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UNIDADE 3: Ficha de Trabalho n. º 3
9.º Ano de Escolaridade

Português
Ano Letivo 2012/2013 | 19 de abril de 2013
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Os Lusíadas – Canto IV

Episódio da Despedida em Belém
Lê o texto apresentado. De seguida, responde aos itens que se lhe seguem, de acordo com as orientações
que te são dadas.
A partida das naus
1

Como era habitual, o dia começou com uma cerimónia religiosa em Santa Maria de Belém, com
missa e comunhão geral, seguida de procissão até à praia do Restelo (praia de lágrimas, como disse
João de Barros), onde nos aguardavam as naus.
A gente da cidade estava toda na praia, ou porque eram amigos, ou parentes, ou por simples
5 curiosidade. Estavam já saudosos na vista e descontentes – todos nos tinham por perdidos e o
manifestavam com suspiros, os homens, com lágrimas, as mulheres. Particularmente sofredoras
eram as Mães, Esposas, Irmãs – que o temeroso amor mais desconfia, isto é, torna desconfiadas – e
que se encontravam desesperadas, com o receio de não nos tornar a ver.
Dizia uma das Mães:
10
-Ó filho, com quem eu contava para refrigério e doce amparo na velhice, porque me abandonas,
em troco de uma morte no mar, para seres mantimento de peixes?
E uma Esposa:
-Ó doce e amado esposo / sem quem não quis amor que viver possa, porque aventurais no mar
essa vida que não é já vossa, mas minha? Como é possível que esqueçais a afeição tão doce nossa? /
15 Nosso amor, nosso vão contentamento, / Quereis que com as velas leve o vento?
Também os velhos e os meninos acompanhavam com lamentos estas mulheres e a própria
Natureza parecia apiedar-se. Foi por isso que dei ordens para partirmos de imediato, sem as
despedidas habituais, antes que mudássemos de ideias.
Amélia Pinto Pais, Os Lusíadas em Prosa, Areal Editores, 2005.

1. Relê o primeiro parágrafo (linhas 1 – 3). Responde de forma completa às questões colocadas.
1.1. Na linha 1, o narrador, Vasco da Gama, refere uma “cerimónia religiosa”.
Indica quando e onde decorreu essa cerimónia.
1.2. Indica o local de onde partirão as naus.
2. «A gente da cidade estava toda na praia» (linha 4).
Indica as três razões que levaram a «gente da cidade» a ir até à praia.
3. A «gente da cidade» estava saudosa e descontente (linha 5).
3.1. De que forma expressam os homens e as mulheres a sua tristeza?
3.2. Por que motivo estavam «as Mães, Esposas, Irmãs» (linha 7) desesperadas?
4. Relê a fala de uma das mães presentes na praia do Restelo (linhas 10-11).
Transcreve o segmento textual que indica que essa mãe tem receio de que o seu filho morra durante a
viagem.
5. No último parágrafo (linhas 16-18), Vasco da Gama decide embarcar sem fazer «as despedidas
habituais». De que tinha receio?

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FT - Despedidas em Belém - adaptação em prosa

  • 1. Agrupamento de Escolas n.º 1 de Serpa ESCOLA BÁSICA DE PIAS UNIDADE 3: Ficha de Trabalho n. º 3 9.º Ano de Escolaridade Português Ano Letivo 2012/2013 | 19 de abril de 2013 9.º B (Adequações curriculares) Os Lusíadas – Canto IV Episódio da Despedida em Belém Lê o texto apresentado. De seguida, responde aos itens que se lhe seguem, de acordo com as orientações que te são dadas. A partida das naus 1 Como era habitual, o dia começou com uma cerimónia religiosa em Santa Maria de Belém, com missa e comunhão geral, seguida de procissão até à praia do Restelo (praia de lágrimas, como disse João de Barros), onde nos aguardavam as naus. A gente da cidade estava toda na praia, ou porque eram amigos, ou parentes, ou por simples 5 curiosidade. Estavam já saudosos na vista e descontentes – todos nos tinham por perdidos e o manifestavam com suspiros, os homens, com lágrimas, as mulheres. Particularmente sofredoras eram as Mães, Esposas, Irmãs – que o temeroso amor mais desconfia, isto é, torna desconfiadas – e que se encontravam desesperadas, com o receio de não nos tornar a ver. Dizia uma das Mães: 10 -Ó filho, com quem eu contava para refrigério e doce amparo na velhice, porque me abandonas, em troco de uma morte no mar, para seres mantimento de peixes? E uma Esposa: -Ó doce e amado esposo / sem quem não quis amor que viver possa, porque aventurais no mar essa vida que não é já vossa, mas minha? Como é possível que esqueçais a afeição tão doce nossa? / 15 Nosso amor, nosso vão contentamento, / Quereis que com as velas leve o vento? Também os velhos e os meninos acompanhavam com lamentos estas mulheres e a própria Natureza parecia apiedar-se. Foi por isso que dei ordens para partirmos de imediato, sem as despedidas habituais, antes que mudássemos de ideias. Amélia Pinto Pais, Os Lusíadas em Prosa, Areal Editores, 2005. 1. Relê o primeiro parágrafo (linhas 1 – 3). Responde de forma completa às questões colocadas. 1.1. Na linha 1, o narrador, Vasco da Gama, refere uma “cerimónia religiosa”. Indica quando e onde decorreu essa cerimónia. 1.2. Indica o local de onde partirão as naus. 2. «A gente da cidade estava toda na praia» (linha 4). Indica as três razões que levaram a «gente da cidade» a ir até à praia. 3. A «gente da cidade» estava saudosa e descontente (linha 5). 3.1. De que forma expressam os homens e as mulheres a sua tristeza? 3.2. Por que motivo estavam «as Mães, Esposas, Irmãs» (linha 7) desesperadas? 4. Relê a fala de uma das mães presentes na praia do Restelo (linhas 10-11). Transcreve o segmento textual que indica que essa mãe tem receio de que o seu filho morra durante a viagem. 5. No último parágrafo (linhas 16-18), Vasco da Gama decide embarcar sem fazer «as despedidas habituais». De que tinha receio?