Pai Nosso

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  • Muita gente sabe esta oração de cor, mas nem todos conhecem a sua importância e o seu significado para o cristão.
    Geralmente quando se decora, declama ou recita, as pessoas não se atêm ao conteúdo daquilo que está recitando.
    Mas o sentido profundo que encerram as poucas palavras dessa oração escapa à maioria das pessoas.
    Daí vem o dizerem-na, geralmente, sem que os pensamentos se detenham sobre as aplicações de cada uma das suas partes.
  • Suplica: pedido

    Louvar: não significa bajular a Deus, pois isso seria uma vaidade. E Deus não precisa disso. É uma expressão de carinho, confirança e reconhecimento de sua grandeza

    Pedir: que somos eximios. Podemos pedir por nos ou pelos outros. Saber pedir é uma arte, de modo, que a solicitação não constitua uma imposição apaixonada ou um capricho que não merece consideração.

    Agradecer: de vital importancia. Agradecer pelas pequenas e grandes coisas
  • Antes de Jesus ensinar o Pai Nosso, ele ensinou como orar. Mateus VI 5-8 PN 9-12
    Com recolhimento. Não é preciso ser em igrejas, sinagogas, nas ruas para serem vistos pelos homens. Aquele que busca o reconhecimento do homem (âmbito social) está a ter sua recompensa agora e não vai ter o reconhecimento de Deus. Pois a sua adoração era apenas para se mostrar.
    Não quer dizer que precisamos estar reservados, isolados, para orar. Significa apenas sermos humildes (não nos colocando em evidencia), sinceros.

    PERDÃO: Marcos XI 25-26 – comentnado a parábola da figueira que secou. Jesus.., é antes de pedir a Deus o perdão, o homem já tenha perdoado e pedido perdão aos seus irmãos. Só assim com o coração despurgado de todo pensamento mau, a sua prece será ouvida
    PERDÃO: sacrifício mais agradável A Deus CAP X ESE item 7
  • Preces prontas
    Os Espíritos não prescrevem nenhuma fórmula absoluta de preces, e quando nos dão alguma, é para orientar as nossas idéias, e sobretudo para chamar a nossa atenção sobre certos princípios da doutrina espírita. Ou ainda com o fim de ajudar as pessoas que sentem
    dificuldades em exprimir suas idéias, pois estas não consideram haver realmente orado, se não formularam, bem os seus pensamentos
  • SERMAO DO MONTE
  • MATEUS MAIS COMPLETA
    PROPRIA ESPIRITUALIDADE NOS ACONSELHA
  • ROGATIVA: Pedido feito com humildade; preces; rogo; súplica
    SUPLICE: PEDE HUMILDEMENTE
  • De todas as preces é a primeira que surge no ESE, por proceder do próprio Jesus

    CONCISÃO: breve, claro, sucinto

    ORAÇÃO DOMINICAL: NÃO É DOMINGO.. VEM DO LATIM DOMINUS.. QUE QUER DIZER SENHOR... ORAÇÃO DO SENHOR
    PQ CHAMAVAM CRISTO DE SENHOR

  • PAI:
    NOSSO: FRATERNIDADE PURA.. NÃO DIZ SOMENTE PAI
  • Jesus viveu a fraternidade pura, auxiliando os à todos, mostrando-nos o verdadeiro caminho da perfeição e da paz
    Somos todos irmãos, criados da mesma maneira, tendo todos o mesmo potencial de inteligência e moralidade, a ser desenvolvido em longo processo evolutivo.

    CRIADOR, ARQUITETO

    CEU: NÃO É LA EM CIMA.. NÃO ESTAMOS A FALAR DE LIMITE GEOGRAFICO.. ENERGIA

    Ao dizermos "Pai nosso que estais no céu”, Deixemos que suas energias amorosas se movimentem dentro de nós, para que possamos nos perceber n’Ele, a fim de vivermos, conscientemente, com Ele.
  • meimei
  • Muitos homens de ciência pretendem definir Deus para nós, mas, quando reparamos na proteção do Todo-Poderoso, dispensada aos nossos caminhos e aos nossos trabalhos na Terra, em todos os instantes da vida, somos obrigados a reconhecer que o mais belo nome que podemos dar ao Supremo Senhor é justamente aquele que Jesus nos ensinou em sua divina oração: – “Nosso Pai”

  • O apostado de Jesus foi uma constante santificação do nome de Deus; auxiliando sempre o próximo

    NÃO USAR O NOME EM VÃO, REPETINDO SEM PALAVRAS MEDIANTE O AMOR AO PROXIMO, AO CULTO AO DEVER E AS REALIZACOES ENOBRECEDORASM

    Santificado seja o vosso nome mostra que devemos crer no Senhor, porque tudo revela o seu poder e sua bondade. A harmonia do universo testemunha essa sabedoria. Por isso, todos deveriam reverenciar o seu nome.





  • O REINO DO CEU COMEÇA DENTROS DE NOS
    Os próprios discípulos próximos a Jesus não entenderam bem, de que reino ele falava e, talvez, nem hoje ainda, tenhamos dele a compreensão total.

    Todavia, toda a mensagem de Jesus é direcionada para esse reino, que está em nós, sendo desenvolvido. E é a partir desse desenvolvimento no interior dos homens, que a Terra será um dia, um reino de Deus, onde todos gozarão da felicidade que advém do conhecimento da Verdade, no exercício pleno de sua inteligência, sensibilidade e moralidade, sem necessidade da dor, do sofrimento, colaborando com o Pai, na sua obra, como acontece nos mundos felizes.
  • Esta frase demonstra o nosso reconhecimento, na compreensão possível, a nossa aceitação desse reino e a nossa intenção de conquistá-lo no esforço da vivência dos ensinos e exemplos de Jesus, pois sabemos que esse reino não virá por milagre ou pela graça, mas sim pelo esforço persistente e operante dos homens no bem.

  • AJUDA-TE Q O CEU TE AJUDARA… BATEI E ABRIRAS…

    Por isso, pedimos Venha a nos o Vosso Reino, a pedir à Deus que apresse que a luz entre em nossos corações e nos conduza ao caminho da felicidade.

  • Sabemos que a submissão é um dever do inferior para com o superior, do filho com relação ao pai. Não haveria uma razão ainda maior de nossa submissão com relação Àquele que nos criou. 
  • A atitude fundamental da prece deve ser de obediência, de adesão à vontade de Deus, de harmonização entre nós e a sua Lei, que é perfeita. Acontece que dada a nossa imperfeição oramos às avessas, ou seja, ao invés de nos conformarmos com a Lei queremos burlá-la, tornando senhores de Deus, através de pedidos de ordem inferior.

    Nós nos comprometemos a aceitar, consciente e totalmente, a nossa condição de filhos de Deus e suas leis perfeitas, sábias e justas, que expressam a sua vontade em relação à Terra e a nós.

    Comprometemo-nos, também a aceitar a nossa responsabilidade em nossa evolução e na do mundo em que vivemos.

    TANTO NA TERRA COMO NO CEU
  • Nesta frase, despimo-nos da nossa vaidade, da nossa arrogância, do nosso orgulho e egoísmo, que tanto nos tem atrasado no processo evolutivo e, nos posicionamos como filhos frágeis e rebeldes que somos ainda.

    Nela estamos ou deveríamos estar, ser humildes.

    É esta certeza que nos leva a dizer: "Seja feita a vossa vontade assim na Terra como no céu", conscientes de que a vontade de Deus em relação a nós, expressa em suas leis, é sempre a do Bem que beneficie a todos. Jamais, a vontade de Deus é o mal a quem quer que seja.
  • MAIS UMA VEZ O “NOSSO”..
    DE CADA DIA NO DA HOJE.. SO HOHE
  • Para que reine a saude com alegria, em torno de nós, precisamos de nossas refeições, mas necesstiamos tambem de paz e esperança, de fé e valor moral.

    O pao de cada dia, é pedir os meios de adquirirmos pelo trabalho as coisas necessárias à vida, porquanto ninguém t em o direito de reclamar o supérfluo.

    PEDIR TRABALHO.. FORMAS DE SERVIR
  • Reconhecemos nela, nossas necessidades materiais que são percebidas primeiro, enquanto o homem caminha em sua fase primitiva, tendo de vencer apenas os obstáculos a sua sobrevivência e manutenção. Mais evoluído, passa a perceber também as necessidades espirituais, sociais e emocionais, que o leva à percepção dos valores morais e sua importância.

    Daí as necessidades espirituais vão se tornando tão prementes quanto as materiais e o homem passa a dedicar sua inteligência para satisfazer a ambas. Quanto mais evolui, mais percebe que elas se relacionam e as maneiras de satisfazê-las também.

    Que "o pão nosso de cada dia" sintetize o pedido desse alimento espiritual divino, para que saibamos e possamos prover todas as nossas necessidades, através do esforço pessoal no trabalho, no convívio fraterno com todos, sentindo, pensando e fazendo, sempre somente o Bem.
  • FRASE MAIS DIFICIL DE DIZER COM SINCERIDADE

    Talvez seja esta frase a mais difícil de ser dita, pela dificuldade que temos em desculpar, em perdoar.
  • Falamos que devemos perdoar não sete, mas setenta vezes sete vezes, que devemos esquecer a ofensa, que devemos nos ajustar com o adversário enquanto estivermos a caminho. Mas, na prática, como é que funciona? Estamos bem longe de praticar esses atos com conhecimento de causa. Muitos até dizem: eu perdôo, mas não quero mais vê-lo na minha frente.
  • Com o verbo no presente, esta frase deve nos intimar ao perdão, visto que, ao dizê-la, estamos reafirmando o compromisso de reconhecer e aceitar a lei do perdão como indispensável a nossa evolução. Sentir-nos-emos, então estimulados a continuar esse esforço de perdoar setenta vezes sete vezes, como disse Jesus, almejando que, um dia, não sentiremos mais essa necessidade por não mais sentirmo-nos ofendidos.

    Enquanto não alcançarmos esse ideal, continuemos a repetir a frase de Jesus, conscientes de que estamos reafirmando o compromisso do esforço.
  • Cada imperfeição é uma porta aberta à sua influência,
  • A TENTAÇÃO É BONITA, SIMPATICA

    Reafirmamos a compreensão da nossa fraqueza no cumprimento das leis divinas e reconhecemos nossa inferioridade espiritual que nos leva a errarmos, a ceder às tentações.

    Entendemos que somos tentados naquilo que temos ou somos, intimamente, razão pela qual acatamos os estímulos externos que nos impelem à valorização dos prazeres materiais acima dos espirituais, a colocarmos os nossos interesses acima dos interesses dos outros, levando-nos a infringir a lei do Amor.

    O maior inimigo do homem está dentro dele mesmo: são as paixões inferioires

  • Estamos pedindo energias amorosas para que possamos resistir ao mal que existe dentro de nós, criado e desenvolvido por nós, no decorrer do nosso processo evolutivo e do qual queremos nos libertar.

    Pedimos ajuda espiritual porque sabemos que essa libertação só virá através do nosso esforço em resistirmos as nossas tentações, desenvolvendo o Bem que existe em nossa essência íntima do ser espiritual.

    Assim, quando dizemos: "Não nos deixeis cair em tentações. Livrai-nos do mal", mais uma vez não estamos pedindo milagre, que não existe, mas auxílio em nossa luta interior, solitária, de eliminarmos o mal com o desenvolvimento do bem em nós e ao redor de nós.
  • Pai Nosso

    1. 1. PAI NOSSO Rebelva, 05 de Outubro de 2016
    2. 2. Conceitos - Prece • Súplica dirigida à Deus; oração. "prece", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013 • A prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar Nele; é aproximar-se Dele; é pôr-se em comunicação com Ele. Há três coisas que podemos propor-nos por meio da prece: louvar, pedir, agradecer.” O Livro dos Espíritos – Q. 659
    3. 3. Conceitos - Prece • A prece não é movimento mecânico de lábios, nem disco de fácil repetição no aparelho da mente. É vibração, energia, poder. A criatura que ora, mobilizando as próprias forças, realiza trabalhos de inexprimível significação. Missionários da Luz – André Luiz | Chico Xavier • Recurso valioso para todo momento ou necessidade, a oração encontra-se ao alcance de quem deseja paz e realização, alterando para melhor os fatores que fomentam a vida e facultam o seu desenvolvimento. A oração é o instrumento pelo qual a criatura fala a Deus, e a inspiração lhe chega na condição de divina resposta. Momentos Enriquecedores – Joanna de Ângelis | Divaldo Franco
    4. 4. Quando orardes, não vos ponhais em evidência; antes, orai em secreto. Qualidades da prece Não afeteis orar muito, pois não é pela multiplicidade das palavras que sereis escutados, mas pela sinceridade delas. Antes de orardes, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, visto que a prece não pode ser agradável a Deus, se não parte de um coração purificado de todo sentimento contrário à caridade. Examinai os vossos defeitos, não as vossas qualidades e, se vos comparardes aos outros, procurai o que há em vós de mau.
    5. 5. Evangelho de Mateus (6:9-12) Vocês, orem assim: Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino; Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra- nos do mal. Evangelho de Lucas (11:2-4) Ele lhes disse: Quando vocês orarem, digam: Pai! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano. Perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a todos os que nos devem. E não nos deixes cair em tentação. Versões
    6. 6. Evangelho de Mateus (6:9-12) Vocês, orem assim: Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino; Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. Evangelho de Lucas (11:2-4) Ele lhes disse: Quando vocês orarem, digam: Pai! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano. Perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a todos os que nos devem. E não nos deixes cair em tentação. Versões
    7. 7. Evangelho de Mateus (6:9-12) Vocês, orem assim: Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino; Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra- nos do mal. Versões Invocação Três desejos do ser na direção da Vida Três rogativas, em que o homem compreende a própria pequenez e se levanta, súplice, confiante de que não será negado nada daquilo que solicita
    8. 8. Pai Nosso - A Oração Dominical • É o mais perfeito modelo de concisão; • Verdadeira obra-prima de sublimidade na simplicidade; • Resume todos os deveres do homem para com Deus, para consigo mesmo e para com o próximo; • Encerra uma profissão de fé, um ato de adoração e de submissão.
    9. 9. Pai Nosso, que estás no céu • Jesus queria nos dizer que Deus, acima de tudo, é nosso Pai; Somos todos uma família, somos todos irmãos, com o dever de ajudar-nos uns aos outros; • Tudo nos revela o poder e a bondade de Deus: a harmonia do Universo é a prova de uma sabedoria, de uma prudência, e de previdência que ultrapassam todas as faculdades humanas; • Deus está em todas as obras, desde a relva humilde e do menor inseto, até os astros que movem no espaço; • Cego é aquele que não glorifica as obras, orgulhoso aquele que não louva, e ingrato àquele que não rende graças.
    10. 10. Pai Nosso, que estás no céu • Seu imenso carinho para connosco está: • no Sol que nos aquece, dando sustento e alegria a todos os seres e a todas as coisas; • nas nuvens que fazem a chuva para o contentamento da Natureza; • nas águas dos rios e das fontes, que deslizam para o benefício das cidades, dos campos e dos rebanhos; • no pão que nos alimenta; • na doçura do vento que refresca;
    11. 11. Pai Nosso, que estás no céu • Seu imenso carinho para connosco está: • na bondade das árvores que nos estendem os galhos dadivosos, em forma de braços ricos de bênçãos; • na flor que espalha perfume na atmosfera; • na ternura e na segurança de nosso lar; • na assistência dos nossos pais, dos nossos irmãos e dos nossos amigos que nos ajudam a vencer as dificuldades do mundo e da vida; • e na providência silenciosa, que nos garante a conservação da saúde e da paz espiritual.
    12. 12. Santificado seja o teu nome • Jesus louvou o Pai Celeste, distribuindo o contentamento e a paz; • Espalhou a esperança e a caridade na Terra, enriquecendo os homens de fraternidade e alegria; • Tudo o que temos, tudo o que vemos, tudo o que recebemos e sentimos pertence a Deus, Nosso Pai, que tudo engrandece e aperfeiçoa, em nosso benefício; • Por essa razão, devemos lembrar que estaremos santificando o nome de Deus sempre que estivermos realizando o melhor que possamos fazer.
    13. 13. Venha a nós o teu reino • Deus nos deu leis plenas de sabedoria que indicam o caminho da felicidade (se a cumprirmos...); • Com a verdadeira vivência destas leis, haveria paz e justiça; o forte sustentaria o fraco; os males seriam evitados; não teríamos excessos e abusos; • Deu-nos a inteligência e a razão para que pudéssemos escolher entre o bem e o mal, a fim de tenhamos mérito e responsabilidade das nossas ações;
    14. 14. Venha a nós o teu reino • O auxílio celeste reclama o nosso esforço. É sempre indispensável purificar o nosso sentimento para recebê-lo e difundi-lo; • Sem a bondade em nós, não poderemos sentir a bondade de Deus ou entender a bondade dos nossos próximos; • Jesus trabalhou auxiliando a todos e ajudando-nos até a cruz do sacrifício, dando- nos a entender que o Reino de Deus é Amor.
    15. 15. Seja feita a tua vontade, assim na Terra como no Céu... • Submissão da criatura para com o seu Criador; • Observar as leis e submeter-se; sem queixumes; • Aceitação plena dos compromissos assumidos; • Temos que estar convictos de que se cada um de nós cumprir a obrigação que nos compete, oferecendo a cada dia o melhor que pudermos, estaremos atendendo às determinações no Nosso Pai Celestial; • Submissão lúcida é atitude de sabedoria.
    16. 16. Seja feita a tua vontade, assim na Terra como no Céu... • Podemos discernir a vontade de Deus em todas situações: • No sofrimento, é a Paciência • Na perturbação, é a Serenidade • Diante da maldade, é o Bem que auxilia sempre • No trabalho, é o devotamento ao Dever • Na amargura, é a Esperança • No erro, é a Corrigenda • Na queda, é o Reerguimento
    17. 17. Seja feita a tua vontade, assim na Terra como no Céu... • Podemos discernir a vontade de Deus em todas situações: • Na luta, é o Valor Moral • Na tentação, é a Resistência • À frente do ódio, é o Amor • Junto à discórdia, é a Harmonia • No ruído da maledicência, é o Silêncio • Na ofensa, é o Perdão Completo • Na vida comum, é a Bondade em favor de todos.
    18. 18. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje... • Pedir alimento indispensável à sustentação das forças do corpo, mas também o alimento espiritual que necessitamos para o nosso desenvolvimento moral e intelectual; • Deus nos deu inteligência para procura meios de prover às nossas necessidades e bem-estar; • Sustento para a matéria e força para o Espírito, de modo a prosseguir no roteiro de redenção, no qual exercita as experiências evolutivas.
    19. 19. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje... • Pedir coragem, força, prudência, previdência e a moderação a fim de não perdemos o fruto do nosso trabalho; • Pedir para as que nossas necessidades materiais e espirituais possam ser satisfeitas para que nosso desenvolvimento se faça com equilíbrio, segurança e prazer; • Todavia, como somos o operário do nosso desenvolvimento e da nossa felicidade, pedimos à Deus, principalmente, o alimento espiritual que nos auxilie no fortalecimento da nossa inteligência e sensibilidade.
    20. 20. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos a quem nos tenha ofendido... • Com que direito pedimos perdão e não perdoamos? • Cada uma das nossas infrações às Leis Divinas é uma ofensa que fazemos à Deus; • Caridade não consiste apenas em assistirmos os nossos semelhantes em suas necessidades; também consiste no esquecimento e no perdão das ofensas; • Pedimos perdão das nossas ofensas, mas tem que ser com a promessa de empregarmos os maiores esforços para não errarmos novamente; • Pedimos benefício para o nosso coração e para a nossa consciência, mas igualmente assumindo o compromisso de desculpar os que nos ofendem.
    21. 21. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos a quem nos tenha ofendido... • Há quem substitua o tempo do verbo: • "Perdoai as nossas dívidas quando perdoarmos os nossos devedores”, num reconhecimento honesto da dificuldade em perdoar. • Jesus, sabendo da nossa inferioridade espiritual, colocou o verbo no presente, justamente, para que ao repeti-lá, nos conscientizemos da importância e da necessidade do perdão.
    22. 22. Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. • Pedimos forças para resistir às más sugestões, que tentam nos desviar do caminho do bem; • Para não cairmos em tentações, é indispensável que saibamos procurar o bem, cultivando-o sem cessar; • Devemos esperar que Deus nos conceda o muito de seu amor, mas não duvidemos que é preciso dar alguma coisa do nosso esforço; • Pedimos para livrar-nos do mal, mas é preciso que desejemos não errar;
    23. 23. Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. • Nesta frase, reconhecemos nossa fragilidade, nosso orgulho, nosso egoísmo. • E pedimos, então o fortalecimento da nossa vontade em resistir ao que nos atrai, que possa trazer a nós e a outrem, dificuldade, dor, sofrimento. • O mal desaparece ante a ação do bem.
    24. 24. BIBLIOGRAFIA - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - Pai Nosso – Chico Xavier / Meimei - Boa Nova – Chico Xavier / Humberto de Campos - Luz do Mundo – Divaldo Franco / Amélia Rodrigues - Trigo de Deus – Divaldo Franco / Amélia Rodrigues - Pelos Caminhos de Jesus – Divaldo Franco / Amélia Rodrigues - Jesus de Nazaré - Carlos A. Baccelli / Irmão José - Fonte Viva – Chico Xavier / Emmanuel

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