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DEUS ABOMINA 
A SOBERBA 
4º Trimestre de 2014 
Lição 5 
Pr. Moisés Sampaio de Paula
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
2 
Pr. Moisés Sampaio de Paula
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
3
Uma pergunta 
•Será que temos coragem de 
fazer o mesmo que Daniel 
diante dos poderosos dessa 
terra? 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
4
OBJETIVOS 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
5 
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: 
• Analisar a soberania divina na vida de 
Nabucodonosor. 
• Saber que Deus falou com Nabucodonosor 
por intermédio dos sonhos. 
• Compreender a fidelidade da pregação de 
Daniel para o rei.
ORIENTAÇÃO 
PEDAGÓGICA 
Professor, para introduzir a lição reproduza o quadro 
abaixo para seus alunos. Utilizando o quadro, enfatize 
os pontos fortes de Nabucodonosor e as suas 
fraquezas. Explique que este rei foi chamado, segundo 
o profeta Jeremias, de "servo do Senhor" (Jr 25.9). 
Deus usou Nabucodonosor para punir seu povo. O 
Senhor é soberano, Ele exalta e também abate. Porém, 
o coração do rei se tornou soberbo e ele então 
experimentou o juízo de Deus. Leia Provérbios 16.18 e 
conclua enfatizando os perigos da soberba. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
6
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
7 
NABUCODONOSOR 
Pontos fortes e êxitos 
Pontos fracos e erros 
· O maior dos reis da 
Babilônia. 
· Considerou-se um deus e foi 
persuadido a construir uma 
estátua de ouro que todos 
deviam adorar. 
· Conhecido como um 
construtor de cidades. 
· Tornou-se extremamente 
orgulhoso, o que o levou à 
insanidade 
· Descrito na Bíblia como um 
dos governadores 
estrangeiros a quem Deus 
usou para seus propósitos 
· Tendia a esquecer-se das 
demonstrações do poder de 
Deus que havia 
testemunhado.
Palavra chave 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
8
Esboço da Lição 
I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA (Dn 4.1-3) 
1. Nabucodonosor, chamado por Deus para um desígnio 
especial (Jr 25.9). 
2. A soberba de Nabucodonosor. 
3. Nabucodonosor proclama a soberania de Deus (Dn 4.1-3). 
II. DEUS FALA NOVAMENTE A NABUCODONOSOR POR 
MEIO DE SONHOS (Dn 4.4-9) 
1. Deus adverte Nabucodonosor através de um sonho. 
2. Daniel é convocado (Dn 4.8). 
3. Daniel ouve o sonho e dá a sua interpretação (Dn 4.19-26). 
III. A PREGAÇÃO DE DANIEL 
1. A pregação de Daniel. 
2. O pecado de Nabucodonosor em relação aos pobres. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
9
INTRODUÇÃO 
• Na aula de hoje estudaremos o capítulo 
quatro de Daniel, cujo conteúdo consiste de 
um testemunho pessoal do rei 
Nabucodonosor. 
• Ele foi submetido a um estado de loucura, 
resultante de sua soberba, que o levou a 
viver como um animal do campo por "sete 
tempos", até que Deus o tirou daquela 
condição. 
• Ao final desse período, Nabucodonosor 
reconheceu a soberania do Deus dos 
cativos de Judá. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
10
INTRODUÇÃO 
• A história revela o que ocorre com os que se 
exaltam e se tornam soberbos ante a 
majestade do Todo-Poderoso. 
• A trajetória de Nabucodonosor demonstra a 
soberania divina sobre toda a criação, pois 
nenhuma criatura pode usurpar a glória de 
Deus. 
• O episódio ilustra também que a 
misericórdia e a justiça divinas são 
capazes de salvar o homem arrependido. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
11
I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA 
(Dn 4.1-3) 
• 1. Nabucodonosor, chamado por Deus 
para um desígnio especial (Jr 25.9). 
• 2. A soberba de Nabucodonosor. 
• 3. Nabucodonosor proclama a soberania 
de Deus (Dn 4.1-3). 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
12
I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA 
(Dn 4.1-3) 
• Segundo a história, Nabucodonosor reinou na 
Babilônia no período de 605 a 562 a.C. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
13 
1. Nabucodonosor, chamado por Deus 
para um desígnio especial (Jr 25.9).
XI Dinastia da Babilônia - (Império Neobabilônicoou Dinastia 
Caldeana) 
Rei Reinado Comentários 
Nabu-apla-usur 
(Nabopolasar) 
626 – 605 BC 
Caldéian Rei. Passou o controle da 
Babilônia para Sinsharishkun da 
Assíria, rumou com os exércitos 
assirianos para a Babilônia em 616 
BC. Celebrou uma aliança com 
Cyaxares e destruiu o Império Assírio. 
Nabu-kudurri-usur 
(Nabucodonosor II) 
604 – 562 BC 
Rei caldeano. Derrotou os Egípcios, 
Assiriano e os Carchemish. É 
associado com Daniel nos relatos 
bíblicos. 
Evil-Merodaque 562 – 560 BC 
Nergal-shar-usur 
(Nergal-sharezer/ 
Neriglissar) 
560 – 556 BC 
Labashi-Marduque 556 BC 
Nabu-na'id (Nabonido) 556 – 539 BC 
Último rei mesopotâmico da Babilônia, 
teve origem em Harran na Assíria. Não 
era um caldeu, deixou muitas vezes a 
regência para o filho Belsazar. 
Ciro II da Pérsia 539 – 529 BC 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
14
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
15
I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA 
(Dn 4.1-3) 
• Foi um rei que Deus, 
dominador de todas as 
nações do mundo, 
levantou para um 
desígnio especial, 
permitindo que o seu reino 
prosperasse e crescesse 
em extensão. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
16 
1. Nabucodonosor, chamado por Deus 
para um desígnio especial (Jr 25.9).
I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA 
(Dn 4.1-3) 
• O profeta Jeremias diz 
que Deus chamou a 
Nabucodonosor de "meu 
servo" (Jr 25.9). 
• Na verdade, 
Nabucodonosor foi o 
instrumento divino de 
punição do povo de Deus. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
17 
1. Nabucodonosor, chamado por Deus 
para um desígnio especial (Jr 25.9).
I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA 
(Dn 4.1-3) 
• Apesar de ser um 
"instrumento" usado pelo 
Senhor, segundo o pastor 
Matthew Henry, 
"Nabudonosor foi o rival 
mais ousado da 
soberania do Deus 
Supremo do que qualquer 
outro mortal jamais 
pudesse ter sido". 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
18 
2. A soberba de Nabucodonosor.
I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA 
(Dn 4.1-3) 
• Traspassado pela 
presunção, 
Nabucodonosor ficou 
longos "sete tempos" numa 
situação irracional à 
semelhança dos animais do 
campo (Dn 4.28-33). 
• Só assim o soberano 
caldeu viu que o Altíssimo 
está acima dele. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
19 
2. A soberba de Nabucodonosor.
A doença que, como juízo 
de Deus veio sobre 
Nabucodonosor chama-se 
cientificamente 
ZOANTROPIA – 
segundo o dicionário 
Aurélio é uma espécie de 
doença mental que o 
doente se julga 
convertido em algum 
animal.
I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA 
(Dn 4.1-3) 
3. Nabucodonosor proclama a soberania 
de Deus (Dn 4.1-3). 
• Depois de ter experimentado a 
punição de sua soberba, 
Nabucodonosor se arrependeu 
do seu pecado e foi restaurado 
de sua demência. 
• Isso o levou a fazer uma 
proclamação acerca do eterno 
domínio de Deus (Dn 4.34-37). 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
O rei babilônio aprendeu que o 
Senhor, em sua soberania, é 
aquele "que muda os tempos e as 
horas; ele remove os reis e 
estabelece os reis" (Dn 2.21). 
21
SINOPSE DO TÓPICO (1) 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
22 
Nabucodonosor foi 
chamado por Deus para 
uma missão especial, 
todavia ele deixou que a 
soberba dominasse seu 
coração.
Perguntas 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
23 
1. Qual foi a missão para qual Deus 
designou Nabucodonosor? 
R. Deus usou Nabucodonosor para castigar 
seu povo.
Perguntas 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
24 
2. Por que o povo de Israel foi 
punido? 
R. Porque tomaram o caminho da idolatria e 
dos costumes pagãos.
II. DEUS FALA NOVAMENTE A 
NABUCODONOSOR POR MEIO DE 
SONHOS (Dn 4.4-9) 
• 1. Deus adverte Nabucodonosor através 
de um sonho. 
• 2. Daniel é convocado (Dn 4.8). 
• 3. Daniel ouve o sonho e dá a sua 
interpretação (Dn 4.19-26). 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
25
II. DEUS FALA NOVAMENTE A 
NABUCODONOSOR POR MEIO DE 
SONHOS (Dn 4.4-9) 
1. Deus adverte Nabucodonosor através 
de um sonho. 
• Tanto no Antigo como em o 
Novo Testamento os sonhos 
eram um dos canais de 
comunicação entre Deus e o 
homem. 
• No caso do sonho que teve 
Nabucodonosor, seus sábios e 
adivinhos nada puderam 
revelar. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
26
II. DEUS FALA NOVAMENTE A 
NABUCODONOSOR POR MEIO DE 
SONHOS (Dn 4.4-9) 
1. Deus adverte Nabucodonosor através 
de um sonho. 
• O rei, então, se lembrou de 
Daniel, o único capaz de trazer 
a revelação do sonho que certa 
vez ele tivera (Dn 2.1-45; 4.8). 
• Obviamente, não se tratava de 
um sonho comum, pois era 
uma revelação divina acerca 
do futuro de Nabucodonosor. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
27
II. DEUS FALA NOVAMENTE A 
NABUCODONOSOR POR MEIO DE 
SONHOS (Dn 4.4-9) 
1. Deus adverte Nabucodonosor através 
de um sonho. 
• Apesar da narrativa, é importante frisar que 
hoje temos a Palavra de Deus como o canal 
revelador da vontade de Deus aos homens. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
28
II. DEUS FALA NOVAMENTE A 
NABUCODONOSOR POR MEIO DE 
SONHOS (Dn 4.4-9) 
• Interpretar sonhos era uma 
habilidade espiritual de Daniel 
reconhecida desde quando ele 
entrou na Babilônia (Dn 1.17). 
• Por isso, Nabucodonosor 
contou-lhe o sonho que tivera e 
solicitou-lhe a interpretação. 
• Daniel ouviu atentamente o 
relato do rei e pediu-lhe um 
tempo, pois estava atônito e 
sem coragem para revelar a 
verdade do sonho (Dn 4.19). 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
29 
2. Daniel é convocado (Dn 4.8).
II. DEUS FALA NOVAMENTE A 
NABUCODONOSOR POR MEIO DE 
SONHOS (Dn 4.4-9) 
• Dos versículos 9 a 18, 
Nabucodonosor conta a 
Daniel todo o seu sonho. 
• O rei viu uma grande 
árvore de dimensões 
enormes que produzia 
belos frutos e que era 
visível em toda a terra. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
30 
3. Daniel ouve o sonho e dá a sua 
interpretação (Dn 4.19-26).
II. DEUS FALA NOVAMENTE A 
NABUCODONOSOR POR MEIO DE 
SONHOS (Dn 4.4-9) 
• Os animais do campo se 
abrigavam debaixo dela 
e os pássaros faziam 
ninhos em seus ramos 
(vv.10-12). 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
31 
3. Daniel ouve o sonho e dá a sua 
interpretação (Dn 4.19-26).
II. DEUS FALA NOVAMENTE A 
NABUCODONOSOR POR MEIO DE 
SONHOS (Dn 4.4-9) 
• O monarca caldeu "viu" 
também descer do céu 
"um vigia, um santo" 
(v.13). 
• Esse vigia clamava forte: 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
32 
3. Daniel ouve o sonho e dá a sua 
interpretação (Dn 4.19-26). 
"Derribai a árvore e 
cortai-lhe os ramos" 
(v.14).
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
33 
a) Uma árvore 
majestosa (vv.11,12). A 
árvore indicava a 
formosura, a grandeza, o 
poder e a riqueza do reino 
de Nabucodonosor. 
Ninguém na terra havia 
alcançado todo esse 
poder antes dele. 
Daniel declarou que 
aquela árvore que seria 
cortada era o rei babilônio 
(Dn 4.22). 
Assim é a glória dos homens, como uma árvore que cresce e se 
torna frondosa e, de repente, é derribada. Da mesma forma, 
Deus destrói os soberbos.
b) Juízo e misericórdia são dem 
onstraçõ es da sob erania divina. O 
texto do versículo 15 diz que a ordem 
divina era que "o tronco com suas 
raízes seriam deixadas na terra", 
indicando que a intenção não era 
destruir a Nabucodonosor, e sim dar-lhe 
a oportunidade de se converter e 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
34 
reconhecer a glória de Deus.
O rei foi tirado do meio dos 
homens e ficou 
completamente louco, indo 
conviver com os animais do 
campo por "sete tempos" (Dn 
4.25). 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
35 
Depois, Nabucodonosor 
voltou ao normal, mas logo 
em seguida seu reino foi 
sucedido por Belsazar que, 
por profanar as coisas de 
Deus, perdeu o trono para 
Dario, o rei dos medos (Dn 
5.1-31).
• c) O papel dos anjos 
nos desígnios divinos. 
No sonho do rei, ele viu 
"um vigia" que descia do 
céu com a missão de 
proclamar os juízos de 
Deus (vv.14,15). 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
• No Antigo Testamento, os anjos tinham uma atividade mais 
presente na vida do povo de Deus. Em o Novo Testamento, 
eles continuaram suas atividades em obediência ao 
Criador, porém, para a orientação da igreja de Cristo, Deus 
concedeu o Espírito Santo que a assiste em tudo. 
36
SINOPSE DO TÓPICO (2) 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
37 
Deus, por intermédio de um 
sonho, falou com 
Nabucodonosor e o advertiu 
de sua soberba.
Perguntas 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
38 
3. Qual é hoje o canal revelador da 
vontade de Deus para o crente? 
R. A Palavra de Deus.
Perguntas 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
39 
4. Maior do que os anjos, quem 
assiste a Igreja de Cristo atualmente? 
R. O Espírito Santo.
III. A PREGAÇÃO DE DANIEL 
• 1. A pregação de Daniel. 
• 2. O pecado de Nabucodonosor em 
relação aos pobres. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
40
III. A PREGAÇÃO DE DANIEL 
• Apesar de inicialmente ter sentido 
certo temor após interpretar o 
sonho, Daniel deu um conselho a 
Nabucodonosor que lembra a 
mensagem neotestamentária de 
Cristo à Igreja de Éfeso (Dn 4.27 
cf. Ap 2.5). 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
41 
1. A pregação de Daniel 
Será que temos coragem de 
fazer o mesmo diante dos 
poderosos dessa terra?
III. A PREGAÇÃO DE DANIEL 
• Daniel diz ao rei que ele deveria 
desfazer os seus pecados 
praticando a justiça, "usando de 
misericórdia para com os pobres" 
(Dn 4.27). 
• Em outras palavras, antes do 
pecado pessoal da soberba, o rei 
estava pecando social e 
estruturalmente em relação aos 
menos favorecidos do reino. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
42 
2. O pecado de Nabucodonosor em 
relação aos pobres.
III. A PREGAÇÃO DE DANIEL 
• A atualidade desse ponto é tão 
verdadeira que a mesma 
recomendação de cuidado 
aparece em o Novo Testamento, 
no contexto da igreja (Gl 2.10). 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
43 
2. O pecado de Nabucodonosor em 
relação aos pobres.
SINOPSE DO TÓPICO (3) 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
44 
Deus usa seu servo Daniel 
para revelar o sonho de 
Nabucodonosor e 
aconselhá-lo a respeito do 
seu pecado.
Perguntas 
5. Antes do pecado da soberba, em 
que pecado Nabucodonosor incorreu? 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
45 
R. Ele pecou em relação aos pobres
Conclusão 
• Que Deus nos livre da soberba, 
pois ela é como uma doença 
contagiosa que se aloja no 
coração do homem e faz com que 
ele perca o senso de autocrítica, 
passando a agir irracionalmente 
(Sl 101.5; 2 Cr 26.16). 
• Estejamos atentos, pois a Palavra 
de Deus nos mostra que a 
soberba nos cega (1 Tm 3.6; 6.4), 
nos afasta de Deus e traz ruína. 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
46
Subsídio Bibliológico 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
47 
A U X Í L I O B I B L I O G R Á F I C O I 
Subsídio Bibliográfico 
"Cumprimento e Destronização (4.28-33) 
A falha de Nabucodonosor em prestar atenção e voltar-se para Deus por meio 
de um arrependimento genuíno é um reflexo ilustrativo da fraqueza e da 
perversidade humana. Doze meses se passaram e a visão apavorante 
desvaneceu-se. Talvez a visão não viesse a se tornar realidade. Certo dia, em um 
momento de glorificação própria, o rei começou a se exultar pelas suas grandes 
realizações. Enquanto caminhava pelo 'terraço do palácio real', debaixo dos seus 
pés estava o edifício mais esplêndido que a Babilônia já tinha visto, adornado em 
ouro com ladrilhos lustrosos de cores brilhantes. Próximo do palácio ficava a 
montanha artificial e os jardins suspensos construídos para a sua rainha das 
montanhas da Média. Esta era a grande Babilônia. De uma pequena cidade de um 
lado do rio Eufrates o rei havia dobrado sua área para os dois lados do rio. Ele 
havia enchido com novas construções e templos com uma arquitetura distinta. Ele 
a havia cercado com muros conhecidos pela altura e largura. 
Com esse tipo de visão enchendo a mente, podemos imaginar a soberba do rei" 
(Comentário Bíblico Beacon. 1. ed. Vol. 4. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.514).
Subsídio Bibliológico 
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
48 
A U X Í L I O B I B L I O G R Á F I C O I I 
Subsídio Teológico 
"A loucura e a restauração (4.33-37) 
Demente, o rei nivela-se a um animal, e passa a viver ao desabrigo, 
em uma área onde a temperatura variava de 50 graus positivos no verão, 
a abaixo de zero, no inverno. Recuperado, o rei finalmente responde 
adequadamente ao Senhor. Nabucodonosor, então: 1) glorifica a Deus; 2) 
o honra como o Rei supremo do Universo; 3) expressa sua total 
dependência da vontade de Deus e, 4) reconhece que tudo o que ele faz 
é correto 'e pode humilhar os que andam na soberba" (RICHARDS, 
Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a 
Apocalipse capítulo por capítulo. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, 
p.516).
Pr. Moisés Sampaio de Paula 
49 
Pr. Moisés Sampaio 
• Pastor auxiliar da Igreja Assembleia 
de Deus em Rio Branco, AC, Brasil. 
• Palestrante de seminários e 
pregador no Brasil e exterior. 
• Contato

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Deus abomina a soberba

  • 1. DEUS ABOMINA A SOBERBA 4º Trimestre de 2014 Lição 5 Pr. Moisés Sampaio de Paula
  • 2. Pr. Moisés Sampaio de Paula 2 Pr. Moisés Sampaio de Paula
  • 3. Pr. Moisés Sampaio de Paula 3
  • 4. Uma pergunta •Será que temos coragem de fazer o mesmo que Daniel diante dos poderosos dessa terra? Pr. Moisés Sampaio de Paula 4
  • 5. OBJETIVOS Pr. Moisés Sampaio de Paula 5 Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: • Analisar a soberania divina na vida de Nabucodonosor. • Saber que Deus falou com Nabucodonosor por intermédio dos sonhos. • Compreender a fidelidade da pregação de Daniel para o rei.
  • 6. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA Professor, para introduzir a lição reproduza o quadro abaixo para seus alunos. Utilizando o quadro, enfatize os pontos fortes de Nabucodonosor e as suas fraquezas. Explique que este rei foi chamado, segundo o profeta Jeremias, de "servo do Senhor" (Jr 25.9). Deus usou Nabucodonosor para punir seu povo. O Senhor é soberano, Ele exalta e também abate. Porém, o coração do rei se tornou soberbo e ele então experimentou o juízo de Deus. Leia Provérbios 16.18 e conclua enfatizando os perigos da soberba. Pr. Moisés Sampaio de Paula 6
  • 7. Pr. Moisés Sampaio de Paula 7 NABUCODONOSOR Pontos fortes e êxitos Pontos fracos e erros · O maior dos reis da Babilônia. · Considerou-se um deus e foi persuadido a construir uma estátua de ouro que todos deviam adorar. · Conhecido como um construtor de cidades. · Tornou-se extremamente orgulhoso, o que o levou à insanidade · Descrito na Bíblia como um dos governadores estrangeiros a quem Deus usou para seus propósitos · Tendia a esquecer-se das demonstrações do poder de Deus que havia testemunhado.
  • 8. Palavra chave Pr. Moisés Sampaio de Paula 8
  • 9. Esboço da Lição I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA (Dn 4.1-3) 1. Nabucodonosor, chamado por Deus para um desígnio especial (Jr 25.9). 2. A soberba de Nabucodonosor. 3. Nabucodonosor proclama a soberania de Deus (Dn 4.1-3). II. DEUS FALA NOVAMENTE A NABUCODONOSOR POR MEIO DE SONHOS (Dn 4.4-9) 1. Deus adverte Nabucodonosor através de um sonho. 2. Daniel é convocado (Dn 4.8). 3. Daniel ouve o sonho e dá a sua interpretação (Dn 4.19-26). III. A PREGAÇÃO DE DANIEL 1. A pregação de Daniel. 2. O pecado de Nabucodonosor em relação aos pobres. Pr. Moisés Sampaio de Paula 9
  • 10. INTRODUÇÃO • Na aula de hoje estudaremos o capítulo quatro de Daniel, cujo conteúdo consiste de um testemunho pessoal do rei Nabucodonosor. • Ele foi submetido a um estado de loucura, resultante de sua soberba, que o levou a viver como um animal do campo por "sete tempos", até que Deus o tirou daquela condição. • Ao final desse período, Nabucodonosor reconheceu a soberania do Deus dos cativos de Judá. Pr. Moisés Sampaio de Paula 10
  • 11. INTRODUÇÃO • A história revela o que ocorre com os que se exaltam e se tornam soberbos ante a majestade do Todo-Poderoso. • A trajetória de Nabucodonosor demonstra a soberania divina sobre toda a criação, pois nenhuma criatura pode usurpar a glória de Deus. • O episódio ilustra também que a misericórdia e a justiça divinas são capazes de salvar o homem arrependido. Pr. Moisés Sampaio de Paula 11
  • 12. I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA (Dn 4.1-3) • 1. Nabucodonosor, chamado por Deus para um desígnio especial (Jr 25.9). • 2. A soberba de Nabucodonosor. • 3. Nabucodonosor proclama a soberania de Deus (Dn 4.1-3). Pr. Moisés Sampaio de Paula 12
  • 13. I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA (Dn 4.1-3) • Segundo a história, Nabucodonosor reinou na Babilônia no período de 605 a 562 a.C. Pr. Moisés Sampaio de Paula 13 1. Nabucodonosor, chamado por Deus para um desígnio especial (Jr 25.9).
  • 14. XI Dinastia da Babilônia - (Império Neobabilônicoou Dinastia Caldeana) Rei Reinado Comentários Nabu-apla-usur (Nabopolasar) 626 – 605 BC Caldéian Rei. Passou o controle da Babilônia para Sinsharishkun da Assíria, rumou com os exércitos assirianos para a Babilônia em 616 BC. Celebrou uma aliança com Cyaxares e destruiu o Império Assírio. Nabu-kudurri-usur (Nabucodonosor II) 604 – 562 BC Rei caldeano. Derrotou os Egípcios, Assiriano e os Carchemish. É associado com Daniel nos relatos bíblicos. Evil-Merodaque 562 – 560 BC Nergal-shar-usur (Nergal-sharezer/ Neriglissar) 560 – 556 BC Labashi-Marduque 556 BC Nabu-na'id (Nabonido) 556 – 539 BC Último rei mesopotâmico da Babilônia, teve origem em Harran na Assíria. Não era um caldeu, deixou muitas vezes a regência para o filho Belsazar. Ciro II da Pérsia 539 – 529 BC Pr. Moisés Sampaio de Paula 14
  • 15. Pr. Moisés Sampaio de Paula 15
  • 16. I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA (Dn 4.1-3) • Foi um rei que Deus, dominador de todas as nações do mundo, levantou para um desígnio especial, permitindo que o seu reino prosperasse e crescesse em extensão. Pr. Moisés Sampaio de Paula 16 1. Nabucodonosor, chamado por Deus para um desígnio especial (Jr 25.9).
  • 17. I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA (Dn 4.1-3) • O profeta Jeremias diz que Deus chamou a Nabucodonosor de "meu servo" (Jr 25.9). • Na verdade, Nabucodonosor foi o instrumento divino de punição do povo de Deus. Pr. Moisés Sampaio de Paula 17 1. Nabucodonosor, chamado por Deus para um desígnio especial (Jr 25.9).
  • 18. I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA (Dn 4.1-3) • Apesar de ser um "instrumento" usado pelo Senhor, segundo o pastor Matthew Henry, "Nabudonosor foi o rival mais ousado da soberania do Deus Supremo do que qualquer outro mortal jamais pudesse ter sido". Pr. Moisés Sampaio de Paula 18 2. A soberba de Nabucodonosor.
  • 19. I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA (Dn 4.1-3) • Traspassado pela presunção, Nabucodonosor ficou longos "sete tempos" numa situação irracional à semelhança dos animais do campo (Dn 4.28-33). • Só assim o soberano caldeu viu que o Altíssimo está acima dele. Pr. Moisés Sampaio de Paula 19 2. A soberba de Nabucodonosor.
  • 20. A doença que, como juízo de Deus veio sobre Nabucodonosor chama-se cientificamente ZOANTROPIA – segundo o dicionário Aurélio é uma espécie de doença mental que o doente se julga convertido em algum animal.
  • 21. I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA (Dn 4.1-3) 3. Nabucodonosor proclama a soberania de Deus (Dn 4.1-3). • Depois de ter experimentado a punição de sua soberba, Nabucodonosor se arrependeu do seu pecado e foi restaurado de sua demência. • Isso o levou a fazer uma proclamação acerca do eterno domínio de Deus (Dn 4.34-37). Pr. Moisés Sampaio de Paula O rei babilônio aprendeu que o Senhor, em sua soberania, é aquele "que muda os tempos e as horas; ele remove os reis e estabelece os reis" (Dn 2.21). 21
  • 22. SINOPSE DO TÓPICO (1) Pr. Moisés Sampaio de Paula 22 Nabucodonosor foi chamado por Deus para uma missão especial, todavia ele deixou que a soberba dominasse seu coração.
  • 23. Perguntas Pr. Moisés Sampaio de Paula 23 1. Qual foi a missão para qual Deus designou Nabucodonosor? R. Deus usou Nabucodonosor para castigar seu povo.
  • 24. Perguntas Pr. Moisés Sampaio de Paula 24 2. Por que o povo de Israel foi punido? R. Porque tomaram o caminho da idolatria e dos costumes pagãos.
  • 25. II. DEUS FALA NOVAMENTE A NABUCODONOSOR POR MEIO DE SONHOS (Dn 4.4-9) • 1. Deus adverte Nabucodonosor através de um sonho. • 2. Daniel é convocado (Dn 4.8). • 3. Daniel ouve o sonho e dá a sua interpretação (Dn 4.19-26). Pr. Moisés Sampaio de Paula 25
  • 26. II. DEUS FALA NOVAMENTE A NABUCODONOSOR POR MEIO DE SONHOS (Dn 4.4-9) 1. Deus adverte Nabucodonosor através de um sonho. • Tanto no Antigo como em o Novo Testamento os sonhos eram um dos canais de comunicação entre Deus e o homem. • No caso do sonho que teve Nabucodonosor, seus sábios e adivinhos nada puderam revelar. Pr. Moisés Sampaio de Paula 26
  • 27. II. DEUS FALA NOVAMENTE A NABUCODONOSOR POR MEIO DE SONHOS (Dn 4.4-9) 1. Deus adverte Nabucodonosor através de um sonho. • O rei, então, se lembrou de Daniel, o único capaz de trazer a revelação do sonho que certa vez ele tivera (Dn 2.1-45; 4.8). • Obviamente, não se tratava de um sonho comum, pois era uma revelação divina acerca do futuro de Nabucodonosor. Pr. Moisés Sampaio de Paula 27
  • 28. II. DEUS FALA NOVAMENTE A NABUCODONOSOR POR MEIO DE SONHOS (Dn 4.4-9) 1. Deus adverte Nabucodonosor através de um sonho. • Apesar da narrativa, é importante frisar que hoje temos a Palavra de Deus como o canal revelador da vontade de Deus aos homens. Pr. Moisés Sampaio de Paula 28
  • 29. II. DEUS FALA NOVAMENTE A NABUCODONOSOR POR MEIO DE SONHOS (Dn 4.4-9) • Interpretar sonhos era uma habilidade espiritual de Daniel reconhecida desde quando ele entrou na Babilônia (Dn 1.17). • Por isso, Nabucodonosor contou-lhe o sonho que tivera e solicitou-lhe a interpretação. • Daniel ouviu atentamente o relato do rei e pediu-lhe um tempo, pois estava atônito e sem coragem para revelar a verdade do sonho (Dn 4.19). Pr. Moisés Sampaio de Paula 29 2. Daniel é convocado (Dn 4.8).
  • 30. II. DEUS FALA NOVAMENTE A NABUCODONOSOR POR MEIO DE SONHOS (Dn 4.4-9) • Dos versículos 9 a 18, Nabucodonosor conta a Daniel todo o seu sonho. • O rei viu uma grande árvore de dimensões enormes que produzia belos frutos e que era visível em toda a terra. Pr. Moisés Sampaio de Paula 30 3. Daniel ouve o sonho e dá a sua interpretação (Dn 4.19-26).
  • 31. II. DEUS FALA NOVAMENTE A NABUCODONOSOR POR MEIO DE SONHOS (Dn 4.4-9) • Os animais do campo se abrigavam debaixo dela e os pássaros faziam ninhos em seus ramos (vv.10-12). Pr. Moisés Sampaio de Paula 31 3. Daniel ouve o sonho e dá a sua interpretação (Dn 4.19-26).
  • 32. II. DEUS FALA NOVAMENTE A NABUCODONOSOR POR MEIO DE SONHOS (Dn 4.4-9) • O monarca caldeu "viu" também descer do céu "um vigia, um santo" (v.13). • Esse vigia clamava forte: Pr. Moisés Sampaio de Paula 32 3. Daniel ouve o sonho e dá a sua interpretação (Dn 4.19-26). "Derribai a árvore e cortai-lhe os ramos" (v.14).
  • 33. Pr. Moisés Sampaio de Paula 33 a) Uma árvore majestosa (vv.11,12). A árvore indicava a formosura, a grandeza, o poder e a riqueza do reino de Nabucodonosor. Ninguém na terra havia alcançado todo esse poder antes dele. Daniel declarou que aquela árvore que seria cortada era o rei babilônio (Dn 4.22). Assim é a glória dos homens, como uma árvore que cresce e se torna frondosa e, de repente, é derribada. Da mesma forma, Deus destrói os soberbos.
  • 34. b) Juízo e misericórdia são dem onstraçõ es da sob erania divina. O texto do versículo 15 diz que a ordem divina era que "o tronco com suas raízes seriam deixadas na terra", indicando que a intenção não era destruir a Nabucodonosor, e sim dar-lhe a oportunidade de se converter e Pr. Moisés Sampaio de Paula 34 reconhecer a glória de Deus.
  • 35. O rei foi tirado do meio dos homens e ficou completamente louco, indo conviver com os animais do campo por "sete tempos" (Dn 4.25). Pr. Moisés Sampaio de Paula 35 Depois, Nabucodonosor voltou ao normal, mas logo em seguida seu reino foi sucedido por Belsazar que, por profanar as coisas de Deus, perdeu o trono para Dario, o rei dos medos (Dn 5.1-31).
  • 36. • c) O papel dos anjos nos desígnios divinos. No sonho do rei, ele viu "um vigia" que descia do céu com a missão de proclamar os juízos de Deus (vv.14,15). Pr. Moisés Sampaio de Paula • No Antigo Testamento, os anjos tinham uma atividade mais presente na vida do povo de Deus. Em o Novo Testamento, eles continuaram suas atividades em obediência ao Criador, porém, para a orientação da igreja de Cristo, Deus concedeu o Espírito Santo que a assiste em tudo. 36
  • 37. SINOPSE DO TÓPICO (2) Pr. Moisés Sampaio de Paula 37 Deus, por intermédio de um sonho, falou com Nabucodonosor e o advertiu de sua soberba.
  • 38. Perguntas Pr. Moisés Sampaio de Paula 38 3. Qual é hoje o canal revelador da vontade de Deus para o crente? R. A Palavra de Deus.
  • 39. Perguntas Pr. Moisés Sampaio de Paula 39 4. Maior do que os anjos, quem assiste a Igreja de Cristo atualmente? R. O Espírito Santo.
  • 40. III. A PREGAÇÃO DE DANIEL • 1. A pregação de Daniel. • 2. O pecado de Nabucodonosor em relação aos pobres. Pr. Moisés Sampaio de Paula 40
  • 41. III. A PREGAÇÃO DE DANIEL • Apesar de inicialmente ter sentido certo temor após interpretar o sonho, Daniel deu um conselho a Nabucodonosor que lembra a mensagem neotestamentária de Cristo à Igreja de Éfeso (Dn 4.27 cf. Ap 2.5). Pr. Moisés Sampaio de Paula 41 1. A pregação de Daniel Será que temos coragem de fazer o mesmo diante dos poderosos dessa terra?
  • 42. III. A PREGAÇÃO DE DANIEL • Daniel diz ao rei que ele deveria desfazer os seus pecados praticando a justiça, "usando de misericórdia para com os pobres" (Dn 4.27). • Em outras palavras, antes do pecado pessoal da soberba, o rei estava pecando social e estruturalmente em relação aos menos favorecidos do reino. Pr. Moisés Sampaio de Paula 42 2. O pecado de Nabucodonosor em relação aos pobres.
  • 43. III. A PREGAÇÃO DE DANIEL • A atualidade desse ponto é tão verdadeira que a mesma recomendação de cuidado aparece em o Novo Testamento, no contexto da igreja (Gl 2.10). Pr. Moisés Sampaio de Paula 43 2. O pecado de Nabucodonosor em relação aos pobres.
  • 44. SINOPSE DO TÓPICO (3) Pr. Moisés Sampaio de Paula 44 Deus usa seu servo Daniel para revelar o sonho de Nabucodonosor e aconselhá-lo a respeito do seu pecado.
  • 45. Perguntas 5. Antes do pecado da soberba, em que pecado Nabucodonosor incorreu? Pr. Moisés Sampaio de Paula 45 R. Ele pecou em relação aos pobres
  • 46. Conclusão • Que Deus nos livre da soberba, pois ela é como uma doença contagiosa que se aloja no coração do homem e faz com que ele perca o senso de autocrítica, passando a agir irracionalmente (Sl 101.5; 2 Cr 26.16). • Estejamos atentos, pois a Palavra de Deus nos mostra que a soberba nos cega (1 Tm 3.6; 6.4), nos afasta de Deus e traz ruína. Pr. Moisés Sampaio de Paula 46
  • 47. Subsídio Bibliológico Pr. Moisés Sampaio de Paula 47 A U X Í L I O B I B L I O G R Á F I C O I Subsídio Bibliográfico "Cumprimento e Destronização (4.28-33) A falha de Nabucodonosor em prestar atenção e voltar-se para Deus por meio de um arrependimento genuíno é um reflexo ilustrativo da fraqueza e da perversidade humana. Doze meses se passaram e a visão apavorante desvaneceu-se. Talvez a visão não viesse a se tornar realidade. Certo dia, em um momento de glorificação própria, o rei começou a se exultar pelas suas grandes realizações. Enquanto caminhava pelo 'terraço do palácio real', debaixo dos seus pés estava o edifício mais esplêndido que a Babilônia já tinha visto, adornado em ouro com ladrilhos lustrosos de cores brilhantes. Próximo do palácio ficava a montanha artificial e os jardins suspensos construídos para a sua rainha das montanhas da Média. Esta era a grande Babilônia. De uma pequena cidade de um lado do rio Eufrates o rei havia dobrado sua área para os dois lados do rio. Ele havia enchido com novas construções e templos com uma arquitetura distinta. Ele a havia cercado com muros conhecidos pela altura e largura. Com esse tipo de visão enchendo a mente, podemos imaginar a soberba do rei" (Comentário Bíblico Beacon. 1. ed. Vol. 4. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.514).
  • 48. Subsídio Bibliológico Pr. Moisés Sampaio de Paula 48 A U X Í L I O B I B L I O G R Á F I C O I I Subsídio Teológico "A loucura e a restauração (4.33-37) Demente, o rei nivela-se a um animal, e passa a viver ao desabrigo, em uma área onde a temperatura variava de 50 graus positivos no verão, a abaixo de zero, no inverno. Recuperado, o rei finalmente responde adequadamente ao Senhor. Nabucodonosor, então: 1) glorifica a Deus; 2) o honra como o Rei supremo do Universo; 3) expressa sua total dependência da vontade de Deus e, 4) reconhece que tudo o que ele faz é correto 'e pode humilhar os que andam na soberba" (RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.516).
  • 49. Pr. Moisés Sampaio de Paula 49 Pr. Moisés Sampaio • Pastor auxiliar da Igreja Assembleia de Deus em Rio Branco, AC, Brasil. • Palestrante de seminários e pregador no Brasil e exterior. • Contato