  3. 3. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL - EQUIPE LUISA LODI VASCONCELLOS Vice Presidente MARCO LO RAPHAEL ROGÉRIO MONEZI LEONARDO LINS SCHIAVO BORGES VELOSO GUINUTZMAN DO CARMO LUCCHESI Diretor Financeiro Diretor Negocios Diretor RH Diretor Planejamento
  4. 4. APRESENTAÇÃO / METODOLOGIA APLICADA • A ML2r apresenta proposta para gerenciamento profissional de portfólios e projetos em LISARB. • O processo consiste em Identificar, Categorizar, Avaliar, Selecionar, Priorizar, Balancear os projetos a serem desenvolvidos, fazendo com que o portfólio de projetos fique diversificado e atinja com a maior amplitude possível os objetivos do Plano Estratégico. Etapas do processo que irão eleger os projetos candidatos a serem implantados:  Identificação - Enumerar os projetos identificados a partir dos objetivos do planejamento estratégico de LISARB fornecidos.  Categorização – Identificar as categorias dos projetos candidatos e justificá-las.  Avaliação – Identificar os critérios de avaliação e justificar. Definir os pesos dos critérios de avaliação e justificar.  Seleção – Identificar os projetos selecionados através dos critérios adotados no item Avaliação.  Priorização – Identificar as prioridades encontradas para os projetos de LISARB.  Balanceamento do portfólio – Representar o balanceamento através de Diagrama de Bolhas representando os projetos e a legenda de cada atributo adotado para demonstrar o balanceamento (nome dos eixos do gráfico, cores, texturas, etc das bolhas.  Interação com os demais processos anteriores – Como o portfólio foi readequado para encontrar um melhor balanceamento? O que foi modificado para o seu balanceamento?
  5. 5. OBJETIVOS DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO  Aliança por um Lisarb mais justo 100% dos lisarbeanos querem um jeito melhor de fazer as coisas, de cuidar do país, de uma justiça pública mais ágil.  Política cidadã baseada em princípios e valores E preciso uma nova prática no modo de fazer política do país, ouvir as opiniões das pessoas em todas as partes geográficas que queiram participar para colocar em prática seus princípios e valores.  Educação para a sociedade do conhecimento Para estabelecer uma ponte entre o Lisarb do presente e o Lisarb do futuro, é imprescindível uma educação de qualidade, formadora de cidadãos comprometidos com uma vida social solidária e preparados para os desafios de uma sociedade cada vez mais demandante de informação e conhecimento.
  6. 6. OBJETIVOS DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO  Proteção social Olhar a proteção social, saúde e previdência como um conjunto de políticas públicas integradas e complementares. A reconstrução das redes de proteção social é um passo necessário para orientar um conjunto de valores que afirmam a nova cultura social da sustentabilidade. O combate às drogas e outras práticas que degradem os lisarbeanos também entram nesse item.  Qualidade de vida e segurança para todos os Lisarbeanos Cidades sustentáveis e democráticas fazem parte dos grandes desafios do século 21, onde a garantia de mobilidade e direito à cidade para todos os seus habitantes, a valorização da diversidade sociocultural e a busca de padrões sustentáveis para uso dos recursos naturais devem ser valores centrais.  Cultura e fortalecimento da diversidade Promover a diversidade na centralidade das políticas públicas é investir no aprofundamento da democracia e na sustentabilidade do Lisarb.
  7. 7. OBJETIVOS DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO  Economia para uma sociedade sustentável O desenvolvimento na economia sustentável tem que ser compatível com a absorção de novas tecnologias de baixo carbono e o aumento contínuo da qualidade de vida para todos lisarbeanos.  Política externa para o século 21 A política externa lisarbeana deverá ser pautada por princípios fundamentais, como a manutenção e a promoção da paz, que deem ser defendidos e respeitados nas relações internacionais.  Combate à corrupção Tomar atitudes práticas em todos os setores sociais e orgânicos do país para o extermínio de qualquer prática ou ato ilícito envolvendo a corrupção.
  8. 8. IDENTIFICAÇÃO, CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ESELEÇÃO DOS PROJETOSPara a Identificação de potenciais projetos, foi feito um Brainstorming com osparticipantes de nossa consultoria e uma pesquisa entre os cidadãos de LISARBpara entender quais as principais áreas na qual devemos alocar projetos. Áreas,estas, que foram utilizadas para categorizar nosso portfólio.De todos os projetos do nosso portfólio utilizamos para a avaliação os critérios:• Urgência: o quanto urgente é o projeto;• Relevância: a importância do projeto;• Impacto: o impacto caso esse projeto não seja feito;• Capilaridade: o número de pessoas atingidas pelo projeto;• Custo: o valor de custo do projeto;• Prazo: o tempo necessário para a conclusão do projeto.Para a seleção, como uma forma de atingir todas as áreas de Lisarb,escolhemos um projeto de cada área de acordo com o somatório dos produtosentre os valores avaliados e os pesos dos respectivos critérios de avaliação.
  9. 9. PORTFÓLIO DOS PROJETOS CATEGORIZADOS PROPOSTA DE CONSULTORIA PARA GERENCIAMENTO PROFISSIONAL DE PORTFÓLIO CRITÉRIOS URGÊNCIA RELEVÂNCIA IMPACTO CAPILARIDADE CUSTO PRAZO TOTAL TOTAL SETOR PESO 30 25 15 10 10 10 Plano Proteger 7 5 6 8 4 3 575 SEGURANÇA PAZ! 2 3 2 2 1 2 215 325 Política Cidadã 2 2 1 1 3 2 185 Justiça Já 2 2 1 1 1 1 155 Democratize-se 2 3 2 1 1 1 195 POLÍTICA 355 Canal Direto 2 5 4 2 1 1 285 Corrupção 0 8 8 9 10 1 10 785 Vivendo e Aprendendo 8 3 3 6 2 3 470 Inovação 8 7 9 8 7 9 790 EDUCAÇÃO Alfabetização Total 10 10 9 10 7 9 945 604 Primeiro Emprego 3 4 6 2 2 3 350 Creche 1 7 4 8 4 8 465 Ação Cultural 1 2 1 3 1 1 145 Banda Mais Larga 3 4 3 9 3 1 365 CULTURA 231 Diversidade e cultura 1 1 2 3 1 1 135 Comunicação Total 1 3 7 4 2 1 280 Energia 8 6 10 5 8 7 740 Industria 8 6 10 6 8 7 750 DESENVOLVI Agricultura 8 8 10 8 8 7 820 803 MENTO Exportação 8 7 10 4 8 7 755 Empreender 10 6 10 9 8 9 860 Desenvolvimento Economico 10 8 10 8 8 8 890 Os projetos foram categorizados de acordo com a área a que se destinam.
  10. 10. PORTFÓLIO DOS PROJETOS CATEGORIZADOS PROPOSTA DE CONSULTORIA PARA GERENCIAMENTO PROFISSIONAL DE PORTFÓLIO CRITÉRIOS URGÊNCIA RELEVÂNCIA IMPACTO CAPILARIDADE CUSTO PRAZO TOTAL TOTAL SETOR PESO 30 25 15 10 10 10 Esporte é Saúde 6 3 2 8 3 3 425 ESPORTE E Turismo 3 1 2 2 1 2 195 305 LAZER Lazer Social 4 3 2 2 2 3 295 Melhor Idade 3 2 2 1 2 1 210 Para Sempre Criança 3 5 6 2 2 1 355 Mobilidade para Todos 3 6 3 2 1 1 325 SOCIAIS 354 Transporte 8 9 8 9 8 1 765 Plano Integrar 4 2 2 2 2 1 250 Acesso Total 3 2 2 1 2 2 220 Sustentabilidade 5 6 3 2 5 2 435 EcoAr 5 7 3 2 5 3 470 AMBIENTE 434 Operação Água 5 2 7 7 8 9 545 Floresta 4 3 2 2 2 2 285 Saúde Mulher 4 2 1 4 1 1 245 Combate as Drogas 4 9 7 8 3 2 580 Saúde para Todos 4 9 5 9 8 10 690 SAÚDE 522 Saneamento Total 4 9 9 10 10 10 780 Que Fome 9 8 9 10 10 10 905 Limpeza Total 7 2 5 5 2 5 455 Os projetos foram categorizados de acordo com a área a que se destinam.
  11. 11. PORTFÓLIO DE PROJETOS:PARTICIPAÇÃO POR ÁREA 6% 14% SEGURANÇA 9% POLÍTICA EDUCAÇÃO 11% CULTURA 16% DESENVOLVIMENTO 9% ESPORTE E LAZER 6% SOCIAIS 8% AMBIENTE 21% SAÚDE
  12. 12. SELEÇÃO DE PROJETOS PROPOSTA DE CONSULTORIA PARA GERENCIAMENTO PROFISSIONAL DE PORTFÓLIO CRITÉRIOS URGÊNCIA RELEVÂNCIA IMPACTO CAPILARIDADE CUSTO PRAZO TOTAL PESO 30 25 15 10 10 10 TOTALEDUCAÇÃO Alfabetização Total 10 10 9 10 7 9 945SAÚDE Que Fome 9 8 9 10 10 10 905DESENVOLVIMENTO Desenvolvimento Economico 10 8 10 8 8 8 890POLÍTICA Corrupção 0 8 8 9 10 1 10 785SOCIAIS Transporte 8 9 8 9 8 1 765SEGURANÇA Plano Proteger 7 5 6 8 4 3 575AMBIENTE Operação Água 5 2 7 7 8 9 545ESPORTE E LAZER Esporte é Saúde 6 3 2 8 3 3 425CULTURA Banda Mais Larga 3 4 3 9 3 1 365
  13. 13. BALANCEAMENTO - PROJETOS 12 10Capilaridade 8 6 4 2 Educação Saúde Desenvolv. Política Sociais Ambiente Segurança Esporte Cultura Áreas de Desenvolvimento de Projetos (Cada cor está relacionada com a área abaixo) Após a seleção dos projetos analisamos o Balanceamento do Portfólio, na qual o número de beneficiados(capilaridade) é uma excelente indicador para a popularidade do governo.
  14. 14. BENEFÍCIOS: Com a implantação do Escritório de Gerenciamento de Projetos (PMO), podemos melhorar a performance dos projetos. Consolidar os dados e com isso poder embasar decisões estratégicas, através da estipulação de diretrizes. Criar uma cultura de armazenar informações de “lições aprendidas”. Gerenciar adequadamente o aumento da complexidade e/ ou volume de projetos. Gerenciar a expectativa dos stakeholders. Foco principal em supervisionar a corporação e com isso, coordenar a comunicação, documentação e o CONHECIMENTO do negócio.
  15. 15. FOCO: O foco a ser adotado é o da Comunicação, com objetivo de comunicar os diversos stakeholders (população em geral, imprensa, mercados externos) todas as implementações em andamento, seus resultados, benefícios e até dificuldades, gerenciando assim as expectativas de todos envolvidos.
  16. 16. FUNÇÃO: A função a ser utilizada é de INTEGRAÇÃO COM O NEGÓCIO, deste modo, potencializando as políticas, gerência de portifólio, interfaces funcionais, gerência de clientes e buscando sempre a melhoria contínua.
  17. 17. MODELO: O modelo a ser a seguido é o de ESTAÇÃO METEOROLÓGICA, que visa entre outras coisas: Acompanhamento e reporte para alta administração do andamento dos projetos. Definição de parâmetros, frequência, formato e ferramentas para reporte. Não exerce influência nos projetos analisados; Informa a situação, considerando o custo, problemas e riscos do negócio. Permite comparação e identificação de melhores práticas.
  18. 18. NÍVEL HIERÁRQUICO: A implementação em LISARB pretende atingir ao Nível 3 – Estratégico, visando a organização como um todo, tendo em vista a necessidade da demanda apresentada pelo cliente, que pretende atingir a maior gama de stakeholders possíveis, beneficiando-os com as melhorias e projetos a serem implantados, reportando a informação ao Sr. Presidente e comunicando os envolvidos os avanços atingidos.
  19. 19. PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS: Serão utilizados 20 profissionais, na seguinte distribuição: O diretor executivo. Um gerente para cada área abrangida (segurança, política, educação, cultura, desenvolvimento, esporte e lazer, sociais, ambiente e saúde), com seu respectivo especialista.
  20. 20. ETAPAS DE IMPLEMENTAÇÃO: A fase de Diagnóstico deve ser utilizada para aprofundar a identificação das deficiências e problemas já relacionados de certa forma, quando da criação dos objetivos estratégicos, pois, os itens contidos já representam a vontade da maioria da população. Após esta fase, é necessário, em cada área, um “subplano” de governo que identifique a infraestrutura e pessoal necessário a implantar os projetos, assim como preparar a comunicação para reportar aos stakeholders Os subplanos subsidiam informações para aquisição de recursos humanos e financeiros. A partir daí, vem a fase de implantação do plano estabelecido.
  21. 21. MÉTRICAS DE SUCESSO: Para medir a performance, serão utilizados os conceitos do Earned Value, com a seguinte fórmula: Atendimento ao escopo (contidos nos “subplanos” de governo) Atendimento aos prazos estabelecidos. Os projetos terão sempre uma data final de implementação, seja ela parcial ou total. Deste modo, a supervisão do PMO, poderá controlar a performance atingida. Acompanhamento dos custos dos projetos, através da análise da linha de base – planejado X realizado em cada projeto, por área de interesse.

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