Grandes Vultos do Espiritismo - William Crookes

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Grandes Vultos do Espiritismo - William Crookes

  1. 1. GRANDES VULTOS DO ESPIRITISMO Sir William Crookes
  2. 2. William Crookes • nasceu em Londres no dia17 de Junho de 1832 • pioneiro e figura proeminente no mundo científico • um dos mais persistentes e corajosos pesquisadores da fenomenologia espírita
  3. 3. Foi o primeiro cientista na Europa a comprovar, escrupulosamente, as afirmações dos espíritas Outros cientistas eminentes como Russel Wallace, Lodge, Myers, Hodgson, em Inglaterra, Zolner, Weber, Fechner, Ulrici, o Dr. Frièze, Carl Du Prel na Alemanha, Aksakof e Bouterow, na Rússia, o professor Falconer, Chiaia, Broffério, Finzi, Schiaparellí e o próprio Lombroso, em Itália, Gibier, Richet, De Rochas, Flammarion, em França, desenvolveram idênticas pesquisas, com resultados semelhantes aos obtidos por Crookes
  4. 4. Superação dos dogmas e da especulação • A existência da alma, que até então era apresentada como um dogma de fé por todas as religiões e que a filosofia nos mostrava através da especulação, é hoje, graças ao Espiritismo e ao trabalho destes cientistas, uma verdade dificilmente refutável.
  5. 5. “Factos Espíritas observados por William Crookes e outros sábios”, • “Actualmente os sábios dizem que a alma existe porque a vêem e tocam, conversam com ela e lhe tiram o retrato”. Oscar D´Árgonel
  6. 6. Carreira académica e científica • Estudou no Colégio de Química • Professor no Colégio Real • Professor de química na Universidade de Chester • Membro da Sociedade Real • Identificou o elemento químico Tálio, e descobriu a aparente acção repulsiva dos raios luminosos • inventou e construiu o Radiómetro.
  7. 7. acontecimento científico de grande repercussão • Descobriu o quarto estado da matéria, que denominou "matéria radiante", hoje conhecida como “plasma”
  8. 8. A matéria radiante ou plasma Não é sólida, nem líquida, nem gasosa Não possui forma ou volume definidos No universo, o plasma é o estado mais comum da matéria.
  9. 9. Reconhecimento público • A rainha Vitória concedeu-lhe o título de “Sir” como reconhecimento dos seus méritos enquanto cientista. • Ocupou a presidência da Sociedade de Química, da Sociedade Britânica, da Sociedade de Investigações Psíquicas e do Instituto de Engenheiros Electricistas
  10. 10. Início das pesquisas dos factos espíritas • “Prefiro entrar na questão sem nenhuma noção preconcebida, quanto ao que pode ou ao que não pode ser, mas com todos os meus sentidos alertados e prontos para transmitir informações racionais, acreditando que não temos de modo algum esgotado todo o conhecimento humano ou galgado todos os degraus do conhecimento humano e das forças físicas".
  11. 11. Início das pesquisas dos factos espíritas • inicio em Maio de 1871 • Grupo formado por William Crookes, Williams e Walter Crookes, (irmão do cientista), ambos auxiliares químicos de Crookes e ainda por Sir William Huggins, físico e astrónomo, ex- presidente da "Royal Society" e Sergente Cox, advogado. • Participavam também outras pessoas convidadasSir William Huggins
  12. 12. Condições da pesquisa • “(…) compus eu mesmo a minha roda de amigos, introduzi todos os incrédulos que me convieram, e geralmente impus condições escolhidas com cuidado por mim mesmo, para evitar toda possibilidade de fraude.” • Participaram os médiuns Douglas Home, Kate Fox e Florence Cook,
  13. 13. Foram observados os seguintes fenómenos: movimentos de corpos pesados com contacto, mas sem esforço mecânico; fenómenos de percussão e outros sons da mesmaForam observados os seguintes fenómenos: movimentos de corpos pesados com contacto, mas sem esforço mecânico; fenómenos de percussão e outros sons da mesma Fenómenos observados • movimentos de corpos pesados sem esforço mecânico; • fenómenos de percussão e outros sons da mesma natureza; • movimentos de objectos pesados colocados a certa distância do médium; • mesas e cadeiras elevadas do solo sem ninguém lhes tocar; • levitação; • aparições luminosas; • materialização de espíritos; • escrita automática; • manifestações diversas de carácter complexo. • fotografia o espírito de Katie King. Foram observados os seguintes fenómenos: movimentos de corpos pesados com contacto, mas sem esforço mecânico; fenómenos de percussão e outros sons da mesma Em estado de transe, D.D.Home projetou uma mesa contra o teto na presença de Napoleão III
  14. 14. Relatório publicado em 1874 • Afirmou : Estas “manifestações que se produziram em minha casa, em presença de testemunhas dignas de fé e sob as condições dos mais severos exames que pude imaginar. Ademais, cada fato que observei é corroborado por pessoas independentes, que o observaram em outros tempos e em outros lugares. • Ver-se-á que todos esses fatos têm o carácter mais surpreendente e que parecem inteiramente inconciliáveis com todas as teorias conhecidas da ciência moderna. • Tendo-me assegurado da sua realidade, seria uma covardia moral negar-lhes o meu testemunho (….) F. E. pag. 13
  15. 15. Provas decisivas • “Rejeitar a evidência dessas manifestações equivale a rejeitar todo o testemunho humano, qualquer que seja, pois que não há fato, na história sagrada ou na profana, que se apoie sobre provas mais decisivas”. (FE 21)
  16. 16. Certeza da realidade espírita • "Cada dia que passa, à medida que os tempos se dobram sobre os anos, na razão directa em que se vão e são adquiridas experiências novas é maior certeza tenho a respeito da indestrutibilidade do espírito imortal, da realidade da vida após a morte e da grande fenomenologia espiritista, que nos coloca em contacto com essa realidade: a vida espiritual". • “[...] absolutamente verdadeiro que uma conexão foi estabelecida entre este mundo e o outro”.
  17. 17. Experiências com Daniel Dunglas Home • Talvez as que tiveram o melhor controlo científico • constam dos arquivos da Society for Psychical Research • fenómenos de efeitos físicos como a movimentação de corpos pesados, sem contacto e sem esforço mecânico do médium, fenómenos luminosos e de materialização parcial e levitação.
  18. 18. Experiências com Daniel Dunglas Home • “[...] Há pelo menos 100 casos bem verificados de elevação do Sr. Home, produzidos em presença de muitas pessoas diferentes”. FE 21 O médium levitando (ilustração originalmente publicada por pelo pesquisador Louis Figuier ("Les Mystères de la science", 1887).
  19. 19. Experiências com Daniel Dunglas Home • Em plena luz”, relatou Crookes, “vi uma nuvem luminosa pairar sobre um heliotrópio colocado em cima de uma mesa, ao nosso lado, quebrar-lhe um galho, e trazê-lo a uma senhora; e, em algumas ocasiões, percebi uma nuvem semelhante condensar-se sob nossos olhos, tomando uma forma de mão, e transportar pequenos objectos”. FE 24
  20. 20. Experiências com Daniel Dunglas Home • "Pequena mão de forma muito bela elevou-se de uma mesa da sala de jantar e deu-me uma flor; apareceu e depois desapareceu três vezes, o que me convenceu de que essa aparição era tão real quanto a minha própria mão". (Idem. p. 41)
  21. 21. Experiências com Daniel Dunglas Home: percussão • “Por diferentes vezes, durante as minhas experiências, ouvi pancadas delicadas, como produzidas pela ponta de um alfinete; uma cascata de sons penetrantes como os de qualquer máquina de indução em plena actividade; detonações no ar, ligeiros ruídos metálicos agudos; estalidos como os que se ouvem quando uma máquina de fricção está em actividade; sons que pareciam arranhadelas; gorjeios como os de um pássaro, etc.”
  22. 22. A questão da necessidade de escuridão • “Primeiro que tudo devo rectificar um ou dois erros que se acham implantados profundamente no espírito público. Um, o de ser a escuridão essencial à produção dos fenómenos. Isso não é exacto. Excepto alguns casos nos quais a escuridão tem sido uma condição indispensável, como, por exemplo, nos fenómeno de aparições luminosas e em alguns outros, tudo o que narro produziu-se à luz.” FE pág.14)
  23. 23. Experiências com Daniel Dunglas Home • o Sr. Home foi muitas vezes examinado antes e depois das sessões, a seu próprio pedido. Durante as manifestações mais notáveis eu lhe segurava por vezes as mãos e colocava os meus pés sobre os seus; não propus uma só vez modificar as disposições para tornar a fraude menos possível, sem que ele não consentisse imediatamente e, muitas vezes mesmo, chamou a atenção para os meios de controle que se podiam empregar.” FE pág, 34
  24. 24. Experiências com Kate Fox • com a Sra. Fox parece-lhe simplesmente necessário colocar a mão sobre qualquer parte, para que sons ruidosos aí se façam ouvir, como que triplo choque, e algumas vezes com bastante força para serem ouvidos através de vários aposentos. Ouvi-os assim produzirem-se em uma árvore, num grande quadro de vidro, em um arame esticado, numa membrana distendida, em um tamboril, sobre a cobertura de uma carruagem e no tablado de um teatro.Margaret, Kate and Leah Fox
  25. 25. Experiências com Kate Fox • “Desde o começo das minhas pesquisas, verifiquei que o poder que produzia esse fenómenos não era simplesmente uma força cega, mas que uma inteligência os dirigia, ou pelo menos lhes estava associada; assim os ruídos de que acabo de falar foram repetidos em número determinado; tornaram-se fortes ou fracos e, a meu pedido, ressoaram em diferentes lugares; por um vocabulário de sinais, convencionados previamente, foram respondidas perguntas e dadas comunicações com maior ou menor exactidão”
  26. 26. Experiências com Kate Fox - Escrita directa • É esta a expressão empregada para designar a escrita que não é produzida por nenhuma das pessoas presentes. Obtive várias vezes palavras e comunicações escritas em papel marcado com o meu sinete particular e, sob as mais rigorosas condições de controle, ouvi na escuridão o ranger do lápis a mover-se sobre o papel.”
  27. 27. Experiências com Kate Fox - Escrita directa • (…) “O primeiro fato, que citarei, produziu-se, é certo, em uma sessão às escuras, mas o seu resultado não foi menos satisfatório. Eu estava sentado perto da médium, a Sra. Fox; não havia outras pessoas presentes, além de minha mulher e uma senhora nossa parenta, e eu segurava as mãos da médium com uma das minhas, enquanto que seus pés estavam sobre os meus. • Diante de nós, sobre a mesa, havia papel e a minha mão livre segurava o lápis. • Mão luminosa desceu do tecto da sala e, depois de ter pairado perto de mim durante alguns segundos, tomou-me o lápis, escreveu rapidamente numa folha de papel, abandonou o lápis e, em seguida, elevou-se acima das nossas cabeças, perdendo-se pouco a pouco na escuridão.” (FE pág. 26)
  28. 28. Experiências com Florence Cook • durante 3 anos, no seu laboratório, em Londres W. Crookes assistiu, na presença de muitas outras pessoas, à materialização integral de Katie King • mediu, pesou, mediu e examinou meticulosamente o Espírito, que caminhou na casa, conversou e ainda segurou em seus braços o bébé da família.
  29. 29. Experiências com Florence Cook • o peso e a altura do espírito materializado, variavam. Katie era mais alta que Florence Cook, tinha um rosto mais largo e diferentes tipos de cabelo e pele. • aparição de Katie King foi uma das mais bem investigadas
  30. 30. Medidas para impedir a fraude • Imobilizam-se as suas, foi presa com uma correia, passavam lhe uma corrente eléctrica pelo corpo de modo que um galvanómetro indicasse os seus menores movimentos, e havia o cuidado de verificar que o compartimento que servia de câmara escura e onde Florence se encontrava, estava mesmo completamente inacessível a qualquer outra pessoa.Representação da seção onde a médium Florence Cook materializa o fantasma de Katie King
  31. 31. Florence Cook e Katie King • embora fossem parecidas, não eram iguais o cabelo não era da mesma cor, não tinham a mesma estatura e foram vistas e fotografadas as duas em simultâneo e na presença de várias pessoas. • a aparição mostrava-se completamente liberta, vestida com véus dispostos com arte e que desapareciam ao mesmo tempo em que o fantasma.
  32. 32. Quem era Florence Cook • nasceu em 1856, numa família modesta • possuía duas irmãs, também elas médiuns • tinha 15 anos de idade quando se apresentou a Sir Willian Crookes, a fim de servir de medianeira para as pesquisas científicas que este vinha realizando
  33. 33. "Tenho 16 anos de idade. Desde a minha infância vejo os espíritos e ouço-os falar. Tinha o costume de sentar-me a sós e conversar com eles. Eles cercavam-me e eu tomava-os por pessoas vivas. Como ninguém os via nem ouvia, os meus pais procuraram criar em mim a ideia de que tudo era produto de minha imaginação. Todavia não conseguiram modificar o meu modo de pensar a respeito do assunto e foi assim que passei a ser considerada como uma menina excêntrica.” carta dirigida a Mr. Harrison em maio de 1872
  34. 34. Experiências com Florence Cook • Com o avanço das experiências, Florence, que antes, nas materializações parciais permanecia consciente, passou a cair em transe à medida que Katie King ia adquirindo domínio da situação e conseguia mostrar-se mais perfeitamente. O seu rosto a princípio dava a impressão de ser oco por trás. Mais tarde preencheu-se, os crepes ectoplásmicos tornaram-se menos abundantes e, um ano depois, ela já conseguia caminhar do lado de fora da cabine.
  35. 35. O Espírito Katie King • Espírito de Annie Owen Morgan filha de Henry Owen, célebre pirata dos mares do Caribe (John King ) e também governador da Jamaica. • Annie Morgan cometeu muitos crimes e morreu muito jovem, • Como expiação dos seus desregramentos na Terra, tinha a missão de convencer o mundo da realidade do espiritismo.
  36. 36. O Espírito Katie King • Durante muito tempo o vulto de Katie King foi entrevisto por Florence Cook, quase diariamente • Mais tarde, as suas materializações tornaram-se mais perfeitas • habitante permanente da casa da família Cook,
  37. 37. O Espírito Katie King • Foi fotografá-la quarenta vezes • Quando Katie se despediu declarou, tristemente, que o seu sofrimento estava terminado. Deveria partir para um outro plano e só poderia corresponder-se com Florence através da psicografia, a longos intervalos; no entanto, por clarividência, a médium poderia vê-la de quando em quando.
  38. 38. Relato de uma sessão que se realizou em Hackney: “Katie nunca apareceu com tão grande perfeição. Durante perto de duas horas passeou na sala, conversando familiarmente com os que estavam presentes. Várias vezes tomou-me o braço, andando, e a impressão sentida por mim era a de uma mulher viva que se achava a meu lado, e não de um visitante do outro mundo; essa impressão foi tão forte, que a tentação de repetir uma nova e curiosa, experiência tornou-se-me quase irresistível. Pensando, pois, que eu não tinha um espírito perto de mim, mas sim uma senhora, pedi-lhe permissão de tomá-la nos meus braços (…).
  39. 39. Essa permissão foi-me graciosamente dada e, por consequência, utilizei-me dela, convenientemente, como qualquer homem bem educado o teria feito nessas circunstâncias. Katie disse então que dessa vez se julgava capaz de mostrar-se ao mesmo tempo em que a Srta. Cook. Abaixei o gás e, em seguida, com a minha lâmpada fosforescente penetrei no aposento que servia de gabinete. (…) Entrei no aposento com precaução: estava escuro e foi pelo tacto que procurei a Srta. Cook; encontrei-a de cócoras, no soalho. Ajoelhando-me, deixei o ar entrar na lâmpada e, à sua claridade, vi essa moça vestida de veludo preto, como se achava no começo da sessão, e com toda a aparência de estar completamente insensível. Não se moveu quando lhe tomei a mão; conservei a lâmpada muito perto do seu rosto, mas continuou a respirar tranquilamente. Elevando a lâmpada, olhei em torno de mim e vi Katie, que se achava em pé, muito perto de Florence Cook e por trás dela. Katie estava vestida com uma roupa branca, flutuante, como já a tínhamos visto durante a sessão.
  40. 40. O Espírito Katie King • “No entanto, a fotografia é tão impotente para representar a beleza perfeita do rosto de Katie quanto as próprias palavras o são para descrever o encanto de suas maneiras.” (FE pág. 49)
  41. 41. Conclusão • Juntamente com Charles Richet, William Crookes iniciou o período científico da metapsíquica, que posteriormente se passou a chamar parapsicologia. • “Quem estuda, sem má-fé e sem preconceitos, os trabalhos de William Crookes, impressiona-se pela pureza, simplicidade e clareza meridiana de seus relatórios. Dos seus trabalhos, transpiram a sinceridade, a firme convicção e a serenidade de um sábio que tranquilamente proclama a verdade, sem inquietar-se com o julgamento dos demais, por achar-se seguro de que o erro está com aqueles que negam a evidência dos fatos” • Hernani Guimarães Andrade
  42. 42. Bibliografia “Katie King” de WALLACE LEAL V. RODRIGUES

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