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VisãO Geral da Filosofia

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  1. 1. FILÓSOFOS E SEUS PENSAMENTOS <ul><li>Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico. </li></ul><ul><li>Séneca : Lucius Annaeus Seneca, mais conhecido como Séneca, filósofo, nasceu no ano 4 a.C. em Córdova e morreu no ano 65 d.C. em Roma. </li></ul>
  2. 2. FILÓSOFOS E SEUS PENSAMENTOS... <ul><li>Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito. </li></ul><ul><li>Aristóteles, Influente filósofo grego, discípulo de Platão. Dedicou sua vida ao desenvolvimento de conceitos fundamentais de ética, lógica, política, e outros, que são usados até hoje. </li></ul>
  3. 3. VISÃO GERAL DA FILOSOFIA
  4. 4. CONCEITO E IMPORTÂNCIA <ul><li>A palavra filosofia é de origem grega e significa amor à sabedoria. </li></ul><ul><li>Ela surge desde o momento em que o homem começou a refletir sobre o funcionamento da vida e do universo, buscando uma solução para as grandes questões da existência humana. </li></ul><ul><li>Os pensadores, inseridos num contexto histórico de sua época, buscaram diversos temas para reflexão. </li></ul><ul><li>A GRÉCIA Antiga é conhecida como o berço dos pensadores, sendo que os sophos ( sábios em grego ) buscaram formular, no século VI a.C., explicações racionais para tudo aquilo que era explicado, até então, através da mitologia. </li></ul>
  5. 5. OS PRÉ-SOCRÁTICOS <ul><li>Podemos afirmar que foi a primeira corrente de pensamento, surgida na Grécia Antiga por volta do século VI a.C. </li></ul><ul><li>Os filósofos que viveram antes de Sócrates se preocupavam muito com o Universo e com os fenômenos da natureza. Buscavam explicar tudo através da razão e do conhecimento científico. Podemos citar, neste contexto, os físicos Tales de Mileto, Anaximandro e Heráclito. </li></ul><ul><li>Pitágoras desenvolve seu pensamento defendendo a idéia de que tudo preexiste a alma, já que esta é imortal. Demócrito e Leucipo defendem a formação de todas as coisas, a partir da existência dos átomos. </li></ul>
  6. 6. Pré-Socráticos: os primeiros filósofos <ul><li>Período Pré-Socrático anterior à Sócrates; </li></ul><ul><li>Período dominado pela investigação da natureza; </li></ul><ul><li>Período que abrange o conjunto das reflexões filosóficas desenvolvidas desde Tales de Mileto (623-546 a.C) até o aparecimento de Sócrates (468-399 a.C); </li></ul><ul><li>Filosofia nasce na Grécia (conjunto de cidades-Estados gregas, muitas vezes rivais ), afinal, nunca houve, na Antiguidade, um Estado grego unificado; </li></ul><ul><li>Três primeiros pensadores da História Ocidental, a quem atribuímos a denominação FILÓSOFOS: Tales, Anaximandro e Anaximenes. </li></ul>
  7. 7. TALES DE MILETO <ul><li>Primeiro pensador grego, “Pai da Filosofia”; </li></ul><ul><li>Buscou a construção do pensamento racional em diversos campos do conhecimento que, hoje, não são considerados especialidades filosóficas ( Astronomia e Geometria ); </li></ul><ul><li>OBJETIVOS: </li></ul><ul><li>Construção de uma COSMOLOGIA (explicação racional e sistemática das características do universo ) que substituísse a antiga COSMOGONIA (explicação sobre a origem do universo baseada nos mitos); </li></ul><ul><li>Tentou descobrir na base da RAZÃO e não da MITOLOGIA, o princípio substancial ou substância primordial ( a arché, em grego ) existente em todos os seres materiais. A matéria-prima de que são feitas as cosias; </li></ul><ul><li>Pretendia fugir das antigas explicações mitológicas sobre a criação do mundo, buscava um elemento físico que fosse constante em todas as coisas, concluindo que a água era essa substância primordial. Somente a água , permanece a mesma, em todas as transformações dos corpos, apesar de assumir diferentes estados - sólido, líquido e gasoso. </li></ul>
  8. 8. ANAXIMANDRO (610 – 547 a.C) <ul><li>Procurou aprofundar as concepções de Tales sobre a origem única de todas as coisas. Em meio a tantos elementos observáveis no mundo natural ( água, ar, fogo e terra ), ele acreditava não ser possível eleger uma única substância material como o princípio primordial de todos os seres, a arché . </li></ul>ANAXIMENES (588 – 524 a.C) <ul><li>Admitia que a origem de todas as coisas é indeterminada. Entretanto, recusava-se a atribuir-lhe o caráter oculto de elemento situado fora dos limites da observação e da experiência sensível; </li></ul><ul><li>Tentou uma conciliação entre as concepções de TALES e ANAXIMANDRO, concluindo ser o AR o princípio de todas as coisas , uma vez que representa um elemento invisível, imponderável, quase inobservável e, no entanto, observável: o ar é a própria vida, a força vital, a divindade que “anima” o mundo, aquilo que dá testemunho à respiração. </li></ul>
  9. 9. HERÁCLITO <ul><li>“ Tudo flui. Nada persiste nem permanece o mesmo. O ser não é mais que o vir-a-ser.” </li></ul><ul><li>É considerado o primeiro grande representante do PENSAMENTO DIALÉTICO: momentos sucessivos e contraditórios pelos quais determinada realidade se apresenta; </li></ul><ul><li>Portanto, concebia a realidade do mundo como algo dinâmico, em permanente transformação; </li></ul><ul><li>Criou a escola filosófica MOBILISTA ( movimento ); </li></ul><ul><li>Para ele, a vida era um fluxo constante, impulsionado pela luta de forças contrárias: ordem e desordem, bem e mal, o belo e o feio, construção e desconstrução, etc. </li></ul><ul><li>É pela luta das forças opostas que o mundo se modifica e evolui; </li></ul><ul><li>Atribui-se a Heráclito frases marcantes, de sentido simbólico, utilizadas para ilustrar sua concepção sobre o fluxo e a movimentação das coisas. È a eterna mudança, também chamada DEVIR (vir a ser ); </li></ul>“ Não podemos entrar duas vezes no mesmo rio, pois suas águas se renovam a cada instante. Não tocamos duas vezes o mesmo ser, pois este modifica continuamente sua condição.”
  10. 10. PERÍODO CLÁSSICO <ul><li>Os séculos V e IV a.C. na Grécia Antiga foram de grande desenvolvimento cultural e científico. O esplendor de cidades como Atenas, e seu sistema político democrático, proporcionou o terreno propício para o desenvolvimento do pensamento. É a época dos sofistas e do grande pensador SÓCRATES. </li></ul><ul><li>Os sofistas, entre eles Górgias, Leontinos e Abdera, defendiam uma educação, cujo objetivo máximo seria a formação de um cidadão pleno, preparado para atuar politicamente para o crescimento da cidade. Dentro desta proposta pedagógica, os jovens deveriam ser preparados para falar bem ( retórica ), pensar e manifestar suas qualidades artísticas. </li></ul>
  11. 11. PERÍODO CLÁSSICO <ul><li>Sócrates começa a pensar e refletir sobre o homem, buscando entender o funcionamento do Universo dentro de uma concepção científica. Para ele, a verdade está ligada ao bem moral do ser humano. Ele não deixou textos ou outros documentos, desta forma, só podemos conhecer as idéias de Sócrates através dos relatos deixados por Platão.  </li></ul><ul><li>PLATÃO foi discípulo de Sócrates e defendia que as idéias formavam o foco do conhecimento intelectual. Os pensadores teriam a função de entender o mundo da realidade, separando-o das aparências.  </li></ul><ul><li>Outro grande sábio desta época foi ARISTÓTELES que desenvolveu os estudos de Platão e Sócrates. Foi Aristóteles quem desenvolveu a lógica dedutiva clássica, como forma de chegar ao conhecimento científico. A sistematização e os métodos devem ser desenvolvidos para se chegar ao conhecimento pretendido, partindo sempre dos conceitos gerais para os específicos. </li></ul>
  12. 12. SÓCRATES (469-399 a.C) “Só sei que nada sei.” <ul><li>Marco divisório da História da Filosofia Grega; </li></ul><ul><li>Os filósofos que o antecederam: PRÉ-SOCRÁTICOS; </li></ul><ul><li>Os filósofos que o sucederam: PÓS-SOCRÁTICOS; </li></ul><ul><li>Não deixou nada escrito, o que se sabe dele e de seu pensamento vem dos textos de seus discípulos e de seus adversários; </li></ul><ul><li>Filho de um esculator (representação autêntica do homem) e uma parteira (dar à luz a suas próprias idéias); </li></ul><ul><li>Desenvolvia o saber filosófico em praças públicas, conversando com jovens, sempre dando demonstrações de que era preciso unir a vida concreta ao pensamento; </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Abandonou a preocupação dos Pré-Socráticos em EXPLICAR A NATUREZA e se concentrou na problemática do homem : </li></ul><ul><li>O que é o bem? </li></ul><ul><li>O que é a virtude? </li></ul><ul><li>O que é a justiça? </li></ul><ul><li>Pergunta fundamental: “O que é a essência do homem?” </li></ul><ul><li>Resposta: Sua “alma” </li></ul>Sede da razão EU CONSCIENTE Intelectual Moral Distinção do ser humano dos outros seres da natureza
  14. 14. Ponto Básico da FILSOFIA SOCRÁTICA: AUTOCONHECIMENTO <ul><li>“ Conhece-te a ti mesmo” (Oráculo de Delfos), era a recomendação básica feita a seus discípulos; </li></ul><ul><li>DIÁLOGOS CRÍTICOS: Ironia e Maieutica </li></ul><ul><li>IRONIA SOCRÁTICA: Ironia em grego = Interrogação. </li></ul><ul><li>No decorrer do diálogo atacava de modo implacável as respostas de seus interlocutores, procurava evidenciar as contradições e novos problemas surgiam a cada resposta. </li></ul><ul><li>OBJETIVO: demolir o orgulho, a arrogância e a presunção do saber. </li></ul>A primeira virtude do sábio é adquirir consciência da própria IGNORÂNCIA. “Só sei que nada sei.”
  15. 15. <ul><li>MAIEUTICA: termo grego que significa “arte de trazer à luz”; </li></ul><ul><li>Libertos do orgulho e da pretensão de que tudo sabiam, os discípulos podiam então iniciar o caminho da reconstrução de suas próprias idéias. </li></ul><ul><li>OBJETIVO: ajudar seus discípulos a CONCEBEREM suas próprias idéias. Transportando para a Filosofia o exemplo de sua mãe Fenareta, que, sendo parteira, ajudava a trazer crianças ao mundo. </li></ul><ul><li>A Ironia Socrática tinha portanto um caráter purificador porque levava os discípulos a confessarem suas próprias contradições e ignorâncias, onde antes só julgavam possuir certezas e clarividências. </li></ul>
  16. 16. PLATÃO (427-347 a.C) “Os males não cessarão para os homens antes que a raça dos puros e eutênticos filósofos chegue ao poder.” <ul><li>Nome verdadeiro: Arístocles, recebeu o apelido de Platão, termo grego que significa “de ombros largos”; </li></ul><ul><li>Foi discípulo de Sócrates, a quem considerava “o mais sábio e o mais justo dos homens.” </li></ul><ul><li>Conheceu Sócrates quando tinha 20 anos. Foi seu discípulo e amigo durante 8 anos, até a morte do mestre; </li></ul><ul><li>Em387 a.C funda sua própria escola filosófica: ACADEMIA; </li></ul><ul><li>Foi uma das primeiras instituições permanentes de ensino superior do mundo ocidental; </li></ul><ul><li>Universidade pioneira dedicada à pesquisa científica e filosófica; </li></ul><ul><li>Centro de formação política; </li></ul>
  17. 17. <ul><li>TEORIA DAS IDÉIAS: explicação de como ocorre o conhecimento humano. </li></ul>Os “Diálogos Socráticos” foram escritos por Platão; Seu pensamento é tão importante, que deu origem a uma famosa expressão: “Toda Filosofia Ocidental são notas de rodapé a Platão.” PROCESSO DE CONHECIMENTO MUNDO DAS SOMBRAS E APARÊNCIAS MUNDO DAS IDÉIAS E ESSÊNCIAS Dominado pelas Impressões OPINIÕES Amor ao saber FILOSOFIA MÉTODO para realizar essa passagem e atingir o conhecimento autêntico (EPISTEME) é a DIALÉTICA. Passagem Progressiva
  18. 18. DIALÉTICA: contraposição de uma opinião com a crítica que dela podemos fazer. DIALÉTICA Afirmação da TESE Discussão e negação desta TESE = ANTÍTESE Purificar erros e equívocos = SÍNTESE
  19. 19. <ul><li>Quando saímos do MUNDO SENSÍVEL e passamos para o MUNDO RACIONAL das Idéias, alcançamos o domínio do SER ABSOLUTO, ETERNO e IMUTÁVEL. </li></ul><ul><li>Só podemos entrar no MUNDO DAS IDÉIAS através do CONHECIMENTO RACIONAL, CIENTÍFICO ou FILOSÓFICO; </li></ul><ul><li>O MUNDO SENSÍVEL, seria portanto, um mundo de seres incompletos e imperfeitos; </li></ul><ul><li>A Teoria das Idéias de Platão representa uma tentativa de conciliar: a concepção do ser eterno e imutável de Parmênides e a concepção do ser plural e móvel de Heráclito; </li></ul><ul><li>O Mito da Caverno ou A Alegoria da Caverna; </li></ul><ul><li>Obra: A República : imaginou uma sociedade ideal, governada por reis-filósofos. </li></ul>
  20. 20. ARISTÓTELES (384-322 a.C) “O ser se exprime de muitos modos, mas nenhum modo exprime o ser. O ser se diz em vários sentidos.” <ul><li>De caráter mais reservado que Platão, foi um homem de estudo e de pesquisa. Seus discípulos do LICEU ficaram conhecidos como PERIPATÉTICOS (os que passeiam), devido ao hábito de Aristóteles de ensinar ao ar livre, muitas vezes sob as árvores que cercavam a escola. </li></ul><ul><li>Aos 18 anos foi para Atenas e ingressou na Academia de Platão, onde permaneceu por cerca de 20 anos; </li></ul><ul><li>Morte de Platão: ocuparia o cargo Aristóteles, porém foi preterido por ser considerado estrangeiro pelos atenienses; </li></ul><ul><li>Tornou-se em 345 a.C professor de Alexandre, o Grande; </li></ul><ul><li>Em 335 a.C retrona a Atenas e funda sua própria escola filosófica, conhecida como LICEU (onde ensinou por 12 anos); </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Em 323 a.C com a morte de Alexandre, os sentimentos antimacedônicos ganharam grande intensidade em Atenas, portanto, Aristóteles passa a ser perseguido; </li></ul><ul><li>Abandona Atenas, dizendo querer evitar que os atenienses “pecassem duas vezes contra a Filosofia.”( a primeira teria sido com Sócrates ); </li></ul>
  22. 22. PERÍODO PÓS-SOCRÁTICO <ul><li>Está época vai do final do período clássico (320 a.C.) até o começo da Era Cristã, dentro de um contexto histórico que representa o final da hegemonia política e militar da Grécia. </li></ul><ul><li>Ceticismo : de acordo com os pensadores céticos, a dúvida deve estar sempre presente, pois o ser humano não consegue conhecer nada de forma exata e segura. Epicurismo : os epicuristas, seguidores do pensador Epicuro, defendiam que o bem era originário da prática da virtude. O corpo e a alma não deveriam sofrer para, desta forma, chegar-se ao prazer. Estoicismo : os sábios estóicos como, por exemplo Marco Aurélio e Sêneca, defendiam a razão a qualquer preço. Os fenômenos exteriores a vida deviam ser deixados de lado, como a emoção, o prazer e o sofrimento. </li></ul>
  23. 23. EPICURISMO <ul><li>Fundado por Epicuro (324-271 a.C) propunha que o ser humano deve buscar o PRAZER pois, segundo ele, o prazer é o princípio e o fim de uma vida feliz; </li></ul><ul><li>Elabora dois grupos de prazeres: </li></ul><ul><li>PRAZERES DURADOUROS: que encantam o espírito: boa conversação; contemplação das artes; audição de música; </li></ul><ul><li>PRAZERES IMEDIATOS: movidos pelas explosões das paixões, resultando em dor e sofrimento. Ex: medos, cobiça, inveja. </li></ul>Para desfrutarmos os grandes prazeres do intelecto precisamos aprender a dominar os prazeres exagerados da paixão.
  24. 24. ESTOICISMO <ul><li>É a corrente filosófica de maior influência em seu tempo; </li></ul><ul><li>Fundada por Zenão de Cício (326-363 a.C); </li></ul><ul><li>ESTÓICOS: defendiam que toda realidade existente é uma realidade racional; </li></ul><ul><li>DEUS: é a fonte dos princípios que regem a realidade; “Somos deste mundo e, ao morrer, nos dissolvemos neste mundo.” </li></ul><ul><li>Em vez do PRAZER dos EPICURISTAS, Zenão propõe o DEVER da compreensão como o melhor caminho para a felicidade. Ser livre é viver segundo nossa própria natureza. </li></ul>
  25. 25. <ul><li>PLANO ÉTICO: auteridade física e moral = VIRTUDES; </li></ul><ul><li>Resistência ante o sofrimento; </li></ul><ul><li>Coragem ante o perigo; </li></ul><ul><li>Indiferença ante as riquezas materiais; </li></ul><ul><li>IDEAL: atingir o estado de plena serenidade para lidar com os sobressaltos da existência. </li></ul>
  26. 26. PIRRONISMO <ul><li>Fundador: Pirro de Élida (365-275 a.C); </li></ul><ul><li>Nenhum conhecimento é seguro, tudo é incerto; </li></ul><ul><li>Devemos nos contentar com as aparências das coisas, desfrutar o imediato captado pelos sentidos e viver feliz e em paz, em vez de se lançar à busca de uma verdade plena, pois é impossível ao homem saber se as coisas são efetivamente como aparecem; </li></ul><ul><li>É UMA FORMA DE CETICISMO: professa a impossibilidade do conhecimento, da obtenção da verdade absoluta. </li></ul>
  27. 27. PENSAMENTO MEDIEVAL <ul><li>O pensamento na IDADE MÉDIA foi muito influenciado pela Igreja Católica Desta forma, o teocentrismo acabou por definir as formas de sentir, ver e também pensar durante o período medieval. De acordo com SANTO AGOSTINHO, importante teólogo romano, o conhecimento e as idéias eram de origem divina. As verdades sobre o mundo e sobre todas as coisas deviam ser buscadas nas palavras de Deus. </li></ul><ul><li>Porém, a partir do século V até o século XIII, uma nova linha de pensamento ganha importância na Europa. Surge a escolástica, conjunto de idéias que visava unir a fé com o pensamento racional de Platão e Aristóteles. O principal representante desta linha de pensamento foi Santo Tomás de Aquino. </li></ul>
  28. 28. PENSAMENTO FILOSÓFICO MODERNO <ul><li>Com o RENANSCIMENTO Cultural e Científico, o surgimento da burguesia e o fim da Idade Média, as formas de pensar sobre o mundo e o Universo ganham novos rumos. A definição de conhecimento deixa de ser religiosa para entrar num âmbito racional e científico. O teocentrismo é deixado de lado e entre em cena o antropocentrismo ( homem no centro do Universo ). Neste contexto, René Descartes cria o cartesianismo, privilegiando a razão e considerando-a  base de todo conhecimento.  </li></ul><ul><li>A burguesia, camada social em crescimento econômico e político, tem seus ideais representados no empirismo e no idealismo. No século XVII, o pesquisador e sábio inglês Francis Bacon cria um método experimental, conhecido como empirismo. Neste mesmo sentido, desenvolvem seus pensamentos Thomas Hobbes e John Locke. </li></ul><ul><li>O ILUMINISMO surge em pleno século das Luzes, o século XVIII. A experiência, a razão e o método científico passam a ser as únicas formas de obtenção do conhecimento. Este, a única forma de tirar o homem das trevas da ignorância. Podemos citar, nesta época, os pensadores Immanuel Kant, Friedrich Hegel, Montesquieu, Diderot, D'Alembert e Rosseau. </li></ul>
  29. 29. PENSAMENTO FILOSÓFICO MODERNO <ul><li>O século XIX é marcado pelo positivismo de Auguste Comte. O ideal de uma sociedade baseada na ordem e progresso influencia nas formas de refletir sobre as coisas. O fato histórico deve falar por si próprio e o método científico, controlado e medido, deve ser a única forma de se chegar ao conhecimento. </li></ul><ul><li>Neste mesmo século, Karl Marx utiliza o método dialético para desenvolver sua teoria marxista. Através do materialismo histórico, Marx propõe entender o funcionamento da sociedade para poder modificá-la. Através de uma revolução proletária, a burguesia seria retirada do controle dos bens de produção que seriam controlados pelos trabalhadores. </li></ul><ul><li>Ainda neste contexto, Friedrich Nietzsche, faz duras críticas aos valores tradicionais da sociedade, representados pelo cristianismo e pela cultura ocidental. O pensamento, para libertar, deve ser livre de qualquer forma de controle moral ou cultural. </li></ul>
  30. 30. PENSAMENTO FILOSÓFICO CONTEMPORÂNEO <ul><li>Durante o século XX várias correntes de pensamentos agiram ao mesmo tempo. As releituras do marxismo e novas propostas surgem a partir de Antonio Gramsci, Henri Lefebvre, Michel Foucault, Louis Althusser e Gyorgy Lukács. </li></ul><ul><li>A ANTROPOLOGIA ganha importância e influencia o pensamento do período, graças aos estudos de Claude Lévi-Strauss. A fenomenologia, descrição das coisas percebidas pela consciência humana, tem seu maior representante em Edmund Husserl. A existência humana ganha importância nas reflexões de Jean-Paul Sartre, o criador do existencialismo. </li></ul>

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