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As parábolas de Jesus

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Ponte de Luz ASEC

Publicada em: Espiritual
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As parábolas de Jesus

  1. 1. Rebelva, 28 de Agosto de 2015 As Parábolas de Jesus
  2. 2.  Narração alegórica que envolve algum preceito de moral, alguma verdade importante.  Comparação desenvolvida em pequeno conto, no qual se encerra uma verdade, um ensinamento.  Trata-se de uma história curta, cujos elementos são eventos e fatos da vida quotidiana.  Os acontecimentos ilustram uma verdade moral ou espiritual contida na história. Definição Parábola
  3. 3. Parábola do Grão de Mostarda Parábola da Rede Parábola da Candeia Parábola do Fariseu e do Publicano
  4. 4. "O Reino dos céus é como um grão de mostarda que um homem plantou em seu campo. Embora seja a menor entre todas as sementes, quando cresce, torna-se a maior das hortaliças e atinge a altura de uma árvore, de modo que as aves do céu vêm fazer os seus ninhos em seus ramos". “Pois em verdade vos digo, se tivésseis a fé do tamanho de um grão de mostarda, diríeis a esta montanha: Transporta-te daí para ali e ela se transportaria, e nada vos seria impossível.” Parábola do Grão de Mostarda MATEUS - XVII, 14 a 20 MATEUS – VIII, 31 e 32; MARCOS – IV, 30 A 32; LUCAS – XIII,18 e 19
  5. 5. "O Reino dos céus é como um grão de mostarda que um homem plantou em seu campo.  Quando usada objetivamente designa o mundo exterior, isto é, o Universo;  Tomada no sentido subjetivo, a expressão reino dos céus designa a tranquilidade de consciência, a paz interior, a felicidade íntima, a suavidade no coração, a calma interna, a fé viva em Deus, tudo isso originado da perfeita compreensão das leis divinas e de completa submissão à vontade de Deus. Parábola do Grão de Mostarda
  6. 6. O grão representa o ponto de partida, a origem do planeta e da Humanidade (estado rudimentar); em que o crescimento oculto do grão, sua afloração, desenvolvimento e transformação em árvore simbolizam as fases por que tem passado o nosso mundo: as da formação e desenvolvimento dos reinos mineral, vegetal, animal e humano; as de depuração e transformação física do planeta; e física, moral e intelectual da Humanidade. Os ramos da árvore indicam o grau de evolução que aquele atingirá, para se tornar morada de paz e de felicidade, que os Espíritos purificados virão habitar e onde, continuando a progredir com ela, chegarão à perfeição. Parábola do Grão de Mostarda
  7. 7. “A semente de mostarda, a que se refere Jesus, constitui o gesto, a palavra, o pensamento da criatura. Há muitas pessoas que falam bastante em humildade, mas nunca revelam um gesto de obediência. Jamais realizaremos a bondade, sem começarmos a ser bons. […] O Senhor ensinou, muitas vezes, que o reino dos céus está dentro de nós. Ora, é portanto em nós mesmos que devemos desenvolver o trabalho magnânimo de realização divina, sem o que não passaremos de grandes irrefletidos.
  8. 8. A floresta também começou de sementes minúsculas. E nós, espiritualmente falando, temos vivido em densa floresta de males, criados por nós mesmos, em razão da invigilância na escolha de sementes espirituais. A palestra de uma hora, o pensamento de um dia, o gesto de um momento, podem representar muito em nossas vidas. Tenhamos cuidado com as coisas pequeninas e selecionemos os grãos de mostarda do reino dos céus. Toda vez que pegarmos desses grãos, consoante a Palavra Divina, semeando-os no campo íntimo, receberemos do Senhor todo o auxílio necessário. […] Nossa semeadura crescerá e, em breve tempo, atingiremos elevadas edificações.” Os Mensageiros - 35
  9. 9. As montanhas que a fé desloca são as dificuldades, as resistências, a má vontade, os preconceitos da rotina, o interesse material, o egoísmo, a cegueira do fanatismo e as paixões orgulhosas e tantas outras montanhas que barram o caminho a quem trabalha pelo progresso da Humanidade. A fé robusta dá a perseverança, a energia e os recursos que fazem se vençam os obstáculos, assim nas pequenas coisas, que nas grandes. Da fé vacilante resultam a incerteza e a hesitação de que se aproveitam os adversários que se têm de combater; essa fé não procura os meios de vencer, porque não acredita que possa vencer. Parábola do Grão de Mostarda ESE - XIX
  10. 10. A fé sincera e verdadeira é sempre calma; faculta a paciência que sabe esperar, porque, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, tem a certeza de chegar ao objetivo visado. A fé vacilante sente a sua própria fraqueza; quando a estimula o interesse, toma-se furibunda e julga suprir, com a violência, a força que lhe falece. A calma na luta é sempre um sinal de força e de confiança; a violência, ao contrário, denota fraqueza e dúvida de si mesmo. ESE - XIX
  11. 11. “O Reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar e que apanha toda qualidade de peixes. E, estando cheia, a puxam para a praia e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; os ruins, porém, lançam fora. Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos e separarão os maus dentre os justos. E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali, haverá pranto e ranger de dentes.” Parábola da Rede MATEUS - XIII, 47 a 50
  12. 12. “O Reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar e que apanha toda qualidade de peixes. A rede representa a Lei de Amor, inscrita por Deus em todas as consciências, e os peixes de toda a espécie apanhados por ela são os homens de todas as raças e de todos os credos, que serão julgados de acordo com as suas obras. Parábola da Rede
  13. 13. “E, estando cheia, a puxam para a praia e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; os ruins, porém, lançam fora” A cada momento fazemos nossas escolhas, operando nas mais variadas frentes, pela seleção de companhias, situações, interesses e desejos. Em consequência, nos deparamos sempre com os resultados do uso do livre-arbítrio: positivos ou negativos. Os pontos positivos são vitórias espirituais que nos fazem ascender a mais um degrau na escada evolutiva. Os resultados negativos serão “lançados fora”, no mar da para que ocorram as devidas retificações, no momento apropriado, determinado pela lei de causa e efeito. Parábola da Rede
  14. 14. “Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos e separarão os maus dentre os justos” Significa, apenas, o fim de um período e início do outro, marcados pelas inevitáveis transições. Jesus, como governador do Planeta, presidirá essas transformações, auxiliado pelos seus servidores diretos, os Espíritos puros, citados como “anjos” na parábola. Esses anjos celestiais, por sua vez, contam com o apoio de Espíritos esclarecidos, benfeitores e entidades amigas que, assumindo missões e compromissos, como encarnados ou desencarnados, saberão aliviar dores, gerir as perturbações e conflitos. Parábola da Rede
  15. 15. “E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali, haverá pranto e ranger de dentes” O “pranto” e o “ranger de dentes” são as provações amargas que os Espíritos endividados, perante Deus e si mesmos, deverão passar. O fogo depurador das reencarnações reparadoras, determinado pela lei de causa e efeito, lhes reajustarão a marcha evolutiva. O momento de transição por que passa o Planeta, caracteriza-se uma aferição de morais e de impulsos progressivos da inteligência humana, marcados sim, por prantos ranger de dentes, necessários ao processo de transformação da Humanidade. Parábola da Rede
  16. 16. Obs erv a em derredor de ti e rec onh ec erás onde, c om o e quando Deus te c h am a em s ilênc io a c olaborar c om ele, s eja no des env olv im ento das boas ob r as , na s us tentaç ão d a p ac iênc ia, na inter v enç ão c ar id os a em assuntos inquietantes para que o mal não interrompa a c ons truç ão do bem , na palav ra ilum inativ a ou na s eara do c onh ec im ento s uperior, h abitualm ente am eaç ada pelo as s alto das trev as . Sem dúv ida, em lugar algum e em tem po algum , nada c ons eguirem os , na es s ênc ia, planear , organiz ar, c onduz ir, ins tituir ou f az er s em Deus; no entanto , em atividade alguma não nos é lícito olvidar que Deus igualm ente es pera por nós . Encontro marcado - 16
  17. 17. Recordemos que a tribulação produz fortaleza e paciência e, em verdade, ninguém encontra o tesouro da experiência, no pântano da ociosidade. É necessário acordar com o dia, seguindo-lhe o curso brilhante de serviço, nas oportunidades de trabalho que ele nos descortina. A existência terrestre é passagem para a luz eterna. E prosseguir com o Cristo é acompanhar-lhe as pegadas, evitando o desvio insidioso. Vinha de Luz - 142
  18. 18. “E ninguém, acendendo uma candeia, a põe em oculto, nem debaixo do alqueire, mas no velador, para que os que entram vejam a luz. A candeia do corpo é o olho. Sendo, pois, o teu olho simples, também todo o teu corpo será luminoso; mas, se for mau, também o teu corpo será tenebroso. Vê, pois, que a luz que em ti há não sejam trevas. Se, pois, todo o teu corpo é luminoso, não tendo em trevas parte alguma, todo será luminoso, como quando a candeia te alumia com o seu resplendor.” Parábola da Candeia LUCAS - XI, 33 a 36
  19. 19. “E ninguém, acendendo uma candeia, a põe em oculto, nem debaixo do alqueire, mas no velador, para que os que entram vejam a luz. Todo o conhecimento destinado à melhoria moral e intelectual do ser humano não deve permanecer oculto, mas ser amplamente divulgado. A candeia simboliza instrumento de iluminação cuja chama, alimentada pelo óleo a abastece, afasta a escuridão reinante. Do ponto de vista espiritual, a candeia assemelha-se à mente esclarecida e enobrecida de valores morais que afasta as trevas da ignorância existentes na Humanidade. Parábola da Candeia
  20. 20. “A candeia do corpo é o olho. Sendo, pois, o teu olho simples, também todo o teu corpo será luminoso; mas, se for mau, também o teu corpo será tenebroso. Vê, pois, que a luz que em ti há não sejam trevas. Se, pois, todo o teu corpo é luminoso, não tendo em trevas parte alguma, todo será luminoso, como quando a candeia te alumia com o seu resplendor.” Na medida em que há perseverança na luta educativa, as sugestões negativas do não atingem a criatura humana. Caminhando em direção ao bem, o Espírito se pouco a pouco das paixões inferiores, revelando um corpo luminoso de virtudes. Por outro lado, mantendo-se envolvido pela túnica da humildade, da benevolência, do perdão e da fé, aprende a incorporar a luz em si mesmo. Parábola da Candeia
  21. 21. Nossa existência é uma candeia viva. É um erro lamentável despender nossas forças, sem proveito para ninguém, sob a medida de nosso egoísmo, de nossa vaidade ou de nossa limitação pessoal. Coloquemos nossas possibilidades ao dispor dos semelhantes. Ninguém deve amealhar as vantagens da experiência terrestre somente para si. Cada Espírito provisoriamente encarnado, no círculo humano, goza de imensas prerrogativas, quanto à difusão do bem, se persevera na observância do Amor Universal. Prega, pois, as revelações do Alto, fazendo-as mais formosas e brilhantes em teus lábios; insta com parentes e amigos para que aceitem as verdades imperecíveis; mas, não olvides que a candeia viva da iluminação espiritual é a perfeita imagem de ti mesmo. Transforma as tuas energias em bondade e compreensão redentoras para toda gente, gastando, para isso, o óleo de tua boa vontade, na renúncia e no sacrifício, e tua vida, em Cristo, passará realmente a brilhar. Fonte Viva - 81
  22. 22. “À medida que te recolhas no exercício legítimo do amor cristão, em demonstrações genuínas de do Evangelho sentido, vivido e aplicado, controlarás tua capacidade irradiante, segundo os ditames da própria alma!” “Ora, vigia, movimenta-te no esforço digno e sê feliz! A tua luz crescerá com a dilatação de teu devotamento ao Bem Infinito.” Voltei – Novo Despertar
  23. 23. “E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo, a orar; um, fariseu, e o outro, publicano. O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou, porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana e dou os dízimos de tudo quanto possuo. O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.” Parábola do Fariseu e do Publicano LUCAS - XVIII, 9 a 14
  24. 24. “E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros” A ponderação de Jesus registrada nesse versículo nos fala do excesso de confiança que conduz a pessoa a julgar-se como sendo referência justiça. Este tipo de comportamento, em geral alimentado pelo orgulho e vaidade, nos transformam em pessoas presunçosas e arrogantes, a ponto de julgar e desprezar os outros, o que pensam e o que fazem. Parábola do Fariseu e do Publicano
  25. 25. “Dois homens subiram ao templo, a orar; um, fariseu, e o outro, publicano.”  Fariseus: Servis cumpridores das práticas exteriores do culto e das cerimônias; inimigos dos inovadores, sob as aparências de meticulosa devoção, ocultavam costumes dissolutos, muito orgulho e, acima de tudo, excessiva ânsia de dominação. Tinham a religião mais como meio de chegarem a seus fins, do que como objeto de fé sincera.  Publicanos: não representavam uma casta sacerdotal, mas, sim, cobradores de impostos ou de tributos definidos pelo domínio romano na Palestina. Parábola do Fariseu e do Publicano
  26. 26. “O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou, porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana e dou os dízimos de tudo quanto possuo”  Oração com expressões negativas que refletem orgulho, vaidade, auto louvação;  Ironias e comparações infelizes; discriminação;  Falta de humildade e recetividade;  Foco de interesse não era difusão e vivência da palavra de Deus, mas as manifestações de culto externo. Parábola do Fariseu e do Publicano
  27. 27. “O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!.”  Posição de humildade, respeito (“de longe”) ao se dirigir, em prece, a Deus;  Atitude humilde, demonstrando que conhece os seus defeitos, sabe que é pecador, e nem ousar levantar os olhos para o céu;  A humildade é, possivelmente, a mais difícil das virtudes a ser conquistada no mundo atual que, governado pelo materialismo, enfatiza o orgulho e a vaidade. Parábola do Fariseu e do Publicano
  28. 28. Jesus definiu claramente as qualidades da prece. Quando orardes, diz ele, não vos ponhais em evidência; antes, orai em secreto. Não afeteis orar muito, pois não é pela multiplicidade das palavras que sereis escutados , mas pela sinceridade delas. Antes de orardes, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, visto que a prece não pode ser agradável a Deus, se não par te de um coração purificado de todo sentimento contrário à caridade. Orai, enfim, com humildade, como o publicano, e não com orgulho, como o fariseu. Examinai os vossos defeitos, não as vossas qualidades e, se vos comparardes aos outros , procurai o que há em vós de mau. ESE – XVIII - 1
  29. 29. Onde está a humildade, há disposição para servir fielmente a Jesus. O verdadeiro humilde, embora conheça a insuficiência própria, declara- se escravo da vontade do Senhor, para atender-lhe aos sublimes desígnios, seja onde for. Pontos e Contos - 41
  30. 30.  O Evangelho segundo o Espiritismo  A Gênese  Encontro Marcado – Chico Xavier / Emmanuel  Vinha de Luz – Chico Xavier / Emmanuel  Fonte Viva – Chico Xavier / Emmanuel  Livro da Esperança - Chico Xavier / Emmanuel  Os Mensageiros – Chico Xavier / André Luiz  Voltei – Chico Xavier / Irmão Jacob  Pontos e Contos – Chico Xavier / Irmão X  Renovando Atitudes – Francisco do Espírito Santo Neto / Hammed  Parábolas evangélicas – Rodolfo Calligaris  Parábolas e Ensinos de Jesus – Cairbar Schutel Bibliografia
  31. 31. Cada boa ação que você pratica é uma luz que você criaem torno de seus próprios passos.

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