TEMA <ul><li>Fluxos de capitais e componentes macroeconômicos: análise de inter-relações através da aplicação de um modelo...
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO <ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>MARCO TEÓRICO </li></ul><ul><li>METODOLOGIA </li></ul><ul><li...
1 - INTRODUÇÃO POLÍTICAS DE  LIBERALIZAÇÃO  DESREG ABERTURA FINANCEIRAS E  EVOLUÇÃO TECNOLÓG. INFO/TELECOM. LIVRE CIRCULAÇ...
1.1 - PROBLEMA PAÍSES DESENV. EMERG. Ex: Brasil INVESTIMENTOS ELEVADOS  JUROS RELATIVOS  E LIQUIDEZ QUESTÃO: QUAL A DINÂMI...
PRINCIPAIS DIFICULDADES MOTIVADORAS – PAÍSES DESENVOLVIDOS : INSTABILIDADE FINANCEIRA BAIXOS RETORNOS RELATIVOS NECESSIDAD...
PRINCIPAIS DIFICULDADES MOTIVADORAS – PAÍSES EMERGENTES : ENDIVIDAMENTO DÉFICIT EM TC ESCASSEZ DE POUPANÇA DOMÉSTDIVISAS A...
RELAÇÕES DE CAUSALIDADE, EM TESE RISCO JUROS ALTOS FLUXOS DE CAPITAIS POSSIBILIDADES DE MÚLTIPLAS INTERAÇÕES DÍVIDA ESCASS...
1.2 - JUSTIFICATIVA NECESSIDADE DE ESTUDOS QUE POSSAM CONTRIBUIR PARA LIDAR COM  O SEGUINTE DESAFIO: COMO CONCILIAR A NECE...
1.3 - OBJETIVOS <ul><li>Analisar a dinâmica dos fluxos de capitais internacionais na economia brasileira, no período de 19...
2 - MARCO TEÓRICO 2.1 VISÃO DOS NOVOS CLÁSSICOS 2.2 VISÃO KEYNESIANA
<ul><li>HIPÓTESES CENTRAIS: </li></ul><ul><ul><li>Mercados eficientes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Expectativas racionais; ...
<ul><li>HÍPÓTESES CENTRAIS : </li></ul><ul><li>Mercados ineficientes e imperfeitos; </li></ul><ul><li>Equilíbrios parciais...
3 METODOLOGIA LEVANTAMENTO  PERÍODO P/ FINS DE  MODELAGEM ECONOMÉTRICA SECUNDÁRIO 1995:01-2004:12 3.1 FONTE DE DADOS PROCE...
3.2 MODELO CONCEITUAL VAR CAPTURA DAS INTER-RELAÇÕES  DINÂMICAS ENTRE AS VARIÁVEIS TRATAMENTO SIMÉTRICO DAS VARIÁVEIS y t ...
PRÉ-REQUISITOS PARA ESTIMAÇÃO DO VAR TESTE DE RAIZ UNITÁRIA (ADF) TESTE DE COINTEGRAÇÃO (JOHANSEN) APLICADO AO CONTEXTO  V...
PRÉ-REQUISITOS PARA ESTIMAÇÃO (CONT.) DEFASAGENS (AIC  E  SBC) DEFINIR ORDEM DE DEFASAGENS ORDENAÇÃO DAS VARIÁVES (CHOLESK...
FERRAMENTAS DE ANÁLISE DO VAR FUNÇÕES IMPULSO-RESPOSTA Permite que se destaque a resposta em uma variável, dado um impulso...
3.3 MODELO EMPÍRICO SEIS SISTEMAS
DESCRIÇÃO DAS VARIÁVEIS DPUB = DÍVIDA PÚBLICA somatório das dívidas interna e externa  em % do PIB (ABORDAGEM DLSP); RP = ...
DESCRIÇÃO DAS VARIÁVEIS (CONT.) FMI / BP BRASILERO FCL  = fluxos de capitais líquidos em US$ milhões  CFIN = fluxos totais...
4 CARACTERIZAÇÃO DOS FLUXOS DE CAPITAIS INTERNACIONAIS 4.1 MARCO CONCEITUAL A CONCEPÇÃO DOS FLUXOS DE CAPITAIS COMO UMA CA...
4.2 EVOLUÇÃO DOS FLUXOS DE CAPITAIS IMPRESSÃO MAIS LATENTE AS CAUSAS E EFEITOS DOS FLUXOS, ASSIM COMO OS VOLUMES E COMPOSI...
5 EQUILÍBRIO DE PORTFÓLIOS INTERNACIONALIZADOS PDJ (ARBITRAGEM) (1+i) = (1+i*) (1+e 0 k ) ou i = i* + e 0 k i = i* + e +  ...
6 A DINÂMICA DOS FLUXOS FINANCEIROS COM BASE NO VAR <ul><li>ANÁLISE DE ESTACIONARIEDADE </li></ul>I(0 ) TODAS AS MODALIDAD...
DECISÃO MODELO  VEC MODELO  VAR DPUB RP UIP DIV DPUB RP UIP DIV CFIN TPORT CART DERIV ID OUT
RESULTADOS - VEC PRINCIPAIS RESULTADOS - FUNÇÕES IMPULSO-RESPOSTA DPUB RP UIP IMPACTOS POSITIVOS DIV UIP DPUB DIV IMPACTOS...
FUNÇÃO IMPULSO-RESPOSTA: REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -0.01 0.00 0.01 0.02 0.03 0.04 0.05 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Resposta de ...
RESULTADOS – VEC (CONT.) PRINCIPAIS RESULTADOS - DECOMPOSIÇÃO DA VARIÂNCIA FORTE INTERAÇÃO DO DIFERENCIAL DE JUROS E FRACA...
RESULTADOS - VAR RESPOSTAS DOS FLUXOS ÀS  DEMAIS VARIÁVEIS RESPOSTAS DE DPUB, RP, UIP E DIV  AOS FLUXOS FUNÇÕES IMPULSO-RE...
RESPOSTAS DOS FLUXOS ÀS DEMAIS VARIÁVEIS DPUB RP CFIN TPORT CART IMPACTOS NEGATIVOS
RESPOSTAS DE DPUB, RP, UIP E DIV AOS FLUXOS UIP CFIN TPORT CART IMPACTOS NEGATIVOS CFIN TPORT CART OUT DIV IMPACTOS POSITI...
RESULTADOS - VAR DECOMPOSIÇÃO DA VARIÂNCIA  DAS MODALIDADES DE FLUXOS DECOMPOSIÇÃO DA VARIÂNCIA DE DPUB, RP,  UIP E DIV DE...
DECOMPOSIÇÃO DA VARIÂNCIA DAS MODALIDADES DE FLUXOS FRACA INTERAÇÃO DOS FLUXOS DERIV, OUT E ID UIP: FRACO CONDICIONANTE DO...
RESULTADOS - VAR DECOMPOSIÇÃO DA VARIÂNCIA DAS DEMAIS VARIÁVEIS, EXPLICADA PELAS MODALDADES DE FLUXOS DESTAQUE CFIN TPORT ...
CARACTERIZAÇÃO DA ARMADILHA CONJUGAÇÃO DOS RESULTADOS DO VAR E DO VEC RISCO- PAÍS FLUXOS TOTAIS DIF. JUROS DÍVIDA PÚBLICA
CONCLUSÕES A METODOLOGIA VAR SE ADEQUA AO PRESSUPOSTO DE POSSIBILIDADES DE EXISTÊNCIA DE MÚLTIPLAS INTER-RELAÇÕES ENTRE AS...
CONCLUSÕES A ABORDAGEM KEYNESIANA FORNECE UMA LEITURA MAIS ADERENTE À REALIDADE, SOBRETUDO QUANDO INTRODUZ O CONCEITO DE P...
CONCLUSÕES COLOCA-SE EM RELEVO A NECESSIDADE DE ESTUDOS QUE POSSAM INVESTIGAR A EFICÁCIA DE MECANISMOS INSTITUCIONAIS, COM...
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Capital Flows and Macroeconomic Components

  1. 1. TEMA <ul><li>Fluxos de capitais e componentes macroeconômicos: análise de inter-relações através da aplicação de um modelo de vetores auto-regressivos (VAR) </li></ul>Orientando: Alessandro Maia Pinheiro Orientador: Prof. PhD Mario Amin
  2. 2. ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO <ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>MARCO TEÓRICO </li></ul><ul><li>METODOLOGIA </li></ul><ul><li>CARACTERIZAÇÃO DOS FLUXOS DE CAPITAIS INTERNACIONAIS </li></ul><ul><li>EQUILÍBRIO INTERNACIONAL DE PORTFÓLIOS </li></ul><ul><li>DINÂMICA DOS FLUXOS COM BASE NO VAR </li></ul>
  3. 3. 1 - INTRODUÇÃO POLÍTICAS DE LIBERALIZAÇÃO DESREG ABERTURA FINANCEIRAS E EVOLUÇÃO TECNOLÓG. INFO/TELECOM. LIVRE CIRCULAÇÃO DE CAPITAIS INSTAB. RISCO E INCERTEZA LIQUIDEZ/ CURTO PRAZO
  4. 4. 1.1 - PROBLEMA PAÍSES DESENV. EMERG. Ex: Brasil INVESTIMENTOS ELEVADOS JUROS RELATIVOS E LIQUIDEZ QUESTÃO: QUAL A DINÂMICA DOS FLUXOS DE CAPITAIS QUE PREVALECEU NA ECONOMIA BRASILEIRA ENTRE 1995-2004, REPRESENTADA EMPIRICAMENTE PELAS INTER-RELAÇÕES ESTABELECIDAS ENTRE FLUXOS LÍQUIDOS DE CAPITAIS, DÍVIDA PÚBLICA, DIFERENCIAL DE JUROS, RISCO-PAÍS E ESTOQUE DE DIVISAS? HIPÓTESE: CÍRCULO VICIOSO ENVOLVENDO MÚLTIPLAS RELAÇÕES RELAÇÃO DE DEPENDÊNCIA RECÍPROCA VARIÁVEIS DESTAQUE
  5. 5. PRINCIPAIS DIFICULDADES MOTIVADORAS – PAÍSES DESENVOLVIDOS : INSTABILIDADE FINANCEIRA BAIXOS RETORNOS RELATIVOS NECESSIDADE DE AJUSTE INTERNACIONAL DE PORTFÓLIOS
  6. 6. PRINCIPAIS DIFICULDADES MOTIVADORAS – PAÍSES EMERGENTES : ENDIVIDAMENTO DÉFICIT EM TC ESCASSEZ DE POUPANÇA DOMÉSTDIVISAS ALTO RISCO NECESSIDADE DE RECORRER A RECURSOS EXTERNOS
  7. 7. RELAÇÕES DE CAUSALIDADE, EM TESE RISCO JUROS ALTOS FLUXOS DE CAPITAIS POSSIBILIDADES DE MÚLTIPLAS INTERAÇÕES DÍVIDA ESCASSEZ DIVISAS +
  8. 8. 1.2 - JUSTIFICATIVA NECESSIDADE DE ESTUDOS QUE POSSAM CONTRIBUIR PARA LIDAR COM O SEGUINTE DESAFIO: COMO CONCILIAR A NECESSIDADE DE RECORRER A RECURSOS EXTERNOS COM A DE FOMENTAR O CRESCIMENTO ECONÔMICO?
  9. 9. 1.3 - OBJETIVOS <ul><li>Analisar a dinâmica dos fluxos de capitais internacionais na economia brasileira, no período de 1995 a 2004, através da aplicação de um modelo de vetores auto-regressivos (VAR). </li></ul>1.3.2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS <ul><li>Caracterizar os fluxos de capitais, do ponto de vista conceitual; e seu processo evolutivo no contexto dos países latino-americanos; </li></ul><ul><li>Identificar, por meio da abordagem de equilíbrio de portfólios internacionalizados, componentes macroeconômicos capazes de interagir com os fluxos de capitais; e </li></ul><ul><li>Verificar as inter-relações entre as variáveis fluxos líquidos de capitais, dívida pública, risco-país, diferencial de juros e estoque de divisas, na economia brasileira, utilizando as duas ferramentas disponibilizadas pelo modelo VAR: as funções impulso-resposta e a decomposição da variância. </li></ul>1.3.2 - OBJETIVO GERAL
  10. 10. 2 - MARCO TEÓRICO 2.1 VISÃO DOS NOVOS CLÁSSICOS 2.2 VISÃO KEYNESIANA
  11. 11. <ul><li>HIPÓTESES CENTRAIS: </li></ul><ul><ul><li>Mercados eficientes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Expectativas racionais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Mercados perfeitos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Equilíbrio geral. </li></ul></ul><ul><li>ARGUMENTOS SOBRE MOB DE CAPITAIS : </li></ul><ul><ul><li>Eficiência na alocação global de recursos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Mobilização de S externa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Diversificação dos riscos </li></ul></ul><ul><ul><li>Diminuição dos custos de transação. </li></ul></ul>CONDICIONANTES DOS FC As decisões quanto à alocação de recursos seriam guiadas pelos fundamentos, os quais forneceriam os subsídios necessários à avaliação de riscos e retornos. ÊNFASE NOS FATORES INTERNOS AOS PAÍSES RECEPTORES
  12. 12. <ul><li>HÍPÓTESES CENTRAIS : </li></ul><ul><li>Mercados ineficientes e imperfeitos; </li></ul><ul><li>Equilíbrios parciais </li></ul><ul><li>Incerteza </li></ul><ul><li>Preferência por liquidez </li></ul>RESSALVAS À MOBILIDADE DE CAPITAIS: CURTO PRAZISMO/ MIMETISMO BASE PRECÁRIA P/ ANCORAR EXPECTATIVAS PRINCIPAIS CONDICIONANTES DOS FLUXOS DE CAPITAIS INTERNACIONAIS Dinâmica do mercado financeiro Dinâmica dos países centrais
  13. 13. 3 METODOLOGIA LEVANTAMENTO PERÍODO P/ FINS DE MODELAGEM ECONOMÉTRICA SECUNDÁRIO 1995:01-2004:12 3.1 FONTE DE DADOS PROCEDIMENTOS ECONOMÉTRICOS SOFTWARE EVIEWS
  14. 14. 3.2 MODELO CONCEITUAL VAR CAPTURA DAS INTER-RELAÇÕES DINÂMICAS ENTRE AS VARIÁVEIS TRATAMENTO SIMÉTRICO DAS VARIÁVEIS y t = a 10 + a 11 y t-1 + a 12 z t-1 + e 1t z t = a 20 + a 21 y t-1 + a 22 z t-1 + e 2t VAR(1) FORMA REDUZIDA
  15. 15. PRÉ-REQUISITOS PARA ESTIMAÇÃO DO VAR TESTE DE RAIZ UNITÁRIA (ADF) TESTE DE COINTEGRAÇÃO (JOHANSEN) APLICADO AO CONTEXTO VAR/VEC MODELO VEC INCORCOPORAR, NO VAR, UM VETOR DE COREÇÃO DE ERRO, P/ ABSORVER OS DESVIOS EM RELAÇÃO ÀS TRAJETÓRIAS DE L.P. DAS VARIÁVEIS TESTE DE ESTABILIDADE ESTRUTURAL (CHOW) VERIFICAR SE AS SÉRIES SÃO ESTACIONÁRIAS / I(0) IDENTIFICAR QUEBRAS ESTRUTURAIS VERIFICAR A PRESENÇA DE RELAÇÕES DE L.P. ENTRE AS VARIÁVEIS
  16. 16. PRÉ-REQUISITOS PARA ESTIMAÇÃO (CONT.) DEFASAGENS (AIC E SBC) DEFINIR ORDEM DE DEFASAGENS ORDENAÇÃO DAS VARIÁVES (CHOLESKI) DEFINIR A ORDEM DE INTRODUÇÃO DAS VARIÁVEIS NO SISTEMA
  17. 17. FERRAMENTAS DE ANÁLISE DO VAR FUNÇÕES IMPULSO-RESPOSTA Permite que se destaque a resposta em uma variável, dado um impulso (choque inesperado) em outra variável DECOMPOSIÇÃO DA VARIÂNCIA Permite analisar empiricamente qual a participação de cada uma das variáveis no entendimento das alterações ocorridas nas outras
  18. 18. 3.3 MODELO EMPÍRICO SEIS SISTEMAS
  19. 19. DESCRIÇÃO DAS VARIÁVEIS DPUB = DÍVIDA PÚBLICA somatório das dívidas interna e externa em % do PIB (ABORDAGEM DLSP); RP = RISCO-PAÍS risco-país medido pelo Embi+brasil, do J P MorganChase, em pontos base UIP = DIFERENCIAL DE JUROS paridade descoberta de juros, utilizada como proxy, em % (série anualizada) DIV = ESTOQUE DE DIVISAS estoque de divisas, em US$ milhões
  20. 20. DESCRIÇÃO DAS VARIÁVEIS (CONT.) FMI / BP BRASILERO FCL = fluxos de capitais líquidos em US$ milhões CFIN = fluxos totais TPORT = fluxos totais de investimentos de portfólio CART = fluxos de investimentos em carteira DERIV = fluxos de investimentos em derivativos OUT = fluxos de outros investimentos ID = fluxos de investimentos direto CFIN TPORT OUT ID CART DERIV
  21. 21. 4 CARACTERIZAÇÃO DOS FLUXOS DE CAPITAIS INTERNACIONAIS 4.1 MARCO CONCEITUAL A CONCEPÇÃO DOS FLUXOS DE CAPITAIS COMO UMA CATEGORIA HOMOGÊNEA GERA LIMITAÇÕES IGNORA TIPOLOGIAS NÃO FUNGIBILIADE BASE P/ O TRAMENTO ECONOMÉTRICO
  22. 22. 4.2 EVOLUÇÃO DOS FLUXOS DE CAPITAIS IMPRESSÃO MAIS LATENTE AS CAUSAS E EFEITOS DOS FLUXOS, ASSIM COMO OS VOLUMES E COMPOSIÇÕES DOS MESMOS DIVERGEM CONSIDERAVELMENTE ENTRE PAÍSES EMERGENTES, E A CADA FASE CRONOLÓGICA ESTUDO EMPÍRICO
  23. 23. 5 EQUILÍBRIO DE PORTFÓLIOS INTERNACIONALIZADOS PDJ (ARBITRAGEM) (1+i) = (1+i*) (1+e 0 k ) ou i = i* + e 0 k i = i* + e +  PRÊMIO DE RISCO - NOVO ITEM NA AGENDA DA POLITICA ECONÔMICA
  24. 24. 6 A DINÂMICA DOS FLUXOS FINANCEIROS COM BASE NO VAR <ul><li>ANÁLISE DE ESTACIONARIEDADE </li></ul>I(0 ) TODAS AS MODALIDADES DE FLUXOS I(1 ) DÍVIDA PÚBLICA, RISCO-PAÍS, DIF. JUROS E DIVISAS CO-INTEGRAÇÃO P/ AS SÉRIES I(1) PRESENÇA DE UM VETOR DE CO-INTEGRAÇÃO
  25. 25. DECISÃO MODELO VEC MODELO VAR DPUB RP UIP DIV DPUB RP UIP DIV CFIN TPORT CART DERIV ID OUT
  26. 26. RESULTADOS - VEC PRINCIPAIS RESULTADOS - FUNÇÕES IMPULSO-RESPOSTA DPUB RP UIP IMPACTOS POSITIVOS DIV UIP DPUB DIV IMPACTOS NEGATIVOS
  27. 27. FUNÇÃO IMPULSO-RESPOSTA: REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -0.01 0.00 0.01 0.02 0.03 0.04 0.05 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Resposta de DLOG(DPUB) à D(UIP)
  28. 28. RESULTADOS – VEC (CONT.) PRINCIPAIS RESULTADOS - DECOMPOSIÇÃO DA VARIÂNCIA FORTE INTERAÇÃO DO DIFERENCIAL DE JUROS E FRACA ENDOGENEIDADE DO RISCO-PAÍS DIV UIP 26 % RP UIP 7 % DPUB UIP 24 % 12 % DESTAQUE
  29. 29. RESULTADOS - VAR RESPOSTAS DOS FLUXOS ÀS DEMAIS VARIÁVEIS RESPOSTAS DE DPUB, RP, UIP E DIV AOS FLUXOS FUNÇÕES IMPULSO-RESPOSTA PRINCIPAIS RESULTADOS
  30. 30. RESPOSTAS DOS FLUXOS ÀS DEMAIS VARIÁVEIS DPUB RP CFIN TPORT CART IMPACTOS NEGATIVOS
  31. 31. RESPOSTAS DE DPUB, RP, UIP E DIV AOS FLUXOS UIP CFIN TPORT CART IMPACTOS NEGATIVOS CFIN TPORT CART OUT DIV IMPACTOS POSITIVOS
  32. 32. RESULTADOS - VAR DECOMPOSIÇÃO DA VARIÂNCIA DAS MODALIDADES DE FLUXOS DECOMPOSIÇÃO DA VARIÂNCIA DE DPUB, RP, UIP E DIV DECOMPOSIÇÃO DA VARIÂNCIA PRINCIPAIS RESULTADOS
  33. 33. DECOMPOSIÇÃO DA VARIÂNCIA DAS MODALIDADES DE FLUXOS FRACA INTERAÇÃO DOS FLUXOS DERIV, OUT E ID UIP: FRACO CONDICIONANTE DOS FLUXOS DPUB CFIN TPORT CART 7 % RP CFIN TPORT CART 6 % 21 %
  34. 34. RESULTADOS - VAR DECOMPOSIÇÃO DA VARIÂNCIA DAS DEMAIS VARIÁVEIS, EXPLICADA PELAS MODALDADES DE FLUXOS DESTAQUE CFIN TPORT CART OUT UIP 9 % 8,5 % 8.5 % 6 % CFIN TPORT CART OUT 63,5 % 11 % 11 % 55 % DIV
  35. 35. CARACTERIZAÇÃO DA ARMADILHA CONJUGAÇÃO DOS RESULTADOS DO VAR E DO VEC RISCO- PAÍS FLUXOS TOTAIS DIF. JUROS DÍVIDA PÚBLICA
  36. 36. CONCLUSÕES A METODOLOGIA VAR SE ADEQUA AO PRESSUPOSTO DE POSSIBILIDADES DE EXISTÊNCIA DE MÚLTIPLAS INTER-RELAÇÕES ENTRE AS VARIÁVEIS. OS RESULTADOS CORROBORAM TAL HIPÓTESE . AS MODALIDADES DE FLUXOS APRESENTAM ESPECIFICIDADES: DERIVATIVOS I. DIRETOS OUTROS INVESTIMENTOS FRACA INTERAÇÃO TOTAIS PORTFÓLIO CARTEIRA CARACT. SIMILARES
  37. 37. CONCLUSÕES A ABORDAGEM KEYNESIANA FORNECE UMA LEITURA MAIS ADERENTE À REALIDADE, SOBRETUDO QUANDO INTRODUZ O CONCEITO DE PREFERÊNCIA POR LIQUIDEZ. OS RESULTADOS CONFIRMAM A PRIMAZIA DA VISÃO CURTO-PRAZISTA NA ALOCAÇÃO DE INVESTIMENTOS. AS POLÍTICAS ADOTADAS NA ECONOMIA BRASILEIRA, DE CARÁTER LIBERALIZANTE, ACABARAM POR REFORÇAR A RELAÇÃO DE DEPENDÊNCIA EM RELAÇÃO AOS FLUXOS FINANCEIROS INTERNACIONAIS, TORNANDO-A MAIS VULNERÁVEL. OS JUROS REPRESENTAM UM COMPONENTE-CHAVE, MANIPULADO EM PROL DE DOIS OBJETIVOS PRIMORDIAIS: EVITAR A DIMINUIÇÃO DOS FLUXOS LÍQUIDOS E GARANTIR A ESTABILIDADE DE PREÇOS. A CONSTATAÇÃO DE QUE O RISCO-PAÍS É POUCO SENSÍVEL AOS OUTROS COMPONENTES, MAS, POR OUTRO LADO, INFLUENCIA OS FLUXOS, FORNECE INDÍCIOS DE QUE A ECONOMIA BRASILEIRA É FORTEMENTE CONDICIONADA POR FATORES EXTERNOS
  38. 38. CONCLUSÕES COLOCA-SE EM RELEVO A NECESSIDADE DE ESTUDOS QUE POSSAM INVESTIGAR A EFICÁCIA DE MECANISMOS INSTITUCIONAIS, COMO ATENUANTES DA ESPECULAÇÃO E DO RISCO SOLUÇÕES PARECEM TRANSCENDER A MANIPULAÇÃO DOS TRADICIONAIS INSTRUMENTOS DE POLÍTICA ECONÔMICA.
  39. 39. MUITO OBRIGADO

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