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Slides primeiro ano completo

  1. 1. Primeiro Ano do Ensino Médio<br />Geografia<br /> Sociedade e Cotidiano.<br /> Fundamentos<br />Dadá Martins<br />Francisco Bigotto<br />Márcio Vitiello<br />Material produzido pela professora Laisa<br />
  2. 2. Atenção aluno !!!<br /> Nesta unidade são apresentado os principais conceitos relativos a ciências geográficas. Ressaltarei a importância destes conceitos para uma melhor compreensão da matéria a ser estudada nas próximas unidades. O aprofundamento da matéria ficará a cargo dos alunos em trabalhos de pesquisas, exercícios e diálogos em sala de aula. Porém, é de extrema importância o acompanhamento do livro didático para maiores detalhes da disciplina, visto que esta apresentação é apenas um resumo da unidade de estudo preparado pela professora.<br />
  3. 3. Unidade 1- O Espaço Geográfico<br />O espaço geográfico se constrói a partir da relação histórica entre a sociedade e a natureza e que, por isso mesmo, é dinâmico e está em constante transformação.<br />Podemos dividir o espaço em duas naturezas.<br />
  4. 4. - A primeira natureza- consiste no espaço intocado pelo ser humano, espaço no qual não sofreu transformações.  <br />Cataratas do Iguaçu - RS<br />
  5. 5. - A segunda natureza- consiste no espaço que sofreu alterações humanas, o que chamamos então de espaço artificial. <br /> <br />Dubai em 1991<br />Dubai em 2005<br />
  6. 6. O que é função social do espaço?<br /> <br />É a função na qual é exercida no ambiente de análise. <br />Exemplo1: Uma grande propriedade de terra onde se cultiva cana-de-açúcar para exportação. Função: plantação/agricultura.<br />Exemplo 2: Centro da cidade do Rio de Janeiro. <br />Função: centro comercial/empresarial/lazer...<br /> <br />Para entender as transformações espaciais, analisa-se: <br />Forma – Processo – Estrutura - Função<br />
  7. 7. <ul><li>Paisagem</li></ul>É tudo aquilo que vemos, o que nossa visão alcança é paisagem.<br />A paisagem está em constante transformação, adquirindo novas formas e funções no espaço geográfico.<br />
  8. 8. PaisagemNatural - predomínio dos aspectos naturais (relevo, vegetação, hidrografia, clima).<br />
  9. 9. - Artificial ou humanizada-onde há predomínio das ações humanas (ações antrópicas). Espaço onde ocorreu pouca ou grande intervenção humana que acarretou a transformação da paisagem (escolas, cidades, indústrias...)<br />
  10. 10. - Lugar<br />É a expressão da história cotidiana das pessoas, a maneira na qual elas ocupam o espaço, dos usos que fazem dele e a maneira de vivenciá-lo. É a base de reprodução da vida.<br />É no lugar que se encontra a identidade do grupo de pessoas que ali vivem. Seja um bairro, uma rua, uma vila. Não importa o tamanho ou dimensão do lugar. Ele é o caracteriza a existência humana no espaço.<br />Com o passar dos tempos, os lugares vão sofrendo alterações em suas paisagens, funções e tomando assim, novas configurações espaciais. Este processo de transformação é ainda mais intensificado à medida que o desenvolvimento econômico é expresso nas paisagens.<br />
  11. 11. Para refletir..... O que diferencia uma imagem da outra?<br />Cidade Pripiat devastada pela explosão da usina nuclear de Chernobyl <br />Centro da Cidade de Nova York<br />
  12. 12. - Região<br /> <br />O termo região é usado para expressar uma característica marcante que a distingue das áreas de seu entorno. É comum a determinação de região mais desenvolvida, região violenta, região da seca, região política e outras.<br />À esquerda: divisão dos países do Mercosul<br />À direita: Mapa das regiões geoecômicas<br /> do Brasil<br />
  13. 13. - Território<br /> <br />Devido a diversidade de conceitos relativos a território, adotaremos aqui um visão mais olística (geral/amplo) deste conceito para o entendimento da ciência geográfica.<br />Desta forma, o território poderá ser entendido como múltipla relação de poder: do poder material das relações econômico-políticas ao poder simbólico das relações culturais. <br />
  14. 14. - Estado-Nação<br /> <br />O Estado-Nação constitui uma das formas de organização do território mais representada em mapas políticos. Foi consolidado no século XIX, onde esta diretamente relacionado a expansão do capitalismo industrial. Este modo de organização do espaço teve início na Europa Ocidental e expandindo-se posteriormente pelo globo.<br />As fronteiras políticas definem a extensão geográfica da soberania do Estado-Nação. No interior do espaço que elas delimitam, ou seja, no território nacional, o poder do Estado é soberano. É ele quem estabelece as decisões internas, realiza os censos, organiza as informações sobre a população e as atividades econômicas e formula estratégias de desenvolvimento e proteção desse território. <br />
  15. 15.
  16. 16. <ul><li>Cartografia</li></ul>Pode ser definida como um conjunto de estudos e operações científicas, artísticas e técnicas, baseadas em informações coletadas diretamente ou análise de documentos, com o objetivo de elaborar e preparar cartas, planos e outras formas de representação.<br /> <br />
  17. 17. Mapas: são representações geométricas planas e simplificadas da superfície terrestre, ou parte dela, numa relação de proporcionalidade dada por uma escala.<br />Os mapas podem apresentar temas específicos, como por exemplo: clima, vegetação, população e outros. Esses mapas são denominados Mapas Temáticos.<br />
  18. 18. Carta: são representações cartográficas convencionais e planas, elaboradas com grande precisão, e revelam os fenômenos da superfície terrestre utilizando dados obtidos por meio de fotografias aéreas, imagens de satélites e trabalho de campo.<br />
  19. 19. Projeções Cartográficas<br />Os sistemas de projeções cartográficas foram desenvolvidos para dar uma solução ao problema da transferência de uma imagem da superfície curva da esfera terrestre para um plano da carta, o que sempre vai acarretar deformações.<br />Os sistemas de projeções constituem-se de uma fórmula matemática que transforma as coordenadas geográficas, a partir de uma superfície esférica (elipsoidal), em coordenadas planas, mantendo correspondência entre elas. O uso deste artifício geométrico das projeções consegue reduzir as deformações, mas nunca eliminá-las.<br />Os tipos de propriedades geométricas que caracterizam as projeções cartográficas, em suas relações entre a esfera (Terra) e um plano, que é o mapa, são:<br />a) Conformes – os ângulos são mantidos idênticos (na esfera e no plano) e as áreas são deformadas.<br />b) Equivalentes – quando as áreas apresentam-se idênticas e os ângulos deformados.<br />c) Afiláticas – quando as áreas e os ângulos apresentam-se deformados.<br />
  20. 20. Esta projeção deu origem ao planisfério que revela, para muitos estudiosos, uma visão eurocêntrica do mundo. Os países localizados nas latitudes mais elevadas apresentam áreas proporcionalmente maiores do que aqueles situados próximo aos trópicos. Note que a Europa aparece no centro do mapa com a sua área aumentada.<br />Visão eurocêntrica<br />Distorção de áreas em altas latitudes<br />Maiordistorção<br />Europa<br />- Menordistorção -<br />0º<br />MERCATOR<br />Maiordistorção<br />
  21. 21. As retas perpendiculares aos paralelos e as linhas meridianas têm intervalos menores, resultando na representação das massas continentais, um significativo achatamento no sentido Leste-Oeste e a deformação no sentido Norte-Sul, na faixa compreendida entre os paralelos 60o Norte e Sul, e acima destes até os pólos, a impressão de alongamento da Terra<br />Distorce a forma<br />Áreas Equivalentes<br />PETERS<br />
  22. 22. Unidade 3- Geografia, ambiente e desenvolvimento<br />Cap.12: Visão crítica e sociedade de consumo urbano-industriais<br />Aula 2: <br />Olá alunos, vamos dar um pulinho agora para o último capítulo do livro para complementar o aprendizado da aula prática de tivemos sobre os países desenvolvidos e subdesenvolvidos.<br />Neste capítulo vamos aprender como foram formadas as cidades do mundo subdesenvolvidos, os maiores problemas sociais enfrentados por ela .<br />Livro página 244.<br />
  23. 23. Note que nações como Estados Unidos, o Japão e a União Européia, apresentam alta intensidade luminosa, são regiões desenvolvidas e industrializadas que demandam de ampla rede energética, enquanto que países do continente africano e sul-americano apresentam grandes áreas ainda escuras, o que demonstram áreas economicamente menos desenvolvidas, com menor acesso à energia e a outros bens de consumo.<br />
  24. 24. Na foto, de 1996, ruínas da Babilônia.<br />As primeiras cidades, como Ur e Babilônia, foram construídas cerca de 3 000 anos antes da era cristã, na Mesopotâmia, região dos vales dos rios Tigre e Eufrates, no atual Iraque . Outras cidades surgiram nessa época, quase sempre associadas a grandes rios, que proporcionavam terras férteis e irrigação, garantindo a produção necessária de alimentos para abastecê-las. Para nosso referencial atual, eram cidades pequenas, mas, para a época, tratava-se de grandes aglomerações. Calcula-se que, por volta de 2500 a.C., Ur chegou a ter 50 mil habitantes e Babilônia, 80 mil.<br />
  25. 25. Com o advento da Primeira Revolução Industrial na Inglaterra, séc. XVIII, as cidades viraram um pólo atrativo da população devido a oportunidade de trabalho oferecido pelas indústrias. Começou assim o processo de urbanização.<br />
  26. 26. Conceito de Urbanização<br />A urbanização resulta fundamentalmente da transferência de pessoas do meio rural (campo) para o meio urbano (cidade). Assim, a idéia de urbanização está intimamente associada à concentração de muitas pessoas em um espaço restrito (a cidade) e na substituição das atividades primárias (agropecuária) por atividades secundárias (indústrias) e terciárias (serviços).<br />Entretanto, por se tratar de um processo, costuma-se conceituar urbanização como sendo "o aumento da população urbana em relação à população rural", e nesse sentido só ocorre urbanização quando o percentual de aumento da população urbana é superior a da população rural.<br />
  27. 27. A Organização das Nações Unidas (ONU) recomenda que os países considerem urbanos os lugares em que se concentrem mais de vinte mil habitantes. O processo de urbanização, no entanto, não se limita à concentração demográfica ou à construção de elementos visíveis sobre o solo, mas inclui o surgimento de novas relações econômicas e de uma identidade urbana peculiar que se traduz em estilos de vida próprios<br />
  28. 28. Urbanização em países desenvolvidos<br /><ul><li>Os fatores da urbanização nesses países estão ligados ao processo de industrialização
  29. 29. A urbanização se deu de forma lenta e gradual, as cidades foram se estruturando para receber os migrantes, melhorando a infra-estrutura urbana e o aumentando a oferta de empregos</li></ul>Assim, os problemas urbanos não se multiplicaram tanto como nos países subdesenvolvidos.<br /> <br />
  30. 30. Urbanização em países subdesenvolvidos<br /> <br /><ul><li>A urbanização nos países subdesenvolvidos foi bem mais rápida e desestruturada.
  31. 31. A formação das cidades em conseqüência da industrialização estão diretamente ligadas as péssimas condições de vida existentes na zona rural, em função da estrutura fundiária bastante concentrada, dos baixos salários, da falta de apoio aos pequenos agricultores.
  32. 32. Assim, há uma grande transferência de população para as cidades (migrações), para as grandes metrópoles, criando uma serie de problemas urbanos. Tais problemas são resultados de um fenômeno urbano característico de muitos países subdesenvolvidos: a macrocefalia urbana.</li></ul>A macrocefalia é o resultado da grande concentração das atividades econômicas, e dos serviços, e da população em algumas cidades, que acabam se tornando muito grandes relativamente. <br />Embora esse fenômeno ocorra também em países desenvolvidos, ele assume proporções maiores nos subdesenvolvidos.<br />
  33. 33. Conheçam agora algumas consequências da urbanização acelerada:<br />
  34. 34. ÊXODO RURAL<br />A falta de emprego no campo devido a mecanização agrícola, causou intenso processo de imigração para os grandes centros urbanos industriais.<br />A culpa é de quem?<br />
  35. 35. DESEMPREGO<br />Os imigrantes vindo das áreas rurais não encontram emprego na cidade.<br />A culpa é de quem?<br />
  36. 36. PROLIFERAÇÃO DE SUBMORADIAS<br />Favelas, cortiços, moradores de rua...<br />A culpa é de quem?<br />
  37. 37. Este aqui está globalizado!!!<br />A culpa é de quem?<br />
  38. 38. CONTRASTES SOCIAIS nas paisagens urbanas formando assim as segregações espaciais<br />Favela de Paraisopolis, em São Paulo. Esta é uma das conseqüências da rápida urbanização em países subdesenvolvidos.<br /> <br />Cria-se, assim, um meio social extremamente favorável a proliferação de outros problemas: a violência urbana, roubos, assaltos, seqüestros, assassinatos, atingem milhares de pessoas todo o ano fazendo muitas vitimas fatais..<br />A culpa é de quem?<br />
  39. 39. VIOLÊNCIA<br />Chacina da Candelária - 1993<br />Em 23 de julho de 1993, nas imediações da Igreja da Candelária, um grupo de homens encapuzados abriu fogo contra mais de 50 crianças, adolescente e jovens. Esse episódio ocorreu em um dos pontos mais conhecidos do Rio de Janeiro e causou protestos nacionais e internacionais.<br />Documentos confidenciais do Centro de Inteligência do Exército (CIE) apontam que o tráfico de drogas voltou ao Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, ocupado há menos de dois meses pela operação que contou com apoio das Forças Armadas. Na Vila Cruzeiro, outra área da zona norte ocupada em novembro, a Polícia Civil do Rio investiga pelo menos dois assassinatos que seriam represálias de traficantes. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.<br />Morro do Alemão – 2010<br />A culpa é de quem?<br />
  40. 40. INEFICIÊNCIA DOS TRANSPORTES PÚBLICOS<br />A culpa é de quem?<br />
  41. 41. AUMENTO DA POLUÍÇÃO ATMOSFÉRICA<br />CONGESTIONAMENTOS<br />INDÚSTRIAS<br />EDIFÍCIOS ARRANHA CÉU<br />A culpa é de quem?<br />
  42. 42. ENCHENTES<br />Causadas pelo excesso de pavimentação e resíduos sólidos<br />A culpa é de quem?<br />
  43. 43. RESÍDUOS SÓLIDOS<br />A culpa é de quem?<br />
  44. 44. Conclusão:<br /><ul><li>O consumo exagerado da sociedade capitalista, gera cada vez mais desperdício e lixo nas cidades. Este molde de produção que temos, está diretamente relacionado ao “modo americano de vida”.
  45. 45. Os problemas ambientais diferem em relação aos países ricos e pobres, a prova disso é que 20% da população é responsável pela geração da maior parte da poluição e esse percentual é similar ao percentual da população que possui as riquezas do mundo. Enquanto essa população vive em altos níveis de consumo, outra grande maioria, cerca de 2,4 bilhões de pessoas, não possui saneamento, 1 bilhão não tem acesso a água potável, 1,1 bilhão não tem habitação adequada e 1 bilhão de crianças estão subnutridas.
  46. 46. Em suma, percebe-se que a maioria dos problemas urbanos é primeiramente de responsabilidade do poder público que muitas vezes são omissos em relação a essas questões, em outros momentos podemos apontar a própria população como geradora de problemas, como o lixo que é lançado em áreas impróprias. Na verdade, a tarefa de fazer com que a cidade seja um lugar bom pra se viver é de todos os que nela habitam. </li></ul>Para interagir na Net:<br />Leiam o texto sobre Pegada Ecológica no livro na página 257<br />E depois façam o teste no site interativo: http://www.pegadaecologica.org.br/<br />Muito legal, vale a pena!!!<br />
  47. 47. Unidade 2- A sociedade, a constituição e a transformação das paisagens<br /> <br />CAP.5- ESTRUTURA GEOLÓGICA E RELEVO<br />CAP.6- O RELEVO TERRESTRE<br />
  48. 48. A Teoria do Big Bang<br />Até o momento, a explicação mais aceita sobre a origem do universo entre a comunidade cientifica é baseada na teoria da Grande Explosão, em , o Big Bang. <br />Nesta teoria, o universo não é estático e se encontra em constante expansão, ou seja, as galáxias estão se afastando umas das outras. Portanto, no passado elas deveriam estar mais próximas que hoje, e, até mesmo, formando um único ponto.<br />A teoria do Big Bang foi anunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado estadunidense, George Gamow (1904-1968). Segundo ele, o universo teria surgido após uma grande explosão cósmica, entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. O termo explosão refere-se a uma grande liberação de energia, criando o espaço-tempo. <br />
  49. 49. Supõe-se que a Terra tenha 4,6 bilhões de anos. Um milhão de anos após sua formação, a superfície da Terra já apresentava um aspecto semelhante ao atual, com rochas, oceanos e uma temperatura não muito diferente da que existe na atualidade.<br />Para estudar a longa vida da Terra, conhecida como tempo geológico, dividiu-se o tempo em unidades chamadas eras. As eras, por sua vez, foram divididas em períodos, e os períodos em épocas. <br />Cada era se caracteriza pela forma como se encontravam distribuídos os continentes e os oceanos, e pelo tipo de organismos que neles viviam. As eras geológicas são:<br />Pré-Cambriana (a mais antiga), Paleozóica, Mesozóica e Cenozóica (a mais recente).<br />
  50. 50. No decorrer do tempo, os continentes foram mudando de posição, aproximando-se e voltando a separar-se lentamente....<br />Durante a Era Paleozóica havia apenas três grandes massas continentais, que se uniram ao final dessa era dando origem ao supercontinentePangéia ou Gondwana<br />Durante a Era Mesozóica, o supercontinentePangéia se fragmentou em diversos blocos, que começaram a separar-se a partir do Período Triássico, até chegar à atual distribuição de continentes e oceanos. <br />Durante o Período Quaternário, o clima mudou em quatro ocasiões, tornando-se muito mais frio. O gelo polar recobriu boa parte da Europa, da América do Norte e do norte da Ásia. Essas mudanças climáticas são conhecidas como glaciações. A fauna e a flora tiveram de adaptar-se a essas grandes transformações.<br />
  51. 51. PRÉ-CAMBRIANA A Era Pré-Cambriana compreende o tempo transcorrido entre a formação da Terra e o início da Era Paleozóica, há 570 milhões de anos. Em algum momento deste longo período de tempo ocorreu o mais importante fenômeno da história terrestre: o surgimento da vida. Os primeiros fósseis conhecidos têm dois bilhões de anos, e acredita-se que sejam restos de antigas bactérias.<br />ERA PALEOZÓICA A Era Paleozóica ou Primária veio após a Pré-Cambriana e durou 325 milhões de anos. Durante esse tempo surgiram na Terra inúmeros animais invertebrados, como insetos e escorpiões.<br />Surgiram, nesta ordem, os peixes, os anfíbios e os répteis, e também as primeiras plantas terrestres, os fetos. Por volta do final da Era Paleozóica, todos os continentes estavam unidos em um só, o Pangéia .<br />Fóssil de trilobitas<br />
  52. 52. ERA MESOZÓICA A Era Mesozóica -ou Secundária- durou 160 milhões de anos. Ao longo dela surgiram numerosos grupos de répteis, alguns dos quais eram terrestres (dinossauros), outros voadores (pterossauros) e outros viviam na água (ictiossauros). Surgiram também os invertebrados como por exemplo os moluscos.<br />ERA CENOZÓICA – a era atual em que vivemos, neta era que acontece o surgimento da espécie humana. Caracteriza-se também pela configuração atual dos continentes e dos oceanos. Ocorrência das glaciações.<br />Um dos dois crânios do 'Australopithecussediba' encontrados na África do Sul. A nova espécie é possivelmente um ancestral dos humanos modernos.<br />
  53. 53. As camadas da terra<br />O planeta Terra em toda sua dimensão esférica possui várias camadas que variam quanto sua composição química e física, essas camadas estão divididas em: <br />Crosta: É a parte mais superficial da terra, composta por material que foram resfriados e solidificados (silicato de alumínio) SIAL. A primeira camada, basicamente é formada por composição de granito nos continentes e basalto nos oceanos . Chega a atingir cerca de 70 Km de espessura.<br />Manto: Segunda camada da Terra, formada por minerais, como o silício e magnésio (SIMA). É a porção mais volumosa das três camadas.<br />Núcleo: O núcleo corresponde a 1/3 da massa da Terra e contêm basicamente elementos metálicos (ferro e níquel- NIFE), o núcleo é dividido em núcleo interno e externo, sendo um sólido e outro líquido. As peraturas são altíssimas, 5.000oC.<br /> <br />
  54. 54. Ainda dentro das três divisões existem subdivisões:<br /> Litosfera: é uma fina camada da terra composta por rochas e solos onde desenvolve a vida. <br />Astenosfera: Profundidade entre 60 a 400 km da superfície terrestre, faz parte do manto superior e é composta por rochas fundidas dentro dessa estrutura predominantemente sólida. <br />Mesosfera: É uma larga camada sólida, com densidade muito superior a das rochas encontradas na superfície terrestre.<br />
  55. 55. A teoria da Deriva Continental<br />A Terra não é estática!!<br />Teoria criada pelo alemão Alfred Wegener, na qual ele afirmou que há, aproximadamente, 200 milhões de anos não existia separação entre os continentes, ou seja, havia uma única massa continental, chamada de Pangeia e um único Oceano, o Pantalassa.<br />Depois de milhões de anos houve uma fragmentação surgindo dois megacontinentes chamados de Laurásia e Godwana, e a partir daí os continentes foram se movendo e se adequando às configurações atuais. O ponto crucial para o desenvolvimento da teoria da Deriva Continental, que na sua essência significa movimentação dos continentes, ou ainda, placas que se movem, é a constatação de que a Terra não é estática. Então Wegener percebeu que a costa da África possuía contorno que se encaixava na costa da América do Sul. <br />Outro vestígio que reforça a teoria foi a descoberta de fósseis de animais da mesma espécie em continentes diferentes, pois seria impossível que esses animais tivessem atravessado o Oceano Atlântico, a única explicação é que no passado os dois continentes encontravam-se juntos.<br />
  56. 56. As placas Tectônicas<br />A Crosta Terrestre é formada por um conjunto de placas tectônicas que deslizam sobre uma camada viscosa e fluida denominada astenosfera, na qual possibilita a movimentação e a formação dos continentes.<br />Movimentos das placas<br />1- movimento conservativo<br />Falha transformante- elas deslizam lateralmente<br />2 e 4-Convergentes- as placas vão de encontro uma da outra. Podendo uma delas mergulha sob a outra (2) ou as duas erguerem juntas (4).<br />3- Divergente- as placas se distanciam entre si.<br />
  57. 57. O que são rochas?<br />São agregados de minerais que formam toda a crosta terrestre e as partes mais profundas do planeta (com exceção do núcleo externo, que é a única parte líquida existente no interior da Terra). As rochas da crosta podem ser facilmente observadas em seus três tipos:<br />• Rochas ígneas ou magmáticas, formadas pela cristalização do magma;<br />•  Rochas sedimentares, formadas pela compactação e endurecimento de sedimentos<br />;•  Rochas metamórficas, formadas pela transformação de qualquer tipo de rocha quando submetida a altas temperaturas e pressões.<br />
  58. 58. Tipos de Rochas <br />Rochas Magmáticas ou Ígneas<br />As rochas magmáticas, ou ígneas, como também são chamadas, são formadas pelo magma solidificado expelido por vulcões, e ainda podem ser subdivididas em dois tipos: intrusivas e extrusivas;<br />Rochas magmáticas intrusivas<br />São as rochas formadas pelo magma que se solidificou em grandes profundidades. O granito é uma das variedades desse tipo de rocha. No Brasil, algumas serras são formadas de granito, como a da Mantiqueira, do Mar, e algumas serras do Planalto Residual Norte-Amazônico. <br />O granito é uma rocha ígnea de grão fino, médio ou grosseiro, composta essencialmente por quartzo e feldspatos, tendo como minerais característicos freqüentes a muscovita, biotita ou mica.<br />
  59. 59. Rochas magmáticas extrusivas<br />São as rochas que são formadas pelo magma solidificado na superfície. Um exemplo de rocha extrusiva é o basalto. <br /> <br />Basalto<br /> A rocha basáltica geralmente possui cor escura acentuada sendo muito explorada para a construção civil.<br />O basalto é produzido principalmente nas erupções que ocorrem:<br />- nas dorsais meso-oceânicas, que são o foco da expansão do assoalho oceânico e dão origem à chamada tectônica de placas, assim, a maior parte do embasamento oceânico é constituído de basaltos;<br />
  60. 60. Rochas Sedimentares<br />Essas rochas se formam do processo de intemperismo físico ou químico de outras rochas.<br /> <br />Intemperismo é processo de desgaste das rochas. Estes desgastes podem ser físicos ou químicos.<br /> <br />As rochas sofrem o processo de intemperismo, erosão, transporte e sedimentação.<br />Temos no Brasil algumas grandes bacias sedimentares, que receberam sedimentos erodidos a partir de áreas mais altas. É o caso da Bacia do Paraná, da Bacia do Parnaíba, da Bacia Amazônica e de outras bacias menores. Como a sedimentação nessas bacias ocorreu durante muito tempo, as camadas inferiores foram suficientemente soterradas para que se transformassem em rocha dura: as rochas sedimentares.<br /> <br />
  61. 61. Como ocorre o intemperismo?<br />
  62. 62. Rocha metamórfica é um tipo de rocha derivado da metamorfose (transformação) de rochas magmáticas ou sedimentares que sofrem modificação em sua composição atômica, devido à influência das diferentes condições de temperatura, pressão ou atrito.<br />Exemplos de rochas metamorficas são o mármore (originado do calcário), quartizito (originado do arenito), gnaisse (originado do calcário) <br /> <br />
  63. 63. O ciclo das Rochas<br />
  64. 64. Minerais<br />Os minerais são substâncias encontradas na natureza, formados por uma composição química equilibrada, resultante de milhões de anos de processos inorgânicos (ação do calor, pressão, etc). A maioria dos minerais é sólido, como feldspato, mica, quartzo, mas há alguns líquidos, como a água e o mercúrio.<br /> *** rochas é um agrupamento de minerais<br />Os minerais podem ser metálicos e não metálicos.<br />Metálicos- ferro, manganês, bauxita, ouro, prata ...<br />Não metálicos- carvão, quartzo e rubi.<br /> <br />- muitos minerais constituem metais preciosos, como ouro, prata e diamantes<br />- os minerais são extraídos pelo homem de uma maneira muito mais rápida do que o tempo que leva para sua formação. Sendo assim, os minerais são recursos naturais não-renováveis. <br />
  65. 65. O Relevo Terrestre. Página 107<br />O relevo terrestre e submarino se desenha através da ação de vários fatores internos e externos. Dependendo da força da ação, formam-se vários tipos de relevo, alguns mais altos, como planaltos e montanhas, e outros mais baixos, como é o caso de planícies e depressões.<br />Os seres vivos também ajudam a esculpir o relevo e, ao mesmo tempo, dependem dele.<br />Como se formou o relevo terrestre? Como é o relevo brasileiro? Como é superfície da Terra por baixo da água? Como mudamos a crosta terrestre? E por que esse assunto é importante para nós?  <br />
  66. 66. Relevo – “é o conjunto de formas presentes na superfície sólida do planeta”. Resulta da estrutura geológica (fatores internos) e dos processos geomórficos (fatores externos). O primeiro forma a estrutura do relevo e o segundo esculpe as formas.<br />Agentes endógenos do relevo (endo-dentro)<br />Os agentes endógenos, ou internos, do relevo são processos estruturais que atuam de dentro para fora. Às vezes, vêm com muita força e rapidez, modificando o relevo. Eles acontecem por causa do movimento das placas tectônicas e dos fenômenos magmáticos. <br />São exemplos de agentes internos: o tectonismo, o vulcanismo, os terremotos e abalos sísmicos.<br /> <br />Agentes exógenos do relevo (exo- fora)<br />Agentes exógenos, ou externos, são aqueles que esculpem o relevo terrestre através de um processo erosivo, o intemperismo, que pode ser químico (alteração da constituição da rocha), físico (desintegração) ou biológico (ação dos seres vivos). <br />Na superfície da Terra, ou seja, no ambiente onde hidrosfera, atmosfera, biosfera e litosfera interagem, ocorrem os chamados processos geológicos de superfície. Todos podem ocorrer fisicamente (nas partículas) ou quimicamente (nos materiais dissolvidos na água):<br />
  67. 67. •  Intemperismo, que transforma as rochas duras em grãos soltos; <br />•  Erosão, ou seja, a retirada do seu local de formação; <br />•  Transporte (pela água, na forma de rios, enxurradas, ou mesmo nos oceanos, pelas ondas, marés e correntes, vento ou geleiras); <br />•  Sedimentação, que ocorre quando o agente de transporte não tem mais energia para continuar a carregar o material. <br />
  68. 68. O intemperismo físico é a desagregação das rochas por agentes físicos e biológicos.<br />A temperatura do ar e a água são agentes físicos. Por exemplo: as rochas estão superaquecidas, pelo calor do sol, daí são resfriadas bruscamente pelas chuvas, dessa forma ocorre a desagregação das rochas. <br />Químico e físico<br />
  69. 69. O intemperismo químico é a decomposição das rochas por agentes químicos e biológicos, por exemplo, formação das cavernas.<br />A matéria orgânica produz substâncias que causam a decomposição das rochas, é portanto, um exemplo de intemperismo químico.<br />Intemperismo Biológico é causado pela ação das raízes e plantas<br />
  70. 70. Principais formas de relevo<br />Planície – áreas extensas planas em que há mais sedimentação que erosão.<br /> Áreas chatas e mais baixas, geralmente, no nível do mar. Porém, podem ficar em terras altas, como as várzeas de um rio num planalto.<br />Montanha – terrenos bastante elevados, acima de 300 metros. <br />Depressão – áreas situadas abaixo do nível do mar ou das outras superfícies planas.<br /> Depressão absoluta- estão situadas abaixo do nível do mar. (depressão do mar Morto)<br /> Depressão relativa- estão situadas acima do nível do mar, mas abaixo das áreas vizinhas.<br />5) Planalto – terras mais altas que o nível do mar, razoavelmente planas delimitadas por escarpas íngrimes. Há mais erosão que sedimentação.<br />
  71. 71.
  72. 72. Existem vários tipos de formas na crosta terrestre. Elas são conseqüências de ações na superfície terrestre e muda com o desgaste das áreas mais elevadas e com a deposição de materiais nas superfícies deprimidas. Ações internas como o terremoto e o vulcanismo também alteram o relevo. Os seres vivos mudam o terreno escavando-o, degradando-o, ou fornecendo matéria orgânica. Eles também necessitam do relevo, que é importante no plantio de certos produtos para os agricultores e, conseqüentemente, para toda a sociedade. Cidades litorâneas e turísticas dependem muito do relevo.<br />Assim como o relevo influencia na vida de pessoas, seres vivos modificam o relevo. Animais e raízes de plantas escavam a terra, provocando fendas no solo. As plantas têm um papel importante como protetoras do solo, pois fornecem matéria orgânica e impedem sua destruição. A intervenção humana sobre a superfície terrestre, construindo e destruindo formas de relevo, é chamada de erosão antrópica ou acelerada, já que acelera processos naturais. Ações como o desmatamento ou o corte de um barranco para a construção de estradas causam grandes desequilíbrios e aceleram a erosão da superfície.<br />Deste modo, a crosta terrestre sofre alterações, tendo de se adaptar às mudanças dos seres vivos, o ser humano tem que se adaptar a Terra e conviver com ela, por isso é importante conhecer o relevo.<br /> <br />
  73. 73. O relevo Submarino<br />Plataforma continental- É um prolongamento da área continental emersa (o continente) com profundidade de até 200 m apresenta-se na forma de planície submersa que margeia todos os continentes, sua extensão varia de 70 km a 1.000 km. <br />É nessa área que encontramos as ilhas chamadas de continentais ou costeiras, essas ilhas normalmente são separadas do continente apenas por canais ou estreitos e caso ocorresse um recuo (abaixamento) no nível das águas oceânicas e essas ilhas tornar-se-iam partes do continente. Além disso, é aí também que se depositam os sedimentos vindos dos continentes através das águas dos rios que deságuam no mar.<br />A plataforma continental é considerada a área mais importante do relevo submarino, pois é nessa região que a luz do sol atinge praticamente o fundo oceânico, permitindo a ocorrência de fotossíntese e o crescimento do plâncton, este último, indispensável para a alimentação de peixes e animais marinhos. Por isso, ficam aí as maiores regiões pesqueiras e também as bacias petrolíferas.<br />
  74. 74. Talude continental - É outra unidade do relevo submarino, que se forma imediatamente após a plataforma continental. Tem origem sedimentar e inclina-se até o fundo oceânico, atingindo entre 3.000 e 5.000 metros de profundidade. O relevo do talude continental não é regular, ocorrendo freqüentemente cânions e vales submersos.<br />Nessa área encontramos restos de seres marinhos e argila muito fina. Podemos ainda encontrar nessa região vulcões isolados e dispostos em linha, que dão origem às ilhas oceânicas, por exemplo, as ilhas do Havaí. <br />Planície abissal ou bacia - São áreas extensas com mais de 5.000 m de profundidade. Estendem-se desde o talude continental até as encostas das cordilheiras oceânicas. Por vezes, essa planície é interrompida por montes submarinos (com alturas entre 200 metros e 1.000 metros) ou mesmo por montanhas submarinas, de origem vulcânica com elevações acima de 1.000 metros, dando origem por vezes a ilhas oceânicas.<br />Nesta zona do oceano não há luz alguma, as temperaturas são baixas e a vida marinha não é tão abundante, predominam peixes cegos, algas e polvos gigantes. <br />
  75. 75. Cordilheira oceânica - São elevações que ocorrem de forma regular ao longo dos oceanos. Estendem-se por 84 mil quilômetros no total, com uma largura por volta dos mil quilômetros. Nessa área encontramos intensa atividade sísmica (tremores) e vulcânica. A cordilheira oceânica divide a crosta submarina em duas partes, representado uma ruptura ou cicatriz produzida durante a separação dos continentes.<br />No oceano Atlântico, a cordilheira oceânica é chamada de meso-atlântica, porque ocupa a parte central deste oceano, na Islândia a cordilheira emerge na forma de ilha e a área é constantemente abalada pelos fenômenos já citados. Nos oceanos Pacífico e Índico, as cordilheiras áreas mais laterais (marginais) mais próximas dos continentes. <br />Fossas oceânicas-São depressões alongadas (compridas) e estreitas, com grande declividade que ocorrem ao longo das áreas de subducção de placas tectônicas, ou seja, são fendas que atingem grandes profundidades entre 7.000 e 11.037 m, onde a placa oceânica mergulha de volta para o manto.<br />
  76. 76.
  77. 77. Relevo brasileiro <br />O relevo brasileiro é constituído de diversas formas, dentre elas, “serras, planaltos, chapadas, depressões, planícies”, etc., ocasionadas, principalmente, por processos externos, como a chuva e o vento. No continente, os agentes internos não participaram da formação do relevo, mas algumas ilhas foram formadas por atividades vulcânicas no passado.<br />A estrutura geológica é, predominantemente, antiga, as mais recentes são da era cenozóica.<br />O relevo classifica-se em diversas regiões. Vários autores classificam-no de formas diferentes. Adotaremos para estudo, a classificação de Aroldo de Azevedo.<br />
  78. 78. A classificação de Aroldo de Azevedo:<br />- Planalto das Guianas (região Norte: Amapá, Amazonas, Roraima e Pará)<br />- Planalto Central (ao centro)<br />- Planalto Atlântico (região leste)<br />- Planalto Meridional (região Sul – Paraná e Santa Catarina – e São Paulo)<br />- Planície Amazônica (Amazônia)<br />- Planície Costeira (litoral)<br />- Planície do Pantanal (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul)<br />
  79. 79. Conclusão<br />Existem vários tipos de formas na crosta terrestre. Elas são conseqüências de ações na superfície terrestre e muda com o desgaste das áreas mais elevadas e com a deposição de materiais nas superfícies deprimidas. Ações internas como o terremoto e o vulcanismo também alteram o relevo. Os seres vivos mudam o terreno escavando-o, degradando-o, ou fornecendo matéria orgânica. Eles também necessitam do relevo, que é importante no plantio de certos produtos para os agricultores e, conseqüentemente, para toda a sociedade. Cidades litorâneas e turísticas dependem muito do relevo.<br />Assim como a crosta terrestre sofre alterações, tendo de se adaptar às mudanças dos seres vivos, o ser humano tem que se adaptar a Terra e conviver com ela, por isso é importante conhecer o relevo.<br />

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