PERIODONTIA

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2006 dois métodos histometricos distintos comparativos de periodontite induzida em ratos

  1. 1. PERIODONTIA R. Periodontia - Setembro 2006 - Volume 16 - Número 03 mois iiiitâtopos ii-iistoiiriiâtiaicos pistitiitos CQMPAEIATEVQS me iveitioportnrite HNIDUZHDA EW¡ mms Comparison of two distinct histometric methods for the analysis of induced periodontitis in rats Alex Semenoff Segundo', Álvaro Francisco Bosco? , Tereza Delle Vedove Semenoffâ Samyra Lopes Buzellei, Reginaldo Vicente Ribeiroã Elerson Gaetti Jardim Júnior* RESUMO Em instituições que não dispõem de câmara acoplada ao microscópio, buscam-se altemativas para análises histométricas. Com esse objetivo, compararam-se os resultados de dois me'- todos histométrícos distintos em periodontite de ratos. Após anestesia, posicionou-se um ño de seda em volta do segundo molar superior direito, e aguardaram-se 60 dias para a eutaná- sia. As peças foram preparadas, coradas e montadas. A análise histométrica utilizada foi a distância entre a junção amelocementária na face mesial do segundo molar até a libra periodontal inserida (Jac-F( e a crista óssea alveolar (Jac-O). Empregaram-se dois métodos de histometria, imagem digitalizada e retroprojetor de lâminas. A partir da obtenção dos dados, foram realizadas as médias dos grupos e compara- das. Os dados foram submetidos à análise estatistica, utilizan- do o teste T para amostras independentes (p < 0,05). Os resul- tados das médias para Jac-F foram 0,97 mm para imagem digitalizada e l, 13 mm para imagem do retroprojetonjá para Jac-O, foram 3, l mm para imagem digitalizada e 2,8 mm para imagem do retroprojetor. Não se observaram diferenças signi- ñcativas (p > 0,05( entre os grupos, tanto para Jac-F como Jac- O. Conclui-se que as duas metodologias de avaliação histométrica podem fornecer similaridades nos resultados. U/ VIIERMOS' Método. ratos, periodontite, perda de in- serção periodontal e perda óssea alveolar R Periodontia 2006; l 6:5- 1 1 . " Dou/ orando em [ieríorlon/ ia - I-acu/ (lar/ L' (Ir: adorno/ Quiz¡ : la atrai/ um' de «iram/ nba ~ I flw-ISP v [nv/ amor (le clínica in/ egraz/ z¡ i: /ieriodoii/ ia do Gen/ m I / nii iz-rsi/ rírio de lkírztw GNU/ dl'. ,III I / NIVAG i Pit/ amor' adj/ mio - rlilstipliirt¡ de parar/ anna, l-'acu/ zk/ rle de Oríoulo/ qqíz¡ da ckrmpux do ¡Imça/ uba v (IN/ SP i Alm/ re em andar/ anna pela UIlÍlrVJRVÍt/ (lde ! Jr/ warm : la Brut/ l - ULBRA L' / ntg/ imara de CÍÚIÍCU in/ cgiaz/ zi, anular/ milk¡ e ; Microbiologia da Con/ ro I Iniivsrsi/ zírio de Várzea Givmzlz: .ri/ T ~ [JN/ MIG * Graz/ nando depirmzíciki pelo Ceu/ m lluirms/ Izírio de Várzea Grant/ c v (IN/ VAC ' Graduado em bio/ agiu pelo Ceu/ m Uriiiirzixi/ tírio t/ e Mirra¡ Gram/ e v HIV/ IMG " PITJ/ KWOI' (It/ finito - rILxtqI/ inzi de Inicmbialogra. Facil/ dade' de (Jr/ an/ a/ogiu r/ o (kim/ nu do ; livrar/ aba - l/ N/ÂYP Recebimento: 04/05/06 - Modificação: 18/05/06 - Aceite: 19/06/06 inrmonuçÁo O modelo de câmara acoplado ao microscópio e computador é amplamente usado em trabalhos que envolvam histopatologia. Entretanto, o custo desse equi- pamento leva as instituições de ensino a não adquiri-lo. A dificuldade gerada por esse fator conduziu a busca de uma altemativa mais barata, para viabilizar a pesquisa em locais que não tenham esse sistema. Apesar de buscar uma alternativa mais barata, o método para uma pesquisa cientíñca é fundamental. As informações obtidas devem ser consideradas válidas, quando o pesquisador busca clareza nas idéias e impar- cialidade em seus resultados. (SUSlN & RÕSlNG, 1999). A metodologia da histometria da doença periodontal é bem variável. Os diferentes métodos usam radiografias, fotografias, imagens digitalizadas, mensurações clinicas, programas analisadores de ima- gens, dentre outros (CARRANZA, et al. , 1969,' CRAWFORD et al. , 1978,' KLAUSEN, et al. , 1989, GYÕRFl, etal. , 1994, MANDALUNIS et al. , 1998, MITSUDA et al. , 2002, GASPERSlC, et al. , 2002. NOClTl et al. , 2001, BENATl et al. , 2003, KUHR, et al. , 2004, BREIVIK et al. , 2006). Neste estudo realizou-se a comparação de duas formas de interpretação dos resultados. Na primeira, as imagens foram captadas pelo conjunto microscópio, 5
  2. 2. R. Periodontia 16(3):5-11 . '_J 055-3 x J : _ o¡ IIIIII' 'r 's _F ¡ m ooo¡ f 74d¡ GJ . r - '. _o - . .v f' ; à : L s¡ a _ , i I c' v' ' . . (- Í. f' Fêirionomm Figura l- Distância entre a (Lmção amelocemariária (Inc) na face maia] do segundo molar e a libra periodontal kiser-ida (Ian-F), e distância entre ajac e a Cl'ÍS›1a óssea alveolar (lan-O). câmara e computador, e mensuradas. No segundo usou-se um retroprojetor de lâminas hístológicas, em que eram mensuradas diretamente em uma tela adequada para projeções. Ambos os métodos são adaptações de outros estudos, na tentativa de sim- plificar e tornar a pesquisa mais rápida e barata (BREIVIK 6. THRANE, 2000 SUSlN S. RÕSlNG, 2003; CAVAGNI et al. , 2005). Sendo assim, constitui-se objetivo do estudo comparar duas formas de avaliação histométrica de periodontite induzida em ratos. MÉTODOS Animals Para o presente experimento foram selecionados oito ratos machos da espécie Xñstar com peso inicial de 290-3 I 5 gramas, obtidos do Biotério central do Univag (Centro Universitário de Várzea Grande. MT. Brasil). Os mesmos passaram por uma adap tação ao novo ambiente durante duas semanas. Os animais fo- ram mantidos em caixas moradias em número de quatro, com 6 Figura 2- l-'otograiiado rampmietorde lâmina histológica risada no mudo.
  3. 3. PERIODONTIA l-'iguni 3- Figum demonstrando : i hislometrizi com régua zicnlicri na lulu de prriieçõtzs. ração padronizada e água ad Iibitum, sob Ciclo claro/ escuro e temperatura controlada a 23° C. O experimento foi aprovado e registrado pelo Comitê de ética em pesquisa animal. Doença periodontal experimental Todos os procedimentos de indução de doença periodontal foram realizados sob anestesia geral, através de administração intramuscular de 0, l ml de Cloridrato de quetamina (Dopalen, Agribrands. Saúde Animal, Paulinia, SF. ” Brasil), associado a 0,05 ml de Cloridrato de xylazina (Rompun, Bayer. Saúde Animal, São Paulo, SP. Brasil( por cada l 00 gramas de peso do animal. Após anestesia foi acondicionado um fio de sutura estéril número 4, (Ethicon, Johnson e Johnson, São Paulo, Brasil( em volta do se- gundo molar superior direito. Decorrido um período de óO dias, os animais foram submetidos à eutanásia por deslocamento cervical. R. Periodontia 16(3):5-11 Procedimentos laboratoriais As peças removidas, contendo hemi-maxilas direita, foram ñxadas em formol a 10% por 48 horas. Em seguida foram descalcificadas em EDTA por aproximadamente i4 dias, sendo lavadas, desidratadas, diafanizadas e incluidas em parafina. Os blocos foram incluidos de maneira a permitir cortes histológicos ao longo eixo dos dentes no sentido mesicrdistal, com espessura dos Cortes de 7 um. Durante o processo de microtomia, os espé- cimes eram observados no microscópio, na busca de uma pa- dronização, com a visualização da câmara radicular e pulpar, en- tre 0 primeiro e segundo molares. Devido à dificuldade da padro- nização das lâminas foi perdida uma hemi-maxila. Encontrados os critérios acima descritos, eram iniciados cortes seriados até atingir o maior número de lâminas possível. Após esse passo, eram coradas com hematoxilina de Haris e eosina e, então, mon- tadas.
  4. 4. R. Periodontia 16(3):5-11 DIFERENÇA DO ERRO PADRÃO DA MÉDIA DAS IMAGENS DIGITALIZADAS E RETROPROJETOR, NAS CALIBRAGENS EXECUTADAS PRÉVIAMENTE E DURANTE A ANÁLISE EM MILIMETROS _ Calibragem prévia Jac-F Jac-O Durante a análise Jac-F Jac-O Os dzulm : ipnrscntirm : i diferença¡ do erro padrão da média RESULTADOS HISTOMÊTRICOS PARA ANÁLISE DOS GRUPOS DIGITAL E RETROPROJETOR EM MILIMETROS - -lulir-l -'~'~r-'= ir›-= il'-= =~» Jac-F 0,97 + 0,51 1,13 + 0,45 0,54 0,50 JaCO 3, l 0 + 0,76 2,80 + 0,85 (ls dados apresentam : Ls médias, !ÍBVÍUS pzrdifies e os valores do p_ uszurdo o 1151C T de Student Análise histométrica Antes do início da Captação das imagens, o operador seleci- onava 30 lâminas seriadas de cada espécime. Nesses Cortes ne- cessariamente eram observados primeiro e segundo molares, contendo polpa coronária, junção amelocementãria evidente na porção mesial do segundo molar, Crista óssea passível de identiñ- cação e feixe de fibra evidente ao longo eixo da raiz mesial (SEMENOFF- SEGUNDO, 2003). A partir da seleção das lâminas, a análise histométrica escolhida para o estudo foi a distância entre a junção amelocementãria (Jac) na face mesial do segundo molar e a libra periodontal inserida (Jac-F(. Esse parâmetro foi estabelecido como perda de inserção histológica. Analisou-se também, a distância entre a Jac e a crista óssea alveolar (Jac-O( que, nesse estudo, foi considerada a perda óssea alveolar (figura l(. A mensuração das distâncias citadas anteriormente foi re- alizada de duas formas. Na primeira, com um sistema de avalia- ção de imagens por computador, utilizando o software lmageLab 2000 (Diracon Bio informática Ltda. , Vargem Grande do Sul, Sl? Brasil). As imagens dos cortes histológicos foram capturadas por câmera digital (JVC, Japan( acoplada a microscópio convencio- nal trinocular (Carl-Zeiss, Jenamed 2. Germany( com lente 12, 5/ 0,25 e transferidas para um computadot As imagens digitalizadas foram analisadas Com o software lmageLab 2000. Antes das mensurações, o programa foi calibrado para realização das me- 8 PERIODONTIA didas em milímetros, com a captação das imagens com lente de aumento de 125/025. Na segunda, foi usado um retroprojetor de lâminas histológicas (Ken-A-Vision Microprojector, Model TYRO, USA. , N° série 8694( (ñgura 2( a uma distância de 60 cm da tela. Essa distância representa um aumento de 20 vezes, comparado ao modelo digital. Para se chegara essa proporção, previamente os autores realizaram uma calibração de medidas, comparando-as com o modelo digital que, neste estudo, foi considerado o padrão ouro. O instrumento de mensuração utilizado foi uma régua acrílica (Acrimed indústria Brasileira de Produtos Acrílicos e Metalúrgicos Ltda( de 30 cm, apoiada diretamente na imagem projetada em uma tela adequada para projeções (ñgura 3). Confiabilidade dos resultados Para Confiabilidade dos dados foram realizadas Calibragens intra-examinador, sendo uma previa e outra durante a analise das lâminas. Na Calibragem prévia ao estudo, foram selecionadas ale- atoriamente 60 lâminas dos animais do grupo ligadura e realiza- das duas leituras com intervalo de uma semana de diferença (SUSlN & RÕSlNG, 2003). Para a Calibragem durante a análise, a cada i5 lâminas examinadas, retornava-se à primeira desse gru- po de lâminas analisadas e uma nova leitura era realizada (SUSlN S. RÕSlNG, 2003). A analise do erro padrão da média das imagens digitalizadas para Calibragem prévia foi de 0,004 mm Jac-F e 0, 002 mm Jac- O. Na Calibragem durante a análise foi de 0,002 mm Jac-F e 0, 002 mm Jac-O. As imagens obtidas do retroprojetor de lâmi- nas, para análise prévia foi de 0,007 mm Jac-F e 0,004 mm Jac- O. A Calibragem durante as análises foi de 0,007mm Jac-F e 0, l l mm Jac-O (tabela l (, Ambas as Calibragens nos diferentes grupos não apresentaram diferenças estatisticas (p> 0,05( (tabela l ). Análise estatística e dos resultados Depois de realizadas as análises histométricas de ambas as formas, os resultados foram divididos em dois grupos. O primei- ro foi das imagens digitalizadas e o segundo das imagens obtidas do retroprojetor, sendo essas mensurações transformadas em milímetros. Foram convertidas as medias em Jac-F e Jac-O e submetidas ao teste T de Students para amostras inde- pendentes. O teste utilizado na Calibragem pré-experimental e durante o experimento foi o Teste T de Student's para amostras pareadas. Todos os testes tiveram um nível de significância de 5%_ RESULTADOS Os resultados do presente estudo demonstram os
  5. 5. .mu. PERIODONTIA parâmetros relacionados às diferentes histometrias e estão apre- sentados em forma de tabela. A tabela 2 descreve as médias e desvios padrões em milíme- tros (mm(, em relação à ñbra periodontal inserida perdida, que foi medida entre a distância da junção amelocementária a fibra periodontal inserida (Jac-F(, em duas diferentes histometrias, uma através da imagem digitalizada e outra a partir do retroprojetor de lâminas. Para o grupo da imagem digital, a média e o desvio padrão para Jac-F foram de 0,97 e 0,51 mm, respectivamente. Para o grupo da imagem adquirida através do retroprojetor, a média e desvio padrão foram de 1,13 e 0,45 mm, respectiva- mente. Na Comparação entre as médias de Jac-F, para o grupo digital e retroprojetor, não foram encontradas diferenças estatís- ticas (p> 0,05). A perda óssea alveolar demonstrada na tabela 2 foi medida histometricamente entre a distância da junção amelo-cementária a crista óssea alveolar (Jac-O(, em duas diferentes histometrias, uma através da imagem digitalizada e outra a partir do retroprojetor de lâminas. Para o grupo da imagem digital, a média e o desvio padrão para Jac-O foram de 3, i e 0,76 mm, respecti- vamente. Para o grupo da imagem adquirida através do retroprojetor, a média e o desvio padrão foram de 2,8 e 0,85 mm, respectivamente. Na comparação entre as médias de Jac- O para o grupo digital e retroprojetor, não foram encontradas diferenças estatísticas (p>0,05(. DISCUSSÃO Os resultados das duas metodologias foram bem semelhan- tes, tanto para Jac-F como Jac-O, existindo poucas diferenças, o que mostra que as duas formas de histometria foram eficientes conforme a proposição metodológica de outros autores (BRElVlK et al. , 2000, SUSlN 6. RÕSlNG, 2003). Um fator que pode interferir nos resultados é a falta de Calibragem. Neste trabalho foram realizadas duas Calibragens, uma antes e outra durante o estudo, sendo ambas sem signiñcància (p>0,05(, além de os pesquisadores observarem no microscópio em maior aumento a lâmina desejada, facilitando a identificação das estruturas periodontais projetadas na tela do computador ou na tela de projeções (SEMENOFF-SEGUNDO, 2003). A realização da padronização das lâminas gerou uma dificul- dade no processamento histológico, levando à perda de um es- pécime e diminuindo o tamanho da amostra. Entretanto, com- parado com outros estudos, parece ser a amostra satisfatória (SUSlN & RÕSlNG, 2003, SALLAY et ai. , 1982, SHAPlRA et al. , l 999(. Um fator positivo dessa padronização é eliminar os vieses nas mensurações (SUSlN S. RÕSlNG, l 999), fato que ocorre por existir uma variabilidade das estruturas desejadas, criando dificul- dades tanto na histometria como no processamento histológico. R. Periodontia 16(3):5-11 Essas variabilidades acabam conduzindo os pesquisadores a usa- rem diferentes metodologias de histometria em periodonto (CRAX/ FORD et al. , 1978, GASPERSIC et al. , 2003; RAMAMURTHY et al. , 2002, NIKURA et al. , 2005). O modelo de indução de periodontite usado no estudo já é estabelecido na literatura. ROVlN et al. , ( i 966( estudaram o efeito da ligadura em ratos (Gerrn Free( e perceberam a inexistência da migração para apical do epitélio juncional, achados também, Conñrmados por SALLAY et al. ,( l 982). Apesar de amplamente usado, existem críticas a esse modelo, pois, no momento da Colocação da ligadura, pode haver um rompimento fisico do epitélio juncional, Capaz de causar um viés no modelo de indução de doença (KLAUSEN, 1991). Uma das vantagens da metodologia do retroprojetor foi o tempo, que neste estudo foi metade do tempo gasto pelo pro- cesso de Captação e análise das imagens. O custo de um sistema digital acoplado ao microscópio também é mais caro. É impor- tante ressaltar que as imagens digitalizadas podem passar por outros tipos de análises, nas quais, qualquer estudo qualitativo no projetor se toma mais dificil. Muitos estudos atuais têm optado pelo uso de radio- grafias ou imagens com fotografias digitais para histometria, o que mostra ser um bom método: entretanto, assim como o retroprojetor, estudos de natureza qualitativa podem ser prejudicados pelo preparo prévio de remoção do tecido do espécime, o que muitas vezes inviabiliza outras análises importantes na etiopatogenia da doença (CRAWFORD, et al. , 1978, KHUR et ai. , 2004: BRElVlK et al. , 2005: CAVAGNl et al. , 2005( Concluindo, no estudo percebe-se o mesmo padrão de histometria para ambas as metodologias. Agradecimentos: Agradecemos ao UNIVAG - Centro Universitário de Várzea Grande- MT e a Fapemat - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Mato Grosso, (APO0036/2005( pelo suporte iinanceiro. ABSTRACT Alternative methods for histometric analysis are needed in institutions where no microscope-Coupled camera is available. Therefore, the aim of the present study was to compar the results of two distinct histometric methods for the analysis of periodontitis in rats. After anesthesia, a silk thread was placed around the nght second upper molar and the animals were euthanized after 60 days. The specimens were prepared, stained and mounted. The histometric parameter used was the distance from the cementoenamel junction on the mesial side of the second molar to the inserted 9
  6. 6. R. Periodontia 16(3):5-1 1 periodontal ñber (CEJ-F) and the alveolar bone crest (CEJ-B). Two histometric methods were used: digitalized image and slide overhead projector. The group means were calculated from the data obtained and compared. Statistical analysis was performed by the t-test for independent samples (p<0.05(. Mean CEJ-F was 0.97 mm for the digitalized image and 1.13 mm for the overhead projector image, whereas CEJ-B was 3. l mm for the REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1- Benatti BB, Nogueira-Filho GR, Diniz MC, Sallum EA, Sallum AW, Nociti FH Jr. Stress may enhance nicotine effects on periodontal tissues. An in vivo study in rats. J Periodontal Res 2003; 38: 351-353. 2- Breivik T, Gundersen Y, Osmundsen H, Fonnum F, Opstad PK. Neonatal dexamethasone and chronic tianeptine treatment inhibits ligature- induced periodontitis in adults rats. J. Periodontal Res 2006; 41: 23- 32. 3- Breivik T, Gundersen Y, Opstad PK, Fonnum F. Chemical sympathectomy inhibits periodontal disease in Fischer 344 rats. .l. Periodontal Res 2005; 40: 325-330. 4- Breivik T, Thrane PS. Psychoneuroimmune Interaction in periodontal disease. In: R Alder, DL Felten, N Cohen (eds). Psychoneuroímmunology 2000; 3nd edition, San Diego, CA: Academic Press. 63, pp 627- 644. 5- Carranza FA, Simes RJ, Cabrine RL. Effect of combined etiologic factors in experimental periodontal lesions. J. Periodontal Res 1969; 4: 33-34, 6- Cavagni J, Soletti AC, Gaio JE, Rõsing KC. The effect of dexamethasone in the pathogenesis of ligature-induced periodontal disease in Wistar rats. Braz Oral Res 2005; 19: 290-294, 7- Crawford JM, Taubman MA, Smith DJ. The natural history of periodontal bone loss in germfree and gnotibiotic rats infected with periodontopathic microorganisms. i. Periodontal Res 1978; 13: 316- 325. 10 PERIODONTIA digitalized image and 2.8 mm for the overhead projector image. No signiñcant differences (p>0.05( in CEJ-F or CEJ-B were observed between groups. in conclusion, the two histometric methods provide similar results. UNITERMS' methods, rats, periodontitis, periodontal attachment loss, alveolar bone loss 8- Gaspersic R, StibIar-Martincic D, Osredkar J, Skaleric U. Influence of subcutaneous administration of recombinant TNFva on ligature- induced periodontitis in rats. J. Periodontal Res 2003; 38: 198-203. 9- Gaspersic R, Stiblar-Martincic D, Skaleric U. Influence of restraint stress on ligature-induced periodontitis in rats. Eur. l. Oral Sci 2002; 110: 125-129. 10- Gyófi A, Fazekas A, Suba Z, Ender F, Rosívall L. Neurogenic component Iigature-induced periodontitis in the rat. J. Clin. Periodontol 1994; 21: 601-605. i1- Klausen B, Hougen HP, Fíehn NF. increased periodontal bone loss In temporarily B Lymphocyte-deficient Rats. J. Periodontal Res 1989; 24: 384 ~390. 12- Klausen B. Microbiological and immunological aspects of experimental periodontal disease in rats: A review Article. J. Periodontol 1991; 62: 59-73. t3- Kuhr A, Papa-Wagner A, Schmoll H, Schwahn C, Kocher T. Observations on experimental marginal periodontitis in rats. J. Periodontal Res 2004; 39:101-106. 14- Mandalunis PM, Costa OR, Ubios AM. Dynamics of bone loss in experimental periodontitis. Acta Odont. Latinoamer 1998; 11: 27- 35. 15- Mitsuda T, Houriuchi H, Shinoda H. Effects of topical administration
  7. 7. FEinonoNriA of clodronate on alveolar resorption in rats with experimental periodontitis. J. Periodontol 2002; 73: 479-486. 16- Nikura K, Takeshita N, C hida N. A novel inhibitor of vacuolar ATPase, FR202126, prevents alveolar bone destruction in experimental periodontitis in rats. The Journal of Toxicological Sci 2005; 30: p.297- 304. 17› Nociti FH Jr, Nogueira-Filho GR, Tramontina VA, Machado MA, Barros SP, Salum FA, Salum AW. Histometric evaluation of the effect of nicotine administration on periodontal breakdown: an in vivo study. J. Periodont. Research 2001; 36: 361-366. 18- Ramamurthy NS, Xu JW, Bird J, Baxter A, Bhogal R, Wills R, et al. lnhibition of alveolar bone loss by matrix metalloproteinase inhibitors in experimental periodontal disease. J. Periodontal Res 2002; 37: l- 7. 19- Rovin S, Costich ER, Gordon HA. The influence of bacteria and irrltation in the periodontal disease in germfree and conventional rats. J. Periodontal Res. 1966; 1: 193-204. 20- Sallay. K, Sanavi F, Ring l, Pham P, Behling UH, Nowotny A. Alveolar bone destruction in the immunosuppressed rat. J. Periodontal Res 1982; 17: 263-274. 21- Semenoff-Segundo A. O papel do estresse crônico na etiopatogenia da periodontite em ratos, |Mestrado]. Canoas: Universidade Luterana do Brasil; 2003. 101p. 22- Shapira L, Houri-Haddad Y, Frolov l, Halabi A, Ben-Nathan D. The effect of stress on the inflammatory response to Porphyromonas gingivalis in mouse subcutaneous chamber model. J. Periodontol 1999; 70: p.289-293. 23- Susin C & Rõsing CC. Praticando odontologia baseada em evidência. Canoas: Editora da Ulbra; 1999. 24- Susin C, Rõsing CC, Effect of variable moderate chronic stress on Iigature-induced periodontal disease in Wistar rats. Acta Odontol Scand 2003; 612273-277. R. Periodontia 16(3):5-11 Endereço para correspondência: Alex Semenoff Segundo Rua da Aviação, 1800 - Bl.11 - Apto. 11 - Bairro Aviação CEP: 16056-725 - Araçatuba - SP E-mail: semenoff@uol. com. br Fones: (18) 3608-1909 e (18) 9722-1424 11

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