Desvendando os mistérios dos acordes e suas escalas e quem sabe mais o que
em Autumn Leaves part 1/2

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Como sempre li grandes pensadores, não é difícil ter o faro e analisar onde
começa essa dificuldade coletiva entre o saxof...
Minha analise e crítica sobre o assunto começa na mudança do tempo, no objetivo, e
MÉTODOS PARA SAXOFONE.

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Tais Métodos eram bem famosos entre os maestros nas igrejas evangélicas,
principalmente porque apenas queríamos o instrume...
Ora Wagner, o que você está falando tem até sua lógica, mas porque métodos como
esses foram receitados por alguns grandes ...
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de G.

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E o que são esses acordes?

Esses acordes são formados dentro da própria escala de G, e como fazemos
isso?

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É só pensar da seguinte forma, o tecladista, e guitarrista podem tocar mais de
uma nota por vez, então ele tocando essas 4...
Esse é um Am7

E porque o A é menor e não maior Wagner?

Bom, o acorde para ser maior ou menor, é decidido pela 3º terça E...
O menor faz com que a Nota desça meio tom, foi o que aconteceu nesse Am7,
a terça na escala Maior de A é C#, e como estamo...
Vamos então pegar nossa equação de Tº - 3º - 5º - 7º e montar o acorde e
saber se é maior ou menor, e analisar a 7º sétima...
Simples neh?!

Apenas para os curiosos

Agora você já está apredendo como e o que o pianista ta tocando, quando
toca todas...
O 4º Acorde, é um C7+ que também faz parte da escala de G:

Para não esquecermos, é a escala de G, tocada apartir de C, ag...
Ou seja, é a escala de G, tocada a apartir da sua 7º sétima nota, o
F#.

Montando o acorde:
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Desvendando os mistérios dos acordes e suas escalas e quem sabe mais o que em autumn leaves part 1

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Desvendando os mistérios dos acordes e suas escalas e quem sabe mais o que em autumn leaves part 1

  1. 1. Desvendando os mistérios dos acordes e suas escalas e quem sabe mais o que em Autumn Leaves part 1/2 Ando lendo e sentindo que “esse lance de acordes e escalas”, ou seja, os Modos Gregos” ainda é um assombro.
  2. 2. Como sempre li grandes pensadores, não é difícil ter o faro e analisar onde começa essa dificuldade coletiva entre o saxofonistas, e músicos de sopro em geral.
  3. 3. Minha analise e crítica sobre o assunto começa na mudança do tempo, no objetivo, e MÉTODOS PARA SAXOFONE. A maioria dos famosos MÉTODOS PARA SAXOFONE, foram escritos há mais de 50 anos atrás!!!
  4. 4. Tais Métodos eram bem famosos entre os maestros nas igrejas evangélicas, principalmente porque apenas queríamos o instrumento para tocar na orquestra da igreja, banda marcial da cidade, então você estudava e lia as lições desses métodos, para ficar apto a ler as partituras, na orquestra, banda e etc, é ou não é? Poucos tinham o acesso ao conhecimento para improvisar, ou professores que ensinavam a arte do improviso. Poucos se interessavam por acharem algo muito distante, sem funcionalidade na igreja, ou até mesmo porque não tinham acesso a essa gama de informações, um ou outro, tinha uma fita do Charlie Parker, David Sanborn, Michael Brecker então era coisa rara!!! Hoje com a explosão dos grupos de louvores em igrejas evangélicas, católicas, começaram a surgir o interesse para o improviso, e daí o conflito de “O que estudar se o que ouço e quero tocar, não tem nada haver com os MÉTODOS PARA SAXOFONE CONVENCIONAIS”? Essa pequeníssima análise, para não ser extenso, quem sabe uma outra hora, penso que, tais MÉTODOS PARA SAXOFONE, se tornam DE CERTA forma obsoletos. Na minha humilde opinião, o principal motivo, é por não ter uma conscientização harmônica. Você lê, lê, lê, lê e ufa e lê, a grande maioria não sabe onde aplicar, e/ou sua praticidade!!! Alguns de vocês podem não concordar, e poderíamos pensar o seguinte:
  5. 5. Ora Wagner, o que você está falando tem até sua lógica, mas porque métodos como esses foram receitados por alguns grandes saxofonistas do passado e também estudados por eles? Posso te responder também da seguinte maneira: De cada 100 estudante, se apenas 10 conseguem ter êxito, e chegar ao conhecimento pleno. Diria que ainda tais métodos que conseguem apenas 10% de êxito, ainda sim eu não aconselharia. Mas nem tudo está perdido, apenas desconectado!!!! Depois dessa introdução e análise crítica espero que essa matéria possa CLAREAR sua mente. Escolhi o Autumn Leaves, um tema super simples para aprendermos a enxergar os acordes, sua escala e propor alguns exercícios.
  6. 6. Vemos acima no primeiro círculo apontando que a música está na tonalidade de G. Depois apartir do 2º compasso começam a surgir os acordes, Am7, D7, G7+ , C7+, F#m7 5b (ou F# meio-diminuto) por enquanto até ai. Percebam que a melodia está dentro da escala de G, ok?
  7. 7. E o que são esses acordes? Esses acordes são formados dentro da própria escala de G, e como fazemos isso? Vemos que numeramos a escala, para adentrarmos a linguagem da Harmonia, e como monta-se um acorde? Super simples, é como uma equação: Tônica – 3º - 5º - 7º, se olharmos acima, as notas que estão marcadas como T – 3º - 5º - 7º, são: Então separei apenas as 4 notas, como funciona isso? Como saxofone não pode tocar 4 notas de uma vez, todas juntas.
  8. 8. É só pensar da seguinte forma, o tecladista, e guitarrista podem tocar mais de uma nota por vez, então ele tocando essas 4 notas todas juntas, vai soar isso que chamamos de Acorde. Abaixo a escrita correta. Por isso a importância de saber o que o tecladista está tocando, para que nós saxofonistas, possamos tocar dentro de cada acorde. Vemos que o primeiro Acorde de Autumn Leaves, é o tal do Am7, como disse acima, são acordes que estão dentro das notas da escala de G. O A é a segunda nota da escala de G: Então acima vemos a escala de G, vista apartir do A, que é a 2º nota, ok? Vamos então usar aquela nossa equação de Tônica – 3º - 5º - 7º, para formar o acorde?
  9. 9. Esse é um Am7 E porque o A é menor e não maior Wagner? Bom, o acorde para ser maior ou menor, é decidido pela 3º terça Então para saber se o acorde é maior ou não, sempre temos que comparar com a escala Maior da própria nota, nesse caso seria o A. Para ser direto:
  10. 10. O menor faz com que a Nota desça meio tom, foi o que aconteceu nesse Am7, a terça na escala Maior de A é C#, e como estamos compondo o Acorde com as notas da estala de G, o C na escala de G é natural, portanto a diferença entre elas é de ½ tom. E se não tiver diferença, quando eu comparar as notas? Então a nota será Maior. Viu como é simples, sempre temos que comparar, as notas da escala Maior da própria nota, com as notas da escala que se está montando o acorde. Vamos então ao 2º Acorde de Autumn Leaves, D7: Esse acorde também faz parte da escala de G, ou seja, é a escala de G, começando apartir do D,
  11. 11. Vamos então pegar nossa equação de Tº - 3º - 5º - 7º e montar o acorde e saber se é maior ou menor, e analisar a 7º sétima também. Agora vamos saber se é maior ou menor, e vamos analisar a 7º tb. Esse acorde chama-se D maior com sétima, ou apenas D7 (quando digo apenas 7, já significa que a 7º é menor). Aprendendo ao “sabor de um batepapo”.
  12. 12. Simples neh?! Apenas para os curiosos Agora você já está apredendo como e o que o pianista ta tocando, quando toca todas aquelas notas juntas, só que temos uma vantagem, de forma básica o pianista só está tocando 4 notas diferentes, nós podemos passear pelas 7 notas, tocando à vontade (isso é improvisação, importante sempre respeitar as notas do acorde ao terminar uma frase..sr.sr.) Seguindo nossa analise em Autumn leaves, o 3º acorde, não precisamos analisar que já é o G7+, que é a própria escala de G.
  13. 13. O 4º Acorde, é um C7+ que também faz parte da escala de G: Para não esquecermos, é a escala de G, tocada apartir de C, agora vamos comparar para ver se esse C é maior ou menor: Como podemos ver, não tem diferença entre as 3º terças e 7º , portanto esse C é um C7+ (ou C maior 7+, quando dizemos 7+ quer dizer que a sétima é maior, ok?) Agora vamos para o 5º Acorde, F#m7 5b, ou F# que fala-se, F# meio-dimunuto.
  14. 14. Ou seja, é a escala de G, tocada a apartir da sua 7º sétima nota, o F#. Montando o acorde:

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