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O Indizível Futuro do Brasil. Ou: Vamos construir um futuro para a nação?

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Trabalho apresentado no III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011.

Veja a apresentação, reflita e comente: você já pensou em construir o futuro do Brasil?

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O Indizível Futuro do Brasil. Ou: Vamos construir um futuro para a nação?

  1. 1. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011Um Olhar sobre o Brasil em distintos tempos: o empreendimentoeconômico, a nação desenvolvida e o indizível futuroTítulo alternativo:Já pensou em construir o futuro do seu país? Paulo Resende
  2. 2. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011IntroduçãoO objetivo do presente trabalho é discutir a visão de futuro do paísa partir de dois recortes históricos específicos:1) a criação do empreendimento econômico açucareiro, gênese danação; e2) o período final do século XX, com a ascensão de políticasgovernamentais tendo como referência predominante osmicrociclos econômicos.
  3. 3. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011Brasil: O maior empreendimento econômico da históriaA exploração econômica do Brasil, como colônia de Portugal,começa nas primeiras décadas após o seu descobrimento, deforma muito tímida.Interesse principal – controle territorial, de forma sustentável doponto de vista financeiroO maior empreendimento econômico da história - capitais,pessoas e equipamentos de diversas nações, sob a coordenaçãoda coroa portuguesa – consolidação do ciclo da cana de açucar.
  4. 4. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011Consequências do empreendimentoA ação da coroa portuguesa iniciou um processo histórico dedrásticas transformações:a) miscigenação (primeiro com os portugueses e, posteriormente,com negros e outras etnias);b) Ocupação territorial (extrativismo, agricultura e pecuária, e naexpansão territorial);c) Tecnologia (machado de lâmina de aço, arados de metal comtração animal, cultivo extensivo, unidades produtivas mecanizadas,armas de fogo, grandes embarcações, roupas, utensílios, criaçãoanimal, procedimentos cirúrgicos – rápida aculturação tecnológica)
  5. 5. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011Consequências do empreendimento (cont.)d) Matriz produtiva local (expansão da área cultivável à custa daeliminação da fauna e da flora locais, com eliminação de culturasque pudessem concorrer com a cana);d) Poder local (concessão de terras e de atribuições determinadapela coroa portuguesa)A jovem colônia participava de um movimento global de expansãoe estruturação de rotas comerciais, e formação de estadosnacionais. Em meio a essa disputa, formou-se a semente daquiloque um dia seria o Brasil.Seu futuro, naquele momento, reproduzia a eterna sucessão deciclos de plantar, colher, produzir e vender.
  6. 6. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011A Transitoriedade de uma naçãoO país transcendeu de um estágio primitivo e, em um período depouco mais de dois séculos, já apresentava uma estruturageopolítica razoavelmente consistente, com atividade econômicainterna e uma burocracia estabelecida.E pouco mais de dois séculos depois, o Brasil se apresenta comouma potência industrial emergente.Trata-se de uma terra de diferentes configurações políticas,inserida de distintas formas na economia global.
  7. 7. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011Emancipação frente a uma encruzilhada históricaDécada de 1970 – o país se viu frente à necessidade deestabelecer uma política econômica para lidar com uma crisemundial, contraposta a um projeto de desenvolvimento nacional.Em 1974, o país fora profundamente afetado pela economiaglobal. As consequências de uma reversão do ciclo de crescimentoque o Brasil vivia eram incalculáveis naquele momento, e por essarazão a alternativa encontrada foi a de promover a entrada denovos investimentos, a fim de assegurar que em parte seriamantida a expansão da renda e da capacidade produtivanacional.
  8. 8. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011Emancipação frente a uma encruzilhada histórica (cont.)Em resposta ao quadro global, o governo da época apresentou ànação o II Plano Nacional de Desenvolvimento, ou II PND, com oobjetivo de substituir as importações e eventualmente promover asexportações, de modo a sustentar a conjuntura econômica,assegurar o espaço necessário à absorção dos investimentosanteriores e modificar, no longo prazo, a estrutura produtiva.O II PND foi o primeiro plano estabelecido sob uma clara visão dopanorama externo e com a intenção de minimizar a sua influênciasobre o país: o fato do II PND ter sido concebido de modo amanter o crescimento interno mesmo sob condições desfavoráveisno plano internacional, estabeleceu um modelo de contraposiçãoentre as dimensões local e global inédito até então.
  9. 9. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011Efeitos colaterais de uma aposta econômicaA estratégia emancipatória traçada para os anos seguintes não foisuficiente para promover o desenvolvimento frente a um cenárioglobal recessivo.Mesmo com o avanço na matriz econômica nacional, o II PNDpromoveu um paradoxo: a promoção da autonomia em relação aoambiente externo resultou exatamente numa maior dependênciaem relação à economia global (endividamento externo estatal).
  10. 10. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011A década de 1980 e a perda da visão de futuroAté o II PND, o projeto brasileiro estabelecia uma visão de longoprazo. Desde o Plano de Metas, era possível enxergar além,conceber uma visão de um Brasil soberano e desenvolvido.Uma vez perdida a aposta feita com o II PND, referente àcapacidade de manter-se o desenvolvimento mesmo em umcenário global adverso, o país mergulhou em um quadro de crisevinculado a ciclos cada vez menores – qüinqüênio - biênio -metas anuais - mensal - “gatilho”.
  11. 11. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011A década de 1980, de 1990 e a perda da visão de futuro (cont.)Final do século XX – objetivo de tornar o Brasil um paísdesenvolvido não fora alcançado. O país não apresentavacondições autônomas para lidar com o novo panorama econômicomundial (subordinação à visão neoliberal da política econômica)Redução do Estado - O Estado perdeu a capacidade de enxergaro seu futuro (foco no curtíssimo prazo) e também a capacidade deintervenção direta com vistas ao desenvolvimento econômico eprodutivo.Nisso consistiu o sacrifício do futuro, em detrimento deprioridades econômicas emanadas de um consenso internacional.
  12. 12. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011A década de 1990A política econômica da década de 1990 padece, em sua prática eem seu debate, da hipertrofia do curto prazo. A preocupaçãocom o controle da inflação ocupou todos os espaços, expulsando adiscussão sobre o longo prazo. Temas como a estrutura desejadada oferta física de longo prazo, planejamento econômico, vontadenacional, ocupação territorial, distribuição de renda, diversificaçãoda estrutura produtiva, desenvolvimento científico-tecnológico etc.foram cancelados da nossa agenda (LESSA e EARP, 1999).
  13. 13. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011Brasil, o país do indizível futuroA plena inserção do país no atual sistema multipolarizadoplanetário “captura” uma visão de futuro, sob a perspectiva dofluxo de capitais internacionais. A ciência dos fatos e das decisõeseconômicas dos grandes blocos mundiais permitem ao Brasilsaber com razoável precisão como os recursos financeiros secomportarão, permitindo assim ajustar suas políticas de câmbio,de juros e de controle da inflação.Não temos mais um futuro: hoje possuímos metas.
  14. 14. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011Faces históricas contrapostas no espelhoO que aquele Brasil, distante e colonial, enxergaria à sua frente setentasse antever o seu próprio futuro?O jovem país foi capaz de transitar por diferentes cicloseconômicos, formar cultura própria, tornar-se independente e,coroamento maior, conceber um futuro.A capacidade de projetar um futuro, no entanto, foi subtraída pelasucessão de novos microclicos; ao invés da vinculação ao tempode maturação da cana, hoje estamos atrelados à apuração dosindicadores macroeconômicos, ao índice de inflação, aos jurosinternacionais, à variação cambial, à Balança de Pagamentos...
  15. 15. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011Faces históricas contrapostas no espelho (cont.)Se um encontro entre passado e presente do país fosse real, quemensagem a jovem colônia poderia transmitir ao Brasil de hoje?Talvez um convite à observação de um outro momento, no qualpudesse enxergar até onde iria a sua miopia do presente. Talvez apercepção de um momento histórico posterior, no qual o país seemancipe da visão do presente e recupere a ousadia e acapacidade de apostar em uma projeção futura, distinta entre asdemais nações.Se falta ao país a visão, ao menos lhe sobram recursos ecapacidade para enxergar – e construir – o seu próprio futuro.
  16. 16. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011Uma Provocação FinalQue indivíduos e instituições se revelam capazes de discutir ofuturo que o Brasil deve almejar?Seria uma responsabilidade exclusiva do governo?Seria um “ônus” para a sociedade?Como as redes de informação (redes sociais, listas de discussão,grupos) podem se inserir em discussões para a projeção do Brasilde 2025, 2050 etc.?Você já pensou em construir o seu país?
  17. 17. III Congresso Internacional Six Sigma Brasil e evento acoplado VII Workshop GESITI – 2011Agradeço a atenção e que se faça o debate! Paulo Resende Maio de 2011

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