Tcc 2010

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TCC DE LINGUISTICA

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  1. 1. MARIA DE JESUS LIMA GOMES MARIA IRACY TRINDADE DA CRUZ SÃO MIGUEL DO GUAMÁ - PARÁ “ A QUESTÃO SÓCIO-ECONÔMICA E SUA INFLUÊNCIA NA VARIAÇÃO LINGUÍSTICA DOS ALUNOS DA 5ª SÉRIE DA ESCOLA SANTA TEREZINHA EM AURORA DO PARÁ: UMA PESQUISA ETNOGRÁFICA “ 18 DE SETEMBRO 2010 ( Fonte: 1383983.pdf – Adode Reader Acrobat – Document ; São Paulo, 2008 )
  2. 2. INTRODUÇÃO <ul><li>O QUE O LEVOU A ESCOLHER O ASSUNTO DO TCC? </li></ul>O tema em questão tem sido cada vez mais discutido pela sociedade mais pouca coisa tem sido realmente feito para melhorar a educação daquelas pessoas menos favorecidos econômicamente. Por isso, pensou-se analisar e discutir o ensino de língua portuguesa a fim de evitar o preconceito linguístico na escola Santa Terezinha visto que todo ano há um número muito grande de evasão e repetência na 5ª. ( Fonte: 1383983.pdf – Adode Reader Acrobat – Document ; São Paulo, 2008 )
  3. 3. <ul><li>A importância do estudo é analisar as variedades linguísticas presente no contexto escolar principalmente as variedades econômicas, para que alunos e professores possam respeitar e valorizar a língua materna de cada um. </li></ul>( Fonte: 1383983.pdf – Adode Reader Acrobat – Document ; São Paulo, 2008 )
  4. 4. OBJETIVOS: <ul><li>O presente trabalho tem por Objetivo Geral: </li></ul><ul><li>- Verificar se o aspecto sócio-econômico e a variação linguística dele resultante é um dos fatores que interferem no ensino-aprendizagem dos alunos da Escola Santa Terezinha. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>OBJETIVOS ESPECÍFICOS </li></ul><ul><li>Fazer uma análise sobre o modo como a variante social de prestígio na escola é tomado ou não para favorecer uma possível prática de preconceito social. </li></ul><ul><li>Esclarecer a professores e alunos de que o ensino e aprendizagem nasce de uma troca de conhecimentos e que devemos respeitar as diferenças, sobretudo as linguísticas. </li></ul><ul><li>Mostrar que as diversidades linguísticas são fatos sociais, que precisam ser compreendidas para não gerar exclusão e preconceito na eccola. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>O presente trabalho teve principalmente como embasamento teórico autores que entendem de preconceito linguístico e de perspectivas sóciointeracionistas: </li></ul>STELLAS MARIS BORTONI RICARDO MARIA CECÍLIA MOLLICA E MARIA LUÍZA BRAGA MARCOS BAGNO
  7. 7. A NATUREZA DA PESQUISA <ul><li>Quantitativa, de cunho etnográfico e de natureza aplicada. </li></ul><ul><li>Objeto de estudo , o fator sócioeconômico e sua influencia na linguagem. </li></ul><ul><li>Locus da pesquisa, Escola Municipal Santa Terezinha, comunidade Ipitinga município de Aurora do Pará. </li></ul><ul><li>Sujeitos da pesquisa , professores e alunos da turma da 5ª série. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>METODOLOGIA </li></ul><ul><li>Pesquisa bibliográfica; </li></ul><ul><li>Pesquisa de campo; </li></ul><ul><li>Aplicação de questionários para alunos e professores da 5ª série; </li></ul><ul><li>Levantamento das variantes linguísticas no contexto escolar; </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Primeiramente, foi analisado a categoria dos discente. </li></ul><ul><li>Posteriormente, a categoria dos docentes. </li></ul>ANÁLISE DOS MATERIAIS E REGISTROS Fonte 2010: Escola Municipal Santa Terezinha, Comunidade Ipitinga, Aurora do Pará
  10. 10. RESULTADOS <ul><li>Palavra “certa” e </li></ul><ul><li>palavra “errada”. </li></ul><ul><li>Correção gera constrangimento. </li></ul>Palavras corrigidas de forma preconceituosas pelos professores: “bagulho” e “buchuda”. Palavra do aluno: “ não existe gíria que ofenda alguém”. Palavra de outro aluno: “fez eu pagar um mico”.
  11. 11. PENSAMENTO SÓCIOINTERACIONISTA DE BAGNO <ul><li>MARCOS BAGNO </li></ul><ul><li>“ É preciso que a escola e todas as instituições voltadas para a educação e a cultura abandonem esse mito da “unidade do português no Brasil e passem a reconhecer as diversidades linguísticas no nosso país..” </li></ul>
  12. 12. PRESSUPOSTOS SÓCIOINTERACIONISTA DE BORTONI RICARDO <ul><li>“ Até hoje, os professores não sabe muito bem como agir diante dos chamados “erros de português”. Estamos colocando a expressão “erro de português” entre aspas porque a consideramos inadequada e preconceituosa. Erros de português são simplismente diferenças entre variedades da língua”. </li></ul>
  13. 13. DIFERENÇAS NAS LINGUAGENS <ul><li>Quem fala mais de acordo com a norma padrão </li></ul><ul><ul><li>Seu professor já trabalhou as diferenças linguísticas na escola? </li></ul></ul>Segundo Mollica e Braga “os falares das classes socialmente prestigiadas opõem aos falares daqueles que não se aproximam da norma padrão”.
  14. 14. RESULTADOS DOS PROFESSORES ENTREVISTADOS <ul><li>EXPLICA-SE A DIFERENÇA OU CORRIGE NO ATO DA FALA </li></ul><ul><li>VOCÊ JÁ ESCUTOU SEU ALUNO PRONUNCIAR AS PALAVRAS ABAIXO </li></ul>Segundo Bagno “ Ninguém comete erros ao falar sua própria língua materna”.
  15. 15. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>Percebeu-se que há na escola muito preconceito linguístico, mas é preciso conhecer o que é preconceito para posteriormente combater. </li></ul><ul><li>Nunca foi trabalhado o preconceito linguístico na escola Santa Terezinha. Seria interessante desenvolver projetos com essa temática para trabalhar com professores, alunos e funcionários da escola, dessa forma acreditamos que discutindo e mobilizando a escola para respeitar as diferenças linguística valorizando a língua materna dos alunos poderá diminuir o número de evasão e repetência na referida escola. </li></ul>
  16. 16. Agradecemos com carinho a família IESSB e aos professores: “ Hoje é a finalização de um árduo trabalho que iniciamos a 4 anos atrás e não poderíamos deixar de dizer a vocês o nosso muitíssimo obrigado por terem nos ajudado a caminhar”. SOCORRO MÁRCIA E VLADIMIR
  17. 17. “ Nunca valorizem um defeito físico de alguém ou um comportamento de alguém que vocês achem estranho. Valorizem suas qualidades e respeitem as diferenças...” AUGUSTO CURY

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