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Pecado [texto]

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Mensagem de Domingo a Noite em 14/08/2011 por Jairo Dias.

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Pecado [texto]

  1. 1. Primeira Igreja Batista do João Agripino – PIBJA Mensagem: PECADO Data: 14/08/2011 Aquele que desejar ter pontos de vista corretos sobre a santidade cristã terá decomeçar examinando o vasto e solene assunto do pecado. Terá de cavar bem fundo sequiser construir um edifício bem alto. Conceitos errôneos sobre a santidade geralmenteadvém de idéias distorcidas quanto à corrupção humana. A verdade absoluta é que o correto conhecimento do pecado jaz à raiz de todo ocristianismo salvífico. Sem ele, termos como justificação, conversão e santificação serãoapenas “palavras e nomes” que não transmitem qualquer sentido à nossa mente. Portanto, a primeira coisa que Deus faz quando quer tornar alguém em uma novacriatura em Cristo é iluminar-lhe o coração, mostrando-lhe que ele é um pecador culpado.A criação material, segundo o livro de Gênesis, começou com a “luz”; isso tambémacontece no caso da criação espiritual. Deus mesmo “resplandeceu em nosso coração”mediante a obra do Espírito Santo, e então, a vida espiritual teve seu inicio (2 Co. 4.6). Pontos de vista mal definidos acerca do pecado são a origem da maioria dos erros,das heresias e das doutrinas falsas de nossos dias. Se um homem não percebe a naturezaperigosa da doença de sua alma, ninguém poderá admirar-se de que ele se contente comremédios falsos ou imperfeitos. Precisamos de um ensino mais claro e completo sobre o pecado. A seguir veremos 5 pontos concernentes ao pecado: sua definição, sua origem efonte, sua extensão, a culpa e a ofensa do pecado aos olhos de Deus e a suapropensão para enganar. 1. Definição Sabemos realmente o que é pecado?Pecado é, de um modo geral “a falha e a corrupção da natureza de cada ser humano,naturalmente produzidas pela natureza de Adão em nós, pelas quais o homem muitose afasta da retidão original, pois faz parte de sua natureza, inclinar-se para o erro,de tal modo que a carne sempre milita contra o espírito; e assim sendo, o pecadomerece a ira e a condenação de Deus em cada pessoa que nasce neste mundo”.Em suma, o pecado é aquela vasta enfermidade moral que afeta a raça humana inteira, emtodas as classes e níveis, nas nações, povos e línguas – uma enfermidade da qual apenasum único homem nascido de mulher esteve isento. Quem foi?
  2. 2. Um “pecado” de modo particular consiste em praticar, dizer, pensar, ou imaginarqualquer coisa que não esteja em perfeita conformidade com a mente e a lei deDeus. Em resumo, segundo as Escrituras, “o pecado é a transgressão da lei’ (1 Jo3.4).A Bíblia mostra que um homem pode quebrar a lei de Deus em seu coração e em seuspensamentos, mesmo quando não há qualquer ato externo e visível de iniqüidade. Umpoeta inglês disse ”Um homem pode sorrir, sorrir e ainda ser um vilão”.A Bíblia também nos mostra que há pecados de omissão tanto quanto de comissão, e quepecamos ao “deixarmos de fazer as coisas que deveríamos fazer” tanto quanto ao“fazermos aquilo que não deveríamos”. Jesus falou isso claramente em Mt 25.41-42.Declaração do arcebispo inglês Usher, pouco antes da sua morte: “Senhor, perdoa-metodos os meus pecados, sobretudo os meus pecados de omissão”.É necessário relembrar que um homem pode cometer um pecado e, no entanto, fazê-lopor ignorância, julgando-se inocente, quando na realidade é culpado. Nos capítulos 4 e 5de Levítico bem como em Números 15, Israel é instruído de que havia pecados deignorância que tornavam as pessoas imundas e que precisavam ser expiados. (Lv 4.1-35;5. 14-19; Nm 15. 25-29). 2. Origem e fonte As idéias de muitos crentes professos quanto a esse particular, são tristementedefeituosas e doentias. Devemos fixar em nossa mente que a pecaminosidade de umhomem não começa pelo lado de fora e sim pelo lado de dentro, trata-se de umaenfermidade de família, que herdamos dos nossos primeiros pais, Adão e Eva, e com aqual todos já nascemos. Criados à imagem de Deus e inocentes a principio, nossos paiscaíram da justiça original e tornaram-se pecaminosos e corruptos. E desde aquele dia,homens e mulheres nascem segundo a imagem de Adão e Eva decaídos, herdando umcoração e uma natureza inclinados ao pecado – “por um só homem entrou o pecado nomundo”; “o que é nascido da carne é carne”; “éramos, por natureza, filhos da ira”;“o pendor da carne é inimizade contra Deus”; “do coração dos homens é queprocedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos”. (Rm 5.12; Jo 3.6; Ef 2.3; Rm8.7; Mc 7.21). 3. Extensão. A única base segura é a dada pelas Escrituras. “Viu o Senhor que a maldade dohomem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígniodo seu coração”; “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, edesesperadamente corrupto” (Gn 6.5; Jr 17.9). O pecado é um mal que permeia epercorre todas as partes de nossa constituição moral, bem como cada faculdade de nossamente. A compreensão, os afetos, o poder de raciocínio, a vontade; tudo está, em certamedida, infeccionado pelo pecado. A própria consciência está tão cega que dela não se
  3. 3. pode depender como guia seguro. Ela tanto pode conduzir o homem para o erro quantopara o que é certo, a menos que seja iluminada pelo Espírito Santo. Em suma, “Desde aplanta do pé até a cabeça não há nele cousa sã, senão feridas, contusões e chagasinflamadas” (Is 1.6). O mal pode ser velado sob uma fina cortina de cortesia, polidez,boas maneiras ou decoro exterior, mas jaz profundamente em nossa constituição. Cada parte do mundo dá testemunho do fato que o pecado é a enfermidadeuniversal de toda a humanidade. Pesquisemos o globo de leste a oeste e de um pólo aooutro, rebusquemos todas as nações de todos os climas, nos quatro quadrantes da terra,procuremos em cada classe e nível social de nosso próprio país, do mais elevado ao maishumilde, sob cada circunstância e condição; o relatório será sempre o mesmo. As maisremotas ilhas no oceano Pacifico, completamente separadas da Europa, da Ásia, daÁfrica e da América, fora do alcance do luxo oriental e da arte e literatura ocidentais;ilhas habitadas por povos que ignoram livros, dinheiro, vapor e eletricidade; nãocontaminados pelos vícios da civilização moderna, tem sido encontradas as piores formasde concupiscência, de crueldade, de engodo e superstição. Se seus habitantes nãoconhecem outra coisa, pelo menos conhece o pecado! Por toda a parte o coração humanoé enganoso “mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto” (Jr 17.9). 4. Culpa e ofensa do pecado aos olhos de Deus.Devemos fixar na mente, com firmeza, que o pecado é aquela “coisa abominável” aqual Deus aborrece e que Deus é “tão puro de olhos que não pode ver o mal”; e quequalquer que tropeçar “em um só ponto” da lei de Deus “se torna culpado detodos”; e que “a alma que pecar essa morrerá”; e que “o salário do pecado é amorte”; e que Deus julgará “os segredos dos homens”; e que há um lugar ondenunca “morre o verme, nem o fogo se apaga”; e que “os perversos serão lançados noinferno”, e que “irão estes para o castigo eterno”, porquanto nos céus “nunca jamaispenetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira”.(Jr 44.4; Ha 1.13; Tg 2.10; Ez 18.4; Rm 6.23; 2.16; Mc 9.44; Sl 9.17; Mt 25.46 e Ap21.27). Essas são, realmente, palavras tremendas, quando consideramos que foramescritas no Livro do Deus misericordiosíssimo! 5. Propensão para enganar Este tema é algo de capital importância e frequentemente não tem recebido aatenção que merece. Podemos ver esse engano na espantosa inclinação dos homens paraconsiderarem o pecado como menos pecaminoso e perigoso do que ele é à vista de Deuse em sua prontidão para tentar suaviza-lo, apresentando justificativas minimizantes de suaculpa – “É apenas um pecadinho! Deus é misericordioso! Deus não é tão severo quevenha a cobrar pelo que for feito de errado! Nossa intenção era boa! Ninguém pode serassim tão exigente! Onde está o prejuízo causado? Estamos agindo como todo mundo!”Quem não está familiarizado com esta linguagem? Somos rápidos em esquecer que a tentação do pecado raramente se apresentadiante de nós em suas verdadeiras cores, dizendo-nos: “Sou teu inimigo mortal e queroarruinar-te pra sempre no inferno”. Oh, não! O pecado aproxima-se de nós à semelhançade Judas, como um beijo ou como Joabe, com a mão espalmada e palavras de lisonja. Ofruto proibido pareceu tão bom e desejável para Eva e, no entanto, fê-la ser expulsa do
  4. 4. Éden. Ficar andando ociosamente no pátio do seu palácio parecia algo inocente paraDavi, mas terminou em adultério e homicídio. O pecado raramente parece ser pecadoquando está no início. Por esta razão, vigiemos e oremos para que não caiamos emtentação. Podemos disfarçar a iniqüidade com nomes suaves, mas não podemos alterarsua natureza e caráter aos olhos de Deus. Lembremo-nos das palavras do escritorsagrado: “Pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que sechama Hoje, afim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado”(Hb 3.13). É sabia aquela oração que diz: “Senhor, livra-nos dos enganos do mundo, dacarne e do diabo”.

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