História da Igreja I: Aula 9: Império e Cristianismo Latino Teutônico (2/2)

0 visualizações

Publicada em

Curso desenvolvido para a ministração de aulas de História Eclesiástica I no Seminário Teológico Shalom. O curso envolve a exposição da história da igreja cristã, dos tempos de Jesus aos tempos atuais, passando pelo seu surgimento e desenvolvimento, domínio com a conversão de Constantino, ascensão papal, movimentos reformadores e avivalistas da era moderna, até os movimentos ecumenista e pentecostal do séc. XX. Esta aula apresenta a decadência do império carolíngio, feudalismo e desdobramentos eclesiásticos entre 800 e 1054, como a afirmação da transubstanciação e o Cisma da Igreja.

Publicada em: Espiritual
0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
0
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
0
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
194
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

História da Igreja I: Aula 9: Império e Cristianismo Latino Teutônico (2/2)

  1. 1. Império e Cristianismo latino-teutônico Declínio imperial e renascença eclesiástica História Eclesiástica I Pr. André dos Santos Falcão Nascimento Blog: http://prfalcao.blogspot.com Email: goldhawk@globo.com Seminário Teológico Shalom
  2. 2. Declínio do Império Carolíngio  Imediatamente após a formação do Império por Carlos Magno, iniciou-se seu declínio. Por conta de diversos fatores, o Império não conseguiu se sustentar como a força política universal que os papas desejavam:  Fracos sucessores de Carlos Magno  Princípio teutônico de herança  Surgimento do feudalismo  Novas invasões bárbaras (vikings, eslavos e magiares)
  3. 3. Declínio do Império Carolíngio  Princípio teutônico de herança: Havia um princípio entre os povos teutões de que as terras de um pai deveriam ser divididas entre seus filhos. Posto em prática por Luís, o Pio (778-840), filho de Carlos Magno, para aplacar a turbulenta família, o princípio gerou uma divisão do reino entre seus filhos.  Quando Luís faleceu, a briga pelo império se iniciou. Luís, o Germano, havia herdado a porção oriental do império, enquanto que Carlos II havia herdado a parte ocidental. Uma longa porção central de terra, entre o Mar do Norte e o Mar Adriático, ficara com Lotário, juntamente com o título de Imperador.  Lotário buscou conquistar todas as terras imperiais sob seu poder, porém Carlos e Luís se uniram contra Lotário em Estrasburgo, em 842, gerando uma aliança contra a qual Lotário não conseguiu lutar. Em 843, os três irmãos assinaram o tratado de Verdun. A atual França foi dada a Carlos, a atual Alemanha, a Luís, e uma estreita faixa de terra, de 160 quilômetros de largura, foi concedida a Lotário, juntamente com o título imperial.
  4. 4.  A faixa de terra entre os dois reinos se tornaria motivo de rivalidade entre as duas nações até o séc. XX. Em 870, em Mersden, um novo tratado foi assinado, onde a região central foi redividida entre os governantes dos reinos francos oriental e ocidental, confinando os descendentes de Lotário à região da atual Itália.
  5. 5. Feudalismo  O feudalismo foi um sistema social agrário que surgiu na Europa com a crise da vida urbana após as invasões bárbaras. Com o enfraquecimento do poder imperial, as pessoas foram forçadas a voltar para o campo em busca de sobrevivência.  O feudalismo era um sistema de organização política baseado na posse da terra. O senhor local protegia a região de sua propriedade, em troca do trabalho das pessoas que eram protegidas por eles. As pessoas comuns, chamadas de servos, deviam lealdade a seu senhor. Cada gleba de terra era autossuficiente, exceto por bens como sal, moinhos e barras de ferro para uso do ferreiro para forjar ferramentas. A gleba era a unidade territorial feudal e compreendia um pedaço de terra suficiente para sustentar um cavaleiro. Alguns senhores feudais podiam ter várias glebas.
  6. 6. Camponeses Servos Mercadores Fazendeiros Artesãos Cavaleiros Vassalos Nobreza Rei Papa - IgrejaPIRÂMIDEFEUDAL
  7. 7. Camponeses Servos Mercadores Fazendeiros Artesãos Cavaleiros Vassalos Nobreza Rei Papa - Igreja Alimentos Mercadorias e serviços Proteção e serviço militar Dinheiro e cavaleiros
  8. 8. Camponeses Servos Mercadores Fazendeiros Artesãos Cavaleiros Vassalos Nobreza Rei Papa - Igreja Terra Terra Terra Terra
  9. 9. Influências do feudalismo na Igreja  Possuía grandes porções de terra na Europa Oriental  Terras doadas por santos ou penitentes em busca de justificação para uma vida de pecado ficaram nas mãos da Igreja Romana.  Como proprietária de terras, não foi influenciada pelo sistema feudal.  Cessão de terras aos cavaleiros feudais em troca de proteção.  Dupla obediência: Papa ou senhor?
  10. 10. Influências do feudalismo na Igreja  Alta nobreza envolvendo-se em eleições para conseguir abadias ou episcopados a parentes, que poderiam assim se tornar proprietários de terras da igreja. Estes parentes não se interessavam pelos assuntos da igreja e eram mundanos.  Controvérsia das investiduras: Quem investiria o clero, Igreja ou Estado?  Diminuição da brutalidade das guerras feudais com a Paz de Deus e a Trégua de Deus.  Paz de Deus: Pacto de abolir rixas pessoais, não atacar pessoas desarmadas, impedir roubo e violência e não saquear locais sagrados.  Trégua de Deus: Não lutar entre a tarde de quarta e manhã de segunda, e não guerrear nos dias de festa eclesiástica (100 dias de lutas), igrejas, cemitérios, mosteiros e conventos são santuários de refúgio, mulheres, camponeses e clérigos não podiam ser molestados.
  11. 11. Novas invasões bárbaras  Ataques de povos do norte, das regiões escandinavas (Suécia, Dinamarca e Noruega nos sécs. VIII e IX: Vikings, Eslavos e Magiares.  Mosteiros e cidades situados ao longo da costa ou às margens de rios eram alvos de tais grupos, especialistas em navegação.  Muitos dos invasores fixaram-se na Inglaterra, fundindo-se com os anglo- saxões e destruindo a refinada cultura na Inglaterra e na Irlanda.  Outros fixaram-se na Normandia, de onde sairiam para conquistar a Inglaterra sob Guilherme, o Conquistador, em 1066.  Outros foram para a Europa oriental e colocaram o fundamento do Estado russo.  Um grupo foi para a Sicília e sul da Itália, representando ameaça ao poder temporal do papado.  Eslavos e magiares fixaram-se no centro-sul da Europa, na região da Morávia, Hungria e Bulgária.
  12. 12. Geografia pós séc. IX  Estado Germânico torna-se sucessor do Estado franco imperial (séc. X), mas não se torna uma nação-estado centralizada. Enfrentaria o papado em busca de supremacia até sua derrota para Inocêncio III.  Geografia trabalhando contra unificação alemã e gerando interesses diferentes em cada região.  União dos duques tribais da Germânia sob a coroa de Henrique, o Passarinheiro, em 919, para enfrentar as investidas do norte e dos húngaros eslavos ao sudeste.  Sucessor Otto (912-973) torna os duques seus vassalos e passa a supervisionar os negócios da igreja, nomeando bispos e abades de sua confiança. Construiu uma monarquia centralizada, sendo coroado imperador do Sacro Império Romano em 962 ao ajudar o papa João XII a enfrentar um poderoso rei que havia surgido como um desafio ao seu poder.  Isso gerou problemas de ingerência dos imperadores nos negócios da igreja, chegando a eleger papas de seu interesse, como Otto III, que entrou em Roma em 996 e forçou a eleição de seu primo Bruno como papa Gregório V.  O Sacro Império duraria até Napoleão declarar sua dissolução em 1806.
  13. 13. A Igreja entre 800 e 1054  A partir do séc. IX, a Igreja Ocidental experimentou um reavivamento interior que lhe deu forças para competir com a interferência imperial. Vários foram os fatores que contribuíram para o fortalecimento do poder eclesiástico do papa:  Doação de Constantino e Falsas Decretais  Conversão da Escandinávia  Fortalecimento da doutrina da missa  Reforma monástica  Liderança de pessoas capazes
  14. 14. A Igreja entre 800 e 1054  Doação de Constantino e Falsas Decretais  Base legal para propriedade de terras em nome do papa. Nicolau I (858-867) foi o primeiro a usar uma coleção dos decretos de vários pontífices de Roma. Ficou conhecido como Falsas Decretais e continha a Doação, além de decretos autênticos e forjados desde o tempo de Clemente de Roma.  Estabeleciam a supremacia papal sobre todos os líderes eclesiásticos.  Concediam o direito a qualquer bispo de apelar diretamente ao papa, ultrapassando o chefe de seu arcebispado.  Reivindicava o direito do papa ser livre do controle secular.  Não há certeza que algum papa tenha forjado a coleção, mas muitos a usaram para apoiar suas alegações.  Conversão da Escandinávia  Fortalecimento da doutrina da missa  Reforma monástica  Liderança de pessoas capazes
  15. 15. A Igreja entre 800 e 1054  Doação de Constantino e Falsas Decretais  Conversão da Escandinávia  Aceitação do evangelho pelos povos escandinavos se deve a Ansgar (801-865), natural de Flandres.  Respondeu ao chamado do rei dinamarquês Haroldo por um missionário, em 826, dedicando os 36 anos restantes de sua vida à obra missionária no norte da Europa.  Dinamarca conquistada completamente no séc. XI, nos dias de Canuto.  Noruega aceita o cristianismo no ano 1000 e é feito a religião oficial da Suécia e da Islândia por essa época.  Fortalecimento da doutrina da missa  Reforma monástica  Liderança de pessoas capazes
  16. 16. A Igreja entre 800 e 1054  Doação de Constantino e Falsas Decretais  Conversão da Escandinávia  Fortalecimento da doutrina da missa  A natureza da presença de Cristo na ceia serviu para fortalecer o papado porque o papa dirigia a hierarquia dos clérigos, únicos que tinham o direito de ministrar o milagre da Missa.  Em 831, Pascásio Radberto (c. 785-860), monge do mosteiro de Corbie, próximo a Amiens, começa a ensinar que, por milagre divino, a substância do pão e do vinho são imediatamente transformados em corpo e sangue de Cristo. Não chamava de transubstanciação, mas essa era sua ideia.  Defendeu sua ideia no livro De Corpore et Sanguine Domini, sendo adotada oficialmente em 1215 e defenida plenamente em 1545.  Reforma monástica  Liderança de pessoas capazes
  17. 17. A Igreja entre 800 e 1054  Doação de Constantino e Falsas Decretais  Conversão da Escandinávia  Fortalecimento da doutrina da missa  Reforma monástica  No séc. X, os mosteiros haviam se tornado ricos e corruptos, precisando de urgentes reformas. O ideal original de serviço foi substituído pelo ideal de salvação pessoal combinado com vida confortável em um mosteiro rico. O papado em si sofreu declínio entre Nicolau I e Leão IX.  O mosteiro de Cluny foi fundado por Berno a mando do duque William de Aquitaine, para o “bem de sua alma”. Berno, que já havia sido abade em outro mosteiro, recebeu autorização para fundar um mosteiro isento de controle secular ou episcopal e exerceria a autogestão sob a proteção do papa. Sua liderança e de seu sucessor, Odo, levou a vários mosteiros beneditinos, incluindo o de Monte Cassino, se reorganizarem à semelhança do de Cluny.  Liderança de pessoas capazes
  18. 18. A Igreja entre 800 e 1054  Doação de Constantino e Falsas Decretais  Conversão da Escandinávia  Fortalecimento da doutrina da missa  Reforma monástica  No velho sistema, cada mosteiro tinha seu próprio abade monárquico, independente de outros da mesma ordem. O de Cluny indicava que os abades de novos mosteiros deviam submissão ao de Cluny, gerando uma ordem centralizada sob um chefe, o abade de Cluny, trabalhando em harmonia com o papa. No final do séc. XII já havia mais de 1100 mosteiros sob a liderança do abade de Cluny.  Os líderes cluniacenses condenavam a simonia (compra de cargos eclesiásticos), e o nepotismo. Outra plataforma foi o celibato. Os monges também criam que a Igreja não deveria ser controlada pelo rei, Imperador ou duque, e nova ênfase foi dada à vida ascética. Boas escolas foram fundadas pelos cluniacenses e o movimento das Cruzadas deve muito a eles. A ordem foi extinta em 1790.  Liderança de pessoas capazes
  19. 19. A Igreja entre 800 e 1054  Doação de Constantino e Falsas Decretais  Conversão da Escandinávia  Fortalecimento da doutrina da missa  Reforma monástica  Liderança de pessoas capazes  Nicolau I (858-867): Obrigou Lotário II de Larraine a desistir da ideia de divorciar- se de sua esposa legal, Teutberga, com quem havia se casado por razões políticas, para se casar com Waldrada, mulher por quem se apaixonara. Manteve o direito de bispos apelarem diretamente ao papa, tentou colocar o imperador oriental e o patriarca sob sua autoridade, sem sucesso.
  20. 20. A Igreja entre 800 e 1054  Doação de Constantino e Falsas Decretais  Conversão da Escandinávia  Fortalecimento da doutrina da missa  Reforma monástica  Liderança de pessoas capazes  Entre Nicolau I e Leão IX, mais de 40 papas ocuparam a cadeira episcopal, sem grande apelo. Um caso emblemático foi o de Bento IX, papa indigno, deposto em favor de Silvestre III e que vendeu seu trono para o homem que se tornou Gregório IV, sem abdicar do trono. Três papas alegavam ser legítimos. Um sínodo convocado pelo imperador em Sutri, em 1046, com Bento e Silvestre depostos e Gregório forçado a renunciar em favor de Clemente II, que morreu logo, assim como seu sucessor. Eventualmente Henrique indicou seu primo Bruno pra se tornar o futuro papa Leão IX.
  21. 21. A Igreja entre 800 e 1054  Doação de Constantino e Falsas Decretais  Conversão da Escandinávia  Fortalecimento da doutrina da missa  Reforma monástica  Liderança de pessoas capazes  Leão IX mostrou-se digno da indicação, interessado em reformar a igreja nos termos do programa de Cluny.  Com a eleição de Nicolau II ajudado por Humberto e pelo competente Hildebrando, futuramente Gregório VII, a eleição do papa saiu das mãos da turba romana e passou para o controle dos líderes eclesiásticos no Colégio dos Cardeais, em 1059.
  22. 22. O Cisma da Igreja  Em 1054, as Igrejas do Oriente e do Ocidente finalmente chegaram a um impasse, gerando a primeira grande divisão da Igreja Cristã. Várias foram as razões para esta separação:  Divisão do Império em Ocidente e Oriente, com duas lideranças estabelecidas por Teodósio, em 395.  Diferença de jurisdição: Oriente sob o Imperador, Ocidente sob o papa.  Ocidente trabalhava assuntos práticos, Oriente trabalhava assuntos de natureza filosófica. A maioria das controvérsias entre 325 e 451 surgiu no Oriente.  Celibato: Casamento de clérigos abaixo de bispo permitido no Oriente, enquanto que no Ocidente era proibido.  Uso de barba: Manutenção obrigatória no Oriente, ao contrário do Ocidente.  Ocidente trabalhava o idioma latino, Oriente usava o grego.  Cláusula filioque: Inclusão de cláusula no credo Niceno que indicava que o Espírito Santo provinha do Pai e do Filho, algo não aceito no Oriente, gerou acusação do patriarca Fócio de heresia por parte de Nicolau I e do Ocidente.
  23. 23. O Cisma da Igreja  Em 1054, as Igrejas do Oriente e do Ocidente finalmente chegaram a um impasse, gerando a primeira grande divisão da Igreja Cristã. Várias foram as razões para esta separação:  Divergência de data em que se deve celebrar a Páscoa.  Controvérsia iconoclasta causada por decisão do imperador Leão III em 726 de proibir genuflexão a esculturas e imagens e, em 739, que tudo exceto a Bíblia fosse removido das igrejas e destruído, limitando o poder dos monges e refutando as acusações de idolatria dos muçulmanos. A oposição do papa e do imperador Carlos Magno nos assuntos do Oriente gerou rusgas entre as duas facções. O Ocidente continuou a usar as esculturas, enquanto que o Oriente conservou apenas os ícones, geralmente gravuras de Cristo que deveriam ser reverenciadas, mas não cultuadas.  Ressentimento com tentativa do papa Nicolau I de interferir na nomeação do patriarca da Igreja no Oriente.
  24. 24. O Cisma da Igreja  Em 1054, todas as diferenças vieram à tona quando um problema menor surgiu.  Miguel Cerulário, patriarca de Constantinopla de 1043 a 1059, condenou a Igreja do Ocidente pelo uso de pão não-levedado na Eucaristia. Esta era uma prática que se disseminara no Ocidente a partir do séc. IX.  Leão IX enviou dois legados e o cardeal Humberto ao Oriente para por fim à polêmica.  Ao final das discussões, as diferenças de opinião eram ainda maiores.  Em 16/07/1054, os legados romanos colocaram no altar superior da catedral de Santa Sofia um decreto de excomunhão do patriarca e seus seguidores. Tal ato foi respondido por uma anatematização do papa de Roma e seus seguidores. As duas igrejas passaram a não se reconhecerem mutuamente, entendendo-se ser a verdadeira Igreja de Cristo.  A excomunhão mútua só foi suspensa em 07/12/1965, durante o Concílio Vaticano II, pelo papa Paulo VI e pelo patriarca Atenágoras.
  25. 25. Consequências do cisma  Movimentos ecumênicos tornaram-se muito difíceis após tal divisão. O movimento ecumênico atual, que visa a reunião das igrejas da Cristandade, não tem o apoio da Igreja Católica Romana e apenas um pequeno apoio da Igreja Ortodoxa Grega, sendo fundamentalmente protestante. Ambas querem uma Igreja Ecumênica sob seus termos, apesar do Oriente ter se aberto a diálogos com igrejas protestantes.  Exclusão do Oriente das influências revitalizantes de fortalecimento do Ocidente, como o surgimento das cidades, nações e da classe média, sem contar os movimentos culturais da Renascença e a Reforma.  Esforço missionário Oriental leva a fé ortodoxa à Bulgária, com a conversão de Bóris em 864, à Rússia em 955 com a conversão da princesa Olga e em 988 com a conversão de seu neto Vladimir, e ao povo magiar.  Estagnação da Igreja, com pouca mudança ritual, de administração ou teológica, devido ao choque do islã e a perda de gente e terras aos muçulmanos.
  26. 26. Fontes  Texto base: CAIRNS, Earle E. O Cristianismo através dos séculos: uma história da igreja cristã. 3 ed. Trad. Israel Belo de Azevedo e Valdemar Kroker. São Paulo: Vida Nova, 2008.  Textos auxiliares:  DREHER, Martin N. Coleção História da Igreja, 4 vols. 4 ed. São Leopoldo: Sinodal, 1996.  GONZALEZ, Justo L. História ilustrada do cristianismo. 10 vols. São Paulo: Vida Nova, 1983

×