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Vem, vamos pensar juntos: um convite ao teísmo 10Toquei brevemente em três pistas persuasivas que apontampara a existência...
1 Aqui, Deus é entendido simplesmente como um ser divino outranscendente – fora do espaço e tempo.2 A propósito, penso que...
Original:www.apologetics315.comTradução:www.portal-cristao.blogspot.comTítulo original: “Does God exist?” In “Is Christian...
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Artigo 1 - Deus existe?

  1. 1. Deus existe? Por Tawa Anderson www.tawapologetics.blogspot.com 1Existe um Deus? Como podes ter a certeza que Deus existe?Podes provar-me que Deus é real? A existência (ou nãoexistência) de Deus faz alguma diferença significativa? EstavaNietzche correcto ao declarar: “Deus está morto!” ? Estasquestões atingem o centro da existência humana, e exigem anossa atenção pessoal e deliberação.Além disso, estas questões devem ser respondidas antes deexaminarmos a verdade do Cristianismo. Em todo o caso, senão há Deus, então Jesus não é certamente Deus feito carne! Senão há Deus, não há fé cristã digna de ser considerada. Nestebreve artigo, vou partilhar três pistas persuasivas(tradicionalmente chamadas argumentos ou evidências) queapontam para a existência de Deus. Não é apologética para oCristianismo, mas sim para o teísmo básico – um argumento afavor do facto de Deus existir, não do facto do Deus cristão serreal.
  2. 2. A condição humana: porque Deus importaAntes de considerar os argumentos que apontam para aexistência de Deus, contudo, quero, de forma breve, focar aimportância da existência de Deus. Para colocar isto de formafranca: quais são as implicações se Freud estava certo – se Deusé uma ilusão, uma projecção do subconsciente humano, umaexpressão de insegurança e de satisfação das vontades? 2O livro de Eclesiastes, poeticamente, resume a vida sem Deus:“Vaidade! Vaidade! Completa vaidade! Tudo é vaidade!” Ofilósofo ateu Jacques Monod disse: “O homem, no fim decontas, sabe que está sozinho na fria imensidão do Universo,aparte do qual ele emergiu apenas por acaso.” O que é ohomem, na ausência de Deus? Um condenado e insignificantemembro de uma raça condenada e insignificante, num planetacondenado e insignificante que vagueia pelo infinitamenteimensurável Universo. Qual é o nosso destino final? O nada. Aextinção. A humanidade sem Deus não é um bonito quadro. Aexistência de Deus é importante.
  3. 3. Então, surge a questão: Deus existe? Vamos observar as pistasdeixadas pelo espírito insaciavelmente religioso do homem, pelaorigem e ajuste fino (fine-tuning) do Universo, e pela moralidade.Pode o homem viver sem Deus? O argumento existencialda religiosidade humanaPrimeiro, consideremos a natureza e extensão da busca e daexperiência religiosa. Desde o alvorecer da história como aconhecemos, o ser humano tem sido extraordinariamentereligioso. Cada cultura e civilização humana tem tido umconceito do divino – deuses, deusas e seres espirituais. Aspessoas têm um implacável desejo de entender e tocar o divino.Agostinho (354-430 d.C.) disse, “Os nossos corações não têmdescanso até que o achem em Ti [Deus].” Repara também queaos nossos desejos naturais (p.e., fome, sede) correspondesempre algo que os vai satisfazer (p.e., comida, água). Istosugere que ao nosso desejo de conhecer e tocar Deuscorresponde algo real que vai satisfazer esse desejo – isto é,Deus. Há, de facto, um espaço nos nossos corações que sópode ser preenchido por Deus. 3
  4. 4. O ser humano também tem sede de vida eterna, de persistiralém da morte física. Todas as culturas humanas expressam estedesejo (ex: as pirâmides do Egipto, o mundo espiritual dasreligiões indígenas, a adoração/reverência aos ancestrais naÁsia). Este anseio pela eternidade sugere que nós existimos paramais do que apenas estes anos de vida. Finalmente, o serhumano sempre procurou respostas às grandes questões da vida– “de onde eu vim?”, “o que está errado comigo (e com omundo)?” e “como posso resolver isso?” Todos procuramosrespostas, todos queremos falhas para serem corrigidas e todosansiamos pela vida eterna.Esta é uma parte da condição humana, porque fomos criados àimagem de Deus (Génesis 1:26-27). 4Os céus declaram a glória de Deus: o evidente argumentoda cosmologia 5Em segundo lugar, considera a origem do nosso incrivelmentevasto e majestoso universo. A nossa quadridimensional variedade 6espácio-temporal e toda a matéria física foi originada no BigBang há cerca de 13.7 mil milhões de anos. O que causou o BigBang? A causa tem que ser transcendente, isto é, fora do universofísico em si (e, portanto, fora do tempo e espaço tal como os
  5. 5. conhecemos). A causa também tem que ser pessoal (um“fragmento” que não teve início não poderia causar nada). O Deusda Bíblia é um Ser transcendente e pessoal que trouxe o Universo àexistência – como diz Génesis 1:1, “No princípio Deus criou oscéus e a terra.”Alguém pode perguntar: “Se Deus fez o Universo, quem [ou oquê] fez Deus?” Mas Deus, como causa transcendente e pessoal doUniverso, existe independentemente do tempo, e, como tal, nãotem princípio. Então, nada causou Deus; Ele sempre existiu. 7Além disso, o nosso universo está ajustado (fine-tuned). Égovernado por um dado número de constantes físicas e leis (ex:gravidade, relatividade) que estão exactamente no ponto em quepermitem manter a vida na terra. Isto não é probabilidadealeatória ou pura sorte, como alguns podem argumentar. Pelocontrário, é evidência para um Ser transcendente que criou oUniverso (tempo, espaço e matéria) para que pudéssemos vivere vir a conhecê-lO.
  6. 6. Então, da próxima vez que olhares as estrelas, lembra-te que oscéus declaram, de facto, a glória de Deus, e as estrelas anunciama obra das suas mãos (Salmos 19:1) – o nosso Universo apontapara a existência de Deus. 8O Bem & Deus: o argumento racional da moralidadeEm terceiro lugar, consideremos a nossa consciência demoralidade – certo e errado. Algumas pessoas dizem que amoralidade é relativa, que depende de cada indivíduo (correctopara mim, errado para ti). Mas, no fundo, todos sabem que amoralidade é objectiva – que algumas acções são verdadeiramenteerradas e outras são verdadeiramente correctas,independentemente de se concordar ou gostar delas.Reconhecemos as nossas atitudes erradas, e – correctamente –sentimo-nos culpados acerca disso (ver Romanos 2:1-5).Também sabemos que algumas coisas são erradas para todas aspessoas, em todas as culturas e em todos os tempos – abuso decrianças, violação, assassinato. Se alguém discorda, esmurra-osaté que admitam que é realmente errado que tu o faças!
  7. 7. De onde vem a nossa consciência de moralidade objectiva? Talveza construamos enquanto indivíduos ou sociedades, de acordocom os nossos próprios gostos. Se assim é, então o Holocaustonão foi mau, foi antes a expressão dos gostos morais daAlemanha Nazi. Talvez a moralidade seja um produto daevolução, influente na sobrevivência do homem. Se assim é,aquilo que chamamos “errado” hoje, pode ser “certo” amanhã.Qualquer das formas, a moralidade não é uma prescrição decomo nós nos devemos comportar, mas sim uma descrição decomo nós nos comportamos. Se os padrões de moralidade nãoestão baseados em algo transcendente (isto é, em algo aparte dahumanidade), é impossível dizer (como todos fazemos) quealguma coisa seja sempre moralmente errada (ou certa).Posto de forma mais simples: se não há Deus, então o mal queo homem faz não é mal, simplesmente é.A moralidade objectiva vem do nosso Deus transcendente, quedeclarou o que está certo e o que está errado (ex: Êxodo 20)baseado no Seu carácter – na Sua santidade, justiça e amor.Deus é a fonte do nosso conhecimento sobre o certo e o errado– a pista da moralidade humana aponta para a existência deDeus.
  8. 8. Vem, vamos pensar juntos: um convite ao teísmo 10Toquei brevemente em três pistas persuasivas que apontampara a existência de Deus. Não tive tempo de explicartotalmente os argumentos, mas dei sugestões de leiturasadicionais em cada área. Além disso, tem que ser reconhecidoque os argumentos não são provas conclusivas. Eu acho-osfortes e persuasivos, mas se estás completamente fechado paraconsiderar a possibilidade da existência de Deus, então nenhumdeles te vai convencer. Se Deus não está no teu “conjunto deopções de vida”, então não vais ser persuadido – não importaque evidência ou argumento seja apresentado a favor de Deus.Assim, quero concluir com um apelo pessoal: peço-te que nãofeches a tua mente para a possibilidade de Deus. Considera aspistas para Deus com a mente aberta; considera os próximosartigos (que defendem a verdade do Cristianismo,particularmente) com uma disposição de ser persuadido.
  9. 9. 1 Aqui, Deus é entendido simplesmente como um ser divino outranscendente – fora do espaço e tempo.2 A propósito, penso que a negação moderna da existência de Deus é umtipo diferente de satisfação das vontades – surge do desejo do homem deser autónomo, auto-suficiente e seguro do seu próprio poder.3 Seguindo o argumento de C.S. Lewis, o argumento é algo assim:a) Os seres humanos têm desejos/anseios naturais inegáveis.b) Cada desejo/anseio do homem é satisfeito por algo na natureza.c) Então, Deus tem que existir.4 Para leituras adicionais, ver: Ravi Zecharias, “Can Man Live WithoutGod?”; William Lane Craig, “Reasonable Faith”.5 Salmos 19:1 e seguintes6 A Teoria das Cordas (na maioria) sugere que há mais do que quatrodimensões – se apoias esta teoria, expande o número de dimensões deacordo com isso. O princípio mantém-se.7 William Lane Craig coloca o argumento assim:a) Tudo o que vem a existir tem uma causa externa.b) O Universo veio a existir.c) Então, o Universo teve uma causa externa (fora do espaço e tempo), aque chamamos de Deus.8 Para leituras adicionais, ver: Lee Strobel, “The case for a Creator”; NormGeisler & Frank Turek, “I don’t have enough faith to be an atheist”.9 Para leituras adicionais, ver: C. S. Lewis, “Mere Christianity”; TimothyKeller, “The reason for God”.10 Isaías 1:18
  10. 10. Original:www.apologetics315.comTradução:www.portal-cristao.blogspot.comTítulo original: “Does God exist?” In “Is Christianity true? – 23 essaysexploring the truth of Christianity.” Traduzido por PortalCristão, 2012.Usado com permissão de Apologetics315.

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