Joaquim&arsénio gestão de conhecimento

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  • Introdução: ok;
    Identificação: ok;
    Categorização: ok;
    Avaliação: ok;
    Seleção: item não contemplado claramente no trabalho;
    Priorização: da forma com que foi estruturado, não é possível verificar quais projetos do portfólio foram priorizados;
    Balanceamento: da forma com que foi estruturado o gráfico de bolhas não é possível identificar os projetos, nem os eixos do gráfico;
    Etapas anteriores: item não contemplado claramente no trabalho;
    Estrutura organizacional: item não contemplado claramente no trabalho;
    Mapeamento de processos: item não contemplado claramente no trabalho;
    Modelo S.E.C.I: ok; sugere-se identificar como o modelo seria aplicado
    Capital intelectual: item não contemplado claramente no trabalho;
    Groupware: ok;
    Benefícios do PMO: ok;
    Foco de implementação: ok;
    Função do PMO: item não contemplado claramente no trabalho;
    Modelo de PMO: item não contemplado claramente no trabalho;
    Nível hierárquico: ok;
    Profissionais: item não contemplado claramente no trabalho;
    Etapas de implementação: item não contemplado claramente no trabalho;
    Indicadores e métricas: item não contemplado claramente no trabalho;
    Modelo de maturidade: item não contemplado claramente no trabalho;
    Plano de ação: item não contemplado claramente no trabalho;
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Joaquim&arsénio gestão de conhecimento

  1. 1. GESTÃO DE CONHECIMENTO E PROJECT OFFICE BBS – GESTÃO DE PROJECTOS ANGOLA / LUANDA Manuel Arsénio Mateus Joaquim Pascoal Silva
  2. 2. PRISMA
  3. 3. PRISMAJOAQUIM PASCOAL SILVA Manuel Arsénio Mateus
  4. 4.  Objectivo do Trabalho Identificação dos Projectos Categorização dos Projectos Avaliação dos Projectos Selecção dos Projectos Proprização Balanceamento Estruturas Organizacionais Mapeamento de Processos Criação, Armazenamento, Transferencia e gestao de conhecimento baseados no modelo S.E.C.I Capital Intelectual
  5. 5.  Modelo do PMO Groupware Justificativa para implementação do PMO Função do PMO Níveis Hierarquicos do PMO Quantidade de Profissionais PMO Etapas para implementação do PMO Metricas Principais indicadores Modelo de maturidade Plano de Acção
  6. 6. OBJECTIVO FINAL Projectar um PMO dentro de alogna com intuito de fazer proposta de elaboração do gerenciamento profissional e portifóleo do vono governo de Alogna,
  7. 7. IDENTIFICAÇÃOConsiste em identificar o portefólio de projectos, com intuitodefinir estratégias para resolução dos problemas encontradospara nova liderança de alogna N.º Descrição 1 Construção de novas vias de acesso as províncias por estrada 2 Plano de melhoria nos transportes públicos 3 Plano de proteção ao cidadão e ao País 4 Programa de incentivo a alfabetização 5 Avalição e creditação do ensino superior 6 Reforma no ensino de base 7 Plano de proteção e combates as drogas 8 Construção de hospitais público e privado 9 Incentivos para o micro crédito a população 10 Melhoria no Fornecimento de Enérgia elétrica
  8. 8. IDENTIFICAÇÃON.º Descrição1 Plano de melhoria no sanieamento básico2 Políticas para atração de turistas.3 Melhoramento no forncimento de água potável4 Plano de melhoria no salário mínimo nacional5 Plano de proteção a fronteira nacional6 Plano de implementação de midiateca7 Plano de ligação do país por fibra optica8 Projeto de gestão da rede hoteleira nacional9 Plano de proteção a criança10 Control de proliferação das igrejas
  9. 9. CATEGORIAConsiste na separação do portifólio de projectos por categoria N.º Descrição Programa de insentivo a alfabetizaçãoEducação Avaliação e Acreditação do Ensino Superior Plano de Implementação de Midiateca Reforma do Ensino de Base Construção de Quadras Desportivas Desporto Política de Insentivo a Desporto Mini Plano de Melhoria no Salário Mínimo NacionalEconomia Insentivo para o Micro Crédito a população TI Plano de Ligação ao país por fibra optica Plano de implementação das TI no ensino de base
  10. 10. CATEGORIAConsiste na separação do portifólio de projectos por categoria N.º Descrição Construção de Hospitais Público ou privados Saúde Plano de Proteção e Combate as DrogasSegurança Plano de proteção a fronteira nacional Plano de Proteção ao Cidadão e ao País Política Plano de Melhoria nos transportes Públicos Melhoria no fornecimento de Energia e Águas Plano de Política Externa Turísmo Projecto de proteção a rede hoteleira nacional Política para atração de turismo
  11. 11. AVALIAÇÃO Designação do Critério PesoValor Presente Líquido 10%Taxa Interna de Retorno 20%Tempo de Retorno de Capital 10%Custo Benefício 10%Indice de Satisfação 5%Perc. Do Pessoal Abrangido Pelos Serviços 5%Perc. Do Pessoal Informádo 20%Perc. Da Taxa de Escolaridade 5%Impacto 10%Duração 5%Total 100% PESO IMPORTÂNCIAPara cada critério foi definido 10% Baixaum peso que representa o grau 15% Médiade importância Acima de 20% Alta
  12. 12. PRIORIZAÇÃO Para priorização os projectos a empresa Prisma estabeleceu o critério levando em consideração o cenário político e economico de Alogna. Para a priorização dos projectos usou-se o critério de identificação dos projecto com maior investimento
  13. 13. PRIORIZAÇÃO Designação do Critério Peso 0 1 1 0 1 0Valor Presente Líquido 10% 0 1 1 0 1 0Taxa Interna de Retorno 20% 0 1 1 0 0 1Tempo de Retorno de Capital 10% 1 1 0 0 0 1Custo Benefício 10% 1 0 0 1 1 0Indice de Satisfação 5% 0 0 0 1 1 1Perc. Do Pessoal Abrangido Pelos Serviços 5% 1 0 0 1 0 0Perc. Do Pessoal Informádo 20% 1 1 1 0 0 1Perc. Da Taxa de Escolaridade 5% 1 1 1 1 1 0Impacto 10% 0 1 1 0 1 1Duração 5% 1 0 1 1 1 0Total 100% 0 0 0 0 0 0
  14. 14. BALANCEAMENTO
  15. 15. BALANCEAMENTO No diagrama de bolha onde são representados os projectos, eles são avaliados a partir do tamanho das bolhas no ponto de vista de custo. E são avaliados a parir da coordenada de Y no ponto de vista do tempo de execução
  16. 16. PROPOR A CRIAÇÃO, ARMAZENAMENTO E GESTÃO DE CONHECIMENTO BASEADO NO MODELO S.E.C.I Processo SECI De acordo com Nonaka & Takeuchi (1997), a organização deve ser capaz de captar, armazenar e transmitir o novo conhecimento organizacional criado a partir da transformação Este processo de criação do conhecimento organizacional e denominado de SECI – Socialização, Externalização, Combinação e Internalização – e ocorre mediante a interação continua e dinâmica entre o conhecimento tácito (informal e incorporado em valores e crenças) e o conhecimento explicito (formal e codificavel) (NONAKA & KONNO, 1998).
  17. 17. Criação, Armazenamento, Transferência, eGestão documental Baseada no Modelo SECI Compartilhamen O conhecimento é tos e cristalizado e pode experiencias ser compartilhado através do uso de através de metáforas, observações, conceitos, e encontros e diagrama e dialogo formal modelos Inididuos trocam Aprender conhecimentos fazendo, tecnica através de documentos, compartilhamen reuniões, to em programas conversas, de treinamento telefones e e simulações comunicação computadorizadas
  18. 18. SOCIALIZAÇÃO Socialização Este modo de conversão do conhecimento denominado socialização configura o processo de compartilhamento de experiências e viabiliza a criação do conhecimento tácito (NONAKA, 1994). Segundo Silva (2002, p.46) uma frase sintetiza esta conversão: “troca de conhecimentos face-a-face entre as pessoas”.
  19. 19. EXTERNALIZAÇÃO Externalização O processo de externalização consiste na articulação do conhecimento tácito em explicito através de ações que possam ser entendidos pelos outros seja esta ação um dialogo ou reflexão coletiva (NONAKA & TOYAMA, 2003). Desse modo Silva (2002), caracteriza esta conversão com o registro de conhecimento de um determinado individuo feito por ele mesmo. O sucesso da conversão do conhecimento tácito em explicito depende do uso seqüencial de metáforas, analogias e modelos. Por exemplo, por meio de reflexões para construção do conceito de um novo produto (NONAKA, 1994).
  20. 20. COMBINAÇÃO Combinação A combinação e o processo de sistematização do conhecimento explicito em um sistema de conhecimento onde os indivíduos trocam e combinam conhecimento explicito de forma sistemática (NONAKA & TAKEUCHI, 1997), ademais se configura o agrupamento dos registros de conhecimento (SILVA, 2002). O conhecimento explicito e coletado dentro e fora da organização e então combinado, editado ou processado a fim de formar um novo conhecimento explicito (NONAKA & KONNO, 1998).
  21. 21. INTERNALIZAÇÃO A internalização consiste na incorporação de conhecimento explicito sob a forma de conhecimento tácito. Este processo ocorre através do “aprender fazendo”, pela verbalização, diagramação e modelos mentais. Quando a maioria dos membros da organização compartilha do novo modelo mental, o conhecimento passa a fazer parte da cultura organizacional. E a cada internalização bem sucedida, o ciclo reinicia, levando ao aperfeiçoamento ou a inovação (NONAKA & TOYAMA, 2003). De acordo como Nonaka & Takeuchi (1997), os quatros modos de conversão formam uma espiral, denominada “espiral do conhecimento” e não um circulo, pois ela expande e retrai horizontalmente através da dimensão ontológica, relativa ao que e real, composta por: Individuo; Grupo; Organização e interorganização.
  22. 22. identificação de atributos que qualifiquem de maneira sintetizada o processo SECI,
  23. 23. ORGANIZAR O GROUPWAREAplicações de Workflow e Groupware para a Gestão do Conhecimento Aa aplicações de Workflow e Groupware podem ser utilizadas para a rápida construção e implementação das mais variadas soluções. Entretanto é importante colocar que apenas o uso da tecnologia em si não é suficiente para a construção e um ambiente de colaboração e dos ganhos expostos. A implantação de soluções de Groupware não está centrada apenas no uso das tecnologias, ela exige uma mudança das práticas organizacionais (hábitos das pessoas), sendo necessário muitas vezes o redesenho dos processos organizacionais para os tornar mais produtivos. Nunca fugindo ao foco dos interesses organizacionais, de modo que a mudança se torne estratégica aos seus interesses.
  24. 24. ORGANIZAR O GROUPWARE A construção de aplicações com Groupware e Workflow possibilita o uso integrado de diversas ferramentas, outros sistemas, envio de e-mail, utilização de fóruns, chats, etc., tornando-se uma poderosa ferramenta para a gestão do conhecimento. Serão apresentados alguns formatos de aplicações que podem ser facilmente construídas com o uso de Workflow e Groupware, direcionando a empresa para um ganho real dentro da gestão do conhecimento. Como exemplos tem-se: Intranet, Portais e Aplicações Gerais.
  25. 25. FOCO DE IMPLEMENTAÇÃO ADOTADO PARA O PMO O Governo de uma forma geral, está observando cada vez mais a necessidade de se tornarem mais competitivas e atualizadas para enfrentarem o mercado. Uma forma de conseguir isso sem ferir relações humanas, é aumentar produtividade e eficiência do negócio da empresa gerindo melhor seus projetos internos de desenvolvimentos técnicos e melhorias. A implantação de uma cultura de gerenciamento e de uma metodologia a ser seguida no gerenciamento de projetos internos trará mais controle dos resultados. Metodologia que, com uma correta implantação de um Escritório de Gerenciamento de Projetos, PMO (Project Management Office), será difundida e aplicada dentro da empresa. Este artigo tem como objetivo apresentar a funcionalidade de um PMO em uma empresa.
  26. 26. NIVEL HIERÁRQUICO DO PMO Governo de PMO AlognaPMO Saúde PMO Política PMO Desporto
  27. 27. ETAPAS PARA IMPLEMENTAÇÃO A implementação terá dois focos Resource Management Será focada no treinamento dos recursos, como intuito de fazer toda a equipe criar uma cultura voltada para o Gerenciamento de Projetos. Reporting Reportando o desempenho para que o Presidente saiba o que está acontecendo e tenha suporte para tomar decisões.

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