Fil kant

756 visualizações

Publicada em

0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
756
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
18
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Fil kant

  1. 1. KANTO ESclarecimento/Iluminismo e a Revolução Copernicana na Filosofia
  2. 2. InfluÊnciasPietismo: protestantismo luterano de tendência mística epessimista (o homem necessita constantemente daregeneração perante o pecado)Racionalismo/ Esclarecimento: Leibnitz - otimismoperante o poder da razão.Hume e Rousseau
  3. 3. O problema do malO mal não é ausência de bondade, e sim o resultadopositivo de uma liberdade usada de forma malfazeja.O homem, se deixado a seus próprios instintos, agirá deforma egoísta. Não devemos confiar nos nossosimpulsos.A razão deve ser aquilo que guia o comportamentohumano, moderando ou até controlando as paixões.
  4. 4. Ética em kantA ética do exemploA ética é um sistema de regras absolutas.O valor das ações provém das intenções com que sãopraticadas: uma ação boa, feita por motivos errados ouinconfessos, não é ética.As regras devem ser respeitadas independentementedas consequências, pois são leis que a razão estabelecepara todos os seres racionais.
  5. 5. ética em kantImperativo hipotético X imperativo categóricoAgir moralmente significa respeitar direitos.Só somos realmente livres se formos nós próprios adefinir as leis a que o nosso comportamento deveráobedecer.Uma obrigação (ou imperativo) é hipotética quandoexiste apenas em certas condições, mas não noutras.
  6. 6. ética em kantAgir certo é uma obrigação hipotética?Se assim fosse, só teríamos, por exemplo, a obrigaçãode ajudar os outros em certas condições, não emtodas.Mas temos o dever de ajudar quem precisa em todas ascircunstâncias, quaisquer que sejam os nossos desejos.A obrigação de ajudar os outros não deixa de existirporque deixamos, por exemplo, de querer agradar aquem ajudamos. Continua a existir mesmo nesse caso.
  7. 7. ética em kantImperativo categórico (uma ordem a si mesmo e sempossibilidade de a negarmos)Age apenas segundo máximas que queiras vertransformadas em leis universais.A máxima do meu agir deve ser por mim entendida como uma leiuniversal, para que todos a sigamAge de tal modo que possas usar a humanidade, tanto em tua pessoacomo na pessoa de qualquer outro, sempre como um fim ao mesmotempo e nunca apenas como um meio
  8. 8. o conhecimentoA Crítica: um estudo sobre os limites do conhecimento.Análise reflexiva.O que realmente pode ser conhecido?Conhecimento sensível e inteligível (não “mundo”, e simconhecimento)A partir da análise do conhecimento sobre as coisas,remontar e buscar aquilo que as torna legítimas.
  9. 9. o conhecimentoCrítica transcendental: a solução da questão EmpirismoX RacionalismoO conhecimento começa com a experiência, mas nemtodo conhecimento se origina da experiência.Não conhecemos as coisas em si, mas sim como elas semostram - como as compreendemos ou as vemoslocalizadas no Espaço e no Tempo. Duas pessoaspodem ter visões levemente diferentes de um objeto aomesmo tempo.
  10. 10. O conhecimentoJuízos a priori: independem da experiência, sãonecessários e universais.São também juízos analiíticos: quando o predicado estácontido no sujeito.Exemplo: um triângulo tem três ângulos.Basta ver um que se sabe disso, está no nome: trêsângulos.
  11. 11. O conhecimentoJuízos a posteriori: dependem da experiência.São também juízos sintéticos: no qual o predicadoenriquece o sujeito.Exemplo: a régua é verde.Sei disso porque a vi, mas nem toda régua é verde e serverde não é fundamental para ser uma régua.
  12. 12. o conhecimentoSeria possível existirem juízos sintéticos a priori (ou seja,que independessem da experiência e aindaenriquecessem a compreensão do objeto)?Exemplo: a soma dos ângulos de um triângulo qualquerequivale sempre a dois ângulos retos.Eu não preciso ver isso na prática, está demonstrado porteorias e eu sei que funciona.
  13. 13. o conhecimentoResposta: pois os dados da experiência surgem aposteriori para quem a faz, mas são dados a priori - istoé, podem ser assumidos como válidos ou ponto departida - pelos que repetem a experiência ou por outroscientistas que investigam o assunto.Ou seja, o conhecimento que surge a partir do empirismose transforma em conhecimento racional para os que outilizarão ou aprenderão mais tarde.
  14. 14. o conhecimentoO que devemos estudar é o PROCESSO doconhecimento.Razão sem experiência e intuição sensível é vazia;experiênca /intuição sensível, sem a razão, é cega.Pretender que a Razão tem intuições que remetam a ummundo além desse que nós vivemos é pura especulação.
  15. 15. razão puraA vocação da razão é organizar e unificar o mundo emsistemas.No caso do mundo prático, isso até pode funcionar, masnão funciona ao tentarmos pensar o terreno dametafísica.A razão precisa ter algum ponto de apoio no real. Arazão pura, descolada do mundo, se perde emantinomias e delírios, pois passa a não estar ligada anada.
  16. 16. razão puraExemplo: organizamos mentalmente a ideia de uma“alma-substância” pois isso unificaria todos os meusestados de alma (triste, alegre, chateado, maravilhado,prático, irado, etc.) em uma única natureza, no tempo eno espaço.Buscamos a ideia de um Criador para organizarmos osprocessos do universo no espaço e no tempo, umfundamento do mundo que unifique tudo que se passanesse mundo.
  17. 17. Razão puraMas sem referência à experiência, a razão acaba porficar louca, provando tanto a tese como a antítese:Exemplo: o universo tem um começo?Sim, pois o infinito para trás é impossível.Não, pois eu sempre posso me perguntar “o que haviaantes do início”

×