Aula de Atualidades - Enem

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Aula preparatória de Atualidades para o Enem

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Aula de Atualidades - Enem

  1. 1. O Junho de 2013O Junho de 2013 #manifestações #vemprarua #ogiganteacordou
  2. 2. O Junho de 2013O Junho de 2013 • A maior mobilização desde as Diretas Já e 1992; o Impeachment do Collor • Apatia Social. • Diferenças das manifestações atuais em relação às anteriores: o Pautas difusas e contraditórios; o sem organização centralizada; o Reclamações na saúde, educação e mobilidade urbana; o Ações violentas e depredação do patrimônio.
  3. 3. OrigemOrigem •Problemas dos centros urbanos: o Crescimento desenfreado , sem planejamento e ilegal; o A especulação imobiliária; o A violência o A mobilidade Urbana o O transporte público – O aumento das tarifas (o estopim). •Clima democrático – democratização; •A Crise no modelo democrático : o O problema da representatividade; o A constituição é inascessível; o A crise entre os poderes e a corrupção; o A repressão policial violenta; o Redes Sociais X Meios-de-Comunicação. •Os gastos com a copa.
  4. 4. A MídiaA Mídia • Primeiro Momento: o Rótulo de Vândalos; o Transtornos nas cidades; o Repressão Policial. • Segundo Momento: o “APOIO”; o Diferenciação dos Manifestantes o Estímulo – protestos contra a presidenta, o aborto, redução da maioridade penal e hostilidade contra a esquerda. o Movimento “sem partido”: o Enfraquecido ideologicamente - despolitização o Uso da bandeira e do hino
  5. 5. O ResultadoO Resultado • Novas Agendas – “positivas”; • Redução das tarifas e fortalecimento da pauta do passe livre; • Derrubou a PEC 37; • Royalties do petróleo – Educação e Saúde; • Tipificação da corrupção como crime ediondo; • Fim do voto secreto no Congresso.
  6. 6. Mobilidade UrbanaMobilidade Urbana Uma História de Desafios
  7. 7. Mobilidade é o grande desafio das cidades contemporâneas, em todas as partes do mundo. A opção pelo automóvel - que parecia ser a resposta eficiente do século 20 à necessidade de circulação - levou à paralisia do trânsito, com desperdício de tempo e combustível, além dos problemas ambientais de poluição atmosférica e de ocupação do espaço público.
  8. 8. POR QUE?POR QUE? • Qual o motivo da escolha desse modelo? • Por que tantos carros • Quais são os marcos históricos que determinaram essa situação?
  9. 9. Espaço ocupado por 60 PessoasEspaço ocupado por 60 Pessoas
  10. 10. Prioridade dePrioridade de planejamentoplanejamento da mobilidadeda mobilidade
  11. 11. A Revolução IndustrialA Revolução Industrial •Definição
  12. 12. Primeira FasePrimeira Fase • Era do Carvão e do Ferro; • Inglaterra – "pioneirismo inglês"; • Inovações: o Máquina à vapor (James Watt – 1768) o Tear Mecânico (Edmund Cartwright, em 1785) (Tear mecânico, 1785)
  13. 13. (Máquina à vapor, 1768)
  14. 14. Segunda FaseSegunda Fase • Era do Aço e da Eletricidade; • Inovações: o Eletricidade, barco à vapor, locomotivas, motor de explosão (1876), uso do petróleo.
  15. 15. BrasilBrasil • No Brasil, as linhas férreas também tiveram essa característica, principalmente por conta do ciclo do café, principal produto de exportação do país durante a segunda metade do século XIX e início do século XX. A primeira ferrovia brasileira foi inaugurada em 1854, entre o Porto de Mauá e a cidade de Fragoso, no Rio de Janeiro, sendo idealizada pelo empresário e banqueiro Irineu Evangelista de Souza, muito conhecido pelo título de Barão de Mauá.   • O Brasil, que possui uma área territorial semelhante à dos Estados Unidos, mal chegou aos 40 mil quilômetros de ferrovias construídas.
  16. 16. A Belle Époque (a passagem do século XIX para o século XX) -EUFORIA-
  17. 17. 4. Afirmamos que a magnificência do mundo se enriqueceu de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um carro de corrida adornado de grossos tubos semelhantes a serpentes de hálito explosivo... um automóvel rugidor, que parece correr sobre a metralha, é mais belo que a Vitória de Samotrácia. (...) MANIFESTO FUTURISTA Filippo Marinetti (LE FIGARO, 1909)
  18. 18. American Way of Life (consumismo)
  19. 19. PropagandaPropaganda
  20. 20. FordismoFordismo • Aumento da Produção; • Padronização; • Redução de Custos; • Atender a demanda do mercado. • Em 1908, quando teve sua primeira unidade vendida, o Ford T custava US$ 825,00. Em 1925 o preço era de US$ 260,00 • O Modelo “T” pode ser considerado o primeiro carro “universal”, em 1957 ele representava 57% da produção mundial de automóveis, era fabricado em vários países e tinha revenda em todos os continentes.
  21. 21. JKJK • Americanização dos padrões de consumo; • 17.000 km de rodovias (11.000 pavimentadas); • Nacional desenvolvimentismo • Indústria Automobilística (GEIA) – Incentivos Fiscais – FORD, General Motors, Wolkswagem, Simca
  22. 22. O Brasil HojeO Brasil Hoje
  23. 23. Extensão do Metrô emExtensão do Metrô em cidades do Mundocidades do Mundo
  24. 24. Precariedade do Transporte PúblicoPrecariedade do Transporte Público
  25. 25. ProblemasProblemas • Qualidade de vida (stress) • Poluição e degradação ambiental.
  26. 26. DESAFIOSDESAFIOS QUAIS SÃO OS DESAFIOS DA MOBILIDADE URBANA ?
  27. 27. Lei 12.587/2012 –Lei 12.587/2012 – Mobilidade UrbanaMobilidade Urbana   •A lei prevê instrumentos para melhorar a mobilidade urbana nas grandes cidades, como a restrição da circulação em horários predeterminados, a exemplo do que já existe em São Paulo •Para o coordenador do Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de Qualidade, Nazareno Stanislau Affonso, a nova legislação coloca o Brasil dentro da visão de mobilidade sustentável. •A nova lei exige que os municípios com mais de 20 mil habitantes elaborem planos de mobilidade urbana em até três anos, que devem ser integrados aos planos diretores. Atualmente, essa obrigação é imposta aos municípios com mais de 500 mil habitantes. •As cidades que não cumprirem essa determinação podem ter os repasses federais destinados a políticas de mobilidade urbana suspensos. “O governo federal não vai poder liberar nada contrário à lei, então, quanto mais rápido os municípios fizerem seus planos, mais fácil será a liberação de seus projetos”, alerta o coordenador. •Para o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a nova lei não é suficiente para garantir a sustentabilidade das cidades - com a necessária ampliação dos investimentos, redução dos congestionamentos e da poluição do ar e a melhoria da qualidade dos serviços públicos de transporte. •O instituto, que apresentou um estudo sobre a nova política de mobilidade urbana, afirma que é preciso o engajamento da sociedade para fazer a lei funcionar, além da capacitação dos agentes municipais, que terão que adequar e implementar as diretrizes e instrumentos da lei à realidade de suas cidades.
  28. 28. Lei 12.587/2012 –Lei 12.587/2012 – Mobilidade UrbanaMobilidade Urbana Art. 5o   A Política Nacional de Mobilidade Urbana está fundamentada nos seguintes princípios:   I - acessibilidade universal;  II - desenvolvimento sustentável das cidades, nas dimensões socioeconômicas e ambientais;  III - equidade no acesso dos cidadãos ao transporte público coletivo;  IV - eficiência, eficácia e efetividade na prestação dos serviços de transporte urbano;  V - gestão democrática e controle social do planejamento e avaliação da Política Nacional de Mobilidade Urbana;  VI - segurança nos deslocamentos das pessoas;  VII - justa distribuição dos benefícios e ônus decorrentes do uso dos diferentes modos e serviços;  VIII - equidade no uso do espaço público de circulação, vias e logradouros; e  IX - eficiência, eficácia e efetividade na circulação urbana. 
  29. 29. As 5 cidades com melhorAs 5 cidades com melhor transporte público.transporte público.
  30. 30. 5º lugar:5º lugar: Moscou – RússiaMoscou – Rússia • Apesar de inaugurado há quase oitenta anos, em 1935, o sistema da capital russa é um dos mais pontuais do mundo. Mais de 8 milhões de passageiros utilizam diariamente o sistema ferroviário de Moscou, que tem 305 km de extensão.
  31. 31. 4º lugar:4º lugar: Paris – FrançaParis – França Independentemente de em que lugar de Paris você esteja, é possível encontrar uma estação de metro a cada 500 metros: são pelo menos 300 espalhadas pela cidade, interligando todas as áreas. E, para que as pessoas possam completar seus trajetos da melhor forma possível, a capital francesa ainda tem um sistema de aluguel de bicicletas com 1.400 estações.
  32. 32. 3º lugar: Londres –3º lugar: Londres – InglaterraInglaterra • A cidade do Big Ben tem o maior e mais antigo metrô do mundo. O Metropolitano de Londres, ou London Underground, que começou a operar 1863, ainda hoje é um dos mais eficientes, com 268 estações e cerca de 400 km de extensão. Além disso, a capital inglesa conta com uma vasta rede de ônibus, trens na superfície e bondes suburbanos que garantem a mobilidade diária da população londrina.
  33. 33. 2º lugar: Nova York – Estados Unidos2º lugar: Nova York – Estados Unidos • Na maior cidade dos EUA, as possibilidades de locomoção são muitas: ônibus, trem, metrô, bicicletas, balsas e até faixas exclusivas para pedestres fazem da cidade um dos melhores lugares do mundo para se deslocar utilizando o transporte público. Todos os sistemas funcionam 24 horas por dia, de forma a atender toda a demanda da cidade.
  34. 34. 1º lugar: Tóquio – Japão1º lugar: Tóquio – Japão • A capital japonesa é uma das maiores cidades do mundo e tem o sistema de transporte mais complexo – e completo – do mundo: ônibus, metrô, balsas, VLTs, BRTs, diversas formas de locomoção somam cerca de 10,5 bilhões de viagens por ano. Com uma rede tão extensa, o sistema de transporte público é a espinha dorsal da cidade e a primeira opção da população para se deslocar.
  35. 35. A Primavera ÁrabeA Primavera Árabe
  36. 36. O termoO termo Entende-se por Primavera Árabe a onda de protestos e revoluções ocorridas no Oriente Médio e norte do continente africano em que a população foi às ruas para tirar ditadores do poder, autocratas que assumiram o controle de seus países durante várias e várias décadas.
  37. 37. • os primeiros da Primavera Árabe denominados por Revolução de Jasmin. • Essa revolta ocorreu em virtude do descontentamento da população com o regime ditatorial, iniciou-se no final de 2010 e encerrou-se em 14 de Janeiro de 2011 com a queda de Ben Ali, após 24 anos no poder. • O estopim foi o episódio envolvendo o jovem Mohamed Bouazizi, que vivia com sua família através da venda de frutas e que teve os seus produtos confiscados pela polícia por se recusar a pagar propina. Extremamente revoltado com essa situação, Bouazizi ateou fogo em seu próprio corpo, marcando um evento que abalou a população de todo o país e que fomentou a concretização da revolta popular.
  38. 38. • conhecida como Guerra Civil Líbia ou Revolução Líbia; • ocorreu sob a influência das revoltas na Tunísia, tendo como objetivo acabar com a ditadura de Muammar Kadhafi. • Em razão da repressão do regime ditatorial, essa foi uma das revoluções mais sangrentas da Primavera Árabe. • Outro marco desse episódio foi a intervenção das forças militares da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), comandadas, principalmente, pela frente da União Europeia.
  39. 39. • denominada por Dias de Fúria, Revolução de Lótus e Revolução do Nilo. • Ela foi marcada pela luta da população contra a longa ditadura de Hosni Mubarak. • Os protestos se iniciaram em 25 de Janeiro de 2011 e se encerraram em 11 de Fevereiro do mesmo ano. Após a onda de protestos, Mubarak anunciou que não iria se candidatar novamente a novas eleições e dissolveu todas as frentes de estruturação do poder. • Em Junho de 2011, após a realização das eleições, Mohammed Morsi foi eleito presidente egípcio.
  40. 40. • Em junho de 2012, Mohamed Mursi foi eleito presidente e assumiu prometendo fortalecer a embrionária democracia egípcia, no entanto, não foi o aconteceu. • Ao longo dos últimos doze meses, o novo presidente baixou vários decretos centralizando poderes no executivo, o que foi interpretado pela população como medidas que poderiam levá-lo a se tornar um novo ditador; • com seu apoio foi promulgada a nova Constituição com forte embasamento religioso, podendo levar a uma islamização do país, que historicamente é laico e ainda é acusado de governar atendendo aos interesses da Irmandade Muçulmana. • Todos esses fatores somados à grave crise econômica que o país se encontra e que o presidente não teve competência para contorná-la levaram os jovens a novos protestos na Praça Tahrir, na capital Cairo.
  41. 41. • Em meio à crise política e social, ameaçando agir (dar um golpe) para manter a ordem, os militares deram um ultimato de 48 horas para que tudo fosse resolvido democrática e politicamente, o que não aconteceu. • No dia 03 de julho, os militares depuseram o presidente Mohamed Mursi, suspenderam temporariamente a Constituição e instalaram um governo provisório de tecnocratas liderado pelo presidente da Corte Constitucional, espécie de Supremo Tribunal Federal do Egito. A embrionária democracia egípcia morreu com pouco mais de um ano de idade. • Nos dias que se seguiram ao golpe, os simpatizantes da Irmandade Muçulmana passaram a protestar contra os militares, que reagiram com truculência, culminando no massacre de cerca de 600 pessoas no dia 14 de agosto de 2013. • Os militares decretaram estado de emergência, prática que era comum ao antigo ditador Hosnir Mubarak. O país vive um quadro de guerra civil com muito derramamento de sangue.
  42. 42. • A onda de protestos na Argélia ainda está em curso e objetiva derrubar o atual presidente Abdelaziz Bouteflika, há 12 anos no poder. • Em virtude do aumento das manifestações de insatisfação diante de seu mandato, Bouteflika organizou a realização de novas eleições no país, mas acabou vencendo em uma eleição marcada pelo elevado número de abstenções. • Ainda existem protestos e, inclusive, atentados terroristas que demonstram a insatisfação dos argelinos frente ao governo.
  43. 43. • Os protestos na Síria também estão em curso e já são classificados como Guerra Civil pela comunidade internacional. A luta é pela deposição do ditador Bashar al- Assad, cuja família encontra-se no poder há 46 anos. Há a estimativa de quase 20 mil mortos desde que o governo ditatorial decidiu reprimir os rebeldes com violência. • Segundo a ONU, mais de 9 mil pessoas foram mortas por forças de segurança e, pelo menos, outras 14 mil foram presas. • pressão por parte da ONU e da comunidade internacional em promover a deposição da ditadura e dar um fim à guerra civil, entretanto, • as tentativas de intervenção no conflito vêm sendo frustradas pela Rússia, que tem poder de veto no Conselho de Segurança da ONU e muitos interesses na manutenção do poder de Assad. • Existem indícios de que o governo sírio esteja utilizando armas químicas e biológicas para combater a revolução no país.
  44. 44. • Bahrein: Os protestos no Bahrein objetivam a derrubada do rei Hamad bin Isa al-Khalifa, no poder há oito anos. Os protestos também se iniciaram em 2011 sob a influência direta dos efeitos da Revolução de Jasmim. O governo responde com violência aos rebeldes, que já tentaram atacar, inclusive, o Grande Prêmio de Fórmula 1. Registros indicam centenas de mortos durante combates com a polícia. • Marrocos: A Primavera Árabe também ocorreu no Marrocos. Porém, com o diferencial de que nesse país não há a exigência, ao menos por enquanto, do fim do poder do Rei Mohammed VI, mas sim da diminuição de seus poderes e atribuições. O rei marroquino, mediante os protestos, chegou a atender partes das exigências, diminuindo parte de seu poderio e, inclusive, nomeando eleições para Primeiro- Ministro. Entretanto, os seus poderes continuam amplos e a insatisfação no país ainda é grande. • Iêmen: Os protestos e conflitos no Iêmen estiveram em torno da busca pelo fim da ditadura de Ali Abdullah Saleh, que durou 33 anos. O fim da ditatura foi anunciado em Novembro de 2011, em processo marcado para ocorrer de forma transitória e pacífica, através de eleições diretas. Apesar do anúncio de uma transição pacífica, houve conflitos e repressão por parte do governo. Foram registrados também alguns acordos realizados pelos rebeldes com a organização terrorista Al-Qaeda durante alguns momentos da revolução iemenita.
  45. 45. • Jordânia: A Jordânia foi um dos últimos países, até o momento, a sofrer as influências da Primavera Árabe. Revoltas e protestos vêm ocorrendo desde a segunda metade de 2012, com o objetivo de derrubar o governo do Rei Abdullah II, que, com receio da intensificação da Primavera Árabe em seu país, anunciou no início de 2013 a realização de novas eleições. Entretanto, o partido mais popular do país, a Irmandade Muçulmana, decidiu pelo boicote desse processo eleitoral diante das frequentes denúncias e casos comprovados de fraudes e compras de votos. • Omã: Assim como no Marrocos, em Omã não há a exigência do fim do regime monárquico do sultão Qaboos bin Said que impera sobre o país, mas sim a luta por melhores condições de vida, reforma política e aumento de salários. Em virtude do temor do alastramento da Primavera Árabe, o sultão definiu a realização das primeiras eleições municipais em 2012.O sultão vem controlando a situação de revolta da população do país através de benesses e favores à população. Apesar disso, vários protestos e greves gerais já foram registradas desde 2011.
  46. 46. A ONU afirmou que prepara estoques de comida para 1,5 milhão de pessoas na Síria como parte de um plano de emergência de 90 dias para ajudar os civis que estão carentes de suprimentos básicos após quase um ano de conflito Portal G1 – WWW.g1.globo.com   Com base no texto e nos assuntos a ele relacionado, julgue os itens.   1- Os protestos e a guerra civil na Síria objetivam derrubar o ditador Bashar Al Assad e se intensificaram em 2011 no contexto do movimento denominado “Primavera Árabe”. 2- Os conflitos atuais representam a mais significativa ameaça ao regime ditatorial implantado pela família do ditador Bashar Al Assad. 3- A Síria é o mais forte aliado de Israel na região, o que vem gerando uma reação de desconfiança do Irã e da Palestina contra o governo atual. 1-C / 2-C/ 3-E
  47. 47. 4- O governo de Bashar Al Saad combate as ações dos grupos fundamentalistas islâmicos, como o Hamas e o Hesbolah. 5- A estratégia adotada pela ONU para instar as partes em conflito a depor as armas e buscar um acordo pacífico, tem-se mostrado bem-sucedida no convencimento das partes em relação a um cessar-fogo temporário. 6- O Conselho Nacional Sírio, principal força da oposição ao regime de Bashar Al-Assad, tem feito apelos por uma intervenção militar internacional para depor o dirigente sírio e permitir a tomada do poder pelos rebeldes. 7- O conflito na Síria inaugurou o processo histórico conhecido como Primavera Árabe. 8- As principais causas do conflito atual na Síria incluem a derrubada do regime ditatorial de Bashar Al Assad, no poder desde 2000, e a luta por direitos civis. 9- Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, é o atual mediador da Liga Árabe e também da ONU para os conflitos na Síria, entre o regime do presidente Bashar Al Assad e os rebeldes que querem destituí-lo do poder. 10- (CESPE/UnB-CNJ-Técnico) Ao longo do ano de 2012, a Síria vivenciou uma aguda crise política que culminou com a queda do governo de Bashar al- Assad, e com a ascensão ao poder de forças de oposição apoiadas por China e Rússia. 4- E / 5- E / 6-C / 7- E / 8-C / 9-E /10-E
  48. 48. (Cespe/UnB – TJ-AL - adaptada) A Primavera Árabe caracterizou-se por uma série de manifestações e revoltas populares contra os regimes políticos ditatoriais de países do norte da África e do Oriente Médio. Acerca desse processo político e de suas consequências, julgue os itens.   1- Na Líbia, deflagrou-se uma guerra civil que se encerrou com a destituição do general Muammar Kaddafi do poder e a divisão do território do país entre os diversos grupos rebeldes. 2- Na Síria, as manifestações populares resultaram na convocação de eleições livres e democráticas no 1.º semestre de 2012. 3- No Egito, as eleições populares foram vencidas pelo candidato da Irmandade Muçulmana, uma organização política de inspiração religiosa. 4- Na Tunísia, os protestos se transformaram em uma guerra civil não declarada que já causou a morte de milhares de pessoas. 5- No Egito, os jovens voltaram a protestar na Praça Tahir, na capital Cairo, contra as medidas centralizadoras de poder decretadas pelo novo presidente Mohamed Mursi. 1-E / 2-E / 3-C / 4-E / 5-C
  49. 49. (ADVOGADO – CEF – 2012 – CESGRANRIO) O mundo não vai acabar em 2012. “Que pena!”, dirão os cínicos. Mas, para aqueles que são, em variados graus, mais otimistas, 2012 será um ano de atos de equilibrismo. A Primavera Árabe vai tornar-se outro verão. SUU KYI, A. Um senso de equilíbrio. The economist/ Revista CartaCapital, São Paulo: Confi ança. O mundo em 2012, n. 677, jan./fev. 2012, p.86. A expressão Primavera Árabe, empregada no texto, refere-se aos levantes políticos de 2011 ocorridos majoritariamente no (A)    norte da África (B)    sudeste da África (C)    sudeste da Ásia (D)    nordeste da Ásia (E)    centro-sul da Europa

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