Projeto interdisciplinar ensino das ciências sociais

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FACULCADE INTEGRADA AVM
Curso Pedagogia
Disciplina Ensino das Ciências Sociais
Professora Maria Angelica

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Projeto interdisciplinar ensino das ciências sociais

  1. 1. PROJETO INTERDISCIPLINAR Ensino das Ciências Sociais: Fundamentos e Metodologia Tema gerador: violência e escola Professor: Maria Angélica Alunas: Eliana Marçal dos Santos (P00638) Magali Odilia Silva de Oliveira (P00453) Maria Estefânia Queiroz Bezerra (P00653) Marilene Pinheiro Pires (P00648) Raquel da Conceição (P00673)
  2. 2. DIÁRIO DE BORDO <ul><li>No período de uma semana acompanhamos atividades </li></ul><ul><li>no CETOP - Centro Educacional Topázio na Rua dos Topázios, 396 – Rocha Miranda – RJ. </li></ul><ul><li>Diretoras: Aurenize Queiroz de Mattos e </li></ul><ul><li>Carla Maria Queiroz de Araújo </li></ul><ul><li>Turma observada: Professora Daniele do 4o. ano e outras turmas durante a apresentação do teatro. </li></ul>
  3. 3. 1º dia – 28/03 <ul><li>Atividade sugerida em sala de aula: A professora dividiu a turma em grupos de 4 alunos e distribuiu reportagens sobre violência contra os animais publicadas em sites de Associações em defesa dos mesmos. </li></ul><ul><li>Brenda Spencer - Uma colegial que matou duas crianças nos EUA. Costumava se divertir ateando fogo na cauda de cães e gatos e ninguém deu muita importância a isto. </li></ul><ul><li>Johnny Rieken - Assassino de Christina Nytsch e Ulrike Everts. Matava cães, gatos e outros animais quando tinha 11 ou 12 anos. </li></ul><ul><li>  Richard Speck - Matou oito mulheres. Jogava pássaros dentro do elevador. </li></ul><ul><li>Albert de Salvo: Assassinou 13 mulheres. Na juventude prendia cães e gatos em jaulas para depois atirar flechas neles.   </li></ul><ul><li>Observamos que os alunos demonstravam raiva com os maus tratos praticados aos animais. Logo, iniciaram grande falatório contando fatos sobre os animais da vizinhança, da rua onde moram e de familiares que sofrem. </li></ul><ul><li>A professora intermediou a revolta demonstrada e pediu que os grupos analisassem as reportagens e procurassem solução para os problemas. </li></ul>
  4. 4. 2º dia – 29/03 <ul><li> A professora havia solicitado a alguns dias atrás que os alunos trouxessem foto deles com os animais de estimação ou em passeios ao zoológico e sítios. As crianças foram se apresentando uma a uma. </li></ul><ul><li>Este primeiro momento é chamado de momento cultural onde os alunos fazem reflexão sobre o tema semanal escolhido. </li></ul><ul><li>Os animais em nossa sociedade ainda estão vulneráveis, pois embora existam leis que os protejam, geralmente não punem ninguém quando elas  são infringidas.Uma das principais causas é que não há fiscalização. É aí que aparece a degradação, a violência, a falta de amor pelos animais. </li></ul><ul><li>É preciso que no Brasil haja uma conscientização ou pelo menos um debate sobre a crueldade imposta. Os animais merecem respeito como qualquer outro ser vivo! É o que diz a Declaração Universal dos Direitos dos Animais. </li></ul>
  5. 5. 3º dia – 30/03 <ul><li>Neste dia não aguardamos a formação das turmas no pátio. </li></ul><ul><li>Com autorização da professora aguardamos em sala de aula a chegada dos alunos e colocamos um CD com canto de diversos pássaros. Foi gratificante observar a curiosidade deles querendo entender e explicar os sons. Desta vez quase não ouvíamos as suas falas. Ao perceber os cantos eles sorriam e sentavam em suas carteiras com toda atenção. </li></ul><ul><li>Distribuimos uma folha com o título: Por que é bom ser livre? </li></ul><ul><li>Este foi o momento cultural mais tranquilo, segundo a opinião da professora. </li></ul>
  6. 6. 4º dia – 31/03 <ul><li>O momento cultural foi programado assim: </li></ul><ul><li>Cada representante do grupo dividido na primeira aula percorreu uma outra sala, acompanhado dos colegas, e explicou sobre a importância de defendermos os animais. </li></ul><ul><li>Informavam que havia associações formadas por adultos que tentavam impedir as crueldades praticadas. </li></ul><ul><li>A criançada ama os bichinhos e mostravam solidariedade. </li></ul><ul><li>As outras professoras intermediavam os diálogos e juntos achavam soluções para o problema. </li></ul><ul><li>Todos os alunos estavam eufóricos com a peça teatral: “ Circo legal não animal” que aconteceria no dia seguinte. </li></ul>
  7. 7. 5º dia – 01/04 <ul><li>Atividade no pátio: teatro de fantoche com o animador Zacadum. </li></ul>Música para encerrar o evento: Não atire o pau no gato to Porque isso sso não se faz faz faz O gatinho nho é nosso amigo go Não devemos maltratar os animais.
  8. 8. Escola e Violência Além da violência “na” e “da” escola, existe a violência “à” escola: A violência na escola é aquela que se produz dentro do espaço escolar, sem estar ligada às atividades da instituição escolar, por ex.: quando um bando entra na escola para acertar contas de disputas do narcotráfico. A violência da escola é a violência institucional, simbólica, reproduzida através de seus agentes (professores, serventes), dos modos de atribuição de notas, de distribuição das classes, dos castigos, dos atos de exclusão, etc. Segundo Charlot (op.cit.), existe ainda a violência à escola , que está ligada aos atos contra a escola; são casos em que alunos provocam incêndios, ameaçam, insultam, agridem os professores ou funcionários da escola.
  9. 9. Existe uma relação entre crueldade com seres humanos e com animais? * Muitos assassinos em série começaram matando animais. *Pesquisas norte-americanas mostram que a crueldade animal pode ser sintoma de uma mente doentia. Em 1998, Russell Weston entrou no Capitólio, puxou uma arma e começou a atirar ao redor. Quando terminou, dois policiais estavam mortos e um visitante ferido. Poucas horas antes, Weston já havia atirado numa dúzia de gatos de rua alimentados por seu pai. No Brasil, a Sociedade Protetora de Animais, tem a missão de conscientizar e de protegê-los das agressões. Maus tratos contra seres indefesos são constantes, substituindo proteção por crueldade. Instituições utilizam-se de comunidades virtuais, para receberem denúncias e elaborar campanhas e denúncias, cujos resultados são encaminhados a Câmara de Deputados, Assembléias Legislativas, Governos Estaduais e Municipais e às instituições interessadas.
  10. 10. Quem são as vítimas? Animais de companhia são os alvos mais freqüentes de crueldade, principalmente os cães ( 76% de todos os animais de companhia) que são comumente mais relatados que casos de crueldade contra gatos (19% de todos os animais de estimação). Também, em alguns casos, ocorre abusos com crianças a atos sexuais com animais ou ameaçam maltratar o bicho de estimação favorito , a fim de chantageá-las para que mantenham os abusos como um segredo. Geralmente apenas a ameaça de machucar um animal da criança é suficiente para fazer com que ela se cale em relação às agressões que sofrem.
  11. 11. Conclusão <ul><li>Tanto as crianças como os animais são vítimas silenciosas da violência doméstica, muitas vezes vítimas invisíveis. Por sua vez, a comunidade deve ser treinada para reconhecer e denunciar todas as formas desta violência. </li></ul><ul><li>A crueldade contra os animais não deve ser ignorada, mas encarada como a manifestação da agressividade latente, pois pode mostrar sinais de um comportamento futuro violento contra humanos. Quando animais sofrem abusos, as pessoas estão em perigo. </li></ul><ul><li>Quantas pessoas ainda se regozijam com o sofrimento dos chamados animais irracionais! É lamentável que em países qualificados de civilizados, como a Espanha, as pessoas encontrem diversão naquelas odiosas touradas. </li></ul><ul><li>A prevenção é a maneira eficaz de se combater a violência doméstica e contra os animais. </li></ul>

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