Anim2 Aula01 Percepcao

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Percepção em animação

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Anim2 Aula01 Percepcao

  1. 1. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 1 Animação –Conceitos Animação II
  2. 2. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 2 Animação –Conceitos Animação II
  3. 3. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 3 Animação –Conceitos Objetivos: A disciplina visa a produção da animação que foi planejada em Animação I através da produção de um ANIMATIC. Conhecer e aplicar as etapas de produção, ferramentas e técnicas de animação. Animação II –visão geral
  4. 4. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 4 Animação –Conceitos Animação II –visão geral
  5. 5. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 5 Animação –Conceitos Animação II –visão geral
  6. 6. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 6 Animação –Conceitos Conceitos de Animação O conceito de animação é amplo e suas fronteiras ainda estão indefinidas. A palavra animaçãovem do verbo animar, conforme o dicionário Houaiss, significa dar “alma”, dar vida, imprimir ação, movimento ou aceleração, ou seja, dar aparência de vida.
  7. 7. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 7 Animação –Conceitos O termo deriva do verbo latino animare(dar vida a) e só veio a ser utilizado para descrever imagens em movimento no século XX. (BARBOSA JÚNIOR, 2005. p. 28). Conceitos de Animação
  8. 8. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 8 Animação –Conceitos Uma definição técnica de animação a considera como a ilusão de ótica gerada por uma série de imagens (não filmadas), que ocasiona a impressão de movimento devido ao fenômeno da retenção retiniana, no qual os olhos retêm qualquer imagem no intervalo de tempo que vai de 1/10 a 1/17 segundos. (WEBSTER, 2005). Conceitos de Animação
  9. 9. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 9 Animação –Conceitos Conceitos de Animação
  10. 10. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 10 Animação –Conceitos Para Bétrancourt e Tvesrky, (2000, p. 313apudAINSWORTH, 2008), a animação se configura como uma série de frames(quadros que contêm representações estáticas), alinhados, que só se mostram temporariamente e são logo substituídos pelos seus subseqüentes. Conceitos de Animação
  11. 11. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 11 Animação –Conceitos Conceitos de Animação
  12. 12. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 12 Animação –Conceitos Cada framesó aparece ou se mostra, por um pequeno período de tempo sendo substituído por outro, isso gera a sensação de movimento. Essa definição utiliza-se do princípio de Rogetda persistência retiniana para representar a dimensão de tempo e movimento. Conceitos de Animação
  13. 13. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 13 Animação –Conceitos Conforme Mayer e Moreno (2002, apudAINSWORTH, 2008) o vídeo e as imagens filmadas com movimentos reais captados, não podem ser considerados uma animação. Para esses autores, o vídeoé utilizado para mostrar o movimento real de objetos reais, enquanto a animação representaria o movimento simulado de objetos também simulados. Conceitos de Animação
  14. 14. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 14 Animação –Conceitos Um conceito mais amplo de animação foi proposto por Lowe e Schnotz (inLOWE e SCHNOTZ, 2008), que define animação como sendo representações pictóricas que modificam sua estrutura, ou propriedades, no decorrer de um período de tempo, apresentando uma série de ações perceptíveis e mutantes. Conceitos de Animação
  15. 15. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 15 Animação –Conceitos Lowe e Schnotz (2008), também incluem o vídeo como animação, englobando animações como o curta premiado Tyger de Guilherme Marcondes. Conceitos de Animação
  16. 16. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 16 Animação –Conceitos Conceitos de Animação
  17. 17. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 17 Animação –Conceitos Conforme Thomaz e Johnston (1995, p. 15-18) pioneiros do desenho animado com as indústrias de Walt Disney, a animação é a junção de processos de representações visuais de tempo e espaço, para transportar emoções. O transporte de “emoções e sentimentos”a essência desta comunicação se transformou em uma forma de arte. Conceitos de Animação
  18. 18. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 18 Animação –Conceitos “Uma mágica habilidade de proporcionar ao público uma comunicaçãode maneira mais fácil que a verbal, quebrando barreiras de linguagem”. (Thomaz e Johnston, 1995) Conceitos de Animação
  19. 19. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 19 Animação –Conceitos Como se pode perceber o conceito de animação engloba dois posicionamentos: como técnica de representação e como arte expressiva. Portanto, sua percepção depende não somente da retina e da persistência da visão, mas depende também do cérebro e de seus mecanismos de percepção para interpretar e compreender e decodificar as mensagens animadas. Conceitos de Animação
  20. 20. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 20 Animação –Conceitos Peter Mark Roget escreveu um artigo intitulado “The persistence of vision with regard to moving objects”. Neste artigo ele propõe por meio de testes empíricos que o olho humano retémuma imagem por uma fração de segundos enquanto outra imagem vai sendo percebida. E assim, da combinação das imagens vistas sobrepostasem sequência e em determinada velocidade, o cérebro humano as perceberia como se fossem uma única imagem realizando um movimento. (BARBOSA JÚNIOR, 2005). Conceitos de Animação
  21. 21. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 21 Animação –Conceitos Pinna (inFABIARZ et al, 2008, p. 321-322) discute a persistência da visão colocando alguns problemas para a teoria. Para esse autor o fenômeno não funcionaria com qualquer desenho em sequência, se ao invés de imagens iguais fossem utilizadas figuras diferentes a ilusão de movimento se perderia. Os estudos do psicólogo Hugo Münsterber (1916) inclui nesse processo não somente a persistência da imagem na retina, mas também, a ação da mente do espectador no processo que gera a ilusão do movimento. Conceitos de Animação
  22. 22. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 22 Animação –Conceitos Conceitos de Animação Segundo Pinna, Münsterber propõe que “para haver a ilusão do movimento aparente faz-se necessário, obrigatoriamente, um investimento por parte de espectador(em termos de atenção, memória, emoção, imaginação, etc.) sem o qual o filme nada mais é do que um encadeamento de imagens sem vida”. (inFABIARZ et al, 2008, p. 321-322). A partir de Roget, surgiram várias invenções inicialmente chamadas de brinquedos ópticos tais como o Taumatroscópio, o Fenacistocópio, o Estroboscópio, o Zootroscópio, o Praxinoscópio.
  23. 23. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 23 Animação –Conceitos Conceitos de Animação
  24. 24. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 24 Animação –Conceitos Conceitos de Animação “A persistência retinianaexiste de fato mas, se desempenhasse uma função no cinema, apenas produziria uma confusão de imagens remanescentes. A percepção do filme só é possível, de fato, graças ao efeito-phi, e também ao mascaramento visual que nos libera da persistência retiniana.” (Jacques Aumont -A imagem p.52) O efeito-phié um intervalo negro entre a projeção de um fotograma e outro que permite atenuar a imagem persistente que fica retida pelosolhos. O Efeito-Phi -psicólogo Max Wertheimer 1912
  25. 25. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 25 Animação –Conceitos Percepção e Animação O que é percepção? •A percepção sensível ou sensação (em grego, aísthesis) é um modo de contato e de conhecimento da realidade por meio dos cinco sentidos: visão, audição, olfato, paladar e tato. •Assim, perceber é acolher e assimilara forma sensível dos objetos. (Saes, 2010)
  26. 26. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 26 Animação –Conceitos Percepção e Animação Mas como funciona a nossa visão?
  27. 27. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 27 Animação –Conceitos Percepção e Animação Nervo óptico Retina Fotorreceptores Pupila
  28. 28. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 28 Animação –Conceitos Percepção e Animação Como visualizamos as cores? Cones: •Vermelho •Verde •Azul (RBG) how we see color -Colm Kelleher -TED-Ed
  29. 29. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 29 Animação –Conceitos Percepção e Animação Bastonetes •preto e branco (pouca luz) Como visualizamos as cores? how we see color -Colm Kelleher -TED-Ed
  30. 30. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 30 Animação –Conceitos Percepção e Animação O que influencia a percepção? •Fatores cognitivos; •Fisiológicos; •Subjetivos; •Sócio-culturais.
  31. 31. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 31 Animação –Conceitos Animação como ilusão de ótica (Macknik e Martinez-Conte, 2011) As ilusões de ótica são percepções visuais subjetivas que não correspondem à realidade do mundo que nos cerca. Ocorrem quando a realidade física não corresponde à percepção. Percepção e Animação
  32. 32. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 32 Animação –Conceitos •Ao vivenciar uma ilusão de ótica, pode-se ver algo que não existe, deixar de ver algo que existe ou ver algo diferente do que existe. As percepções contradizem as propriedades físicas daquilo para que se olha. Os olhos nos dizem apenas parte daquilo que podemos ver. O resto é feito pelo cérebro, em um labirinto de etapas. Percepção e Animação
  33. 33. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 33 Animação –Conceitos Percepção e Animação •Cores •Contraste •Movimento •Perspectiva
  34. 34. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 34 Animação –Conceitos Percepção e Animação •Cores
  35. 35. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 35 Animação –Conceitos Percepção e Animação
  36. 36. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 36 Animação –Conceitos Percepção e Animação •O cérebro constrói a realidade, tanto visualquanto de outra natureza. O que você vê, ouve, sente e pensa se baseia no que espera ver, ouvir, sentir e pensar. As expectativas estão baseadas em todas as suas experiências e lembranças anteriores.
  37. 37. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 37 Animação –Conceitos Percepção e Animação
  38. 38. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 38 Animação –Conceitos Percepção e Animação A única diferença entre esses dois rostos é seu grau de contraste Richard Russell -neurocientista de Harvard •Contraste
  39. 39. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 39 Animação –Conceitos Percepção e Animação •Contraste -Figura X Fundo
  40. 40. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 40 Animação –Conceitos Percepção e Animação Você conhece esta pessoa?
  41. 41. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 41 Animação –Conceitos Percepção e Animação
  42. 42. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 42 Animação –Conceitos Percepção e Animação A percepção do movimentonão precisa surgir de uma ação real no mundo. Ela ocorre quando dedicados neurônios que processam o movimento no cérebro são ativados por padrões específicos de mudanças. •Movimento
  43. 43. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 43 Animação –Conceitos Percepção e Animação Cobras giratórias -Akiyoshi Kitaoka-
  44. 44. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 44 Animação –Conceitos Percepção e Animação •A Trompe-l’oeil é um termo francês que significa “enganar o olho” •Século XVII pintores holandeses, Cornelius N. Gysbrechts •Perspectiva
  45. 45. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 45 Animação –Conceitos Percepção e Animação
  46. 46. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 46 Animação –Conceitos Percepção e Animação •Perspectiva Qual bola é a maior?
  47. 47. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 47 Animação –Conceitos Percepção e Animação video bola de futebol e golf (ausente pelo tamanho para envio por email)
  48. 48. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 48 Animação –Conceitos Percepção e Animação Eyetrack -Alfred Yarbus- •Segundo Macknik e Martinez-Conte (2011) possuímos um mecanismo denominado atenção conjuntapelo qual compartilhamos a experiência do outro, acompanhando a direção de seu olhar e dos gesto com que ela aponta.
  49. 49. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 49 Animação –Conceitos Percepção e Animação •A maioria das pessoas volta a olhar e atenção para os rostos das pessoas.
  50. 50. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 50 Animação –Conceitos Percepção e Animação •A maioria das pessoas volta a olhar e atenção para os rostos das pessoas. •Você notou alguma coisa estranha nesta foto?
  51. 51. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 51 Animação –Conceitos Percepção e Animação •A maioria das pessoas volta a olhar e atenção para os rostos das pessoas. •Você notou alguma coisa estranha nesta foto?
  52. 52. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 52 Animação –Conceitos A percepção está ligada a forma e a questões subjetivas.
  53. 53. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 53 Animação –Conceitos •Teoria da forma -Gestalt A psicologia da Gestalt, também conhecida como psicologia da forma ou psicologia da percepção, surge como escola no início do século XX, na Alemanha, devido aos trabalhos de três principais estudiosos: •Max Wertheimer (1880-1943) •Wolfgang Köhler(1887-1967) •Kurt Koffka(1886-1941)
  54. 54. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 54 Animação –Conceitos A percepção não é o resultado da soma de sensações de pontos luminosos individuais, mas uma apreensão imediata e unificada do todo, devido a uma necessidade interna de organização. O olho humano tende a agrupar as várias unidades de um campo visual para formar um todo, sendo a visão um ato criativo. Tudo é visto por meio de relações. Princípios: pregnância, semelhança, proximidade, boa continuidade, fechamento e figura-fundo •Gestalt -conceito
  55. 55. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 55 Animação –Conceitos É chamada também de lei da simplicidade. Objetos em um ambiente são vistos da forma mais simples possíveis. Quanto mais simples, mais facilmente é assimilado. •Gestalt -Pregnância
  56. 56. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 56 Animação –Conceitos Os objetos tendem a se agrupar por similaridade de forma, cor, textura, dimensão e etc. •Gestalt -semelhança/similaridade
  57. 57. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 57 Animação –Conceitos Elementos que estão próximos tendem a ser percebidos como um grupo. •Gestalt -proximidade
  58. 58. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 58 Animação –Conceitos Toda unidade linear, seja reta ou curva, tende a se prolongar na mesma direção, com o mesmo movimento. Esse fator também influi na percepção da tridimensionalidade das figuras e na identificação de planos diferentes. •Gestalt -boa continuidade
  59. 59. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 59 Animação –Conceitos Elementos são agrupados de tal modo que parecem se completar. Nossa mente vê um objeto completo mesmo quando ele não está presente. O cérebro tende a completar os elementos, formando uma figura delimitada. •Gestalt -fechamento
  60. 60. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 60 Animação –Conceitos Por segregação, vemos a unidade menor como figura e a maior como fundo. A dependência entre figura e fundo, estabelece que uma forma não se constitui isoladamente, mas em relação à moldura. •Gestalt -segregação unidade/ figura fundo
  61. 61. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 61 Animação –Conceitos Percepção e Animação •O cérebro inconsciente documentário.
  62. 62. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 62 Animação –Conceitos Percepção e Animação •As ilusões não são exceções e não são necessariamente erros. São parteintegrante da percepçãoe representam aspectos fundamentais do processamento visual e cognitivo. •Elas atuam como atalhos adaptativoscriados pelo cérebro para acelerar esse processamentoou para reduzir a quantidade de processamento necessária para nos dar as informações de que precisamos para sobreviver, ainda que não sejam tecnicamente exatas. (Macknik e Martinez-Conte, 2011)
  63. 63. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 63 Animação –Conceitos Percepção e Animação Discussão •Animação •Percepção •Ilusão de ótica
  64. 64. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 64 Animação –Conceitos Conceitos -Referências (Willians, 2009) (Halas et al, 2011)
  65. 65. U F P R LAI-DI –DESIGN -UFPR –MatheusCezarotto, Marcia Alves e André Battaiola 65 / 65 Animação –Conceitos Conceitos -Referências (Barbosa Junior, 2005) (Macknik e Martinez-Conte, 2011)

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