Buraco na Camada de Ozônio

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Buraco na Camada de Ozônio

  1. 1. Buraco na Camada de Ozônio<br />O buraco na camada de ozônio vem sendo amplamente discutido depois dos relatórios sobre o aquecimento global. A camada de ozônio é uma capa desse gás que envolve a Terra e a protege de vários tipos de radiação, sendo que a principal delas, a radiação ultravioleta, é a principal causadora de câncer de pele<br />
  2. 2. Causas<br />No último século, devido ao desenvolvimento industrial, passaram a ser utilizados produtos que emitem clorofluorcarbono (CFC), um gás que, ao atingir a camada de ozônio, destrói as moléculas que a formam, causando assim a destruição dessa camada da atmosfera.<br />Sem essa camada, a incidência de raios ultravioletas, que são radioativos, fica sensivelmente maior, aumentando as chances de contração de câncer.<br />
  3. 3. Consequências<br />A principal conseqüência da destruição da camada de ozônio será o grande aumento da incidência de câncer de pele, desde que os raios ultravioletas são mutagênicos.<br />Além disso, existe a hipótese segundo a qual a destruição da camada de ozônio pode causar desequilíbrio no clima, resultando no “efeito estufa”, o que causaria o descongelamento das geleiras polares e conseqüente inundação de muitos territórios que atualmente se encontram em condições de habitação.<br />De qualquer forma, a maior preocupação dos cientistas é mesmo com o câncer de pele, cuja incidência vem aumentando nos últimos vinte anos. Cada vez mais aconselha-se a evitar o sol nas horas em que esteja muito forte, assim como a utilização de filtros solares, únicas maneiras de se prevenir e de se proteger a pele.<br />
  4. 4. As Dimensões<br />A região mais afetada pela destruição da camada de ozônio é a Antártida.Nessa região, principalmente no mês de setembro, quase a metade da concentração de ozônio é misteriosamente sugada da atmosfera.<br />Esse fenômeno deixa à mercê dos raios ultravioletas uma área de 31 milhões de quilômetros quadrados, maior que toda a América do Sul, ou 15% da superfície do planeta.<br />Nas demais áreas do planeta, a diminuição da camada de ozônio também é sensível; de 3 a 7% do ozônio que a compunha já foi destruído pelo homem. Mesmo menores que na Antártida, esses números representam um enorme alerta ao que nos poderá acontecer, se continuarmos a fechar os olhos para esse problema.<br />
  5. 5. A Busca pela Solução<br />Nos últimos anos tentou-se evitar ao máximo a utilização do CFC e, mesmo assim, o buraco na camada de ozônio continua aumentando, preocupando cada vez mais a população mundial.<br />As ineficientes tentativas de se diminuir a produção de CFC, devido à dificuldade de se substituir esse gás, principalmente nos refrigeradores, provavelmente vêm fazendo com que o buraco continue aumentando, prejudicando cada vez mais a humanidade.<br />
  6. 6. Desertificação<br />A Desertificação é definida como processo de destruição do potencial produtivo da terra em algumas regiões. O problema vem sendo detectado desde os anos 30, nos Estados Unidos, quando intensos processos de destruição da vegetação e solos ocorreu no Meio Oeste americano.<br />Muitas outras situações consideradas como graves problemas de Desertificação foram sendo detectadas ao longo do tempo em vários países do mundo. América Latina, Ásia, Europa, África e Austrália oferecem exemplos de áreas onde o homem, através do uso inadequado e/ou intensivo da terra, destruiu os recursos e transformou terras férteis em desertos ecológicos e econômicos.<br />
  7. 7. Dados<br />A Desertificação ocorre em mais de 100 países do mundo. Por isso é considerada um problema global. As regiões áridas, semi-áridas e subúmidas secas, ocupam mais de 37% de toda a superfície do planeta, abrigando mais de 1 bilhão de pessoas, ou seja, 1/6 da população mundial<br />Os indicadores são de baixo nível de renda, baixo padrão tecnológico, baixo nível de escolaridade e ingestão de proteínas abaixo dos níveis aceitáveis pela Organização Mundial de Saúde - OMS. Mas a sua evolução ocorre em cada lugar de modo específico e apresenta dinâmicas influenciadas por esses lugares. <br />As regiões sul-americana e caribenha têm inúmeros países com expressivas áreas de seus territórios com problemas de Desertificação. Os mais significativos são Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Cuba, Peru e México.<br />
  8. 8. Principais Problemas<br />Vulnerabilidade às secas, que impactam diretamente a agricultura de sequeiro e pecuária <br />Fraca capacidade de reorganizar a estrutura produtiva do sertão <br />Desmatamento resultante da pecuária extensiva e do uso de madeira para fins energéticos <br />Problemas graves de Desertificação já identificados <br />Sinalização dos solos decorrente do manejo inadequado na agricultura e no pastoreio<br />Perda de dinamismo de atividades industriais e comerciais<br />
  9. 9. Principais Problemas<br />Precária conservação da infra-estrutura rodoviária <br />Precário atendimento dos serviços de comunicação <br />Precário sistema de difusão tecnológica <br />Baixa produção científica e tecnológica para as necessidades do semi-árido<br />Deficiência nos níveis de capacitação da mão-de-obra rural, industrial e do comércio <br />Fragilidade institucional <br />Gestão municipal sem planejamento e comprometimento com objetivos a longo prazo.<br />
  10. 10. Relação com o Desmatamento<br />O desmatamento, que além de comprometer a biodiversidade, deixa os solos descobertos e expostos à erosão, ocorre como resultado das atividades econômicas, seja para fins de agricultura de sequeiro ou irrigada, seja para a pecuária, quando a vegetação nativa é substituída por pasto, seja diretamente para o uso da madeira como fonte de energia (lenha e carvão). <br />O uso intensivo do solo, sem descanso e sem técnicas de conservação, provoca erosão e compromete a produtividade, repercutindo diretamente na situação econômica do agricultor. A cada ano, a colheita diminui, e também a possibilidade de ter reservas de alimento para o período de estiagem. É comum verificar-se, no semi-árido, a atividade da pecuária ser desenvolvida sem considerar a capacidade de suporte da região, o que pressiona tanto pasto nativo como plantado, além de tornar o solo endurecido, compacto<br />
  11. 11. Relação com o Solo<br />A irrigação mal conduzida provoca a salinização dos solos, inviabilizando algumas áreas e perímetros irrigados do semi-árido, o problema tem sido provocado tanto pelo tipo de sistema de irrigação, muitas vezes inadequado às características do solo, quanto, principalmente, pela maneira como a atividade é executada, fazendo mais uma molhação do que irrigando.<br />Além de serem correlacionados, esses problemas desencadeiam outros, de extrema gravidade para a região. É o caso do assoreamento de cursos d'água e reservatórios, provocado pela erosão, que, por sua vez, é desencadeada pelo desmatamento e por atividades econômicas desenvolvidas sem cuidados com o meio ambiente<br />

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