Escola Inclusiva

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Apresentação utilizada para reunião de acolhimento de professores do ensino fundamental II e médio, na E.E. Prof. Ernestina Del Buono Trama, esclarecendo como atender os alunos alvo da educação especial no início do ano letivo de 2015. Visto que a demanda foi significativa para o ensino médio, e a escola quer fazer um bom trabalho com estes alunos, fazendo com que haja realmente uma boa inclusão destes no ambiente escolar, e que eles possam realmente aprender a aprender com a comunidade escolar a sua volta construindo uma escola inclusiva de verdade.

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Escola Inclusiva

  1. 1. Qual meu papel enquanto educador?
  2. 2. Implica no planejar pedagógico e na ação docente e não deve ser entendida como um processo que envolve professor e aluno, mas também a equipe escolar. A decisão de efetuar a adaptação curricular deve ser precedida de avaliação criteriosa do aluno, da análise do contexto familiar e escolar (BRASIL, PCN – AC, 1999).
  3. 3. O QUE É? COMO SE FAZ?  Adaptar não é fazer diferente  Utilizar o mesmo tema, mas com recursos diferentes para cada tipo de aprendizagem  Conhecer o aluno  Perguntar a ele como ele aprende melhor  Pesquisar o tema proposto e as várias formas de ensinar
  4. 4. EM SALA COORDENAÇÃO  Sondagem das Habilidades e competências do aluno  Preenchimento junto aos professores da ficha de habilidades e competências e entrevista familiar deste aluno, para posterior visita do CAPE que fará avaliação necessária e emitirá laudo ou não segunda cada caso.
  5. 5.  Vocabulário antecipado em Braille.  Vocabulário soletrado.  Desenhos, figuras, gravuras, esquemas, etc, deverão ser apresentadas ao aluno de modo tátil (relevo) acompanhada por áudio-descrição.  A matéria escrita na lousa deverá ser fornecida ao aluno em braille antes da aula.  Todos os eventos que não puderem substituir a visão como experimentos químicos, observação ao microscópio deverão ser áudio-descritos ao aluno.  Participar das aulas de educação física sempre contando com o auxílio de um colega.
  6. 6. CEGO BAIXA VISÃO
  7. 7. Rotina organizada Dificuldade em conteúdos abstratos – utilizar recursos visuais e concretos (situações problema) Orientações breves e precisas Dificuldades no processo de memória – repetição de orientações e explicações Estratégias cooperativas
  8. 8. Acessibilidade em todos os locais – rampas, corrimão, banheiro adaptado, elevador, etc. Mobilizar uma rede de alunos para auxiliar Utilização de T.A. (tecnologias assistivas) Sentar à frente na sala Levar em conta a demora ao realizar as tarefas
  9. 9. FÍSICA MOTORA
  10. 10.  Várias maneiras de se comunicar – o professor deve estar atento para perceber como.  Muitas experiências evolvendo todos os sentidos ( tato, audição, paladar, olfato e visão).  Foco é autonomia
  11. 11.  Necessita de maior tempo para aprender novos conceitos  Escreverá em máquina braille quando aprender  Terá direito ao guia- intérprete
  12. 12. DEFICIÊNCIA AUDITIVA SURDEZ  Perda parcial da audição  Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais  Aspirador de pó em uma sala vazia  Considera-se pessoa surda aquela que, por ter perda auditiva maior que 41 decibéis, que compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais - Libras.
  13. 13.  O surdo não é somente visual, é também sinestésico  Atividades com imagens são de extrema importância, já que a primeira leitura de mundo é através da visão  Imagens limpas  Recursos pedagógicos utilizando cores  Respeitar a escrita do Sujeito Surdo e seu tempo de aprendizagem.  Avaliação também por meio da Libras  Nem todo Surdo é letrado  Nem todo Surdo sabe Libras  Sentar onde possa ver com clareza o professor regente, professor interlocutor e a lousa
  14. 14.  Precisa da parceria do professor regente  Não é um espião  Ele não é formado em todas as disciplinas  Necessita de apoio visual para explicar os conceitos novos  Acompanha o professor regente
  15. 15.  8.2.1- fazer a interpretação para os alunos surdos/deficientes auditivos  8.2.2- conhecer antecipadamente o conteúdo das aulas  8.2.3- organizar antecipadamente as palavras e os apoios visuais  8.2.4- apresentar todo o conteúdo em Libras, com o apoio de recursos visuais e/ou tecnológicos  8.2.5- posicionar-se em frente ao(s) aluno(s) com surdez/ deficiência auditiva e interpretar conforme comunicação, por eles adquirida  8.2.6- transmitir ao professor as dúvidas dos alunos com surdez/deficiência auditiva, garantindo, assim, a mediação entre eles  8.2.7- interpretar, também, a interação dos colegas com o professor e outros eventos em que a unidade escolar participe  8.2.8- interpretar a avaliação em Libras, zelando pela coerência entre os conceitos e o objetivo estabelecido  8.2.9- realizar adaptações de acesso ao currículo, antecipadamente, juntamente com o professor da classe/aula comum, bem como trabalhar na complementação dos conceitos  8.2.10- solicitar ao professor da classe/aula comum a explicação do conceito por ele apresentado e não entendido pelo aluno, sempre que este precisar.
  16. 16. O aluno atendido pela educação especial em escola inclusiva deverá ser avaliado segundo seu próprio avanço, não comparado ao avanço dos demais alunos regulares.
  17. 17. http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/esp ecialista-da-dicas-para-professores-de- alunos-com-deficiencia-multipla-ou- surdocegueira http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20 04-2006/2005/decreto/d5626.htm http://www.ahimsa.org.br/ http://www.vdl.ufc.br/solar/aula_link/lquim/I _a_P/Lingua_Brasileira_de_Sinais/aula_0 3-0143/04.html

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